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A dona de casa Juliana da Cruz, mãe de cinco filhos, passou
pela cirurgia de laqueadura, no Hospital Geral de Mamanguape, e contou o quanto
estava feliz por ter feito o procedimento. “Eu tô muito feliz que deu tudo
certo! Os médicos foram maravilhosos, me atenderam muito bem e eu gostei demais
do hospital. Eu já tenho cinco filhos e estava ansiosa pra fazer minha
laqueadura, agora vou viver tranquila”, disse Juliana.
No mês de dezembro, o Opera Paraíba já tem mais um ciclo de
cirurgias programado para o Hospital de Taperoá, diminuindo ainda mais a fila
de espera nos municípios da região. Além dele, outros hospitais também
realizarão cirurgias por meio do programa.
O Opera Paraíba foi lançado há cerca de um ano com o
propósito de reduzir a espera por cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde
(SUS). Só este ano, já foram realizados mais de 2 mil procedimentos,
sem contar as cirurgias de catarata, que já ultrapassam a marca dos 2.800. A
estimativa da SES é de realizar 12 mil cirurgias até o fim do Programa.
Com informações Secom-PB.
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O conceito do “tokenismo” é fácil, muito fácil de ser
identificado, especialmente em ambientes de classe média alta em
diante. Em se tratando de Brasil, esses ambientes são majoritariamente
brancos e hegemônicos, mas todo cuidado é pouco.
Desconfie se nesses ambientes você se deparar com uma única
pessoa negra. Sim, a síndrome do negro único é uma consequência perversa do
racismo estrutural, onde grupos supremacistas brancos “permitem” a entrada de
uma única pessoa preta para usá-la como escudo e/ou blindagem contra uma
possível acusação de racismo. Mal comparando, é o bom e velho “não sou racista,
tenho um amigo negro”.
Mas para além das relações sociais, o “tokenismo” vem ganhando bastante território também no mundo corporativo e até mesmo nas artes, onde pessoas pretas são diretamente “assediadas” por apenas um único motivo: a cor de suas peles.
Sabe aquele e-mail de uma empresa que já começa falando: “estamos pensando em contratar pessoas pretas e pensamos em você”?
Sabe aquele convite para participar de um debate sobre
cultura e só vemos uma pessoa negra?
Pois então, são essas as armadilhas comuns do “tokenismo”,
que vem se tornando bastante comum em espaços outrora dominados pela
branquitude,
O tokenismo é uma armadilha desse grupo para despistar o
racismo, de modo que possam passar imunes aos olhos da opinião pública. Opinião
pública essa agora cada vez mais consciente sobre questões que tangem a pauta
de raça e gênero, por exemplo.
Com o advento da primavera do feminismo negro a partir de
2015, a pauta da diversidade vem ganhando cada vez mais destaque em todos os
setores da sociedade. O auge do auge se deu a partir de junho deste ano com o
assassinato do cidadão afro-americano George Floyd por um policial branco em
Minnesota, nos Estados Unidos.
A brutal cena filmada, que viralizou em tempo real pelo
mundo todo, chocou o planeta e levou às ruas milhares de pessoas, brancas e
negras, protestando contra o racismo. A pauta antirracista passou a ser a
grande bola da vez e, com isso, muitos setores da sociedade, outrora
exclusivamente brancos, passaram a utilizar a carta do “tokenismo” como uma
manobra para disfarçar a desigualdade racial que sempre perpetuaram.
Todavia, a sutileza não faz parte da cartilha antirracista
de uma grande parcela desses grupos. A diretora de marketing da provedora
global de filmes e séries de TV via streaming, Netflix, a poderosa executiva
afro-americana Bozoma Saint John, postou em suas redes sociais recentemente
parte de sua fala sobre “tokenismo”:
“É um insulto ser ‘convidada’ para desempenhar uma função
sob o argumento de que a empresa procura uma mulher negra porque ‘está
reformulando a sua imagem’. É um insulto para o meu currículo, um insulto para
as minhas conquistas. Se eu consegui essa posição de trabalho é porque eu sou a
melhor e não porque eu sou uma mulher negra. Ser negra é apenas um toque a
mais.”
Mesmo assim o assunto é sério, e precisamos, enquanto
sociedade, estarmos atentos para essa prática racista. Em um país onde 56% da
população se declara preta ou parda, deve ser obrigatória a proporcionalidade
racial em todos os espaços em uma nação democrática.
Com informações do HuffPost Brasil.
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Um político no Sri Lanka mostrou que se preocupa realmente
com a saúde financeira da nação asiática. Nesta semana, ele comeu um pescado
cru para tentar acabar com uma teoria que estava se espalhando pelo território.
Dilip Wedaarachchi, que já foi Ministro da Pesca do Sri
Lanka, degustou o peixe na frente de jornalistas do país que gravavam a sua
entrevista. A tal teoria dizia que os peixes estavam infectados e transmitiam a
Covid-19.
“Nosso pessoal da indústria pesqueira não consegue vender
seu pescado. Trouxe este peixe para mostrar a vocês. Estou apelando ao povo
deste país para que coma peixe. Não tenha medo. Você não será infectado pelo
coronavírus”, disse Dilip.
O peixe é o principal item dos pratos do Sri Lanka, que tem
66 mortes pelo coronavírus desde o início da pandemia, um quadro menos grave do
que na maioria dos países do mundo.
Com informações do Vírgula.
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