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Repartições públicas de Cuité estão retomando suas atividades essenciais alinhadas a uma série de cuidados preventivos


As repartições públicas municipais estão retomando suas atividades, mas claro, com responsabilidade e uma série de cuidados preventivos. 




A Prefeitura de Cuité e todas as secretarias, além de outros serviços do município, estão reabrindo  suas portas para atendimento ao público com verificação de temperatura , limite no número de pessoas a adentrar ao espaço, uso obrigatório de máscara  e a utilização dos lavatórios fixos e móveis  , além do uso de álcool em gel. 


A medida, além de garantir a segurança dos servidores e da população, também se soma  ao que já é chamado de “novo normal”, para o qual todos devem se adaptar a partir de agora. A colaboração de todos é fundamental . Evitando as aglomerações e seguindo as recomendações de segurança, logo estaremos adaptados a esse novo momento.




 




Com informações Ascom.        

 

 

 

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Concurso de roteiro premia histórias que falem sobre superação de intolerâncias no Brasil Contemporâneo



A Bocapiu Conteúdo Criativo e a Candela Produções Audiovisuais, por meio do movimento "Vamos fazer coisas juntes", fecharam uma parceria com a FICs – Fábrica de Ideias Cinemáticas e estarão na seletiva do concurso Histórias para o Unir o Brasil


O concurso é válido para todo o território nacional e as inscrições gerais vão até dia 7 de dezembro. Serão premiadas duas histórias que promovam um olhar original sobre aspectos da vida brasileira contemporânea e apontem para a superação de intolerâncias e adversidades no convívio entre diferenças de credo, identidade sexual, ideologias e classes sociais. Não é necessário ser roteirista profissional para participar.



Entre os prêmios, está o apoio da FICs para transformação da história em um projeto audiovisual por meio de um contrato de opção de compra de direitos autorais no valor de R$60 mil, dos quais R$8 mil serão pagos na assinatura do contrato e o restante no caso da viabilização da produção da série ou filme baseada na história. Outro item da premiação é um curso de roteiro promovido pela FICs no qual o autor do conto receberá conhecimentos técnicos para avançar na adaptação dessa ideia para um formato de produção audiovisual.



Os autores de cada história selecionada receberão ainda os créditos "baseado em história original de", nos materiais de divulgação do projeto e nos filmes e séries produzidos a partir de sua história, além daqueles devidos pelo seu trabalho no desenvolvimento da obra.



Além disso, quem se inscrever e for das regiões Norte ou Nordeste estará automaticamente competindo à premiação que a Bocapiu Conteúdo Criativo e a Candela Produções Audiovisuais, por meio do movimento "Vamos fazer coisas juntes", estão oferecendo para história dessas duas regiões. 


Duas histórias serão contempladas com uma consultoria de projeto e uma inscrição para a rodada de negócios do Nordeste Lab, que será realizado entre 3 e 11 de novembro. Para participarem dessa premiação específica, os roteiristas do Norte e do Nordeste devem se inscrever até o dia 20 de agosto.

 

 

 

Com informações do Tela Viva NEWS.       

 

 

 

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BRASIL: Primeiro voluntário a testar vacina contra a COVID diz que saiu realizado



O primeiro voluntário dos testes da imunização contra a covid-19 no Distrito Federal foi vacinado às 13h23 desta quarta-feira (5/8). Gabriel Ravazzi, 31 anos, saiu do Ambulatório 2 do Hospital Universitário de Brasília (HUB) por volta das 14h. "Saio realizado como profissional da saúde, realização por poder contribuir com a ciência, contra uma doença que está acometendo todos, em vários âmbitos", disse o médico, que trabalha no HUB. 




"Saber que sou o primeiro voluntário a participar do primeiro teste é muito gratificante. O que motivou foi o sentimento de querer ajudar, porque estamos na linha de frente do combate à covid-19, não sabemos muito sobre a doença, observamos gente jovem e idosa morrendo. É angustiante estar na ponta sem saber como poder combater isso." 



Gabriel passou a manhã realizando uma bateria de exames sanguíneos, cardiológicos e outros, além de ser submetido ao teste do novo coronavírus. Apenas voluntários da área da saúde, que trabalham com pacientes com covid-19 e não tenham sido contaminados pelo vírus, podem se voluntariar.



O médico voluntário retorna aos ensaios após 14 dias, para a segunda dose. Metade dos participantes vão receber placebo e metade, o produto vacinal. Ao todo, o estudo busca receber 850 pessoas. 



Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), coordenados pelo médico Gustavo Romero, conduziram o ensaio, que começou por volta das 9h30, com coordenação de um representante do Instituto Butantan, de São Paulo. O produto vacinal é da farmacêutica chinesa Sinovac.

 



Com informações do Correio Braziliense.       

 

 

 

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Queniano se autoproclama o homem mais estiloso da pandemia ao combinar máscaras faciais com roupas


Roupa social e muitos acessórios são itens indispensáveis para James Maina Mwangi, queniano de 59 anos que se autoproclama o "homem mais estiloso da África". Sua combinação de peças cria um visual vibrante que certamente enche a autoestima do africano, responsável por chamar a atenção de todos que passam ao seu lado.


Outro detalhe do look é a a utilização de máscaras faciais, já que a crise pandêmica em seu país ainda está com o alerta ligado sobre a importância do uso da proteção. Porém, pelas fotos espontâneas para as quais o africano posa, a máscara surge mais como peça de valor do que como obrigatoriedade, deixando-o bem à vontade para exibi-la livremente.



Segundo o homem, a inspiração para se vestir com cores tão fortes surgiu através de intervenção divina. "Os homens sabiam usar roupas em preto, marrom, cinza ou azul escuro. Essas eram as cores deles," disse James, em entrevista ao Reuters. Deus me deu sabedoria e me mostrou todas as cores diferentes que posso usar para ser diferente de todos os outros."



Verde, amarelo, azul, vermelho, estampas quadriculadas ou lisas, não importa. Para o queniano, o importante é exibir o melhor de cada coloração e da forma mais chamativa possível ao realizar uma combinação incrível de peças que definitivamente não é comum.


A autoproclamação


Com uma infância complicada em que a situação financeira de sua família não era das melhores e seu pai sempre lutava para dar o melhor para o filho, a vida chegou a machucar bastante James. Abandonando a escola aos 12 anos de idade por não conseguir sustentá-la, sua única opção foi tentar desenvolver habilidades em vários serviços enquanto orava para Deus lhe dar algo para se destacar.


Ao profetizar que seria "uma estrela", o africano finalmente ganhou os holofotes que tanto desejou e, já com mais de 160 ternos, 200 pares de sapatos e 300 chapéus em seu armário, virou figura pública do Quênia, fato que enriqueceu seu ego e o fez se autoproclamar o "homem mais inteligente da África" e o "mais estiloso"Atualmente, trabalha como "faz-tudo" e serve sua Igreja em Nairóbi.










 

 

 

Com informações do Reuters.        

 

 

 



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Entenda como o 'Renda Brasil' pode mexer com os seus benefícios


A equipe econômica do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estuda uma proposta para unificar alguns benefícios direcionados a famílias de baixa renda e, assim, elevar o valor pago atualmente no programa Bolsa Família. A ideia, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, é redirecionar os recursos de programas “mal focalizados”, como o abono salarial e o salário-família, para o Bolsa Família, que passaria a se chamar Renda Brasil.



“O nível vai subir para R$ 250 ou para quase talvez R$ 300”, disse Guedes, em entrevista à rádio Jovem Pan, no último dia 15. Hoje, o valor pago pelo Bolsa Família, que tem 13 milhões de inscritos, é de R$ 190 por mês.



A proposta surge, inclusive, como uma alternativa para parte das pessoas que recebem hoje o auxílio emergencial de R$ 600, criado pelo governo federal durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, admitiu que, se o governo precisar, poderá usar a base de dados do auxílio emergencial para realizar os pagamentos do Renda Brasil.



O presidente da Rede Brasileira de Renda Básica, Leandro Ferreira analisa que a proposta de criar um benefício único é satisfatória, mas antecipa alguns problemas que podem surgir caso o governo não desenvolva bem o programa.


“Por esses desenhos que vieram até agora, o governo poderia levar um prejuízo para quem está um pouco acima da faixa de pobreza. Ou seja, são pessoas que, se perderem o emprego, entram na miséria”, afirma o especialista.



 

 

Veja outros pontos que devem ser analisados:

 


Como está a discussão sobre a renda básica?


Leandro Ferreira: Uma vez que o auxílio emergencial já se consolidou, inclusive com a prorrogação do governo, a gente tem um debate sobre o pós-auxílio emergencial. São vários contornos, mas muita gente chama o que vem pela frente de renda básica. No fundo, é uma reforma das políticas sociais de transferências de renda. Algumas oportunidades são únicas, como a criação da Frente Parlamentar instalada no Congresso Nacional, onde vai ser um bem caminho consistente.


Como está a participação do governo nesse debate?


Leandro Ferreira: Infelizmente, no Executivo, a gente não tem essa mesma oportunidade. Essa truculência toda do governo Bolsonaro não fez uso da inteligência em política social que o Brasil tem aí, por meios dos seus técnicos. Por isso a gente aposta no Congresso.


Existe risco do país retroceder com o Renda Brasil?


Leandro Ferreira: Evidente que sempre temos o risco de tudo ou nada acontecer. O que eu tenho visto é que essa estratégia do Renda Brasil não vai ser tão abrangente como tem sido debatido. Para mudar alguns programas, como o abono salarial, precisaria de um esforço legislativo muito grande. E eu não vejo uma disposição nem do Congresso Nacional nem do governo para propor isso, neste momento. O que eu acho que vai acontecer é que vão introduzir um monte de penduricalho no Bolsa Família, aumentar um pouco os recursos e extinguir um ou outro programa, avançando pouco para o que é o Bolsa Família, que será chamado de Renda Brasil para capitalizar politicamente.



O que pode mudar com possíveis alterações no abono salarial?


Leandro Ferreira: O governo, por esses desenhos que vieram até agora, poderia levar um prejuízo principalmente para quem está um pouco acima da faixa de pobreza. Esse cara, eventualmente, se perder o emprego, entra na pobreza. O que me parece é que o governo está propondo coisas que levaria a uma redução da proteção dessa faixa de pessoas e ainda extinguiria alguns serviços. O Guedes chegou a falar no Farmácia Popular, por exemplo, e do Fundeb.


Por que poderia levar um prejuízo para quem está pouco acima de faixa da pobreza?


Leandro Ferreira: porque os recursos do abono beneficiam até quem tem dois salários mínimos de renda. Então, se retira esses recursos para pagar só quem está na faixa de pobreza e extrema pobreza, esse cara que tem dois salários mínimos não está nessa faixas apesar de ser um beneficiário do abono. Então, ele perderia esse benefício, que é de um salário mínimo por ano, e deixaria de ter um benefício liquido de R$ 80 ao longo de cada mês. Tirar dos não tão pobres para dar para os mais pobres? Nesse sentido, seria melhor tirar de quem está mais alto na distribuição e dar para os mais pobres e também para esse cara que recebe o abono.


Hoje o auxílio emergencial chega a 67 milhões. Essa é uma base legal para pagar o Renda Brasil?


Leandro Ferreira: Existem distorções dentro dessa base. O que a gente precisa é caracterizar a família desses 67 milhões de pessoas e pagar preferencialmente por pessoa de cada uma dessas famílias. Então, é uma boa base, do ponto de vista operacional é excelente, mas esse número de 67 milhões ainda é pouco, poderia ser melhor, até próximo dos 100 milhões, pois ficaram de fora aposentados, trabalhadores e crianças.


O valor estudado de R$ 250 por pessoa é vantajoso?


Leandro Ferreira: Um benefício que seja generoso, acima das faixas do Bolsa Família, ou seja, a partir de R$ 120 reais por pessoa, já começa a ser mais vantajoso do que se a pessoa recebe Bolsa Família e abono salarial, por exemplo. O importante é que, se for mexer no abono, tem que colocar um critério de entrada tão alto como o auxílio emergencial. Ainda assim, vai ter gente que vai sair perdendo, que é o cara que é sozinho e ganha dois salários mínimos. Ele recebe o abono hoje, mas essa pessoa pode sair perdendo.

 

Esse grupo que está pouco acima da faixa da pobreza, citado por Ferreira, deixaria de receber, por exemplo, o abono salarial, que atualmente é pago a quem recebe até dois salários mínimos. O risco de cair na pobreza, portanto, poderia ser maior, caso não seja incluído no Renda Brasil, uma vez que não teria mais benefícios para receber. “Seria melhor tirar de quem está mais alto na distribuição e dar para essas pessoas”, diz.

 

 

 

Com informações do Metrópoles.     

 

 

 

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Após receber defensores da aplicação de ozônio no ânus para tratar COVID-19, Ministro da Saúde não recomenda técnica



O Ministério da Saúde informou, por meio de sua assessoria, que o efeito da ozonioterapia em humanos infectados por coronavírus (Sars-Cov-2) ainda é desconhecido e não deve ser recomendado como prática clínica ou fora do contexto de estudos clínicos. A pasta se baseia em uma nota técnica publicada em abril deste ano.

 

Nessa segunda-feira (3/8), o ministro Eduardo Pazuello recebeu um grupo formado por médicos e parlamentares que defendem o uso do ozônio como forma de tratamento para o coronavírus. 


A prática já é usada em três hospitais do sul do país e ganhou notoriedade após o prefeito de Itajaí (SC), Volnei Morastoni, defender a aplicação do gás pelo ânus.   



 

+Detalhes: https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/ministro-recebe-defensores-do-uso-de-ozonio-pelo-anus-para-tratar-covid-19

 

 

Com informações do Metrópoles.       

 

 

 



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Família se muda e abandona cachorra acorrentada do lado de fora para ela morrer de sede e de fome


Um cão nunca abandona seu dono, mesmo que tenha que dormir na rua com ele, mas o mesmo não pode ser dito das pessoas. Na Bulgária, uma família se mudou e levou todos os seus pertences, menos o cão. Como já era uma cachorra idosa, acharam melhor abandoná-la no local, mas deixá-la não era o bastante: a deixaram acorrentada, para que morresse de fome e de sede.



Caminhoneiros que passavam pelo local, próximo a um café deserto, viram a cena e passaram a alimentar a cachorra com resto de comida. Desnutrida, cheia de pulgas e carrapatos, a saúde do animal piorou e ela perdeu a visão de um dos olhos. 


O animal resistiu bravamente por dias e só não morreu por que uma voluntária de uma organização de resgate de animais ouviu a história sobre uma cachorra amarrada no meio do nada e foi investigar.



A cachorra, batizada de Athena, foi imediatamente alimentada e levada para um hospital veterinário, onde se recuperou. Os voluntários acharam que por ser um animal idoso, ela não seria adotada, mas uma família que viu a história nas redes resolveu pegar o animal e dar-lhe um lar.

 



Com informações do The Mirror.        

 

 

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No Sertão da Paraíba, imagem de Nossa Senhora é vítima de ato de intolerância religiosa


Uma imagem da Virgem Maria foi alvo de ato de vandalismo, no Centro do município de Paulista, no Sertão da Paraíba. O caso foi registrado na segunda-feira (03). Em um vídeo publicado nas redes sociais, quatro pessoas aparecem ao redor da imagem em chamas. Durante o momento que a imagem estava em chamas foi possível ouvir pessoas pronunciando cânticos.



Uma das pessoas responsáveis pelo vandalismo, uma mulher, já foi identificada. A intolerância religiosa se caracteriza pela incapacidade de aceitar e respeitar a religião ou crença do outro. Ela se configura pela discriminação, violência física e ideológica, ou qualquer ato que fira a liberdade de culto. 


Atos como desse tipo estão no Código Penal. O artigo 208 afirma que “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. A pena é de detenção, de um mês a um ano, ou multa.



 

 

 

Com informações do Click PB.      

 

 

 

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