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PARAÍBA: Mulher passa a dormir em cadeira fora de casa após cobra tomar conta do telhado

 


Uma mulher precisou sair de casa após uma cobra se alojar no telhado do imóvel, em Cabedelo, na Grande João Pessoa (PB). De acordo com o relato da moradora à TV Cabo Branco, desde a segunda-feira (7) o animal está alojado no telhado da residência.


A casa fica localizada no bairro Renascer III, e a moradora acionou a Polícia Militar Ambiental, que foi até a residência duas vezes, mas não conseguiu localizar a cobra. À TV Cabo Branco, a dona da casa informou que o animal costuma ser visto nos horários mais quentes do dia, a partir das 10h da manhã até as 12h. A Polícia Militar Ambiental foi até a residência durante a noite e não conseguiu resgatar o animal.



Com medo, a mulher tem dormido em uma cadeira na calçada da casa para não ficar no mesmo ambiente que o animal. Rejane afirma que a casa precisa ser destelhada para que o animal seja encontrado e retirado.



+Detalhes: https://globoplay.globo.com/v/8845243/

 


Com informações da TV Cabo Branco.        

 

 

 

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Maltratar cães e gatos pode dar 5 anos de cadeia para agressor

 



O Plenário aprovou pena de cinco anos de prisão anos para quem maltratar cães e gatos. O projeto também proíbe a guarda do animal pelo acusado. O relator, senador Fabiano Contarato (Rede-ES), afirmou que hoje os abusos são tratados como crime de menor potencial ofensivo, o que estimula a reincidência conforme as estatísticas. O senador Jean Paul Prates (PT-RN) anunciou a apresentação de um outro projeto para estender essa punição para maus-tratos contra todos os animais domesticados. De autoria do deputado Fred Costa (Patriota-MG), o projeto segue para a sanção presidencial.




 

+Detalhes: 

https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2020/09/maltratar-caes-e-gatos-pode-dar-cinco-anos-de-cadeia

 

 

Com informações da Agência Senado.       

 

 

 

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Supermercados e Empresas estão sujeitos a multas que podem ultrapassar os R$ 10 milhões por preços abusivos de alimentos

 



A Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, notificou nesta quarta-feira (9) representantes de supermercados e produtores de alimentos para pedir explicações sobre o aumento no preço dos alimentos da cesta básicaSegundo o ministério, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e as associações de produtores terão cinco dias para explicar a alta nos preços praticados, por exemplo, na venda do arroz.


A partir das explicações, a Senacon vai apurar se houve abuso de preço e/ou infração aos direitos dos consumidores. Uma eventual multa pode ultrapassar os R$ 10 milhões.


"O aumento de valores foi notado especialmente em relação ao arroz que, apesar dos positivos volumes produtivos da última safra, sofreu diminuição da oferta no contexto global, o que ocasionou elevação no preço", diz o governo.


Em nota, a secretária nacional do Consumidor, Juliana Domingues, diz acreditar na necessidade de se identificar as causas do aumento para se decidir sobre medidas adequadas para conter os avanços no preço.



“Não podemos falar em preços abusivos sem antes avaliar toda a cadeia de produção e as oscilações decorrentes da pandemia. Por essa razão, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor expediu ofícios para o levantamento de dados que são necessários para aferir qualquer abusividade”, afirmou.


Além da notificação, a secretaria vai debater com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o Ministério da Economia as medidas para reduzir o aumento nos preços dos alimentos. O pedido de explicações foi divulgado na tarde desta quarta, enquanto o presidente da Associação Brasileira de Supermercados, João Sanzovo Neto, se reunia com Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto para tratar do tema.



Na saída, Sanzovo Neto afirmou que os supermercados não são "vilões" da inflação da cesta básica, e que a margem de lucro nos produtos básicos já é baixa em razão da alta competitividade do setor. Questionado sobre a notificação da Senacon, disse que a associação mostrará a "realidade".


"Nós temos todos os relatórios. Inclusive, as associações dos produtores têm informando o que oscilou de cada produto. Isso vai ser muito tranquilo e temos confiança na Senacon porque eles também têm órgãos de pesquisa e eles sabem que essa oscilação está ocorrendo e nós vamos explicar por que e espero que os outros setores da cadeia, da roça até o supermercado, também expliquem", declarou.

 

 

Explicações


Em nota divulgada na última quinta-feira (3), a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), afirmou que o setor tem sofrido forte pressão de aumento nos preços, de forma generalizada, repassados pelas indústrias e fornecedores. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a pandemia fez os brasileiros comprarem mais alimentos, o que forçou preços para cima antes mesmo das altas provocadas pela entressafras.


Além disso, a disparada do dólar em relação ao real encareceu os insumos da agropecuária. “Com o câmbio mais elevado, o fertilizante está mais caro. O farelo de soja e de milho que é utilizado na ração de animais tem regiões com mais de 50% de aumento de custos de produção”, explicou Bruno Lucchi, superintendente-técnico da CNA.


O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese) afirma que o dólar alto também estimula os produtores a vender para os outros países.



“Quando se exporta um produto, você manda para fora, o produtor recebe em dólar, e na hora em que ele transforma em real ele ganha mais. Então, uma taxa de câmbio desvalorizada, estimula a exportação. Você tem um impacto muito grande das exportações no volume de produtos ofertados no mercado interno. Quando eles [os produtos] chegam em menor quantidade, [há] uma redução da oferta interna e eles chegam mais caros para as famílias”, explica a economista sênior do Dieese Patrícia Costa.

 



Com informações do G1.       

 

 

 

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Rato come folhas de maconha, fica em coma e passa por 'reabilitação' de 6 dias

 



Um canadense publicou nas redes sociais fotos de um caso curioso que ocorreu na casa dele, em New Brunswick. Ele encontrou um rato desmaiado depois que comeu várias folhas de maconha no quintal. O animal ficou seis dias em reabilitação“.


Colin Sullivan afirma que viu o rato comendo as folhas por dois dias consecutivos, na semana passada. Ele fez imagens do momento, mostrando o rato mordiscando a folhagem.


A substância fez efeito rapidamente e o ratinho foi encontrado em estado de coma. Colin decidiu colocá-lo em uma gaiola e iniciou um “programa de 12 passos” para a “rehab” do roedor.

 

Um dia de cada vez


Isolado na gaiola e totalmente chapado, o animal ficou longe das plantas e passou por uma longa batalha, “vivendo um dia de cada vez”, como relatou o canadense. Dias depois, o rapaz compartilhou nas redes sociais que o rato estava pronto para voltar à natureza. “Depois de uma longa e desesperada batalha contra o vício, esse ratinho triturou sua luta, colheu as sementes e os caules e está pronto para ir”, explicou.




 

Com informações do Metrópoles.        

 

 

 

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Site da Secretaria Especial de Cultura do Governo Federal sofre ataque de hackers

 



O site oficial da Secretaria Especial de Cultura sofreu um ataque de hackers nessa quinta-feira (10/9). A situação foi normalizada logo depois, mas ainda há rastros do ataque cibernético na busca do Google. Na pesquisa, ainda é possível ver mensagens do hacker, que se identificou como HaxStroke, Salver Corleone.



A publicação que alterou a página do órgão estava acompanhada de um vídeo de uma música trap, com os versos “só duas semanas online/invadimos site/Trio Ternura faz história desde o skype.’.


A invasão ocorreu na mesma semana em que um ofício determinou que todas as postagens em redes e sites de órgãos culturais teriam que ser aprovados pelo secretário Mario Frias. “Enfia o site do governo e afunda”, diz o Trio Ternura em outro trecho.

 

O Ministério do Turismo, ao qual a Secretaria Especial de Cultura é vinculada, foi questionado sobre o ataque e possível roubo de informações ou danos ao sistemas de dados, mas não obteve resposta.

 


Com informações da Agência Estado.       

 

 

 

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