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PARAÍBA: SES apresenta plano de vacinação contra a COVID-19 para Instituições de Saúde

 


A Secretaria de Estado da Saúde (SES) apresentou, na manhã desta sexta-feira (18), o plano de vacinação contra a Covid-19 para representantes do Conselho de Secretários Municipais de Saúde da Paraíba (Cosems), do Conselho Estadual de Saúde (CES) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). O documento é uma versão preliminar, que tem como base o plano nacional e delimita o que é de responsabilidade de cada esfera: nacional, estadual e municipal. 


O objetivo do Plano Estadual é estabelecer as ações e estratégias para a vacinação contra a Covid-19 na Paraíba, contribuindo para a redução de morbidade e mortalidade pela doença e a sua transmissão. De acordo com a chefe do Núcleo de Imunização da SES, Isiane Queiroga, o planejamento se detém nas vacinas que estão na fase três e mais próximas de serem aprovadas pela Anvisa. Mas frisa que outras vacinas podem ser incluídas, já que esta não é a versão final do documento.


Definição dos grupos prioritários, operacionalização da vacinação, logística da distribuição, medidas para a vacinação segura e orientação da vigilância dos possíveis eventos adversos da vacina são alguns dos pontos abordados pelo plano. Isiane Queiroga explica que o objetivo da agenda desta sexta-feira foi trazer as instituições de saúde parceiras da SES para o debate para que elas possam contribuir na construção do plano final. 


O documento também traz a descrição completa da Rede de Frio Estadual e reforça que a Paraíba está preparada para receber as vacinas. “Estamos trabalhando na ampliação de nossa Rede de Frio para aperfeiçoar a capacidade da Central Estadual e das Centrais Regionais de armazenar as vacinas. Inclusive, estamos nos preparando também para receber a vacina que não tem as mesmas especificidades das nossas de rotina. O nosso plano contempla isso, os pontos que precisam ser discutidos, implantados e implementados nos serviços estaduais para que a gente possa receber essa vacina específica”, pontua.


A Paraíba possui, aproximadamente, mil salas de vacinação que são responsáveis pelas ações de imunização do estado. A rede de frio estadual está equipada com sala de preparo climatizada, almoxarifado, doca de carga e descarga, câmara frigorífica capaz de armazenar entre 280 e 330 mil ampolas de vacinas. O local possui estrutura adequada para armazenamento de imunobiológicos na temperatura positiva entre +2º C e +8º C, bem como freezers convencionais para armazenamento de vacinas negativas nas temperaturas entre -25º C e -15º C, e congelamento de bobinas reutilizáveis. 

 

 

 

 

Com informações Secom-PB.       

 

 

 

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BRASIL: Com currículo gigante pendurado no pescoço e debaixo de um sol de 30º C, carioca pede emprego nas ruas e diz se sentir invisível

 


Ainda estava escuro quando Rosemberg Alves da Silva acordou. O sol só vem depois*. Ele vestiu o macacão alaranjado, calçou botas de biqueira de aço, e saiu de casa com uma mochila nas costas. Desembarcou de ônibus no Largo do Carioca, centro do Rio de Janeiro – uma das tais necrópoles que não se tocam e então se chocam com o sonho de alguém. Às 6h, já havia pendurado no pescoço o banner de 1m x 1,2m, no qual mandou imprimir um resumo de anos de esforço: o seu currículo.


Desempregado desde julho, o carioca de 44 anos confeccionou o cartaz para chamar a atenção de possíveis empregadores. O macacão é o uniforme do trabalho dos sonhos: a roupa usada por funcionários de companhias na área do petróleo. Durante 15 anos, Rosemberg vestiu um macacão como este, quando trabalhou na Shell Brasil.


Silva tem competência técnica na área, como operador e mantenedor, em eletromecânica, eletrotécnica e eletrônica. Também é treinado em segurança do trabalho e é tecnólogo em telecomunicações. Agora, o que mais deseja é trabalhar em offshores (empresas com estruturas localizadas em alto-mar).


Completaria um ano e meio na empresa – ele conta ter sido o funcionário que mais recebeu elogios no período –, quando veio a pandemia. Rosemberg foi demitido, junto a centenas de colegas. “Eu entendo o lado da companhia, era mais barato demitir quem tinha pouco tempo de casa. Era isso ou a empresa quebrava”, observa.


Diploma é carta de alforria?


Rosemberg também cursa o quinto período de administração de empresas, rumo a seu segundo diploma de ensino superior. Foi o primeiro na família materna a chegar tão longe nos estudos – os pais não terminaram sequer o primeiro grau.


Recentemente, o carioca iniciou também um curso de inglês, mas teve de interromper as aulas para priorizar o pagamento da faculdade de administração. “Eu investi em consultorias de RH, melhorei meu currículo. O próximo passo é uma pós-graduação. O mercado não aceita que a gente fique parado e eu sempre busquei dar o meu melhor. A companhia que me contratar vai ter um funcionário que se dá 100% em tudo que faz”, afirma.


Depois de distribuir centenas de currículos on-line durante o isolamento social, ele decidiu quebrar a quarentena e ir para as ruas com seu banner pendurado no pescoço. Foram quatro dias seguidos de exposição, debaixo de um sol de 30°C, em diferentes áreas da Zona Sul do Rio, inclusive na porta da empresa Modec, que havia anunciado vagas na área de atuação de Rosemberg: sem resultados.





Nos semáforos, motoristas que passavam faziam sinal de positivo, outros estendiam os punhos cerrados para fora do carro, em manifestação de apoio. Mas não passou daí. 


É preciso ter muita coragem e resiliência para fazer algo assim. A princípio, as pessoas não enxergam você, nem querem saber se você existe. Isso dá uma certa tristeza. Uns pararam, outros tiraram fotos. Só teve uma senhora que falou comigo, ela quis saber se eu já tinha almoçado, se queria água. Disse que sabia que era pandemia, mas me pediu um abraço, o que me deixou emocionado”, relata.


Se um like serve ao ódio, bro, nesse episódio breve, o bom senso diz: respire um momento. Rosemberg decidiu usar o LinkedIn para pedir ajuda: postou fotos nas quais aparece com o banner, na rua. Já tem cerca de 9.500 likes, mas nenhuma proposta concreta de emprego.


+Detalhes: https://www.metropoles.com/brasil/com-curriculo-gigante-pendurado-no-pescoco-carioca-pede-emprego-nas-ruas-e-diz-se-sentir-invisivel

 

 

 

 

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Comer um abacate ao dia ajuda a reduzir o colesterol ruim, sugere novo estudo

 


O abacate é um dos alimentos mais populares do mundo graças à sua versatilidade: na torrada, na salada, no guacamole… São muitas as formas de consumir o fruto do abacateiro. Recentemente, pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, decidiram investigar os benefícios do alimento à nossa saúde. 


Após uma análise dos resultados, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o abacate possui uma grande quantidade de ácidos graxos monoinsaturados, além de ser uma grande fonte de antioxidantes e polifenóis.


Os antioxidantes ali presentes são capazes de reduzir o colesterol ‘ruim’ (LDL), contra o qual muitas pessoas lutam, inclusive com medicamentos. Para chegar a essa conclusão, 45 pessoas com sobrepeso foram estudadas durante cinco semanas. Aqueles que comeram um abacate de tamanho médio por dia (136 gramas) conseguiram reduzir seus níveis do LDL.


Entretanto, o médico Edward Fisher, um dos autores do estudo, afirma que é preciso ter cuidado:


"Pelo que sabemos, o LDL é prejudicial às nossas artérias coronárias. As alterações nesse tipo de colesterol em quem come abacate sugere um bom caminho, mas não dá para afirmar que há diminuição do risco cardiovascular só por comer abacate. Ainda é necessário um estudo mais longo e detalhado.” – Admite.

 

+Detalhes: https://www.24horas.cl/tendencias/salud-bienestar/estudio-afirma-que-comer-una-palta-al-dia-puede-reducir-el-colesterol-malo-3714288

 

 

 

 

Com informações do 24 Horas.        

 

 

 

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Versões do Presidente Bolsonaro e Ministro da Economia sobre o não pagamento do '13º do Bolsa Família' são contraditórias

 


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira, 18, que não recomenda o pagamento de 13º aos beneficiários do Bolsa Família. Segundo ele, a medida configuraria crime de responsabilidade fiscal, porque não há previsão orçamentária para a parcela extra, que se tornaria permanente, já que foi paga em 2019.


“Sou obrigado, contra minha vontade, a recomendar que não pode ser dado o 13º do Bolsa Família“, disse o ministro, em coletiva de imprensa. “É lamentável, mas precisa escolher entre um crime de responsabilidade e a lei”, acrescentou. Segundo ele, se o governo conceder o benefício, “comete crime de reponsabilidade e quebra a lei”.


A versão apresentada pelo ministro do motivo de não haver 13º do Bolsa Família em 2020 é diferente da exposta pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira, 17, em live semanal nas redes sociais, quando disse que “não teve 13º para Bolsa Família este ano porque presidente da Câmara deixou MP caducar”.


O governo prometeu o pagamento do 13º do Bolsa Família durante a campanha eleitoral. O benefício extra foi concedido pela primeira vez em 2019. Se fosse pago novamente este ano, poderia ser caracterizado como despesa permanente, afirmou Guedes. Exigiria, portanto, compensação por meio de corte de gastos ou aumento de receitas, opções inviáveis por conta do “pandemônio da pandemia”, explicou.


“No primeiro ano, nós demos. Conforme tinha sido prometido na campanha, vamos dar. Só que, quando entrou o segundo ano, quando a pandemia bateu, essa desorganização fiscal de curto prazo, foi chegando o fim do ano. Observamos que, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, se você der um décimo terceiro por dois anos seguidos, está cometendo crime de responsabilidade fiscal pois não houve a provisão de recursos”, disse.

 

+Detalhes: https://exame.com/brasil/guedes-diz-que-nao-recomenda-pagamento-do-13o-do-bolsa-familia-em-2020/

 

 

 

Com informações da Revista EXAME. 

 

 

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