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A rara conjunção astronômica acontece a cada 400
anos. A última vez que foi registrada foi no século 17, em 1623, mas segundo
apontam os cálculos, não foi na época do Natal. Agora, na noite do dia 21 todos
os povos da Terra poderão observar os dois maiores planetas do sistema solar em
uma linha reta na direção do pôr do sol.
“Esse efeito, essa conjunção ocorre a cada 400 e poucos
anos. Século 13, século 17 e agora 21. Encontros semelhantes podem acontecer
mais frequentemente, mas as máximas aproximações no céu são bem raras e demoram
mais tempo para ocorrer”, afirma Felipe Navarete, pesquisador do Instituto
de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
O pesquisador recomenda que a observação do raríssimo
alinhamento entre os planetas seja feito em um local alto e com vista para o
pôr do sol limpo, pois os planetas ficarão bem próximos da linha do horizonte.
Não é necessário observar o evento: ele estará no céu entre o dia 16 e dia 21,
com maior chance de ser observado no último dia.
“Ao longo dos dias a distância entre os pontos vai
diminuir. No dia 21 será a distancia mínima. A olho nu você consegue separar os
planetas: Júpiter e Saturno. Júpiter será mais brilhante. A olho nu vai dar
para ver, embora não dê para enxergar os detalhes. Com binóculo pequeno você já
consegue começar a ver melhor os detalhes”, concluiu Felipe Navarete.
Com informações do Hypeness.
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O estudo dessa nova forma do coronavírus ainda está em um estágio inicial, contém grandes incertezas e uma longa lista de perguntas sem resposta. Os vírus sofrem mutações o tempo todo e é vital entender se essas mutações estão ou não mudando o comportamento do vírus e alterando a doença. Essa variante específica está causando preocupação por três motivos principais:
• Ela está substituindo rapidamente outras versões do vírus
• Ela possui mutações que afetam partes do vírus que são
provavelmente importantes
• Já se verificou em laboratório que algumas dessas
mutações podem aumentar a capacidade do vírus de infectar células do corpo.
Tudo isso constrói um cenário preocupante, mas ainda não há
certeza. Novas cepas podem se tornar mais comuns simplesmente por estarem no
lugar certo na hora certa — como a cidade de Londres, que tinha poucas
restrições até recentemente.
"Experimentos de laboratório são necessários, mas você
quer esperar semanas ou meses para ver os resultados e tomar medidas para
limitar a propagação? Provavelmente não nessas circunstâncias", diz Nick
Loman, professor do Instituto de Microbiologia e Infecção da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, que defende as restrições para tentar conter essa
versão do vírus.
Quão rápido ela está se espalhando?
Essa versão foi detectada pela primeira vez em setembro. Em novembro, cerca de um quarto dos casos em Londres eram causados por essa nova variante, aumentando para quase dois terços dos casos em meados de dezembro. Pesquisadores têm calculado a dispersão de diferentes variantes na tentativa de estabelecer o quão infecciosas elas são. Mas separar o que é devido ao comportamento das pessoas e o que é devido ao vírus é difícil.
O dado citado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, é que a variante pode ser até 70% mais transmissível — é um dado que havia aparecido em apresentação do pesquisador Erik Volz, do Imperial College de Londres, na sexta-feira. Durante a palestra, ele disse: "É realmente muito cedo para dizer... Mas pelo que vimos até agora, está crescendo muito rapidamente, está crescendo mais rápido do que [uma variante anterior] jamais cresceu, mas é importante ficar de olho."
Não há um número "certeiro" de quão mais infecciosa pode ser essa variante. Números muito mais altos e muito mais baixos do que 70% estão aparecendo em pesquisas ainda não publicadas. Inclusive ainda há dúvidas se essa versão é realmente mais infecciosa.
"A quantidade de evidências em domínio público é
inadequada para chegar à conclusões firmes sobre se o vírus realmente aumentou
sua transmissibilidade", diz o virologista Jonathan Ball, professor da
Universidade de Nottingham.
Como ela surgiu e se espalhou?
Acredita-se que a variante surgiu em um paciente no Reino Unido ou foi importada de um país com menor capacidade de monitorar as mutações do coronavírus. Atualmente ela pode ser encontrada em todo o Reino Unido, exceto na Irlanda do Norte, mas está fortemente concentrada em Londres, sudeste e leste da Inglaterra. Os casos em outras partes do país não parecem ter decolado.
Dados da Nextstrain, que monitora os códigos genéticos das amostras virais em todo o mundo, sugerem que casos com essa variante na Dinamarca e na Austrália vieram do Reino Unido. A Holanda também relatou casos. Uma variante semelhante que surgiu na África do Sul compartilha algumas das mesmas mutações, mas parece não estar relacionada a esta.
Isso já aconteceu antes?
Sim. O vírus que foi detectado pela primeira vez em Wuhan, China, não é o mesmo que você encontrará na maioria dos cantos do mundo. A mutação D614G surgiu na Europa em fevereiro e se tornou a forma globalmente dominante do vírus. Outra, chamada A222V, se espalhou pela Europa e estava ligada às férias de verão das pessoas na Espanha.
O que sabemos sobre as novas mutações?
Uma análise inicial da nova variante foi publicada e identifica 17 alterações potencialmente importantes. Houve mudanças na proteína spike — que é a 'chave' que o vírus usa para abrir a porta de entrada nas células do nosso corpo e sequestrá-las. A mutação N501 altera a parte mais importante do spike, conhecida como "domínio de ligação ao receptor". É aqui que o spike faz o primeiro contato com a superfície das células do nosso corpo. Quaisquer alterações que tornem mais fácil a entrada do vírus provavelmente serão uma vantagem para o patógeno.
"Parece ser uma adaptação importante", disse Loman.
A outra mutação — batizada de H69/V70 — apareceu algumas vezes antes, incluindo nos visons infectados na Dinamarca. A preocupação era que os anticorpos do sangue daqueles que sobreviveram ao novo coronavírus fossem menos eficazes na defesa contra a nova variante do vírus.Mais uma vez, serão necessários mais estudos de laboratório para realmente entender o que está acontecendo.
O trabalho de Ravi Gupta, professor da Universidade de Cambridge, sugeriu que em laboratório essa mutação aumenta em duas vezes a capacidade do vírus de infectar células. "Estamos preocupados, a maioria dos cientistas está preocupada", diz Gupta.
De onde veio essa versão?
Essa variante é excepcionalmente cheia de mutações. A explicação mais provável é que ela surgiu em um paciente com sistema imunológico enfraquecido, incapaz de vencer o vírus. Em vez disso, seu corpo se tornou um terreno fértil para o vírus sofrer mutações.
Isso torna a infecção mais mortal?
Ainda não há evidências de que a variente seja mais mortal, mas governos e pesquisadores estão monitorando essa questão. No entanto, no momento, apenas ser mais transmissível já seria suficiente para causar problemas nos hospitais. Se pessoas forem infectadas mais rapidamente, mais pessoas vão precisar de tratamento hospitalar em menos tempo.
As vacinas funcionarão contra a nova variante?
Acredita-se que sim, pelo menos por enquanto. Mutações na proteína spike levam a perguntas sobre a vacina porque as três principais vacinas — Pfizer, Moderna e Oxford — treinam o sistema imunológico para atacar a proteína spike.
No entanto, o corpo aprende a atacar várias partes dessa
proteína. É por isso que as autoridades de saúde continuam convencidas de que a
vacina funcionará contra essa nova variante.
"Mas se deixarmos essa variante se espalhar e sofrer
mais mutações, isso pode se tornar preocupante", diz Gupta. "Este
vírus está potencialmente em vias de se tornar resistente à vacina, ele deu os
primeiros passos nesse sentido."
O vírus consegue se tornar resistente à vacina quando ao mudar de formato consegue se esquivar de todo o efeito da vacina e continua a infectar as pessoas. O coronavírus evoluiu em animais e passou a infectar os humanos há cerca de um ano. Desde então, tem passado por quase duas mutações por mês — entre uma amostra colhida hoje e as primeiras da cidade chinesa de Wuhan há cerca de 25 mutações.
Ao longo de sua trajetória, o coronavírus ainda está
'testando' diferentes combinações de mutações para infectar humanos de maneira
adequada. Já vimos isso acontecer antes: o surgimento e o domínio global de
outra variante (G614) é visto por muitos como o momento em que o vírus
aprimorou sua capacidade de se espalhar.
Mas logo a vacinação em massa colocará um tipo diferente de
pressão sobre o vírus, porque ele terá que mudar para infectar as pessoas que
foram imunizadas. Se isso impulsionar a evolução do vírus, talvez tenhamos de
atualizar regularmente as vacinas, como fazemos anualmente com a gripe sazonal,
para manter o ritmo.
Segundo Anderson Brito, virologista do departamento de
epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, nos Estados
Unidos, "os coronavírus evoluem principalmente por substituições de
nucleotídeos" e "não fazem rearranjos genômicos como o vírus da
gripe".
"Mas, e as vacinas? Provavelmente serão efetivas por
mais de um ano", escreveu em seu perfil no Twitter.
+Detalhes:
Com informações da TV Cultura.
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Art. 1º Ficam habilitados os estados, municípios e o
Distrito Federal, descritos no Anexo I e II a esta Portaria, a receberem
incentivo financeiro federal de capital para estruturação e adequação dos
ambientes de assistência odontológica na Atenção Primária à Saúde e na Atenção
Especializada, no enfrentamento à Emergência de Saúde Pública de Importância
Nacional decorrente da pandemia do Coronavírus (Covid19), declarada pela
Portaria GM/MS nº 188, de 3 fevereiro de 2020.
Art. 2º O incentivo financeiro federal de capital de que
trata a portaria considerou o quantitativo de equipe de Saúde Bucal (eSB) e
Centro de Especialidades Odontológica (CEO), aderidos pelos estados, municípios
e o Distrito Federal descritos no Anexo I e II a esta Portaria, custeados pelo
Ministério da Saúde na competência financeira agosto de 2020, e os valores
correspondentes ao incentivo por eSB e CEO estabelecidos na Portaria GM/MS nº
3.017, de 4 de novembro de 2020.
Art. 3º O gestor do Estado, Município ou Distrito Federal
habilitado ao recebimento dos incentivos financeiros de que trata esta Portaria
deverão observar o que segue:
I - adquirir o equipamento ou material permanente nos
termos da especificação constante na relação de equipamentos e materiais
permanentes considerados financiáveis pelo Ministério da Saúde (RENEN), no
Programa Estratégico Saúde em Família, Componente Saúde Bucal - Brasil
Sorridente, disponível em www.fns.saude.gov.br;
II - observar as orientações técnicas da Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde para a promoção de
adequações nos ambientes de atendimento odontológico da Atenção Primária e nos
Centros de Especialidades Odontológicas, e dar preferência à aquisição de itens
recomendados no Termo de Compromisso assinado por ele; e
III - atualizar o Sistema de Cadastro Nacional de
Estabelecimentos de Saúde (SCNES) da Unidade de Saúde na qual está inserida a
equipe de Saúde Bucal e do Centro de Especialidades Odontológicas no qual os
equipamentos e materiais permanentes adquiridos foram alocados.
Art. 3º O Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas
necessárias para a transferência, em parcela única, dos incentivos financeiros
para os Fundos Estaduais, do Distrito Federal e Municipais de Saúde
correspondentes, em conformidade com os processos de pagamento instruídos.
Art. 4º Os recursos orçamentários, objeto desta Portaria,
correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o
Programa de Trabalho 10.122.5018.21C0.6500 - Enfrentamento da Emergência de
Saúde Pública de Importância Internacional decorrente do Coronavírus -
Nacional, Plano Orçamentário - CV70 - COVID-19 - Medida Provisória nº 967, de
19 de maio de 2020, com impacto orçamentário de R$ 14.106.717,00 (quatorze
milhões, cento e seis mil setecentos e dezessete reais).
Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua
publicação.
PB | BOA VISTA | 250215 | 3 | R$ 10.425,00 |
PB | BONITO DE SANTA FÉ | 250240 | 5 | R$ 17.375,00 |
PB | CATURITÉ | 250435 | 2 | R$ 6.950,00 |
PB | CRUZ DO ESPÍRITO SANTO | 250490 | 7 | R$ 24.325,00 |
PB | GURINHÉM | 250640 | 7 | R$ 24.325,00 |
PB | MATINHAS | 250933 | 2 | R$ 6.950,00 |
PB | NATUBA | 250990 | 4 | R$ 13.900,00 |
PB | NAZAREZINHO | 251000 | 3 | R$ 10.425,00 |
PB | NOVA FLORESTA | 251010 | 3 | R$ 10.425,00 |
PB | PARARI | 251065 | 1 | R$ 3.475,00 |
PB | PEDRO RÉGIS | 251272 | 2 | R$ 6.950,00 |
PB | RIACHO DE SANTO ANTÔNIO | 251278 | 1 | R$ 3.475,00 |
PB | SÃO SEBASTIÃO DE LAGOA DE ROÇA | 251510 | 5 | R$ 17.375,00 |
PB | SÃO VICENTE DO SERIDÓ | 251540 | 5 | R$ 17.375,00 |
+Detalhes: https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-3.473-de-17-de-dezembro-de-2020-294933762
Com informações do Diário Oficial da União.
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As prefeituras da Paraíba têm hoje quase 60 mil servidores contratados por excepcional interesse público e 27.697 comissionados. Os dados são do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) e revelam que o que deveria ser exceção, tornou-se regra nos municípios do Estado. O ingresso no serviço público, através de concurso, tem passado distante das prefeituras.
O problema é que o ‘inchaço’ na máquina pública provoca um problema sério para os próprios gestores. Inviabiliza, muitas vezes, a realização de obras e serviços, indispensáveis para dar visibilidade e respaldo popular à gestão. Os ‘empregos’ consomem boa parte dos orçamentos municipais. Com comissionados as prefeituras paraibanas gastaram mais de R$ 57 milhões apenas no mês de setembro deste ano. O volume de recursos para custear os contratados foi ainda maior: R$ 109 milhões.
Por serem as maiores, as prefeituras de João Pessoa e Campina Grande têm o maior número de servidores nessa situação. Em Campina, são 8.795 contratados por excepcional interesse público. Na Capital, 15.295. Mas há cidades onde o índice, proporcionalmente, é bem mais significativo. Em Baía da Traição, por exemplo, dos 781 servidores 464 são contratados por excepcional interesse público, o que dá 59,41%. Em São Miguel de Taipu, o índice é de 51,54%, sendo 285 contratados para um total de 553 servidores.
Muitos dos servidores, em todos os municípios do Estado, trabalham em áreas importantes, como saúde e educação. Mas há também muitos apadrinhados políticos. Nesses casos, o desrespeito à regra constitucional soma-se, também, ao abuso de poder econômico no período eleitoral. Independente disso, o gargalo é grande para os futuros prefeitos. Se quiserem ter uma gestão capaz de executar obras terão que, necessariamente, enxugar a máquina e retirar os excessos.
O Datafolha publicou nesta segunda-feira (21)
um levantamento que mostra que 36% das famílias que recebem o auxílio
emergencial do governo federal têm o benefício como única fonte de
renda. Comparado com a pesquisa anterior, feita antes da redução do
auxílio de R$ 600 pra R$ 300, esse percentual diminuiu 8%.
O levantamento mostra que, após a diminuição do valor do benefício,
27% das pessoas passaram a buscar outras formas de conseguir dinheiro, 75%
reduziram a compra de alimentos, 65% diminuíram as despesas com remédios,
57% reduziram o consumo de água, luz e gás e 55% deixaram de pagas as contas da
casa.
Além disso, 52% também diminuíram os gastos com transporte e 51% pararam de pagar escola ou faculdade. Segundo a pesquisa, 42% de todos os entrevistados perderam suas rendas em decorrência da pandemia. Em agosto, esse percentual era de 46%.
Já entre aqueles que receberam alguma parcela do auxílio, 51% afirmaram que a renda diminuiu com a chegada da Covid-19. Esse percentual era de 60% há quatro meses. A pesquisa foi feita com 2.016 pessoas com 18 anos ou mais, por telefone, entre os dias 8 e 10 de dezembro. Dentre os entrevistados, 39% pediram o benefício e 81% desses pedidos foram atendidos pelo governo federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Com informações da TV Cultura.
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