A vítima é Daniel Lima, bugueiro e guia turístico. Ele
registrou um Boletim de Ocorrência na Central de Polícia e de acordo com o
documento, Luzia Sandra de Medeiros Dias Benjamim também teria dito que ele
deveria estar na senzala.
Daniel contou que chegou na agência para fazer um depósito
e, enquanto estava fazendo o procedimento, a mulher estava na fila para outro
atendimento. "Ela perguntou porque o banco havia fechado com alguém da
raça negra", conta ele. Luzia se referia a uma pessoa negra que estava na
propaganda da agência. "Ela começou a fazer insultos e perguntei o que
houve. Ela disse: você é um negro bandido, você é um negro safado", disse
o homem sobre as agressões.
Um vídeo gravado dentro de uma agência bancária mostra
Daniel Lima sendo agredido verbalmente com gritos. Nas imagens, que foram
gravadas por alguém que estava no local, a mulher diz: "Sou a maior
racista do planeta terra, odeio a raça negra".
Quatro horas após ser declarado como morto, o queniano Peter Kigen, de 32 anos,
recuperou a consciência quando já estava prestes a ser embalsamado. O curioso
caso ocorreu após a equipe do necrotério do Hospital Kapkatet cortar a perna do
homem para realizar o processo de conservação do corpo, dando início a uma
reação assustadora do rapaz.
Peter havia desmaiado em sua própria casa, localizada no
vilarejo de Kibwastuiyo, em Bureti, devido a uma forte doença no estômago.
Aparentemente, o homem já havia morrido no caminho para o hospital, de acordo
com o pronunciamento de uma das enfermeiras responsáveis, e foi encaminhado
para o necrotério. O caso aconteceu na tarde da última terça-feira, 24.
Já prestes a ser embalsamado, quando a equipe médica havia
realizado uma incisão em sua perna para drenar o sangue, Peter imediatamente retornou à vida em meio a
gritos de dor e choro, algo que assustou não somente os profissionais, mas
também o irmão e tio do homem, que acompanhavam todo o processo.
“O agente funerário me chamou ao necrotério e o vimos fazer
movimentos. Ficamos chocados”, disse Kevin, irmão do paciente. “Não conseguimos
entender como eles puderam mover uma pessoa que ainda está viva para o
necrotério.”
Correria no hospital
De acordo com Gilbert Cheruiyot, médico do hospital, a
confusão ocorreu por pressa dos familiares de Kigen, que exigiram urgência para
o acompanhamento do defunto, mas não viram disponibilidade imediata de nenhum
dos funcionários, já que estavam tratando de outros pacientes. Sem paciência
para aguardar o atestado de óbito, a família decidiu levá-lo por conta própria
para o necrotério.
Felizmente, após toda a bagunça e o susto com o retorno à
vida, Peter recuperou a consciência e informou que tudo foi causado por uma
doença crônica no estômago. “Não posso acreditar no que acabou de acontecer.
Como eles descobriram que eu estava morto?”, disse Peter. “Eu nem sabia onde
estava quando recuperei a consciência, mas agradeço a Deus por poupar minha
vida. Vou servi-lo pelo resto da minha vida.”
O doutor Gilbert, por fim, creditou toda a situação para os
médicos do necrotério, que avaliaram o paciente antes de fazer qualquer tipo de
movimento. “O paciente foi posteriormente levado para a enfermaria e está
respondendo bem ao tratamento. Esperamos dar alta a ele em alguns dias”,
concluiu.
Milta de Jesus, senhora que passou mal em um mercado no último sábado (28/11), e
foi parar no hospital em estado grave após ser acusada injustamente de furto
fará cateterismo até o início da tarde desta terça-feira (1º/12), de acordo com
o Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB).
Ainda segundo o hospital, na manhã de hoje, a idosa estava
no serviço de Hemodinâmica, onde o procedimento é feito, e aguardou a
finalização do atendimento a outro paciente para ser chamada. Milta deu entrada
na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na última segunda-feira (30/11) e o
estado de saúde é estável.
Na manhã desta terça-feira, Sandrine Oliveira, 29, neta da
Milta, informou que a idosa estava, aparentemente, melhor. "A voz
dela parecia mais tranquila e estava em jejum. Falei com ela por telefone, como
está na UTI, não pode ficar ninguém", afirmou Sandrine.
A equipe médica tentou fazer uma celebração simbólica para
comemorar o 74° aniversário da Milta, mas não foi possível.
Uma cobrança extra de R$ 6,24 a cada 100
quilowatts-hora (kWh) consumidos será feita na conta dos consumidos a partir
desta terça-feira (1º). A decisão foi tomada pela Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel)
nesta segunda-feira (30).
Em reunião extraordinária, a Aneel decidiu que será cobrada
a bandeira vermelha patamar 2, cujo valor é o maior no sistema de
bandeiras da agência. Em 26 maio, a Aneel havia anunciado que não haveria
cobrança extra na conta de luz até 31 de dezembro deste ano, em razão da
pandemia do novo coronavírus. Na reunião desta segunda-feira, contudo, a
agência decidiu revogar a decisão e aplicar a bandeira vermelha patamar 2.
Segundo o relator da proposta, Efrain Pereira da Cruz, o
despacho de maio foi revogado porque o Brasil voltou aos patamares de consumo
anteriores ao início da pandemia. No entanto, conforme a Aneel, a oferta de energia está
comprometida em razão dos baixos níveis dos reservatórios. Desta forma, o
mecanismo da bandeira voltou a ser necessário no entendimento do órgão.
“Essa condição de oferta adversa, somada à tendência de
recuperação de carga da energia aos patamares pré-crise, são indícios concretos
de que o mecanismo das bandeiras já merece ser restabelecido e a curto prazo”,
afirmou o relator.