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Governo da Paraíba divulga nova avaliação do 'Plano Novo Normal' com 86% das Cidades em bandeira amarela e recomenda que não sejam retomadas qualquer espécie de atividades de Ensino Regular presencialmente

 



Neste sábado (8) foi divulgada a 5ª avaliação da situação pandêmica do estado e o Plano Novo Normal para a Paraíba, que tem 191 municípios na bandeira amarela, correspondendo a 86% de todo o estado. João Pessoa, Campina Grande, Patos e Guarabira estão inclusas nesse percentual. Com isso, uma nova recomendação foi feita em relação às atividades educativas, informando por exemplo que as aulas sejam retomadas apenas em cursos de saúde. E isso mesmo limitado às turmas próximas da conclusão.



Na 4ª avaliação, 83% dos municípios estavam na bandeira amarela. Nessa 5ª avaliação, houve um pequeno crescimento, e as cidades que já estavam nesta condição permaneceram. A bandeira laranja permaneceu estável com 10% dos municípios, enquanto a bandeira verde regrediu de 7% para 4% das cidades paraibanas. A Secretaria do Estado de Saúde da Paraíba (SES/PB) afirmou que as medidas protetivas mais eficazes são o uso ostensivo de máscara, a lavagem das mãos e a manutenção do distanciamento social.



A Nota também traz alterações no funcionamento de bares, restaurantes e academias nos municípios com bandeira amarela, que passam a funcionar, observada a adoção de novos protocolos. A SES divulgou ainda uma Nota Técnica sobre as atividades educacionais de forma presencial, recomendando que não sejam retomadas qualquer espécie de atividades de ensino regular nesse momento.


Só na Paraíba, as análises das matrículas realizadas nas redes públicas estaduais e municipais, da educação infantil ao básico, reúnem mais de 575.000 estudantes. As atividades educacionais, ainda que de forma lenta e gradual e mesmo que realizada com menores frequências semanais de aulas presenciais certamente mobilizará contingentes significativos de pessoas, o que pode facilitar a contaminação por coronavírus nos ambientes escolares.



A nota também destaca que é pertinente propor que até que se concluam estudos populacionais promovidos pelas Secretarias de Estado da Saúde e da Educação (já em andamento), que reúnam níveis de acurácia aceitáveis para projeção e análise da prevalência e da incidência da Covid-19 no Estado da Paraíba, não sejam retomadas qualquer espécie de atividades de ensino regular.



Propõe-se também que, desde já, sejam construídas e disponibilizadas recomendações preparatórias para retomada lenta e gradual das atividades educacionais presenciais, a serem aplicadas assim que as análises citadas estejam disponíveis e apontem níveis de segurança, que permitam tais retomadas.



Mesmo os municípios em bandeira verde não devem retomar nenhum tipo de atividade nas escolas. Somente os cursos de níveis superior da área de saúde, em fase de conclusão (últimos 4 semestres do cursos de medicina e últimos 2 semestres dos demais cursos), podem retornar as atividades cumprindo normas sanitárias.

 

 

+Detalhes: https://paraiba.pb.gov.br/noticias/governo-divulga-nova-avaliacao-do-plano-novo-normal-com-86-das-cidades-em-bandeira-amarela-e-faz-recomendacoes-as-atividades-educacionais

 

 

Com informações do G1.      

 

 

 

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Motoboy que sofreu ataque racista ganha moto 0KM

 


Na última sexta-feira (7) o entregador Matheus Pires, de 19 anos, sofreu um ataque racista em um condomínio de luxo em Valinhos, interior de São Paulo, e o vídeo viralizou na web. Indignados com as ofensas do agressor, que chegou a dizer que o jovem tinha inveja de sua cor e a menosprezar a sua função de motoboy, vários internautas e celebridades prestaram solidariedade ao rapaz nas redes sociais. 


Apenas um dia após a repercussão do vídeo, Matheus já soma mais de um milhão de seguidores no Instagram e, depois de ter revelado que sua moto estava quebrada, já foi presenteado com uma novinha.


"Obrigado pelo carinho, sem palavras pra agradecer!!!", escreveu o jovem na legenda da foto em que exibe a sua moto nova no Instagram.



 

 

Com informações da Vix.        

 

 

 

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Presidente de sindicato esquece câmera ligada e admite esquema irregular de trabalho escravo em sisal

 

A reportagem foi ao ar no programa "Repórter Record Investigação" desta semana.  Durante a entrevista a Adriana Araújo, Wilson Andrade assegurou que o setor fornecia condições de trabalho adequadas. Ele afirmou que tudo estava dentro do padrão exigido pelas leis brasileiras. Mas após se despedir da jornalista, ele esqueceu de encerrar a chamada e ao conversar com o assessor desmentiu o próprio discurso.

 

No vídeo ele aparece falando que “a defesa está feita". "Ela [a jornalista Adriana Araújo] está querendo colocar [a culpa] na conta da indústria”, diz. “O esquema é completamente irregular. Não tem registro, o cara trabalha como autônomo. Chega na sua fazenda, tira o sisal. Metade é seu, metade é meu. Tá errado, ela tem razão (…) Agora, você tem que defender naquilo que pode, tá certo?”, diz o presidente do sindicato em seguida.

 

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), informa que o setor movimentou US$ 100 milhões por ano, cerca de R$ 543 milhões na cotação atual do dólar. A reportagem do “Repórter Record Investigação” denunciou as jornadas de trabalho exaustivas, lavradores que foram mutilados em equipamentos e crianças que precisam ajudar os pais nas plantações. Grande parte dessas pessoas não recebe nem um salário mínimo.

 

 

Com informações do Bahia Notícias.        

 

 

 

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BRASIL: Homem é condenado a pagar R$ 2 mil por incomodar vizinho com som alto

 

A justiça condenou um homem a pagar uma indenização ao vizinho por causa de som alto em Pirenópolis, a cerca de 120 km de Goiânia. Claudinei Sebastião de Almeida foi obrigado a pagar R$ 2 mil em danos morais para José Simoa de Moraes. De acordo com os autos, os problemas começaram em julho de 2018. José afirma que ele mantinha com frequência o som ligado em um volume excessivamente alto. Além disso, houve relatos de muita algazarra.



José não foi o único a reclamar. Outra vizinha afirmou em juízo que Claudinei fazia diversas festas com amigos em casa. Ela relatou que precisou acionar diversas vezes a Polícia Militar (PM) durante a madrugada, para que ele diminuísse o som. Entretanto, o problema continuou. O reclamante ressaltou à justiça que tentou resolver o problema de forma amigável. Entretanto, Claudinei teria dito “que aquilo não era problema dele e que se ele tivesse algum incômodo que procurasse a Justiça”.

 

A sentença



Em sua defesa, Claudinei ressaltou que não havia “comprovação de prejuízos ou desgaste emocional a ensejar a reparação”. A juíza responsável pelo caso, Aline Freitas da Silva, pensou diferente. Para ela o direito ao sossego é modalidade de direito subjetivo da personalidade, o qual se encontra incurso no direito à integridade física e psíquica.


“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”, disse Aline, na sentença.

 

Além da indenização, a juíza deferiu uma liminar que determina que Claudinei não realize atividade que possa perturbar o sossego do autor de som mecânico, algazarra ou ruídos acima dos níveis permitidos. Além disso, ele ficou proibido de utilizar som automotivo no local depois das 22 horas.

 

 

 

Com informações do  Mais Goiás.        

 

 

 

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BRASIL: Farmácia vende ilegalmente 'Kit COVID-19''

 

Uma farmácia localizada no Núcleo Bandeirante vende, de forma irregular, medicamentos que supostamente ‘previnem’ e ‘tratam’ a covid-19, um tipo de serviço considerado criminoso pelo Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal. O contato para a compra na Drogaria Ultra Popular é feito pelo WhatsApp de um funcionário que diz se chamar Flávio. O orçamento e o pedido são feitos antes e de acordo com a demanda da pessoa: se é pra “prevenir” ou para “curar”


O kit anti-covid-19 inclui Azitromicina, Leverctin, Zinco quelato, além de Vitamina C e D, ao custo de R$ 156. Já o kit de tratamento vem com Azitromicina, Zinco Quelato, Dexametasona e Clexane - com seis seringas - e custa R$ 407. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Conselho de Medicina do Distrito Federal e Conselho de Farmácia do DF ressaltam que não há eficácia comprovada para nenhum desses medicamentos contra a covid-19. Simulando interesse nos produtos, a reportagem entrou em contato com o vendedor e buscou informações sobre o negócio. 


Os fármacos são vendidos sem receita, embora a Anvisa tenha informado que todos esses remédios já estavam sujeitos a prescrição médica - mesmo antes da pandemia. O pagamento pode ser à vista ou em até seis vezes no cartão. Além disso, o serviço de delivery funciona em todo o DF, sem cobrar taxa. A reportagem foi até a drogaria Ultra Popular do Núcleo Bandeirante e, sem receita, comprou o “kit covid-19”. Sem qualquer orientação médica, o atendente explicou como administrar os fármacos, sem saber que estava sendo gravado.


Por telefone, a delegada Mariana Almeida, responsável pela 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), que fica em frente à farmácia, recomendou à reportagem que fosse registrada uma ocorrência virtual para apuração dos fatos. Segundo explicou, a legislação sobre o assunto demanda interpretação e não há consenso sobre a prática de vender remédio sem receita ser crime.



O presidente do Conselho de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF), Farid Buitrago, entende que a prática é, sim, um crime, já que há um órgão regulador que determina a apresentação e até retenção da receita médica. “Comprar medicamento sem prescrição é considerado um crime. Tanto a pessoa que está fazendo a prática quanto a farmácia que disponibiliza o medicamento que precisa da prescrição médica para ser dispensado estão cometendo um ato ilícito. Existem medicamentos que são regulados pela Vigilância Sanitária que só serão dispensados mediante apresentação de uma receita médica porque são medicamentos potencialmente danosos, a depender da dose e da pessoa que está utilizando”, disse ao Correio.



O Conselho de Farmácia do Distrito Federal (CRF-DF) esclarece que a prática configura uma infração ética e lembra que o profissional de farmácia tem legislações específicas a cumprir, especialmente diante do enfrentamento de uma pandemia. A presidente do conselho, Gilcilene Chaer, frisou que a prática está errada e que o profissional pode ser punido administrativamente. “É dever do farmacêutico seguir as legislações vigentes para o exercício da sua função e, sobretudo, orientar a população quanto ao uso indiscriminado de medicamentos para o tratamento da covid-19 e demais utilizações. Além disso, a sociedade necessita descontinuar a prática de uso de medicamentos por conta própria, no sentido de evitar complicações e manifestações contrárias ou indesejáveis tanto na covid-19, como nas demais patologias”, explicou.



O farmacêutico Rafael Nobre gravou com a equipe da Tv Brasília na manhã dessa sexta (7/8). Ele disse que é responsável pela farmácia e que o local não comete nenhuma irregularidade. Questionado se há venda de kit covid pelo Whatsapp, ele negou a denúncia.

 

 

Com informações do Correio Braziliense.       

 

 

 

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Como o negacionismo e os erros do Governo Bolsonaro levaram à tragédia de 100 mil mortes por COVID no Brasil

 


O Brasil encerrará esta semana atingindo o marco de 100 mil mortes causadas pela covid-19. A dimensão numérica do impacto da pandemia ultrapassa de longe todas as outras tragédias nacionais e causas mais comuns de óbitos no País. Após 5 meses de uma crise conduzida por uma governo que minimiza o vírus, sem um titular no Ministério da Saúde há quase 90 dias, sanitaristas à frente do debate sobre a epidemia afirmam que o cenário podia ter sido menos devastador.



“Era perfeitamente possível não termos chegado a 100 mil mortes. Provavelmente se tivéssemos continuado com a gestão do nosso primeiro ministro de saúde [Luiz Henrique Mandetta] a conduzir a pandemia, na época em que tínhamos um. A partir do momento em que você assume nacionalmente o negacionismo da ciência, da doença e da pandemia, com certeza esse cenário se torna inevitável”, afirma a bióloga Natália Pasternak, fundadora do Instituto Questão de Ciência.





Sem reconhecer a dimensão da crise, fica difícil enfrentá-la. Ao mesmo tempo em que negava a gravidade da epidemia, chegando a ocultar dados, o governo de Jair Bolsonaro apostou em pautas diversionistas, estratégia usada pelo bolsonarismo também em outras áreas. 



Na noite de quinta-feira (6), o presidente mencionou, durante uma live, o número trágico. “A gente lamenta todas as mortes, está chegando ao número de 100 mil talvez hoje, é isso? Mas vamos tocar a vida, tocar a vida e buscar uma maneira de se safar desse problema”, afirmou. 



Segundo Pasternack, “há um contrassenso” na postura do presidente. “Você nega a doença, mas ao mesmo tempo apresenta uma cura milagrosa. E essas curas milagrosas tiram a atenção dos problemas reais porque se somam ao discurso de que o ‘problema já nem existe, mas mesmo que exista, tá aqui a solução, então vida normal, nada está acontecendo’ e ainda se investe dinheiro público e a esperança das pessoas. Então você desinforma, deseduca a população e desperdiça recursos públicos com coisas que não funcionam”, afirma, referindo-se à obsessão do governo Bolsonaro com medicações como a cloroquina.



Desde o início da pandemia, o presidente adotou uma postura negacionista. Enquanto a comunidade científica enfatizava a importância do isolamento social para frear o ritmo de transmissão do SARS-CoV-2, Bolsonaro encampou o discurso de que era preciso “salvar empregos”. O fechamento do comércio nas cidades passou a ser tratado como uma disputa política, em um falso dilema entre economia e saúde. 



A mesma polarização foi adotada pelo governo em outra frente: respostas milagrosas, que prometiam uma cura. Ainda que após 7 meses da descoberta do vírus ainda não haja vacina ou um remédio com uso comprovado cientificamente para tratar a covid-19, o governo Bolsonaro adotou a cloroquina como bandeira. A distribuição do medicamento que aumenta o risco cardíaco e é ineficaz contra o novo coronavírus ultrapassou 5 milhões de comprimidos, de acordo com o Ministério da Saúde. No âmbito municipal, um fenômeno semelhante ocorreu com a distribuição de ivermectina pelas prefeituras.



A pressão pela adoção de medidas na contramão da ciência levou à saída de 2 ministros da Saúde: Luiz Henrique Mandetta, em 16 de abril, e Nelson Teich, em 15 de maio. Desde então, a pasta que deveria ser protagonista na resposta à pandemia é coordenada por um interino, o general Eduardo Pazuello, sem experiência na gestão de saúde pública.



+Detalhes: https://www.huffpostbrasil.com/entry/100-mil-mortes-erros-pandemia_br_5f2ac321c5b6e96a22ac533c

 

 

Com informações do HuffPost Brasil.        

 

 

 

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