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Uma surfista cujo nome não foi divulgado foi retirada de uma praia na Espanha algemada e acompanhada por agentes de segurança vestindo roupas especiais para evitar contaminação. Motivo: ela foi testada positivo para covid-19.
De acordo com informações do Daily Mail, a mulher havia
trabalhado como salva-vidas na praia de La Zurriola, na cidade de San
Sebastian, norte do país, e foi denunciada por colegas que a viram na água
surfando.
Fotos publicadas por jornais locais mostram o momento em
que ela é abordada e retirada da praia por dois guardas devidamente protegidos
com trajes anticontaminação.
As regras de isolamento social na Espanha são muito rígidas e ela pode enfrentar uma multa de até R$ 38 mil. Se o exame comprovar que ela contaminou alguém durante o tempo em que esteve na praia, o valor da multa pode aumentar em até 20 vezes. Ela foi levada pelos policiais e está presa.
Com informações do metro Jornal.
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O Programa Empreender PB realiza, a partir desta terça-feira (8) até o próximo dia 11, a assinatura de 157 contratos em domicílio, atendendo empreendedores das 8ª, 9ª, 10ª e 13ª regiões, representando um investimento de aproximadamente R$941.870,00. O cronograma integra as medidas adotadas pelo Governo do Estado para atender pequenos empreendedores durante a pandemia.
Os municípios atendidos são: Aparecida, Bernardino Batista,
Bonito de Santa Fé, Brejo do Cruz, Cajazeiras, Carrapateira, Catolé do Rocha,
Marizópolis, Monte Horebe, Pombal, Santa Helena, São Bento, São Domingos, São
Francisco, São João do Rio do Peixe, São José da Lagoa Tapada, Sousa e Triunfo.
De acordo com o secretário executivo de Empreendedorismo,
Fabrício Feitosa, apesar de todas as dificuldades impostas pela necessidade do
isolamento social, o Programa Empreender PB trabalha para que o máximo de
empreendedores seja atendido. “A nossa expectativa é que esse recurso possa
ajudar os empreendedores a se manterem vivos durante essa pandemia e também
para que eles possam fazer novos investimentos para esse momento de retomada”,
ressaltou Fabrício Feitosa.
Os empreendedores participantes desta etapa estão com o
processo em fase de contratação no Programa e serão contatados, por telefone,
para agendamento da visita em domicílio. A equipe alerta que todos estejam com
seus telefones disponíveis e permaneçam em suas casas até a visita do técnico.
Seguindo as orientações de segurança, o Programa Empreender
PB também orienta a todos os envolvidos que utilizem a máscara, álcool em gel e
assinem o contrato com caneta própria.
Com informações Secom-PB.
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A estudante universitária presa em Campina Grande suspeita
de participar de um esquema de venda de vagas em cursos de medicina teve a
prisão temporária prorrogada por mais cinco dias. Ela
seria liberada nesta segunda-feira (7), mas a direção do presídio feminino
de Campina Grande recebeu a comunicação da prorrogação no sábado.
A prisão
aconteceu durante a 2ª fase da Operação Asclépio, da Polícia Civil de Assis
(SP), que buscou prender “pilotos” - pessoas que faziam as provas no lugar
dos candidatos. A mulher de 23 anos é estudante de medicina e é suspeita de ter
feito a prova no lugar de 15 pessoas. Segundo a polícia, o grupo cobrava até R$
120 mil por vaga.
Conforme a polícia, a jovem é estudante em uma universidade
particular de Campina Grande e confessou a participação contando detalhes da
organização. Ela teria sido aprovada em sete, dos 15 vestibulares que fez se
passando por outras pessoas.
A suspeita confessou participação no esquema e contou tudo
o que sabia durante o depoimento na Central de Polícia de Campina Grande. Por
isso, deve responder às acusações em liberdade, de acordo com o delegado
Demétrius Patrício, que deu apoio à operação de São Paulo em Campina Grande.
Durante a segunda fase da Operação Asclépio, foram expedidos 22 mandados de busca e apreensão e 12 de prisão temporária em cidades de São Paulo, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Minas Gerais. Durante as investigações, a polícia apurou que a fraude no vestibular consistiu na realização da prova por terceiras pessoas, que se identificaram como os verdadeiros candidatos, denominados pela quadrilha como “pilotos”.
Eles assinaram as listas de presença e as folhas de
respostas, assim como tiveram coletadas suas impressões digitais e captadas
suas imagens durante a realização da prova do vestibular. Com isso, os
investigadores passaram a trabalhar para identificar os “pilotos”.
Com informações do G1.
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