Pages

Mapeamento de combate à COVID-19 destaca municípios com boas práticas que podem servir para todo o Brasil



Suspensão de aulas, de eventos para grandes públicos e de serviços públicos não essenciais têm sido as iniciativas mais presentes até o momento nos municípios brasileiros para combater a Covid-19. Além dessas, outras ideias estão em curso e podem servir de inspiração ou até mesmo serem replicadas por outras cidades. É o que indica um levantamento de boas práticas dos governos municipais realizado pela Agenda Pública, organização especialista no aprimoramento de serviços públicos e integrante da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais.

As iniciativas catalogadas até o momento podem ser acessadas no site (https://www.agendapublica.org.br/). "Medidas que trazem previsibilidade e são comunicadas de forma transparente consequentemente acalmam os cidadãos", diz o cientista político Sergio Andrade, diretor e fundador da Agenda Pública. "Existem ações simples, inteligentes e coordenadas nos municípios que se tornaram essenciais para conter a disseminação do coronavírus."

Entre as ações diferenciadas implantadas pelas cidades, foi destacada uma feita pela cidade São Bento do Una (PE), com cerca de 60 mil habitantes. Foram criados grupos de Whatsapp gerenciados pela prefeitura para fomentar o comércio local durante a pandemia. Além de divulgar empreendimentos, a ação evita que a população saia do isolamento social, fazendo entregas em casa. Os grupos abrangem comércios de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos, mas também demais mercadorias.

Em Santos (SP), há o Comitê de Contingência para Enfrentamento do Coronavírus, que discute ações com hospitais, secretarias e ativos econômicos. Idosos que moram sozinhos são monitorados pelo Televida, programa de assistência a distância que conta com pulseira com botão de emergência e dispositivo ligado ao telefone. Ao pressionar o botão, aciona-se o sistema de viva-voz que faz contato com a central médica.

E a pequena cidade de Itarana (ES), com pouco mais de 10 mil habitantes, criou o Disque Aglomeração, canal de denúncia de violação às medidas restritivas. No mapeamento, a Agenda Pública destaca a importância das gestões locais estarem atentas às seguintes questões: 

acompanhar a agenda nacional e estadual de medidas de suporte econômico aos cidadãos e às próprias cidades, de modo a incluir o município nessas agendas; 

acompanhar a agenda de organizações da sociedade civil que estejam mobilizando esforços de apoio a pequenos negócios locais e trabalhadores autônomos, por exemplo; 

incluir secretarias relacionadas ao tema (como trabalho, desenvolvimento econômico e assistência social) nos gabinetes de crise e planejamento de ações relativas ao momento; 

garantir plena comunicação de todas as decisões, ações e suportes.

A redução de incertezas e a garantia de algum nível de previsibilidade em meio à crise podem conter parte dos seus efeitos negativos e gerar respostas efetivas.

"Também abrimos espaço para os gestores que tiverem indicações de ações para reativação da economia local que sirvam de inspiração e possam ser replicadas em outros municípios", reforça Sergio Andrade. Para contribuir com o mapeamento colaborativo, basta acessar o site.Já os Guias de Ações para Gestores Públicos reúnem uma série de informações que ajudam os líderes dos municípios em temas como transparência, compras públicas, auxílio emergencial e como criar e utilizar um plenário virtual para que as decisões sejam mantidas.

"Nossa equipe desenvolveu materiais a partir de leis relacionadas a esses temas com diretrizes sobre como os governantes devem agir nesse cenário adverso da pandemia", afirma Andrade.





Com informações da Folhapress.
                                                                                

Interaja mais:




Falso médico é preso em Hospital atendendo pacientes com COVID-19



Um homem foi preso pela Polícia Federal por se passar por médico e atender pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus no Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ele usava documentos de um médico oftalmologista que mora na Colômbia para atuar na região. As informações foram divulgadas pela polícia na manhã desta segunda-feira (1).

O suspeito, que não teve o nome verdadeiro revelado pela Polícia Federal, foi preso, na noite deste domingo (31), durante seu turno no hospital. Ele trabalhava na unidade há pelo menos um ano e, recentemente, estava prestando atendimento às pessoas internadas na unidade com Covid-19.

De acordo com a Polícia Civil, investigações da Polícia Federal apontavam que havia uma pessoa trabalhando na unidade que se identificava com o nome do médico Henry Cantor Bernal. O homem que atuava em Praia Grande seria negro, e o médico que teve seus documentos usados, branco.

O suspeito foi preso e encaminhado à Delegacia Sede de Praia Grande, onde foi interrogado pela Polícia Civil. Ele se recusou a falar seu verdadeiro nome. Com ele, foram encontrados diversos documentos no nome do verdadeiro médico, além de uma carteira de motorista do Paraguai, onde ele alegou ter também cursado Medicina. Ele foi indiciado e responderá pelos crimes de exercício ilegal da função de Medicina e falsidade ideológica. Em pesquisa, a polícia constatou que o verdadeiro médico registrou boletim de ocorrência notificando o desaparecimento de seus documentos.

Em nota, a Prefeitura de Praia Grande informou, por meio da Secretaria de Saúde Pública (Sesap), que está à disposição da equipe de investigação e que acompanha e apura todo o processo junto à gestora do Hospital Irmã Dulce, a SPDM, que é a responsável pela direção da unidade e contratação dos profissionais que lá atuam.

Já a direção do Hospital Municipal Irmã Dulce esclareceu que o homem em questão não era funcionário da unidade, e sim de uma empresa médica que presta serviços ao hospital. Tal empresa já foi acionada pelo Irmã Dulce, de acordo com a assessoria, em busca de esclarecimentos para a tomada das devidas providências.

A direção esclareceu, ainda, que foram apresentadas ao Irmã Dulce, tanto por parte da prestadora de serviços quanto de seu empregado, as devidas documentações exigidas para que o mesmo pudesse iniciar suas atividades na unidade, como registro no Conselho Regional de Medicina. Desta forma, a direção da unidade informou que registrará um boletim de ocorrência sobre o caso e segue à disposição para maiores esclarecimentos.



Com informações do G1.
                                                                                


Interaja mais:




Cantor Paraibano corre risco de perder parte da audição por levar choque com fones de ouvido conectados no celular carregando


O cantor e compositor paraibano Totonho revelou em suas redes sociais que corre risco de perder a audição do ouvido direito após tomar um choque elétrico ao conectar fones em um celular carregando. O caso do músico é mais um que serve de alerta para o risco de usar o aparelho celular conectado ao carregador, principalmente com fones de ouvido.

Totonho contou que comprou o fone no Terceirão de João Pessoa, mas só há pouco tempo o encontrou em meio às suas bagagens depois de ter se mudado para São Paulo. Ele resolveu conectar os fones ao celular, que estava carregando, apenas para testar se estavam funcionando. Foi quando tomou o choque, com queimaduras e sangramento.

”Fui pra rua chorando,  tomei um táxi pro Hospital das Clínicas. Ufa. O SUS me foi suficiente. Atendimento lindo! Humano, solidário, carinhoso por pessoas que nunca me viram”, disse o músico em sua publicação.    Ele contou que existe a possibilidade de perda da audição do ouvido direito, mas ainda é cedo pra afirmar. Totonho tem nova consulta agendada no hospital das clínicas nesta semana.  ”Vou ficar bem e continuar fazendo música mesmo ameaçado de não escutá-las. Contaminado pelo descuido…”, finalizou.


Com informações do Paraíba Debate.
                                                                                



Interaja mais:


11 dos 22 criminosos mais procurados do Brasil tiveram Auxílio Emergencial liberado



O Tribunal de Contas da União deu um prazo de 48 horas para o governo se manifestar sobre problemas na concessão do auxílio emergencial. O prazo começa a valer assim que os ministérios da Economia e da Cidadania, a Receita Federal e a Controladoria-geral da União receberem a notificação.

O TCU quer explicações sobre dificuldades de acesso às bases de informações da Receita, para definir quem tem direito ao benefício. E é justamente sobre a concessão desse benefício que a reportagem acima fala. Nossos repórteres descobriram que o auxílio está sendo liberado para quem não deveria receber, como foragidos da justiça. Entre eles, estão alguns dos mais perigosos e procurados criminosos do Brasil.

Roubos milionários, tráfico internacional de drogas e até a construção de um túnel. O que casos tão diferentes têm em comum? A resposta. Os nomes de alguns dos envolvidos nesses crimes aparecem na lista dos brasileiros que conseguiram receber o auxílio emergencial do governo, mesmo sendo foragidos da Justiça. Ou seja: eles deveriam estar na cadeia, e não poderiam sequer conseguir a liberação das parcelas de R$ 600, dinheiro para enfrentar a crise do coronavírus.

O Fantástico descobriu a liberação do auxílio emergencial em nome de foragidos a partir de uma informação pública. No site do Ministério da Justiça, existe uma lista com os 22 criminosos mais procurados do Brasil. A maioria, ladrões e traficantes condenados que escaparam da Justiça e se esconderam, sem cumprir suas penas.

Com as informações que constam no site do Ministério da Justiça e em processos judiciais, fomos à pagina de consultas do auxílio emergencial. O produtor do Fantástico checou - um por um - se os nomes dos 22 bandidos apareciam no cadastro. O resultado: em nome de 11 deles, foi dada a entrada no pedido, e pra esses 11, o dinheiro consta como liberado. Os "11" correspondem exatamente à metade dos principais foragidos do país que teriam sido beneficiados pelo programa destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados prejudicados pela pandemia.

Entre esses 11, estão alguns dos foragidos mais perigosos e ricos do Brasil. Como por exemplo: Willian Moscardini, o Baixinho, acusado de participar do roubo a uma empresa de transporte de valores no Paraguai em 2017. Os assaltantes explodiram a empresa e fugiram com o equivalente, hoje, a mais de R$ 60 milhões. Moscardini nunca foi preso por esse crime. No sistema da Caixa Econômica Federal consta que a entrada do pedido foi no dia 17 de abril e o beneficio foi aprovado seis dias depois. Na terça passada, a segunda parcela de R$ 600 em nome de Moscardini foi liberada.

Outro foragido que teve o auxílio concedido é Leomar de Oliveira Barbosa, o Léo Playboy. Condenado a 36 anos de prisão, Leomar era o braço direito de Fernandinho Beira Mar. É procurado pela polícia desde 2018. Também saíram as duas parcelas de R$ 600 do auxílio para o nome deste outro criminoso: Álvaro Daniel Roberto. Apelido: Caipira. Apontado como um dos comparsas do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramires Abadia, ele chegou a ser preso em 2013, mas fugiu e é procurado desde então. A quadrilha do Caipira tinha pelo menos R$ 70 milhões, somando dinheiro vivo, carros de luxo e imóveis.






Com informações do G1.
                                                                                

Interaja mais:





Avanço da COVID-19 em Baraúna impressiona Gestor e cidades com população maior



Após o resultado de novos exames, o boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (01) impressionou. De uma totalidade de 11 casos confirmados até esse domingo (31), houve um salto para 27. 

Mesmo com todas as orientações de prevenção contidas no Decreto Estadual, divulgadas nas grandes mídias de comunicação e explicadas em campanhas de combate, ainda assim o coronavírus avança na cidade.  


Charge: J.Z.P


A impressão que surge é a de que a doença não está sendo levada a sério como deveria, bem como a aplicação de todas as normas inesgotáveis das quais o Estado dispõe. Por que Baraúna tem se tornado um dos municípios menores em que o número de casos confirmados cresce consideravelmente em relação a cidades que têm mais habitantes e circulação maior de pessoas? 

Diante do problema, o Prefeito Manassés Dantas, que se encontra em quarentena, pede para que sejam evitadas aglomerações e um esforço coletivo no enfrentamento da COVID-19 no município, entretanto, sem detalhar se já estuda um plano de governo municipal com  medidas complementares ao Decreto Estadual.

















                                                                                
Interaja mais: