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O Mundo girou e agora é o momento de seguir adiante com um novo olhar


O ano de 2020 nos fez perceber o quanto somos frágeis e mostrou que o planejamento nem sempre é tão importante na nossa vida. Janeiro iniciou na velocidade da luz de sempre com a evolução tecnológica. O cenário que estamos acostumados de muita correria, tecnologia, evolução, produção a todo vapor e seres humanos sem tempo para nada parou de repente. Um vírus quase invisível paralisou a humanidade.







O novo coronavírus atingiu todas as regiões do planeta, sem fazer diferença entre ricos e pobres, e impôs uma quarentena que praticamente paralisou a produção. É difícil imaginar que uma pandemia acabaria com milhares de vidas, que muitas famílias nem sequer poderiam se despedir dos seus entes queridos, que o abalo econômico por ela provocado aumentaria o hiato social, com aumento de desemprego e perda de renda. Mas, mais que isso, esse vírus iria abalar emocionalmente a todos nós, em maior ou menor grau.





















E o mais dolorido é olhar para trás e ver que tudo isso realmente aconteceu. 2020 foi um ano sem precedentes, mas apesar de tudo existem sim, muitos aprendizados. Este foi um ano que sem dúvida ficou evidente a importância da solidariedade. Pelo mundo afora pessoas, empresas e governos tomaram iniciativas para apoiar os mais vulneráveis e combater a pandemia. E todas essas ações foram importantes. Desde o uso da máscara até o incrível esforço científico de buscar uma vacina capaz de vencer a Covid-19. Sem contar os profissionais da saúde que correram riscos para salvar a vida do outro. Para mim, aí está o verdadeiro significado da palavra altruísmo.









E essa consciência é sinal de que estamos avançando. São tempos ainda difíceis, a recuperação ainda é lenta, mas a direção está correta. Certamente o sentimento é de que não vamos voltar ao normal, mas sim, iremos começar um novo ano mais fortes. É hora de fortalecermos os valores para o novo ano que está prestes a iniciar e deixarmos de lado aqueles valores que de pouco servirão para a nossa sobrevivência e sanidade.


Precisamos continuar focando na resiliência, resistência, transparência, senso de coletividade, autocuidado e em nossa racionalidade. Nunca foi tão importante ser solidário. Tempos de dor, perdas e dificuldades, mas tempos de gratidão pela vida. Tempos em que podemos perceber que precisamos aproveitar cada segundo a vida e da maneira mais intensa possível. Vimos o quão importante é estar com a família e amigos. Sentimos saudades, e estamos torcendo para isso passar e esse sentimento se transformar no tão esperado abraço. Nunca um abraço foi tão aguardado.


Foram muitos os aprendizados e tenho certeza de que entraremos em 2021 com a esperança de que seja um ano de reequilíbrio do planeta. Que possamos tirar proveito de tudo isso e estarmos mais preparados e resilientes. O mundo girou e agora é o momento de seguir adiante. Mas, e você? Qual é a reflexão que você leva para 2021?

 

 

 

 

 

Com informações de Fernanda Trindade  (O LIVRE).     

 

 

 

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2021: Senadores querem extensão imediata do Auxílio Emergencial até março

 


A última parcela do auxílio emergencial será paga no início de janeiro de 2021, momento em que o mundo enfrenta a segunda onda de contaminação pela covid-19, os números de contaminados e mortos no Brasil estão subindo novamente (em velocidade semelhante a julho), o desemprego continua elevado, em 14,6% no terceiro trimestre, e os índices de inflação, com destaque para alimentos e combustíveis, estão disparando. Só em novembro, a inflação avançou 0,89%, maior alta para o mês desde 2015, segundo o IBGE.


Com esse cenário, as discussões sobre uma nova prorrogação do benefício estão intensas, mas o desejo e a necessidade esbarram na situação crítica das contas governamentais, com mais de 90% do produto interno bruto (PIB) comprometido com a dívida pública.


— O auxílio foi super importante, no momento em que a gente teve a crise mais aguda, na primeira onda do coronavírus. Continua sendo importante, porque as ações por efeito dele fizeram com que milhões de brasileiros da economia informal fossem atendidos e depois da retomada das atividades, tivessem seu direito social garantido. Mas agora vem um novo momento em que a gente está pensando no que vai acontecer e isso tem que ser avaliado no começo do ano — afirmou, para a Agência Senado, o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), quando questionado sobre uma possível prorrogação.


Em audiência para a comissão da covid-19 no dia 11 de dezembro, o ministro Paulo Guedes ressaltou que as medidas em prol da economia tomadas pelo governo preservaram 11 milhões de empregos, um terço dos postos de trabalho formal do país, que novos foram criados no lugar dos 1,3 milhão perdidos com a pandemia, e que, para o fim do auxílio emergencial, foi feita uma “aterrissagem gradual”, já que a economia está voltando a crescer. No entanto, ele admitiu que a confirmação de uma segunda onda da pandemia pode obrigar o governo a adotar novas ajudas financeiras, desde que estejam dentro do teto de gastos, frisou.


O senador Alessandro Vieira já apresentou projeto (PL 5.495/2020) que estende o auxílio emergencial residual de R$ 300, com as mesmas regras, e prorroga o estado de calamidade pública até o dia 31 de março de 2021. O parlamentar lembra que a pandemia não acabou, o governo não elaborou um programa de vacinação executável antes de março e o Parlamento não pode aceitar o fim formal do estado de calamidade se, na prática, a calamidade não vai sumir magicamente no dia 31 de dezembro, quando se encerra pelo decreto. Para ele, o país precisa combater os prejuízos econômicos que se estendem para além deste ano. Segundo o senador, é preciso fazer a ponte para manter o mínimo de estabilidade social até a vacinação.


— Com o encerramento do benefício agora em dezembro, nós temos uma lacuna na proteção da sociedade que precisa ser suprida, por isso apresentamos o projeto. A motivação é simples, você não teve a retomada econômica, você não teve ainda implantado um processo de vacinação nacional que seja efetivo, e é muito claro que precisamos proteger essas pessoas, nós estamos falando de milhões de brasileiros que não podem ser submetidos a esse constrangimento em um momento de absoluta impossibilidade de busca de trabalho — analisa.


A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) também defendeu a prorrogação do auxílio.


— Em janeiro, mesmo que a gente consiga a vacina, não temo como sair dessa crise agora, e vamos fazer o que, deixar o povo morrer de fome? Tem que ter um plano emergencial. O governo soltou um decreto isentando os impostos da importação de armas [suspenso pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin], e sabe quantos milhões ou bilhões o Brasil vai deixar de receber? Nós temos isenções fiscais, a imprensa mostrou que só em 2019 o Brasil deixou de receber R$ 4,5 bilhões de impostos de isenção fiscal para agrotóxico. Tem lógica isentar imposto de agrotóxico e agora de armas? Nós temos de onde tirar recursos, não podemos é deixar a maioria da população ao relento — defendeu, em entrevista à Agência Senado.


A senadora Leila Barros lembra ainda da importância da vacinação contra a covid-19 para a retomada econômica do país


— A recuperação da economia, a meu ver, necessariamente passa pela imunização da população. O governo tem que acelerar o processo de vacinação. Ao mesmo tempo, é importante que o Congresso Nacional e o Executivo busquem soluções para socorrer os milhões que precisam do mínimo para sobreviver. Da mesma forma, temos que estar atentos para apoiar. Temos que olhar para o futuro: investir em educação, aperfeiçoar o SUS, reformular nossa política de meio ambiente e também dar um novo rumo às nossas relações exteriores. O Brasil não pode continuar sendo visto como um pária —.


+Detalhes: 

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/30/aprovado-pelo-congresso-auxilio-emergencial-deu-dignidade-a-cidadaos-durante-a-pandemia

 

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/29/senadores-querem-prorrogacao-imediata-do-auxilio-emergencial

 

 

E+: Medida provisória estende prazo para pagamento de auxílio ao setor cultural

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/30/medida-provisoria-prorroga-prazo-para-pagamento-de-auxilio-ao-setor-cultural

 

 

 

Com informações da Agência Senado.        

 

 

 

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WhatsApp vai parar de funcionar em celulares com sistemas mais antigos

 


O Facebook anunciou, nesta terça-feira (29/12), quais celulares não terão mais suporte para o WhastApp em 2021. Todos os anos o aplicativo deixa de rodar em alguns smartphones, mas essa será a primeira vez que o primeiro iPhone, lançado em 2007, será atingido pela medida.


Isso significa que aos poucos esses celulares, tanto com sistema Android quanto IOS, não poderão realizar algumas funções. A previsão é que ele pare completamente de funcionar em 1º de fevereiro de 2021.


Os celulares atingidos têm uma idade média de 7 anos. São todos os que têm o sistemas operacional inferior à versão 4.0.3 no Android, à 9.0 no iOS ou ao KaiOS 2.5.1 no Linux. De acordo com o Facebook, em sistemas mais antigos é mais difícil garantir segurança dos usuários e, por isso, a empresa tomou essa decisão.


O WhatsApp Web também deixará de funcionar no navegador Edge Legacy, a partir de 9 de março, e no Internet Explorer, a partir de 17 de agosto.


Veja a lista 


iPhone

iPhone 3G e 3GS

iPhone 4

LG Optimus Black (e modelos anteriores)

Motorola Droid Razr

Samsung Galaxy S2

HTC Desire

 

 

 

Com informações do Correio Braziliense. 

 

 

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Argentinos contam como se sentem após serem vacinados contra a COVID-19

 


Quando Fabiana Geliberti, 51 anos, recebeu a aplicação da vacina russa Sputnik V contra a covid-19, emocionou-se. “Eu pensei em todos os companheiros que ficaram doentes neste ano e em meus amigos que perderam os pais”, contou ao Correio, por telefone, a médica especialista em cuidados paliativos e geriatria do Hospital Geral Cosme Argerich, no bairro de La Boca, em Buenos Aires. “A vacina veio de muito longe e eu não tinha dúvida nenhuma em ser inoculada. É um alívio saber que estamos a um passo a mais do controle dessa doença. Também me sinto mais aliviada por minha família”, acrescentou.





A 1.586km ao sul, a geneticista Patricia Valeria Blanco, 47, ficou com a voz embargada ao falar à reportagem. “A vacinação é um evento de suma importância, pois passamos tempo demais em meio a essa pandemia. Eu agradeço profundamente ao meu governo por essa gestão e a Deus pela oportunidade de vacinar-me”, disse a funcionária do Hospital Zonal Ramón Carrillo, de San Carlos de Bariloche, na província de Rio Negro. A infectologista Carolina Subirá, 36, foi a segunda pessoa a receber a dose da vacina na província de Santa Fé. “Foi um grande luxo, uma grande alegria. Nós esperávamos por isso com muita ansiedade”, comentou a moradora de Rosário (Santa Fé), que trabalha no Sanatório Parque.


Com 1,5 milhão de casos de infecção pelo Sars-CoV-2 confirmados e 42.868 mortes, a Argentina começou, às 9h de ontem (hora de Brasília), uma grande campanha de vacinação, tornando-se o quarto país latino-americano a imunizar a população contra a covid-19, depois do México, da Costa Rica e do Chile. Também é a terceira nação do mundo a inocular os cidadãos com o imunizante produzido pelo laboratório russo Gamaleya, depois da própria Rússia e da Bielorrússia. Uma nova dose da vacina será aplicada em 21 dias.


O governo de Alberto Fernández mobilizou 166 mil enfermeiros em 7.749 estabelecimentos, além de 10 mil voluntários. Entre janeiro e fevereiro, mais 20 milhões de doses chegarão à Argentina. A Sputnik V é recebida com ceticismo. Segundo o jornal La Nación, um relatório da diretoria da Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (Anmat), na Argentina, afirma que três adultos com mais de 60 anos, voluntários na fase 3 dos testes clínicos, sofreram graves efeitos adversos. “Cólica renal, trombose venosa profunda e abscesso de membro causado por um corte de unha infeliz”, comentou Denis Logunov, vice-diretor do Gamaleya, ao justificar os danos colaterias.


“Hoje, começou, em todo o país, a campanha de vacinação contra a covid-19, a maior de nossa história. Depois de tanto esforço, demos o primeiro passo para deixar para trás a pandemia, mas ainda falta muito. Enquanto nos vacinamos, sigamos nos cuidando”, afirmou a Casa Rosada, sede da Presidência. “A ideia é começar a vacinação com os que estão mais expostos ao risco. É realmente épico fazer a maior campanha de vacinação da Argentina com igualdade de acesso”, declarou o ministro da Saúde, Ginés González García, a quem coube dar o “pontapé” no processo, no Hospital Posadas, em Buenos Aires.


“Meu compromisso é o de transmitir confiança em relação à campanha de vacinação. Não importa o imunizante usado, a covid-19 transcendeu todas as fronteiras. A vacina também deveria fazê-lo”, disse Carolina Subirá. Ela lembrou que a imunização não pertence a um país ou a outro. “É o esforço de milhares de cientistas. É a ciência colocada a serviço da humanide. Ser beneficiada pelas primeiras doses me dá grande felicidade. Eu a tomei de bom grado, com alegria”, acrescentou a infectologista, que relatou ter sentido apenas uma dor leve localizada e, depois de algumas horas, sensação febril e mialgias (dores musculares). Ela descarta temores sobre a Sputnik V e lembra que o imunizante foi submetido a testes clínicos exigentes.


Para Fabiana Geliberti, o que mais a comove durante a pandemia da covid-19 é a exigência de isolar-se os pacientes. “Emociona-me o fato de os pacientes morrerem sozinhos, distantes dos familiares. Tomara que essa etapa da pademia tenha passado”, desabafou. Por sua vez, Patricia Blanco, que trabalha diretamente com testes de diagnóstico PCR para covid-19, admitiu que confia mais na Sputnik V e na vacina da AstraZeneca por usarem a tecnologia de adenovírus modificado, em detrimento dos imunizantes da Pfizer/BioNTech e da Moderna, baseadas em RNA mensageiro.

 

 

 

Com informações do Correio Braziliense.        

 

 

 

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Professora da UFPB escreve sobre violência contra a mulher: 'O grito da voz silenciada'

 


Na última semana do ano de 2020 ecoou no Brasil, de norte a sul, o grito surdo de muitas mulheres que foram mortas pelas mãos daqueles que um dia foi a personificação, quem sabe, de um amor encontrado. O tema da violência contra a mulher, foi objeto de muitas notas de repúdio emitidas pelas mais diferentes instituições, contando, inclusive, com o pronunciamento do presidente da mais alta Corte de Justiça do país.


O crime que desencadeou uma série de pronunciamentos e reportagens foi mais um Feminicídio ocorrido aqui no Brasil. Então vem a pergunta: o que tinha esse crime de diferente? A vítima, assim como tantas outras, era mulher e foi morta, de forma brutal pelo seu ex-marido, na frente de suas filhas, com dezesseis facadas, sendo dez desferidas no rosto, ao som dos gritos de horror de uma das filhas que implorava que o pai parasse.


Essa cena dantesca para infelicidade e tristeza de todos nós, não é uma cena isolada no universo feminino das mulheres brasileiras. O que causou a repulsa ostensiva de todas as instituições de justiça, replicando inúmeras notas de repúdio, foi o fato de que essa vítima, em especial, além de ser mulher, era também integrante do poder judiciário, exercendo o cargo de Juíza.


Para piorar tudo isso, há menos de um mês, que um outro integrante do Poder Judiciário, no caso um Juiz, em exercício em uma vara de família, soltou algumas pérolas revelando que a violência de gênero é cultural e faz parte de uma sociedade que fincou suas raízes no terreno arenoso do patriarcado. Disse, então, o referido Magistrado: “Se tem lei Maria da Penha contra a mãe, eu não tô nem aí. Uma coisa eu aprendi na vida de juiz: ninguém agride ninguém de graça” .


A afirmação dói aos nossos ouvidos. Mas não poderíamos falar em violência contra a mulher, praticada em audiência, sem fazermos memória de uma certa audiência, também amplamente divulgada pela mídia, onde uma vítima de estupro foi literalmente massacrada pelo causídico, advogado do réu, em nítida perpetração de violência psicológica e em razão do gênero, ao falar nas fotos que vítima teria postado em “posição ginecológica” .


Mas por falar em justiça… Também merece ser lembrada recente decisão do Supremo Tribunal Federal , no julgamento do habeas corpus nº 170.559 , decidindo pela impossibilidade de realização de um novo Júri. No caso, trata-se de julgamento de um homem que foi levado à Júri por tentativa de Feminicídio em face de sua então mulher, tendo sido ao final absolvido pela adoção da tese da defesa, cujo âmago repousa na ocorrência de uma legítima defesa da honra.


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, havia reformado a decisão por entender que fora contrária ao conjunto probatório dos autos, uma vez que, há provas da ocorrência do crime, bem como, a própria confissão do autor. Diga-se, ainda, que a decisão do tribunal mineiro já havia sido confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça.


Esse julgamento pela Suprema Corte ocorreu em setembro de 2020. Já em fevereiro desse emblemático ano de 2020 foi divulgada pela imprensa que no ano de 2019 foram mortas 1.310 (um mil trezentos e dez mulheres), vítimas de violência doméstica. Dentre essas mulheres foram Tatiane Paula de Aquino, 39 anos, dentro de sua própria casa com ferimentos na cabeça. Tatiane tinha cinco filhos e morava em Contagem, Minas Gerais. 


Em São Paulo, também com facadas no rosto e ferimentos nas costas, morreu Beatriz de Espíndola Fermino Calado, com 32 anos. Assim, morreram também: Franciele Oliveria, 32 anos; Adriana Aparecida da Silva, 42 anos; Elenir e tantas outras que desaparecem, em forma de número, numa estatística de horror. Enfim, que possamos juntas entoar notas de repúdio por todas as Vivianes, Marias, Joanas e tantas outras que sofrem os danos da violência de gênero. Como mulheres, filhas desta pátria-mãe, tantas vezes não gentil, usemos a voz para falar por aquelas que foram silenciadas.


*** Texto de Maria Cristina Santiago, doutora e mestre em Direito pela UFPB. Presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família- IBDFAM-PB.

 

 

 

Com informações do Jornal da Paraíba.        

 

 

 

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