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156 ANOS DE CAMPINA GRANDE: Hino da cidade ganha nova versão e clipe às margens do Açude Velho


Aos 156 anos, Campina Grande ganhou como presente de aniversário uma nova versão do hino da cidade. Com trechos que descrevem a beleza da Rainha da Borborema, como “o teu céu sempre azul cor de anil, tuas serras de verde vestidas”, a canção, que há 45 anos foi escolhida para representar a cidade, ganhou balanço e modernidade, sem perder o charme do clássico que uma música orquestrada possui.





O cenário escolhido para a gravação do clipe não poderia ser outro: Açude Velho. Foi às margens do cartão-postal da cidade que o novo arranjo musical ganhou vida, ao som da “Orquestra Som na Praça”, nas vozes de Fernando Alves e Eloisa Olinto. A nova roupagem ficou por conta de Cledilson Tadeu, produtor musical e arranjador da versão atualizada.


“Somos amantes da música instrumental e regional. Devido a Pandemia do Covid 19, estamos atravessando um momento crítico. Então, estávamos realizando nossas atividades através de vídeos. Daí, surgiu a ideia de fazermos uma homenagem através de uma nova versão do Hino de Campina Grande com nossa orquestra”, explicou Cledilson.


Com a ideia em mãos, Cledilson conta que elaborou o novo arranjo instrumental. Como se tratava de um hino, que é sempre cantado, o músico explicou que a orquestra adaptou o arranjo para voz.


“Nosso vocalista, Fernando, aceitou o desafio e convidamos Eloisa Olinto para participar com seu timbre feminino. Fizemos todo processo de forma independente e o resultado final está sendo bem aceito”, acrescentou Cledilson, natural de Campina Grande.



Também Campinense de nascença, Eloisa Olinto, convidada especial que deu voz à nova versão do hino, conta que ficou muito feliz e agraciada por ter sido escolhida para participar do projeto. “Não é um trabalho que vai passar, né? É um trabalho atemporal, é uma homenagem que não vai morrer nunca”, compartilhou, orgulhosa.


A cantora explicou que tudo foi muito bem planejado para que o resultado final do clipe fosse satisfatório. “O lugar, o horário, a disposição da orquestra, a vestimenta, foi tudo minuciosamente preparado, com carinho”, finalizou.

 



Com informações do G1.      

 

 

 

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Após pagar aproximadamente R$ 39 mil por 'gato' raro, casal descobre que felino era um tigre

 


Um casal francês gastou € 6 mil, aproximadamente R$ 39 mil, para comprar um gato raro. No entanto, após uma semana de convivência, eles descobriram que o felino era, na verdade, um filhote de tigre de Sumatra. O “acidente” culminou na prisão de nove pessoas.


O caso ocorreu em 2018. Segundo os procuradores, a dupla encontrou o filhote de gato Savannah, que é uma das raças mais caras do mundo, em um anúncio online. Eles fecharam negócio e o buscaram na cidade de Le Havre. Na época, o animal tinha três meses.


O gato Savannah é resultado do cruzamento de um gato doméstico com o serval. A família conviveu com o “pet” por uma semana, mas logo chamou a polícia ao suspeitar que poderia ter recebido um animal diferente do encomendado. E eles tinham razão: na realidade, tratava-se de um filhote de tigre de Sumatra, espécie nativa da Indonésia que corre risco de extinção. 


A descoberta desencadeou em uma investigação que viria a durar dois anos. Nesta semana, nove pessoas foram presas, incluindo o casal, por tráfico de animais. O tigre está sendo supervisionado pelo Gabinete de Biodiversidade da França.

 

Com informações do Vírgula.        

 

 

 

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Sedh firma parceria com MPPB para implantação do Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos na Paraíba

 


A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh) firmou termo de cooperação técnica com o Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB), tendo como principal objetivo o entrosamento dos fluxos de trabalho entre o MPPB e a Sedh, por meio do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas da Paraíba(NETDP-PB), visando à alimentação do Cadastro Nacional de Desaparecidos.


O extrato do termo publicado no Diário Oficial do Estado, dessa quarta-feira (07), explica que o cadastro será realizado a partir da implementação do Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid), do qual a Sedh fará parte como usuária podendo fazer o lançamento dos registros dos casos de desaparecidos na Paraíba. 



O Sinalid, além de ser o Sistema que congrega os Programas de Localização e Identificação de Desaparecidos (Plid) dos Ministérios Públicos Estaduais, é também um sistema informatizado de dados que trabalha de forma unificada reunindo as informações prestadas por todos os estados, cruzando dados a partir da sua própria base e de bases de outros sistemas.


Sobre a assinatura do termo, o secretário do Desenvolvimento Humano, Tibério Limeira, enfatiza que “a gestão, mais uma vez sai na frente, pois é o primeiro dessa modalidade aventado pelo MPPB, que se torna parceiro da Sedh em mais um importante marco para as políticas de enfrentamento ao tráfico e desaparecimento de pessoas. É mais uma política pública sendo implementada para atender à população, além de um alento para os familiares que têm seus entes desaparecidos”, destaca.


A promotora de Justiça que integra o Plid/MPPB, Elaine Cristina Alencar, lembra que, “cada instituição tem seu papel bem definido dentro de suas atribuições, mas é importante essa articulação, essa reunião de forças que tornará muito mais efetiva a resolução dos casos de pessoas em situação de desaparecimento. Ter a Sedh, por meio do Comitê, integrando o Sinalid também como usuária, com perfil para acessar o sistema, fazer edição e lançamento de novos casos, contribuindo com essa busca/ solução só tem a engrandecer e fortalecer esse trabalho que o MPPB tenta implementar. É uma parceria de grande valia e que nós acreditamos que será de muito sucesso”, comemora.


A coordenadora do NETDP-PB e do Comitê de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas da Paraíba (CETDP-PB), Vanessa Lima, lembra que com parceria, o núcleo e o comitê cumprem os dispositivos legais constantes no decreto instituidor 36.816 de 21 de julho de 2016 que prevê a formação de um banco de dados de pessoas desaparecidas. 


“O núcleo e o comitê muitas vezes são porta de entrada para as notícias de pessoas desaparecidas. Nós nos comprometemos a alimentar esse banco de dados com as informações recebidas. Também nos incube capacitar e formar atores envolvidos com a temática do desaparecimento de pessoas e articular a rede de atenção às vítimas de desaparecimento e suas famílias, assim como elaborar estudos e aperfeiçoar as campanhas, visando principalmente a prevenção referente as temáticas.”


“Esse é um trabalho que só se realiza em rede e intersetorialmente. Além da parceria com o MPPB, temos parceria com a Policial Civil, com a Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social, Universidade Federal da Paraíba e outros órgãos que lidam direta ou indiretamente com a temática. Atualmente realizamos reuniões para criação de um fluxograma de atendimento às famílias de pessoas desaparecidas”, completa a coordenadora.

 

 

Com informações SEDH-PB.       

 

 

 

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