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Prefeitura de Cuité dará sequência ao Pacote de Ações que visam melhorar cada vez mais a vida das Comunidades da Zona Rural

 


A zona rural de Cuité continua tendo a atenção e respeito que merece. A Prefeitura de Cuité dará sequência ao pacote de ações que visam melhorar cada vez mais a vida do homem e da mulher do campo, para isso a gestão estará ainda mais próxima e pronta para atender as demandas das comunidades.

 

Com informações Ascom.        

 

 

 

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Programa 'Opera Paraíba' realiza mais de 6 mil cirurgias

 


O programa Opera Paraíba atingiu nesta semana a marca de 6.185 cirurgias realizadas, em pouco mais de um ano de atuação.  A força-tarefa composta pelos profissionais que compõem parte da equipe do Programa passou nos últimos sete dias pelos municípios de Guarabira, Picuí, Monteiro, Santa Luzia, Itaporanga, Cajazeiras, Queimadas, Sousa, Itabaiana e Mamanguape, onde foram realizadas hernioplastias, colecistectomias e laqueaduras. 


A dona de casa Juliana da Cruz, mãe de cinco filhos, passou pela cirurgia de laqueadura, no Hospital Geral de Mamanguape, e contou o quanto estava feliz por ter feito o procedimento. “Eu tô muito feliz que deu tudo certo! Os médicos foram maravilhosos, me atenderam muito bem e eu gostei demais do hospital. Eu já tenho cinco filhos e estava ansiosa pra fazer minha laqueadura, agora vou viver tranquila”, disse Juliana. 


No mês de dezembro, o Opera Paraíba já tem mais um ciclo de cirurgias programado para o Hospital de Taperoá, diminuindo ainda mais a fila de espera nos municípios da região. Além dele, outros hospitais também realizarão cirurgias por meio do programa.       


O Opera Paraíba foi lançado há cerca de um ano com o propósito de reduzir a espera por cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS).  Só este ano, já foram realizados mais de 2 mil procedimentos, sem contar as cirurgias de catarata, que já ultrapassam a marca dos 2.800. A estimativa da SES é de realizar 12 mil cirurgias até o fim do Programa. 

 

 

Com informações Secom-PB.       

 

 

 

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Tokenismo é uma prática racista que visa mascarar o racismo de um grupo ou ambiente

 



O conceito do “tokenismo” é fácil, muito fácil de ser identificado, especialmente em ambientes de classe média alta em diante. Em se tratando de Brasil, esses ambientes são majoritariamente brancos e hegemônicos, mas todo cuidado é pouco.


Desconfie se nesses ambientes você se deparar com uma única pessoa negra. Sim, a síndrome do negro único é uma consequência perversa do racismo estrutural, onde grupos supremacistas brancos “permitem” a entrada de uma única pessoa preta para usá-la como escudo e/ou blindagem contra uma possível acusação de racismo. Mal comparando, é o bom e velho “não sou racista, tenho um amigo negro”






Mas para além das relações sociais, o “tokenismo” vem ganhando bastante território também no mundo corporativo e até mesmo nas artes, onde pessoas pretas são diretamente “assediadas” por apenas um único motivo: a cor de suas peles.  


Sabe aquele e-mail de uma empresa que já começa falando: “estamos pensando em contratar pessoas pretas e pensamos em você”?


Sabe aquele convite para participar de um debate sobre cultura e só vemos uma pessoa negra? 


Pois então, são essas as armadilhas comuns do “tokenismo”, que vem se tornando bastante comum em espaços outrora dominados pela branquitude, 


O tokenismo é uma armadilha desse grupo para despistar o racismo, de modo que possam passar imunes aos olhos da opinião pública. Opinião pública essa agora cada vez mais consciente sobre questões que tangem a pauta de raça e gênero, por exemplo. 


Com o advento da primavera do feminismo negro a partir de 2015, a pauta da diversidade vem ganhando cada vez mais destaque em todos os setores da sociedade. O auge do auge se deu a partir de junho deste ano com o assassinato do cidadão afro-americano George Floyd por um policial branco em Minnesota, nos Estados Unidos.


A brutal cena filmada, que viralizou em tempo real pelo mundo todo, chocou o planeta e levou às ruas milhares de pessoas, brancas e negras, protestando contra o racismo. A pauta antirracista passou a ser a grande bola da vez e, com isso, muitos setores da sociedade, outrora exclusivamente brancos, passaram a utilizar a carta do “tokenismo” como uma manobra para disfarçar a desigualdade racial que sempre perpetuaram. 


Todavia, a sutileza não faz parte da cartilha antirracista de uma grande parcela desses grupos. A diretora de marketing da provedora global de filmes e séries de TV via streaming, Netflix, a poderosa executiva afro-americana Bozoma Saint John, postou em suas redes sociais recentemente parte de sua fala sobre “tokenismo”:


“É um insulto ser ‘convidada’ para desempenhar uma função sob o argumento de que a empresa procura uma mulher negra porque ‘está reformulando a sua imagem’. É um insulto para o meu currículo, um insulto para as minhas conquistas. Se eu consegui essa posição de trabalho é porque eu sou a melhor e não porque eu sou uma mulher negra. Ser negra é apenas um toque a mais.”


Mesmo assim o assunto é sério, e precisamos, enquanto sociedade, estarmos atentos para essa prática racista. Em um país onde 56% da população se declara preta ou parda, deve ser obrigatória a proporcionalidade racial em todos os espaços em uma nação democrática.

 

 

Com informações do HuffPost Brasil.        

 

 

 

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MUNDO: Ex-Ministro come peixe cru ao vivo para acabar com 'teoria da conspiração' sobre COVID



Você teria coragem de fazer algo inimaginável para provar que o que diz é verdade e acabar com uma possível “teoria da conspiração” sobre um assunto, que devastaria a economia do seu país?


Um político no Sri Lanka mostrou que se preocupa realmente com a saúde financeira da nação asiática. Nesta semana, ele comeu um pescado cru para tentar acabar com uma teoria que estava se espalhando pelo território.







Dilip Wedaarachchi, que já foi Ministro da Pesca do Sri Lanka, degustou o peixe na frente de jornalistas do país que gravavam a sua entrevista. A tal teoria dizia que os peixes estavam infectados e transmitiam a Covid-19.


“Nosso pessoal da indústria pesqueira não consegue vender seu pescado. Trouxe este peixe para mostrar a vocês. Estou apelando ao povo deste país para que coma peixe. Não tenha medo. Você não será infectado pelo coronavírus”, disse Dilip.


O peixe é o principal item dos pratos do Sri Lanka, que tem 66 mortes pelo coronavírus desde o início da pandemia, um quadro menos grave do que na maioria dos países do mundo.



Com informações do Vírgula.    

 

 

 

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