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CÂMARA dispensa população brasileira de assinar termo para ser vacinada contra a COVID-19




O Plenário da Câmara dos Deputados decidiu há pouco dispensar a população de assinar termo de consentimento para ser vacinada por imunizantes contra a Covid-19 autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A mudança na Medida Provisória 1003/20 ocorreu a partir de emenda da deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC).





"Se houver essa exigência, vamos ter muita dificuldade", argumentou a deputada. "O Brasil vai ser o único País que pedirá esse termo de consentimento para vacinar a população. Ao invés de motivar as pessoas, vamos amedrontar os cidadãos", afirmou.


O deputado General Peternelli (PSL-SP) concordou com a emenda. "O cidadão vai tomar a decisão se vai tomar ou não a vacina. Se vou lá é porque concordo em tomar", ponderou. O deputado ainda apontou para a dificuldade de exercer controle sobre os termos de consentimento. "Imagine 200 milhões de termos circunstanciados assinados e controlados no País", comentou.


+Detalhes: https://www.camara.leg.br/noticias/717822-camara-dispensa-populacao-de-assinar-termo-para-ser-vacinada/

 

 

 

Com informações da Agência Câmara.       

 

 

 

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Na Paraíba, mandatos de Prefeita e vice são cassados após compra de voto com cachaça e outras 'vantagens'

 


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) cassou os mandatos da prefeita de Mamanguape, Maria Eunice do Nascimento Pessoa (PSB), e da vice dela, Baby Helenita Veloso Silva (PRTB), por compra de votos - com oferecimento de supostos empregos, dinheiro, combustível e cachaça - e por abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2016. A decisão foi proferida nesta quinta-feira (17) durante sessão do TRE-PB.


A prefeita Maria Eunice foi reeleita com 62,90% dos votos nas Eleições 2020. O G1 não conseguiu contato com as defesas. De acordo com a decisão, que ainda cabe recurso, a prefeita e a vice também foram declaradas inelegíveis pelo prazo de oito anos, e foram multadas. Em 2017, elas tiveram os mandatos cassados no primeiro grau, no entanto, cabia recurso e elas continuaram no cargo. Agora, o TRE-PB confirmou a decisão, mas ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).





A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi ingressada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), após suspeita de compra de votos feita pela então 2ª promotora de justiça da Promotoria de Justiça Cível de Campina Grande, Ismânia do Nascimento Rodrigues Pessoa da Nóbrega, filha da prefeita de Mamanguape, para a mãe. A promotora chegou a ser afastada pelo Conselho do MPPB.


De acordo com a investigação, a promotora, que se apresentou como coordenadora de campanha eleitoral de Maria Eunice, realizou um encontro na casa da então candidata a vice-prefeita, onde ofereceu valores, cargos e benefícios para que os vereadores da oposição resolvessem aderir à candidatura da chapa que venceu as eleições.


A reunião foi gravada pelo filho de uma candidata a vereadora, ambos participantes da reunião, que foram convidados a participar e segundo a pessoa que gravou, desconfiou do teor do encontro. De acordo com a primeira decisão da Justiça, “o objetivo das investigadas na citada reunião foi oferecer dinheiro e outras vantagens em troca de votos e apoio político, buscando desequilibrar o cenário do pleito, captando para si os votos direcionados aos candidatos a vereadores da oposição, enfraquecendo, incontestavelmente, a corrente política adversária já estabelecida".


A testemunha disse, em juízo, que a promotora “ofereceu para os [vereadores] presentes a quantia de R$ 5 mil para subir no palanque para Eunice, R$ 500 por semana, gasolina, cachaça e outros gastos, bem como mais três empregos públicos, os quais não se exigia trabalhar”.

 

 

 

Com informações do G1 / JPB.      

 

 

 

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Projeto determina repasse de R$ 3,5 bilhões a fim de garantir acesso gratuito à internet para Alunos e Professores da Rede Pública de Ensino; confira as regras

 


A Câmara dos Deputados aprovou nesta sexta-feira (18) o Projeto de Lei 3477/20, do deputado Idilvan Alencar (PDT-CE) e outros 23 parlamentares, que prevê ajuda de R$ 3,5 bilhões da União para estados, Distrito Federal e municípios, a fim de garantir o acesso à internet para alunos e professores das redes públicas de ensino em decorrência da pandemia de Covid-19. A matéria seguirá para análise do Senado.


De acordo com o substitutivo da deputada Tábata Amaral (PDT-SP), serão beneficiados com a iniciativa os alunos pertencentes a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e os matriculados em escolas de comunidades indígenas e quilombolas. Quanto aos professores, são abrangidos os de todas as etapas da educação básica.


Os recursos deverão ser repassados em parcela única até o dia 28 de fevereiro de 2021 de acordo com o número de professores e de matrículas desse público-alvo. Como fonte para obtenção dessa verba, o substitutivo cita o “orçamento de guerra” liberado pela Emenda Constitucional 106/20; o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust); e o saldo correspondente a metas não cumpridas dos planos gerais de universalização do serviço telefônico fixo.

 

Compartilhamento de dados

Para viabilizar o acesso à internet, as autoridades competentes das secretarias de educação dos estados e dos municípios deverão fornecer às empresas contratadas os dados pessoais de professores e de pais ou responsáveis pelos alunos beneficiados.


Entretanto, esses dados deverão ser limitados ao mínimo necessário para o acesso à internet e aos equipamentos. As empresas deverão obedecer à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e estarão proibidas de usar esses dados para comercialização ou compartilhamento com outras empresas.


+Detalhes: https://www.camara.leg.br/noticias/717701-camara-aprova-ajuda-de-r-35-bilhoes-para-acesso-gratuito-de-estudantes-a-internet/

 

 

 

Com informações da Agência Câmara. 

 

 

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Em Goiânia, catador vira galã após ele pedir lâmina de barbear




Nem parece a mesma pessoa! O seu João, que é catador de recicláveis e vive há anos nas ruas, virou um galã depois da transformação que ganhou do cantor sertanejo Alessandro Lobo.  Mais que isso: depois do banho de loja e da repercussão das fotos, ele foi reconhecido pela família, que o procurava há 10 anos – olha como uma coisa boa puxa outra.






João Coelho Guimarães, de 45 anos, passou na semana passada na loja do artista – da dupla César e Alessandro – a Padoo Moda Masculina e Barbearia, em Goiânia.




 

O pessoal perguntou se ele estava com fome e se queria uma refeição, mas se surpreendeu com o pedido do homem. Ele queria apenas uma lâmina para fazer a barba. Comovido, Alessandro Lobo, proprietário do estabelecimento, ofereceu um banho de loja para o seu João Coelho, com barba, cabelo, bigode e roupas novas.


“Foi muito espontâneo. Quando ele revelou o pedido, a gente realizou uma transformação. Fizemos barba, cabelo e bigode. Depois, demos um blaser, três camisas, uma calça jeans e um sapato, para ele poder procurar um emprego, ou algo melhor para ele. Deu para notar a felicidade em que ele ficou”, disse o artista e empresário.



 

 

 

Com informações da TV Ahanguera.

 

 

 

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Deputada denuncia assédio sexual durante sessão na ALESP


O ato foi transmitido ao vivo pelo canal da Alesp no Youtube e ocorreu na quarta-feira (16). Nas imagens, Isa Penna é vista conversando com o presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB), quando Cury se aproxima da Mesa Diretora, se posiciona atrás da deputada e coloca a mão na lateral de seus seios. Isa empurra o deputado para afastá-lo em seguida.







“Com relação ao episódio envolvendo o deputado estadual Fernando Cury, o Cidadania analisando as imagens, exige as devidas explicações do parlamentar e encaminha o caso ao nosso Conselho de Ética, para que ouvido o representado, sejam tomadas providências cabíveis e efetivas”, afirmou o Cidadania. “A legenda não tolera qualquer forma de assédio e atuará fortemente para que medidas definitivas sejam adotadas. Temos uma história de luta em defesa dos direitos da mulher que nenhuma pessoa pode macular”, completa a nota assinada pelos presidentes estadual e nacional da legenda, Arnaldo Jardim e Roberto Freire, respectivamente.



Nas redes sociais, Isa afirmou que registrou um boletim de ocorrência sobre o episódio e fará uma representação contra Cry. “Ontem, aqui nessa Casa, na frente da sua Mesa, eu fui assediada. Eu fui apalpada na lateral do meu corpo pelo deputado Fernando Cury, do partido Cidadania. Certamente não é um caso isolado. A gente vê a violência política e institucional a todo momento contra as mulheres. O que dá o direito a alguém de encostar em uma parte íntima do meu corpo?”, escreveu a deputada relatando que o ato já ocorreu em outras ocasiões.


Fernando Cury afirmou durante a sessão desta quinta-feira que está “constrangido” e “triste” e se desculpou pelo que chamou de “abraço”“Gostaria de frisar que não houve, de forma alguma, tentativa de assédio, de importunação sexual ou qualquer outra coisa”, afirmou. Em nota, a Alesp disse que o Conselho de Ética da Casa irá avaliar o caso.

 

Leia a íntegra da nota do Cidadania


“Com relação ao episódio envolvendo o deputado estadual Fernando Cury, o Cidadania analisando as imagens, exige as devidas explicações do parlamentar e encaminha o caso ao nosso Conselho de Ética, para que ouvido o representado, sejam tomadas providências cabíveis e efetivas. A legenda não tolera qualquer forma de assédio e atuará fortemente para que medidas definitivas sejam adotadas. Temos uma história de luta em defesa dos direitos da mulher que nenhuma pessoa pode macular. “


Brasília, 17 de dezembro de 2020.

Arnaldo Jardim- presidente estadual do Cidadania de São 

Paulo Roberto Freire- presidente nacional do Cidadania

 

 

 

Com informações de Sidney Rezende (SRzd).  

 

 

 

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RECORDTV e apresentador Rodrigo Faro são condenados por plágio do cantor Pablo

 


Convidado do Hora do Faro para um programa especial de Dia das Mães em 2015, o cantor Pablo interpretou a música Mãe, anunciada por Rodrigo Faro e pela Record como se fosse de autoria do artista conhecido como o "rei da sofrência". Mas não era. O verdadeiro compositor entrou com uma ação e ganhou na Justiça o direito de receber uma indenização de R$ 105 mil por violação de direitos autorais.


O processo foi aberto por Angelo Marinho de Almeida, que provou ter feito a letra de Mãe em 1994, gravando-a no ano seguinte em um CD produzido pela Gema Produções Fonográficas. O Notícias da TV teve acesso à decisão do juiz Aléssio Martins Gonçalves, da 17ª Vara Cível de São Paulo, publicada em 18 de novembro.


O magistrado argumentou que Rodrigo Faro destacou mais de uma vez durante o programa que essa seria uma "linda música que Pablo compôs pra mãezinha dele". "A produção da ré Record indicou Pablo como o autor da música Mãe, bem como lançou a seguinte legenda: 'Pela primeira vez, Pablo canta com as irmãs a música que compôs para a mãe'", pontuou o juiz.


Pablo, cujo nome de batismo é Agenor Apolinário dos Santos Neto, sustentou na defesa que em momento algum afirmou ser o compositor da canção e disse que a autoria lhe foi atribuída pela Record e por Hora do Faro, sem que lhe fosse dada a oportunidade de dizer o contrário. 


A defesa do rei da sofrência ainda tentou convencer a Justiça de que Angelo Marinho de Almeida não tinha provas suficientes para bancar que seria o autor, considerando que a música não foi registrada no Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição).


"Independentemente do registro da canção Mãe no Ecad, na Biblioteca Nacional ou em qualquer outro órgão, permanece íntegra e insofismável a proteção do direito de autor daquele que, conforme provado nos autos, é o compositor da letra em questão", apontou o juiz, destacando que a música já havia sido gravada em CDs.


Já a Record e Rodrigo Faro tentaram se livrar da condenação explicando que foram informados de que a música interpretada por Pablo seria dele e que o cantor seria "o único que poderia ser responsabilizado pelos danos que o autor diz ter experimentado"Mas o juiz entendeu que a emissora tinha a obrigação de fazer a checagem e apontou o destaque que foi dado à composição no programa exibido em maio de 2015. 


O real autor de Mãe entrou com a ação naquele ano mesmo, pedindo R$ 2 milhões de indenização para os três envolvidos. Mas a Justiça achou esse valor exagerado.


"Partindo-se da premissa de que o ressarcimento por danos morais não pode configurar causa de enriquecimento ilícito ao credor e consequente empobrecimento sem causa pelo devedor, tendo em conta os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, a reprovação e o desestímulo ao fato
danoso, a extensão do dano e a capacidade econômica das partes, entendo por bem fixá-lo no montante total de R$ 105 mil, devendo cada réu arcar com a quantia de R$ 35 mil", decidiu o juiz Aléssio Martins Gonçalves.


Angelo Marinho de Almeida também queria cantar Mãe durante três semanas consecutivas no Hora do Faro, o que foi negado pelo magistrado. "Medida desproporcional à ofensa", escreveu ele. O cantor Pablo continuou sendo convidado normalmente para o Hora do Faro mesmo após a abertura do processo, tendo mostrado a sua mansão na atração e participado de quadros como o Dança, Gatinho.


Procuradas, as assessorias de Record, Faro e Pablo não quiseram se posicionar sobre a condenação por violação de direitos autorais. Como a decisão foi em primeira instância, as partes vão entrar com recurso.

 

 

 

Com informações do Notícias da TV.      

 

 

 

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Objeto parecido com iPhone foi achado junto a corpo de mulher que viveu há 2 mil anos



A arqueologia é responsável por resolver grandes enigmas da humanidade, como o motivo da extinção dos dinossauros, por exemplo. Mas às vezes as equipes de pesquisadores precisam responder dúvidas bem mais incomuns, do tipo: "como um 'iPhone' foi parar nos restos mortais de uma mulher enterrada há 2 mil anos?"







O grupo de arqueólogos liderado por Pavel Leus revelou que na República de Tuva, na Rússia, foram encontrados os restos mortais de uma mulher que viveu há mais de 2.100 anos e que tinha com ela um estranho objeco muito semelhante a um celular da Apple.


A tumba estava debaixo d'água, mas foi descoberta durante os meses de seca em uma área deserta cheia de vestígios arqueológicos de valor inestimável. Como você pode imaginar, não se trata, claro, de um iPhone, mas sim de uma fivela de cinto com pedras preciosas.


Leus explicou que a mulher, ao ser desenterrada, tinha uma fivela de 18 por 10 centímetros incrustada com turquesa, madrepérola e cornalina. Detalhe extra: a peça ainda continha moedas chinesas da dinastia Wu Zhu, o que permitiu determinar que os restos datam de cerca de 2.137 anos atrás.

 

 


 

 

Com informações do The Siberian Times. 

 

 

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Homem abandona curso de Graduação para caçar escorpiões e fica milionário comercializando veneno dos artrópodes

 


Você largaria a sua graduação em alguma faculdade para correr atrás do seu sonho por mais bizarro que as pessoas pensassem que ele fosse? Se a sua resposta foi sim, você pode ficar milionário com isso, sabia? O egípcio Mohamed Hamdy Boshta abandou a sua graduação em arqueologia para caçar escorpiões pelo país. Mas ele tinha um plano. E que deu muito certo.


O intuito de caçar os animais não era apenas por diversão ou hobby. Era trabalho mesmo. Boshta desenvolveu um sistema para colher o veneno dos escorpiões para começar a vender. Ele utilizou um sistema de luz ultravioleta colorida, expondo os bichos a uma corrente elétrica e estimulando a liberação do veneno, do qual cada 1 grama pode produzir até 30 mil antídotos.


Boshta então criou a Cairo Venom Company, que conta com mais de 80 mil escorpiões em várias fazendas do Egito. Cada grama de veneno pode render até R$ 51 mil. Hoje, o egípcio exporta para a Europa e para os Estados Unidos.

 

 

 

Com informações do Vírgula.     

 

 

 

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