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Após explosão em Beirute (Líbano), Enfermeira é fotografada protegendo três bebês recém-nascidos



Na última terça-feira (4), uma grande explosão atingiu Beirute, capital do Líbano, matando mais de 100 pessoas. No Centro Médico Universitário de Saint George, uma figura feminina se distinguia em meio aos estilhaços. Em seus braços, as vidas que salvou.



A enfermeira carregava três bebês recém-nascidos no colo, enquanto tentava usar o telefone apesar da suspensão da linha. A imagem viralizou no Facebook e a profissional foi chamada de “heroína”.


“16 anos de fotojornalismo e muitas guerras. Posso dizer que não vi nada parecido com a área de Ashrafia, especialmente em frente ao hospital. Essa ‘heroína’ me chamou a atenção dentro do hospital, ela estava apressada para fazer uma ligação apesar da suspensão do sistema de telecomunicação, carregava três recém-nascidos no colo e estava cercada de dezenas de corpos e pessoas feridas”, descreveu o profissional, que esteve no centro médico parcialmente destruído.


A explosão ocorreu no porto, causando grande devastação em Beirute. De acordo com informações do site Newsweek, foram ao menos 100 morto e mais de 4 mil feridos. Ainda há centenas de desaparecidos. O presidente Michel Aoun aponta que a explosão foi ocasionada por 2.750 toneladas de nitrato de amônio armazenadas no local.

 

 

Com informações do Vírgula.       

 

 

 

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Flagrado novamente circulando sem máscara, desembargador volta a atacar Guardas e diz que não lembra de estar ali


O desembargador Eduardo Siqueira, que foi gravado humilhando um guarda civil metropolitano (GCM) em Santos (SP), no dia 18 de julho, após ser abordado por estar caminhando na praia sem máscara, foi flagrado novamente sem o equipamento de proteção. A imagem de Siqueira, registrada por uma moradora do município do litoral de SP, foi repassada ao portal G1.

 

Ao ser procurado pela equipe do site, o desembargador ironizou os guardas. "Uma coisa que eu ignoro são essas viaturas da guarda... Esses meninos para cima e para baixo. Não dou a menor bola para eles, não os vi, não sei. É um desprazer vê-los na praia, estragando, poluindo a praia", disse em áudio enviado ao G1.


Eduardo Siqueira não negou, tampouco confirmou, que estivesse na praia na manhã da última quarta-feira (5) ao portal. "Eu não me lembro. Provavelmente não era eu", disse, afirmando que naquela data estava trabalhando a partir do período da tarde. A foto, no entanto, teria sido feita de manhã.



Segundo relato da moradora ao G1, ele estava caminhando com a máscara no pescoço e falando ao celular, tendo ficado com a máscara por 20 cerca de 20 minutos, conforme observado pela moradora. De acordo com ela, ele avistou uma viatura da GCM, deu meia volta e colocou a máscara.

 

"Se ela tem alguma prova de qualquer coisa que ela tenha contra mim, ponha por escrito, identifica e tudo mais. Ela devia casar em vez de ficar aporrinhando a vida dos outros, não é? Eu acho. Tchau, obrigado", afirmou o desembargador em áudio.



Desde maio, um decreto em Santos obriga o uso de máscara em espaços públicos e estabelecimentos comerciais de Santos,. Ao seu abordado por dois guardas civis metropolitanos, no entanto, Eduardo Siqueira os ofendeu, chamando-os de "analfabetos", e ligou para o secretário de Segurança Pública da cidade, Sérgio Del Bel Júnior, para reclamar dos servidores. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) chegou a abrir uma reclamação disciplinar contra o magistrado.

 

 

 

Com informações do G1.      

 

 

 

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Fazendo tratamento errado, criança picada por cobra vai parar na UTI após Médica afirmar que ferimento teria sido causado por um prego



Uma criança de 5 anos precisou ser internada em uma UTI do Hospital de Doenças Tropicais (HDT), em Goiânia, após ser picada por uma cobra em uma fazenda, a cerca de 30 km de Ipameri. O caso ocorreu na última segunda-feira (3) e a família critica o primeiro atendimento médico no interior de Goiás. Eles dizem que o quadro de saúde do menino teve piora após diagnóstico e tratamento errado na unidade de saúde no município.



Conforme relato de uma tia da criança, que preferiu não ter o nome revelado, o menino estava próximo a uma lavoura de milho juntamente com a mãe quando foi picado pela cobra. O fato, porém, só foi percebido horas depois, quando o garoto relatou que sentia dores na perna.


“Quando ele disse que estava com dores, os pais já olharam a perna e perceberam que algo estava errado. Foi aí que o menino falou que uma cobra colorida havia lambido a perna dele”, disse a tia.


A mulher conta que logo ao perceber a ferida, os pais levaram a criança ao Pronto Atendimento Municipal de Ipameri. Segundo ela, a família declarou que o menino havia sido picado por uma cobra, mas a médica teria descartado a hipótese e afirmou que o ferimento teria sido causado por um prego.


“Meu sobrinho chegou muito nervoso, chorando muito. Ele acabou sendo pressionado e disse que tinha se machucado em um prego. Antes disso, porém, a família já tinha informado que a ferida tinha sido causada por uma cobra, mas isso não foi levado em consideração. O tratamento adequado não foi feito e o estado de saúde agravou”, relatou.


Piora


Conforme conta a mulher, o garoto foi medicado com soro e liberado posteriormente. Durante a noite, ele teve piora e já na manhã de terça-feira (4) relatou que não enxergava os pais e não conseguia pisar no chão.


Ela conta que a criança foi levada, novamente, ao pronto atendimento de Ipameri. “Neste momento já era outra equipe, que afirmou que o ferimento realmente tinha sido feito por uma cobra. O problema é que o caso já tinha agravado.”



O menino foi transferido em estado grave para uma UTI do HDT. Segundo a tia, a criança corre o risco de ficar com os rins paralisados. “Foi um erro de diagnóstico e a falta de tratamento correto no primeiro atendimento. Se tivesse tratado antes não teria chegado a esse ponto.”

 

 

 

Com informações do Mais Goiás.       

 

 

 

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Projeto que implementaria suposto valor de R$ 800 pós- 'Auxílio de R$600' foi retirado de tramitação pelo autor desde maio


CÂMARA DOS DEPUTADOS LIDERANÇA DO PTB REQUERIMENTO

(Do Sr. Pedro Lucas Fernandes)

 

Senhor Presidente, Requeiro, nos termos do art. 104 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, a retirada de tramitação do Projeto de Lei n° 2.910 de 2020, de minha autoria, que “Institui o Programa Seguro Família.” 


Sala das Sessões, 27 de maio de 2020.

 

DEPUTADO PEDRO LUCAS FERNANDES LÍDER DO PTB

 



Notícia divulgada da aprovação do projeto de “Auxílio de R$800,00" pós- "Auxílio de R$600,00”: 


https://noticiasconcursos.com.br/direitos-trabalhador/projeto-confirma-o-valor-de-r-800-logo-apos-o-auxilio-emergencial-de-r600/






+Detalhes: 

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2253739

 

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1898384&filename=Tramitacao-PL+2910/2020

 


https://www.camara.leg.br/noticias/666207-proposta-cria-beneficio-mensal-para-subsistencia-das-familias-brasileiras/

 

http://cnc.org.br/sites/default/files/arquivos/decifrando_o_processo_legislativo_no_congresso_nacional.pdf




Com informações da Agência Câmara.       

 

 

 

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Repórter da RECORDTV é denunciado por crime de importunação sexual



Nesta quinta-feira (6), o jornalista Daniel Castro, do 'Notícias da TV', divulgou que o repórter Gerson de Souza foi denunciado pela promotora Maria do Carmo Galvão de Barros Toscano, do Ministério Público de São Paulo, pelo crime de importunação sexual contra quatro jornalistas da Record TV, todas no ambiente de trabalho do programa Domingo Espetacular.



A denúncia é resultado de investigação policial aberta em maio do ano passado, quando 12 mulheres procuraram o departamento de Recursos Humanos da Record e afirmaram terem sido vítimas de assédio sexual por parte de Souza. De acordo com as vítimas, Souza as constrangia com toques físicos e palavras maliciosas. Em um dos casos, o repórter teria dado um beijo na boca de uma produtora. 


O Ministério Público, informou que as investigações do 23º DP (Perdizes) de São Paulo concluíram que Souza "por diversas vezes e de forma continuada, importunava as vítimas com palavras maliciosas, comentários de conotação sexual, gestos obscenos e toques lascivos e não consentidos, com elas mantendo contato físico inoportuno, constrangendo-as dentro do local de trabalho".




A promotora informou que Gerson de Souza negou as acusações à polícia, porém os depoimentos de quatro das vítimas foram confirmados por nove testemunhas.  A acusação foi protocolada na Justiça na última segunda-feira (3). Se condenado, pena é de prisão por até cinco anos. Afastado dos trabalhos desde maio do ano passado, Gerson continua recebendo seus salários e a Record TV alega que "segue aguardando o desfecho do caso".


Os advogados de Gerson de Souza disseram ao 'Notícias da TV' que, "como o caso tramita em segredo de Justiça, por enquanto registramos apenas que a inocência do Gerson será demonstrada"

 

 

Com informações do Notícias da TV.       

 

 

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Holanda se torna 1º país do Mundo a controlar aumento de cachorros de rua; entenda como

O país possui um programa de políticas públicas que possibilitou acabar com o problema. Porém, mais do que castrar animais abandonados, o país também trabalha para conscientizar a população sobre o bem-estar animal. Casos de abusos ou de maus tratos são punidos e podem, inclusive, resultar em prisão.


De acordo com estudo publicado pela Stray Animal Foundation Platform, organização de direitos dos animais, os Países Baixos conseguiram minimizar o número de cachorros de rua após grande estudo para entender o porque os animais estavam sendo abandonados e como se reproduziam.



Os dados analisados incluem até mesmo literatura do século 19, quando os animais de rua já eram um grande problema. Ao final do século 20, após tentativas mal sucedidas para reverter a situação, a Lei de Saúde e Bem-Estar dos Animais entrou em vigor. Ficou proibido a qualquer tutor de animal realizar abusos ou negar os cuidados necessários. Violar essa regra é crime, cabível de multa e detenção.


O país também colocou em prática um programa batizado de CNVR, sigla para "Collect, Neuter, Vaccinate, Return", ou coletar, castrar, vacinar e devolver, na tradução livre. Tanto animais de rua quanto os que têm um tutor oficial foram e são registrados pelo governo para acompanhamento. No caso dos de rua, os animais foram castrados, vacinados e, posteriormente, devolvidos ao local onde foram encontrados até a situação ser controlada. Já os tutores de animais têm de seguir uma série de exigências para garantir o bem estar dos bichos.



Para que o CNVR gerasse os resultados esperados, foi necessário retornar com os animais castrados ao local onde foram encontrados porque o objetivo era criar uma população estéril e, assim, evitar a reprodução de rua. Caso isso não fosse feito, um animal fértil teria grandes chances de ocupar o lugar daquele animal que foi castrado, e a população continuaria crescendo. Felizmente, a Holanda conseguiu acabar com os cachorros de rua.

 

 

 

Com informações da Vix.       

 

 

 

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STF determina proteção a Índios e ao 'Bolsa Família'


Em duas derrotas para o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem proibir cortes no programa Bolsa Família durante a pandemia do novo coronavírus e obrigou o governo federal a adotar uma série de medidas para conter o avanço da covid-19 entre os povos indígenas. Nos dois casos, os ministros foram unânimes ao votar contra a gestão de Jair Bolsonaro, demonstrando uma unidade incomum na Corte.


No julgamento sobre o programa de assistência social, foram necessários apenas quatro minutos para que os nove magistrados que participaram da sessão de ontem chegassem ao veredicto. Cármen Lúcia e Celso de Mello estavam ausentes.


Entre as ações na área da Saúde impostas pelo STF ao governo estão a elaboração de um plano de enfrentamento voltado aos povos indígenas, a formação de políticas para criar barreiras sanitárias e a contenção e o isolamento de invasores em terras indígenas, além da instalação de uma sala de situação para a gestão de ações de combate à pandemia. A Corte também determinou que todos os indígenas em aldeias tenham acesso ao sistema público de saúde.


Bolsonaro já foi alvo de cinco representações no Tribunal Penal Internacional (TPI) por causa da condução da pandemia. Na mais recente, protocolada no mês passado, sindicatos de profissionais da Saúde alegam que a omissão do governo diante da crise da covid-19 caracteriza crime contra a humanidade.


As medidas determinadas ontem pelo plenário do STF já haviam sido estabelecidas no mês passado, por ordem do ministro Luís Roberto Barroso. A decisão liminar (provisória) foi dada pouco depois de Bolsonaro vetar trechos de uma lei que obrigava o governo a garantir acesso à água potável e a distribuir gratuitamente materiais de higiene e limpeza aos povos indígenas. 


Na ocasião, a justificativa do presidente para o veto foi a de que as medidas criavam despesa obrigatória ao poder público, sem apresentar o impacto orçamentário. "A resposta estatal deve estar à altura desse desafio. A política pública, de certa forma, já está criada, mas não está implementada ou funcionando adequadamente", disse o ministro Gilmar Mendes, em um voto com críticas mais comedidas à atuação do governo federal.

 

 

Com informações do Notícias ao Minuto.       

 

 

 

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