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PARAÍBA: Policiais Militares incentivam crianças que desejam seguir a profissão

 


O sonho das crianças que desejam se tornar policiais militares na Paraíba ganhou um reforço todo especial, no bairro de Mangabeira III, na Zona Sul de João Pessoa. A inspiração vem de integrantes de uma das viaturas do 5º Batalhão, que participam de aniversários dos pequenos e até tiram do próprio bolso recursos para presentear as crianças, quando conquistam boas médias escolares ou elogios dos pais pelo comportamento.


Para o cabo Valter, que faz parte dessa guarnição que alimenta os sonhos das crianças do bairro, esse trabalho tem trazido esperança por dias melhores e carrega uma responsabilidade a mais de ser exemplo para a garotada. “Todo mundo já sonhou com uma profissão um dia. Eu fui um deles, sonhei em ser policial militar, e hoje vivo a realidade desse sonho. Saber que nosso trabalho inspira outras crianças é uma satisfação e também traz a responsabilidade de sempre ser exemplo para esses garotos”, disse.


O garoto Issac, de 5 anos, foi surpreendido com um presente que ele pediu de olhos fechados em seu aniversário, no ano passado, com a presença do cabo Valter e do soldado Felizardo. Ele revelou aos policiais e nessa segunda-feira (11) a viatura chegou com o cabo Valter e o soldado Caio trazendo uma miniatura de farda, levando-o em seguida para ver como era por dentro uma viatura da PM. 


Esse trabalho de proximidade com as crianças vem sendo feito há pelo menos 6 meses e tem gerado bons frutos, já que os pequenos têm se dedicado mais às aulas, que acontecem de forma remota, por causa da pandemia. Os contatos são feitos pelos pais com os policiais nas próprias rondas preventivas. 

 

+Detalhes: https://paraiba.pb.gov.br/noticias/policiais-militares-incentivam-criancas-que-desejam-seguir-a-profissao

 

 

Com informações da Secretaria da Segurança e Defesa Social-PB.        

 

 

 

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BRASIL: Por volta das 2h da madrugada, mulher corre com facão atrás de homem e internautas lembram do sucesso 'Rita'


Um vídeo que mostra uma mulher carregando um facão correndo atrás de um homem, em frente à rodoviária de Curitiba, viralizou nas redes sociais. As imagens foram registradas na última quarta-feira (6), por volta das 2h da madrugada. 





Por conta da cena, alguns internautas lembraram do sucesso “Rita”, do cantor Tierry, a mais nova febre do mundo da música. Na letra da faixa, o músico diz que sente saudades de Rita, uma mulher que traiu o marido, o largou e, aparentemente, chegou até mesmo a esfaqueá-lo. “Oh Rita, volta, desgramada. Volta, Rita, que eu perdoo a facada “, pede Tierry na canção.

 

O usuário do Instagram, @ali.shoow, foi quem gravou a cena e compartilhou nas redes sociais. Em entrevista à Banda B, ele conta que tinha acabado de sair do McDonald’s com um amigo, quando presenciaram o ocorrido. “Nós paramos no sinaleiro ali, olhei pro lado e os dois discutindo. A mulher falava para o cara ‘vem aqui’ e o cara falava ‘não vou, você está na maldade’. Aí já falei para o meu parceiro que ia gravar, porque ia dar ruim”, relatou Ali, de 22 anos.


É possível observar no vídeo que a mulher atravessa a rua com um longo facão. “Na hora que estava jogando na câmera, que apertei pra gravar, meu parceiro já falou ‘chamou na peixeira, chamou na peixeira’. Ela sacou a faca, começou a correr atrás do cara e ele também correu desesperado. Chegou a escorregar na lombada de pedestres”, afirmou ele.


Na sequência, a mulher joga algumas bolsas na rua e parece desistir de perseguir o homem. Nas redes sociais, o vídeo foi compartilhado por várias páginas e por outros usuários, passando das milhares de visualizações.

 



Com informações da Banda B.     

 

 

 

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Sancionada Lei do Programa 'Casa Verde e Amarela 2021', que traz novos benefícios para quem sonha com uma moradia digna

 


O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (12) a medida provisória (MP) que institui o programa Casa Verde e Amarela, nova política habitacional do governo federal, lançada em agosto do ano passado para suceder o programa Minha Casa, Minha Vida


A MP tramitou ao longo dos últimos meses no Congresso Nacional e teve sua versão final aprovada em dezembro pelo Senado Federal. O programa regulamenta a concessão de financiamento e subsídio para a compra da casa própria, com foco em famílias de áreas urbanas com renda mensal de até R$ 7 mil. Nas áreas rurais, o foco são famílias com renda anual de até R$ 84 mil.


A meta do governo é atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com financiamento habitacional de até 2024, um incremento de 350 mil residências em relação ao que se conseguiria atender com os parâmetros atuais. Isso será possível em função de negociações com o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que subsidia o programa, e com a Caixa Econômica Federal, que é o agente financeiro.


De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, as regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 ponto para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano e, nas demais regiões, a 4,5% ao ano. 


Veto


Segundo a Secretaria Geral da Presidência da República, Bolsonaro vetou um dos dispositivos incluídos pelos parlamentares na nova lei, que estendia ao programa Casa Verde e Amarela as regras do regime tributário aplicáveis às construtoras atualmente submetidas ao regramento do Minha Casa, Minha Vida. Esse regime tributário diferenciado prevê o recolhimento unificado de tributos equivalente a 4% da receita mensal auferida pelo contrato de construção. A lei sancionada com veto será publicada na edição do Diário Oficial da União desta quarta-feira (13). 


"Apesar de meritória a intenção do legislador, a proposição encontra óbice jurídico por não apresentar a estimativa do respectivo impacto orçamentário e medidas compensatórias correspondentes, em violação às regras do art. 113 do ADCT, do art. 14 da Lei Complementar nº 101, de 2000 (LRF), bem como do art. 116 da Lei nº 13.898, de 2019 (LDO 2020). Ademais, a medida incorre na inobservância do art. 137, da Lei nº 14.116, de 2020 (LDO 2021), que estabelece que o prazo de vigência do benefício fiscal deve conter cláusula de, no máximo, cinco anos", informou a pasta, em nota.


Após a publicação do veto, os parlamentares precisam deliberar, em sessão conjunta do Congresso Nacional, a manutenção ou não da decisão presidencial. A partir de 30 dias do envio da Mensagem Presidencial ao Congresso, a análise de vetos passa a trancar a pauta legislativa. Para rejeição do veto é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados (257) e senadores (41), computados de forma separada. 

 

Diferenças entre o Minha Casa Minha Vida e o Casa Verde e Amarela 2021


A maior diferença entre os dois programas, está no fim da faixa mais baixa do programa Minha Casa, Minha Vida, que não tinha juros e contemplava as famílias com renda de até R$ 1,8 mil. Com o Casa Verde e Amarela 2021, as famílias mais necessitadas passam a fazer parte do Grupo 1 com taxas a partir de 4,25%. O programa pretende atender a famílias com renda de até R$ 7 mil por mês, em três grupos. Confira:




 

+Detalhes: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.118-de-12-de-janeiro-de-2021-298832993

 

https://fdr.com.br/artigos/casa-verde-e-amarela-2021/

 

 

 

Com informações da Agência Brasil.        

 

 

 

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MUNDO: Policiais são confundidos com 'strippers' ao pararem festa de swing

 


Uma festa de swing acabou de uma forma hilária quase antes mesmo de começar no último final de semana, na Argentina. E sobrou até para os policiais que foram dar fim à diversão. A festinha rolaria nas imediações de Mar del Plata, em um sítio. Mas as diretrizes sobre a Covid-19 proibiam encontros como este na região, algo que a polícia foi chamada a resolver.


Quando entraram na casa do sítio, os agentes especiais foram confundidos com strippers, que para muitos haviam sido contratados para dar um “quê” a mais na diversão. “Que olhos você tem!! Me excitam muito”, disse uma das mulheres presentes ao local a um dos policiais, contou ele depois.


Não demorou muito para os cerca de 20 casais perceberem que aquilo não se tratava de um show especial. O que eles devem nao ter gostado ainda mais é que quem chamou os policiais foi um homem que acabou excluído da festa após discutir com os organizadores…

 

 

 

 

Com informações do Vírgula.       

 

 

 

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Organização classifica políticas públicas do Presidente Bolsonaro como um desastre; pandemia, segurança pública e direitos humanos tiveram avaliação negativa

 


A organização não governamental Human Rights Watch divulgou nesta 4ª feira (13.jan.2021) a nova edição de seu relatório anual sobre a situação dos direitos humanos em mais de 100 países. No capítulo sobre o Brasil, a organização fez críticas à atuação do governo do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia de covid-19 e do desmatamento na Amazônia.


Eis a íntegra do Relatório Mundial 2021 da Human Rights Watch (em inglês – 7 MB). As informações sobre o Brasil estão nas páginas 105 a 117. No documento, a organização afirma que o presidente Jair Bolsonaro tentou sabotar medidas contra a disseminação do coronavírus no Brasil e impulsionou políticas que comprometem os direitos humanos.


A Human Rights Watch afirma que o STF (Supremo Tribunal Federal), o Congresso Nacional e os governadores mantiveram políticas para proteger os brasileiros da doença. Bolsonaro, por outro lado, minimizou a gravidade da covid-19, à qual chamou de “uma gripezinha”, e disseminou informações equivocadas, segundo a organização.


“Instituições democráticas impediram algumas de suas políticas mais prejudiciais e intervieram para proteger os brasileiros e as brasileiras”, diz. “O STF decidiu contra as tentativas do governo Bolsonaro de retirar dos Estados a competência de restringir a circulação de pessoas para conter a propagação da covid-19; de, na prática, suspender a lei de acesso à informação; e de deixar de publicar dados completos sobre a covid-19”.


O documento também menciona políticas do governo Bolsonaro que contrariam os direitos das mulheres e das pessoas com deficiência, ataques à mídia e a organizações da sociedade civil. Ainda fala sobre o aumento da violência no país.


“O governo Bolsonaro promoveu políticas contrárias aos direitos das mulheres e das pessoas com deficiência, enfraqueceu a aplicação da lei ambiental e deu sinal verde às redes criminosas que operam no desmatamento ilegal da Amazônia. O presidente Bolsonaro acusou indígenas e organizações não governamentais, sem prova, de serem responsáveis pela Amazônia”, afirma a organização.


Em 2019, a polícia matou 6.357 pessoas, uma das maiores taxas de homicídios cometidos por policiais em todo o mundo. Quase 80% das vítimas eram negras. Homicídios policiais aumentaram 6% no 1º semestre de 2020”, diz.



A organização também afirma que o governo Bolsonaro não atuou contra a superlotação nas prisões, mas, cita que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que regulamenta o funcionamento do sistema judiciário, recomendou a juízes que reduzissem prisões provisórias durante a pandemia e considerassem a saída antecipada de alguns detentos.


“Até 16 de setembro, juízes tinham determinado a transferência de quase 53.700 pessoas para prisão domiciliar em resposta à covid-19, de acordo com dados oficiais. Além disso, o STF suspendeu o veto presidencial a artigo de uma lei aprovada pelo Congresso exigindo o uso de máscaras em unidades prisionais”, lembra a Human Rights Watch.



O relatório também fala sobre a atuação da imprensa no país durante a pandemia. “A mídia impressa e televisiva desempenhou papel importante ao continuar informando o público, proporcionando um fórum para debate público e checando os poderes do governo, apesar da estigmatização, bullying e ameaças de ação judicial contra jornalistas por parte da administração Bolsonaro”.


Apesar de avaliar positivamente as instituições democráticas brasileiras no combate à pandemia e no enfrentamento às medidas de Bolsonaro, o relatório afirma que os órgãos não conseguiram barrar as políticas e a retórica do presidente contra a proteção do meio ambiente.


“[As políticas] contribuíram para a destruição de cerca de 11.000 quilômetros quadrados de floresta amazônica entre agosto de 2019 e julho de 2020 –a maior taxa em 12 anos. O número de focos de incêndio na Amazônia aumentou 16 por cento em 2020. A fumaça resulta em níveis prejudiciais de poluição do ar, que causam danos à saúde de milhões de moradores”, diz o texto.


“As políticas do presidente Bolsonaro têm sido um desastre para a floresta amazônica e para as pessoas que a defendem”, disse Anna Livia Arida, diretora adjunta da Human Rights Watch no Brasil. “Ele culpa indígenas, organizações não governamentais e moradores pela destruição ambiental, em vez de agir contra as redes criminosas que impulsionam a ilegalidade na Amazônia”

 

 

Relatório: 13/01/2021 

https://www.hrw.org/news/2021/01/13/brazil-institutions-stand-bolsonaro

 

Relatório: 15/12/2020

https://www.hrw.org/world-report/2021/country-chapters/brazil

 

 

+Detalhes: https://www.poder360.com.br/internacional/bolsonaro-tentou-sabotar-medidas-contra-covid-19-diz-human-rights-watch/

 

 

Com informações do Poder 360.        

 

 

 

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