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Parlamentares se mobilizam para manter pagamento do Auxílio Emergencial até março ou junho

 


O auxílio emergencial é voltado para trabalhadores informais e autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda. De abril a dezembro de 2020 foram pagas pelo governo federal nove parcelas: cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300. Dados do Ministério da Cidadania apontam que foram gastos cerca de R$ 300 bilhões para pagar o auxílio e que cerca de 70 milhões de pessoas receberam pelo menos um pagamento.


O programa se esgotou em dezembro de 2020, quando também acabou o estado de calamidade reconhecido pelo Decreto Legislativo 6/20, que autorizou o governo a gastar mais para combater os efeitos da pandemia.


O Projeto de Lei 5509/20, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), prorroga o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 até o final do mês de março de 2021. Ele avalia que as consequências econômicas da pandemia não se esgotaram em dezembro de 2020 e que o auxílio emergencial foi fundamental para garantir dignidade a milhões de brasileiros sem emprego.


“Nesse momento tão difícil da vida do país e dos brasileiros, cabe ao Congresso Nacional exercer seu papel com responsabilidade e altivez, propondo iniciativas que possam nos conduzir para a saída desta grave crise sem sobressaltos institucionais”, afirmou.


O Projeto de Lei 5536/20, do deputado André Janones (Avante-MG), também prorroga o pagamento de R$ 600 até 31 de março de 2021. “É a única ação eficaz adotada para proteger a renda dos trabalhadores, que garante a segurança alimentar das famílias e gera impactos positivos na atividade econômica”, defendeu.


A prorrogação até abril de 2021 dos pagamentos de R$ 600 é o que determina o Projeto de Lei 5650/20, do deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ). “As famílias brasileiras ainda precisam de ajuda do Poder Público para continuar sustentando seus lares”, afirmou.


Já o Projeto de Lei 5514/20, do deputado Fábio Henrique (PDT-SE), propõe a ampliação dos pagamentos até 30 de junho de 2021, com parcelas de R$ 600. “O pagamento do auxílio emergencial consecutivo possibilitará que a economia do País não entre em colapso na depressão causada pela pandemia de Covid-19”, defendeu. Fábio Henrique reconheceu, no entanto, que os novos pagamentos dependem da prorrogação do estado de calamidade pública para que o governo federal possa gastar além das metas de endividamento.

 

O Projeto de Lei 4715/20, do deputado Jesus Sérgio (PDT-AC), vai mais além: cria o Renda Básica de Cidadania, um programa permanente em substituição ao auxílio emergencial. O texto determina o pagamento de R$ 300 mensais a brasileiros maiores de 18 anos com renda familiar mensal per capita igual ou inferior a meio salário mínimo, limitado a dois benefícios por família. Ele destaca que o auxílio emergencial se mostrou uma ferramenta de combate à pobreza. “O objetivo é reduzir o impacto social das últimas crises econômicas que afetaram o Brasil, notadamente aquela decorrente da pandemia de covid-19”, destacou.

 

+Detalhes: https://www.camara.leg.br/noticias/720650-projetos-estabelecem-prorrogacao-de-auxilio-emergencial-em-2021

 

 

 

 

Com informações da Agência Câmara.        

 

 

 

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Aprovação de uso emergencial de vacina é a dose de esperança para o fim da COVID-19

 


O primeiro passo para o início do fim da pandemia do novo coronavírus no Brasil foi dado no domingo (17): a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso emergencial das vacinas CoronaVac e Oxford/AstraZeneca no país. Sem perder tempo, o governo de São Paulo já iniciou a vacinação de profissionais da saúde do estado com o imunizante do Instituto Butantan, começando pela enfermeira Mônica Salazans, de 54 anos. Ela trabalha na linha de frente do combate à pandemia há 10 meses, na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.


A imunização continua hoje nos profissionais da saúde de seis hospitais do estado, com direito a um “vacinômetro” em uma sala do Hospital das Clinicas da USP (Universidade de São Paulo), onde Mônica foi a primeira imunizada. A meta é vacinar 60 mil trabalhadores da área antes de distribuir as doses para as prefeituras e iniciar a campanha pelo grupo prioritário, que também inclui idosos, a partir do dia 25.


Mesmo com o dia histórico, a queda de braço entre o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, continuou (veja as frases ao lado). Desde ontem as doses requisitadas da CoronaVac já estavam sendo transportadas ao depósito do Ministério da Saúde no Aeroporto Internacional de Guarulhos. O plano da pasta federal é distribuí-las aos outros estados hoje, a partir das 7h. Em entrevista coletiva, Pazuello confirmou que a vacinação nacional começa na quarta-feira, às 10h.


O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, informou que serão entregues 4,6 milhões de doses da CoronaVac ao governo federal. No entanto, o estado de São Paulo ficará com 1,3 milhão de unidades que tem direito conforme divisão proporcional feita pelo próprio Ministério da Saúde.


A disputa pelas doses da CoronaVac se intensificou porque o governo federal não conseguiu importar da Índia as 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca a tempo de começar a imunização nacional. Pazuello disse que o avião vai decolar rumo ao país asiático nesta semana. A ideia inicial era receber a carga no último sábado, mas o governo indiano adiou a entrega.


Clima de Final


As cinco horas de reunião da diretoria colegiada da Anvisa foi acompanhada por milhões de brasileiros, seja pela TV ou pela internet, com apreensão de uma final de Copa do Mundo.


Relatora da decisão, a diretora Meiruze Freitas lembrou em seu voto que não existe tratamento precoce para a covid-19. “Até o momento não contamos com uma opção terapêutica aprovada para prevenir ou tratar a doença causada pelo novo coronavírus […] precisamos de todas as medidas ao nosso alcance para, no menor tempo possível, diminuir o impacto sobre as vidas do nosso país”, afirmou.



A fala teve como alvo o governo federal, que estimulou por diversas vezes o uso de cloroquina e ivermectina, medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19. A expectativa era alta para a aprovação do uso emergencial dos imunizantes. Quando finalmente os cinco diretores votaram de forma unanime para a liberação das duas vacinas, o clima era de festa, com direito a aplausos e gritos nas janelas dos brasileiros.


De acordo com a área técnica da Anvisa, a autorização levou em consideração “o cenário da pandemia”, “o aumento no número de casos” e “a ausência de alternativas terapêuticas”.

 

Queda de Braço


“Todas as doses, inclusive a que foi aplicada agora [em São Paulo], é uma questão jurídica. Tudo que tem em São Paulo é contratado e pago pelo Ministério da Saúde e o contrato é de exclusividade de 100%. Qualquer movimento fora dessa linha [vacinação igualitária nos estados] está em desacordo com a lei.” Eduardo Pazuello, ministro da Saúde



“Eduardo Pazuello é inacreditável como ministro de estado da Saúde, sem ser médico, sem planejamento, um desastre completo. Ainda mente ao dizer isso [que as doses são do governo federal] porque foi investimento do governo estadual. Não há um centavo até agora do governo federal.”
João Doria (PSDB), governador de São Paulo

 

 

 

Com informações do metro Jornal. 

 

 

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Professores mostram modelo de Redação sobre o tema exigido no Enem 2020; confira o gabarito extraoficial das provas

 


Num ano marcado pelo isolamento social, o Inep propôs aos estudantes refletirem sobre o estigma social das doenças mentais na sociedade brasileira. Segundo os professores ouvidos pelo GUIA, não foi um tema inesperado no contexto da pandemia de coronavírus e os estudantes que se prepararam tiveram chances de desenvolvê-lo com tranquilidade.




Mas, se você ficou em dúvida sobre como poderia ser a redação do Enem 2020, apresentamos a você um modelo feito pelos professores de redação da Plataforma AZ David Gonçalves e Marina Rocha. O texto reúne todas competências exigidas pela banca e pode ajudar os estudantes a ter uma ideia do que esperar da nota.

 

"O legado"

No século XX, a médica psiquiatra Nise da Silveira alterou o paradigma dos tratamentos de pacientes com transtornos mentais no Brasil como resultado da substituição de métodos desumanos e violentos, como eletrochoques e camisas de força, por arte e inclusão social. Contudo, infelizmente, apesar dos esforços de Nise, a marginalização de indivíduos com doenças mentais ainda é uma triste realidade no país. Isso ocorre pois tais pessoas sofrem com estigmas relacionados à falta de reconhecimento de suas patologias e à percepção de que são incapazes.


Boa parte da sociedade não reconhece as doenças mentais a partir de um olhar realmente sério. Apesar de, nos últimos anos, pautas como ansiedade e TOC ganharem mais relevo, muitos veem essa discussão como desimportante por acreditarem, equivocadamente, que as pessoas afetadas estão exagerando ou, ainda, criando formas de ganharem atenção. Essa perspectiva trata de modo superficial o conceito de doença, pois entende que patologias são resultados apenas da ação de vírus e bactérias. Tal ignorância faz com que indivíduos com esses transtornos fiquem desamparados principalmente no que diz respeito aos tratamentos médicos adequados.


Além disso, é inegável que os que sofrem com doenças mentais são delegados a um espaço de inutilidade. O hospital psiquiátrico Colônia de Barbacena ficou conhecido como um lugar em que pacientes com variados transtornos eram internados sem qualquer distinção médica ou diagnóstico mais específico. Nessa instituição, em um momento histórico no qual as doenças mentais eram vistas como incapacitantes, milhares de pessoas morreram entre as décadas de 60 e 70. Apesar de certos avanços atuais, como Centros de Atenção Psicossocial, essa noção não se apagou no tempo. Muitos ainda consideram pacientes como inúteis ou incapazes de conviver socialmente, o que os coloca em uma posição de invisibilidade, desprezo e abandono. Nota-se, dessa maneira, que o holocausto brasileiro parece ter deixado marcas profundas a serem superadas.


Verifica-se, assim, a necessidade de combater as perspectivas reducionistas em relação às patologias mentais. Dessa maneira, a mídia deve fomentar o debate sobre a seriedade e a diversidade dessas doenças. Isso pode ocorrer com séries, filmes, programas de auditório e reportagens, que contem com a participação de especialistas na área. Será possível, com isso, elevar a discussão ao nível de saúde pública. Ademais, o Estado deve aumentar o número de Centros de Atenção Psicossocial, a fim de oferecer aos pacientes possibilidades de tratamento que os retirem da condição imposta de inutilidade. Com tais medidas, será possível criar um legado necessário aos ensinamentos de Nise da Silveira.



Gabarito Enem 2020: veja o gabarito extraoficial da prova


Gabarito extraoficial da prova branca


Gabarito extraoficial da prova azul


Gabarito extraoficial da prova rosa


Gabarito extraoficial da prova amarela

 

E+: Plataforma do 'Lá Vem o Enem' (do Jornal da Paraíba) acerta tema de redação do exame

https://www.jornaldaparaiba.com.br/vida_urbana/plataforma-la-vem-o-enem-acerta-tema-de-redacao-exame.html

 

 

 

Com informações do Guia do Estudante.        

 

 

 

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Homem é condenado a 3 anos de prisão após roubar 'bonecas sexuais' para passar o 'fim do mundo'

 


Muitas pessoas não concordam com a prisão de pessoas que furtam, por exemplo, supermercados para dar o que comer aos filhos, que alegam estarem passando fome. Você já deve ter se deparado com este tema, certo? Agora o que dizer sobre a condenação a 3 anos de prisão de um homem que roubou brinquedos sexuais e lingeries apenas para “passar o fim do mundo”?


Uma história viralizou na Austrália sobre Shane Anthony Horne, de 35 anos, um obcecado pelo fim do mundo. No ano retrasado, ele começou a se preparar para o “armagedon” e realizou alguns furtos em Queensland.





Quando então veio a Covid-19 em 2020, Shane teve a certeza de que o fim estava próximo e intensificou os assaltos. Ele acabou preso ao roubar brinquedos sexuais e peças de lingerie de uma sex shop, o seu último crime. Na última sexta-feira (15), a história voltou à tona com a decisão da Justiça em condenar Shane a 3 anos de reclusão pelos crimes.

 

 

 

Com informações do Vírgula.       

 

 

 

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MUNDO: Tortas em forma de vacina contra a COVID fazem sucesso em padaria



Uma padaria da cidade de Dortmund, no oeste da Alemanha, decidiu comemorar o ano da vacina contra a Covid-19 com tortas em forma de seringa. Segundo a Reuters, essa não é a primeira vez que a Schuerner’s Baking Paradise cria doces temáticos da pandemia: no ano passado, na época em que as pessoas – em pânico – corriam para os supermercados para estocar produtos essenciais, eles criaram tortas em forma de papel higiênico.






“Primeiro, estávamos um pouco céticos se seria um pouco macabro demais. Mas decidimos fazê-lo porque mesmo para a turma anti-vacina é engraçado. É uma vacina sem efeitos colaterais.” – Declarou Tim Kortuem, proprietário do local.


Não há evidências de que a torta, aromatizado com maçapão, tenha eficácia contra a Covid-19. Na verdade, o excesso de peso pode trazer sérias complicações à doença.

 


+Detalhes: https://www.reuters.com/article/instant-article/idCAKBN29D21X

 

 

 

Com informações da Reuters.        

 

 

 

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