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Governo Federal divulga novo calendário de pagamento do Auxílio para quem teve o benefício reavaliado



O governo divulgou as datas em que serão realizados os pagamentos do auxílio emergencial para quem teve o benefício reavaliado.


Os trabalhadores que fizeram a contestação entre os dias 24 de abril e 19 de julho e passaram a ser considerados elegíveis receberão o crédito da 1ª parcela. Já aqueles que tiveram o primeiro pagamento feito em abril, mas o benefício foi reavaliado em julho por conta de atualização de dados governamentais, receberão o valor referente à 3ª e 4ª parcela.





De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União, os pagamentos para esse novo grupo seguem o mesmo esquema que já vem sendo praticado pela Caixa Econômica Federal. Em um primeiro momento, o crédito é feito em conta poupança criada pela própria Caixa. Depois, é liberado o saque e transferência do valor restante nessa conta. Os calendários seguem a data de aniversário de cada beneficiário.



Enquanto o saque e transferência não são liberados, é possível utilizar o valor do benefício para pagar contas e boletos pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo app o beneficiário pode ainda fazer compras pelo cartão de débito digital ou por QR code.



Crédito em conta poupança digital


05/08: beneficiários nascidos entre janeiro e maio


07/08: beneficiários nascidos em junho


12/08: beneficiários nascidos em julho


14/08: beneficiários nascidos em agosto


17/08: beneficiários nascidos em setembro


19/08: beneficiários nascidos em outubro


21/08: beneficiários nascidos em novembro


26/08: beneficiários nascidos em dezembro



Saque e transferência


08/08: beneficiários nascidos entre janeiro e abril


13/08: beneficiários nascidos em maio


22/08: beneficiários nascidos em junho


27/08: beneficiários nascidos em julho


01/09: beneficiários nascidos em agosto


05/09: beneficiários nascidos em setembro


12/09: beneficiários nascidos em outubro e novembro


17/09: beneficiários nascidos em dezembro



O crédito das parcelas seguintes seguirá o calendário dos outros grupos de beneficiários, cujo pagamento é feito em ciclos. Não fica claro, porém, em qual ciclo esse novo grupo será incluído.

 

 

 

+Detalhes: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-453-de-31-de-julho-de-2020-269967247

 



Com informações da Vix.       

 

 

 

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BRASIL: Filho de Vereador furta ambulância para passear com amigos e parlamentar justifica: 'os jovens apenas estavam felizes'




Em plena pandemia de COVID-19, no município de Rubelita, de 6 mil habitantes, no Norte de Minas, uma ambulância foi furtada pelo filho de um vereador e usada para um passeio e diversão com os amigos. No enfrentamento ao coronavírus, sobretudo nos pequenos municípios, muitas vezes, a ambulância representa um dos principais mecanismos de atendimento à população.

 



O caso aconteceu na madrugada de sábado (1) e foi divulgado nesta segunda-feira (3). O rapaz, identificado como Kildery Rodrigues Morais,  de 22 anos, chegou gravar um vídeo com os amigos, no qual ele aparece dentro da ambulância e se divertindo com os amigos. Na gravação, ele  diz: “O motorista aqui é (sic) eu, pai”. A filmagem circula em grupos de WhatsApp na região. 



Após o “passeio”, a ambulância foi devolvida à Secretaria de Saúde do município pelo pai do jovem, que, além de vereador, é motorista do órgão municipal. O furto da ambulância foi registrado em boletim de ocorrência pela Policia Militar.

 

Em Rubelita, existem apenas duas ambulâncias, sendo uma mantida em uso constante e outra como “reserva” para emergências. A cidade conta somente com  um centro de saúde. Por isso, o transporte de ambulância é muito usado para levar pacientes ao hospital mais próximo, em Salinas (a 30 quilômetros de distância). 


Conforme  a Secretaria de Estado de Saúde, até agora, foram registrados três casos da COVID-19 na cidade.  De acordo com a PM, o filho do vereador Édio Morais, após sofrer ferimentos leves em uma briga, foi até o centro  de saúde de Rubelita, em busca de atendimento médico. Após ser atendido, ele solicitou que o motorista da ambulância o levasse até Lagoa de Baixo, distrito onde mora a família dele, na zona rural, distante 56 quilômetros da sede de Rubelita, passando por Salinas.

 

Servidores do posto de saúde argumentaram que a ambulância só poderia ser usada para o transporte de pessoas  para o tratamento de saúde. Conforme a PM, passado algum tempo, ainda de madrugada, aproveitando que a ambulância estava estacionada na porta da unidade, com a chave na ignição, o filho do vereador entrou no  veículo e saiu dirigindo. A ação não foi percebida pelos funcionários do posto, que estavam no interior do  prédio.

 


 

Na filmagem, o jovem diz: “O motorista aqui é (sic) eu, pai”.  Durante o “passeio'’, o veículo da saúde rodou 108 quilômetros. No sábado à tarde, após lavar a ambulância, o vereador devolveu o veículo à Secretaria Municipal de Saúde. 




 

De acordo com o boletim de ocorrência da PM, ele minimizou atitude e negou que o jovem e seus amigos estivessem embriagados no vídeo dentro da ambulância, mas que “apenas estavam felizes”

 

 

 

 

Com informações do Correio Braziliense.      

 

 

 

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Sine-PB oferece 129 vagas de emprego a partir desta segunda-feira (3)



O Sistema Nacional de Empregos na Paraíba (Sine-PB) oferece a partir desta segunda-feira (3) um total de 129 vagas de trabalho, disponíveis nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. João Pessoa tem o maior número de oportunidades, com 76 vagas. Campina Grande oferece 53 vagas.



O cargo com mais vagas é para consultor de vendas, em Campina Grande, com 30 oportunidades. Também há 10 vagas para promotor de vendas, em João Pessoa, 10 para auxiliar de logística, também na capital, e 11 para vendedor pracista, em Campina Grande.


A lista completa com todos os requisitos necessários para concorrer ao emprego está disponível no site do Sine-PB. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 83 3218-6619, 3218-6618 ou 3218-6624 (em João Pessoa) e 3310-9412 (em Campina Grande). Em João Pessoa, a sede do Sine-PB está localizada na rua Duque de Caxias, nº 305, no Centro (próximo ao Shopping Terceirão).

 

 

Vagas de emprego em João Pessoa (76)



2 - Açougueiro desossador


1 - Assistente de contadoria fiscal


2 - Auxiliar de cozinha


10 - Auxiliar de logística


1 - Auxiliar de pintor de automóveis


7 - Carpinteiro


8 - Emendador de cabos elétricos e telefônicos


2 - Enfermeiro


1 - Engenheiro mecânico


1 - Fiscal de prevenção de perdas


2 - Frentista


2 - Instalador de som e acessórios de veículos


9 - Instalador e reparador de equipamento de linha telefônica


2 - Jardineiro


2 - Mecânico de manutenção e instalação de aparelhos de climatização e refrigeração


1 - Operador de máquina de serraria


10 - Promotor de vendas


9 - Reparador de instalações telefônicas


3 - Representante comercial autônomo


1 - Serralheiro de alumínio

 

 

Vagas de emprego em Campina Grande (53)


1 - Analista de marketing


2 - Auxiliar de logística


30 - Consultor de vendas


1 - Desenhista Ind. Gráfico (designer gráfico)


1 - Mecânico de empilhadeira


1 - Médico nefrologista


1 - Pizzaiolo


3 - Representante comercial autônomo


1 - Serigrafista (gráfico)


1 - Técnico de controle de qualidade


11 - Vendedor pracista

 

 

Com informações do G1.       

 

 

 

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Produção de cloroquina coloca Presidente Bolsonaro na mira de investigação que apura desperdício de dinheiro público



O Ministério Público solicitou uma investigação para apurar se houve superfaturamento na compra de insumos para fabricação dos comprimidos de cloroquina pelo Exército. O medicamento é defendido pelo presidente Jair Bolsonaro para combater a pandemia de covid-19, mesmo sem nenhuma comprovação científica de sua eficácia.



Solicitado pelo subprocurador-geral do MP junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) Lucas Furtado, o pedido aguarda o parecer da secretaria do órgão para, então, ser analisado pelo plenário do tribunal. O processo apura ainda a responsabilidade direta do presidente na decisão de aumentar expressivamente a produção de cloroquina “sem que haja comprovação médica ou científica de que o medicamento seja útil para o tratamento da covid-19“, afirma o documento.



A compra do insumo, adquirido da Índia, sem licitação, custou 6 vezes mais que o valor pago pelo Ministério da Saúde no ano passado. Finalizada no Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército, a produção do comprimido aumentou 84 vezes nos últimos meses em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o MP.



“Todo estudo científico produzido relatava a ineficácia da droga contra a covid-19“, diz Furtado à DW Brasil sobre a motivação do processo. Caso as irregularidades sejam comprovadas, Bolsonaro pode sofrer diversas sanções, como multas e pagamento pelo dano causado.



O pedido de investigação argumenta que a fabricação em massa do remédio seria um desperdício de dinheiro público que deve ser devidamente apurado. Segundo o documento, “os responsáveis (devem ser) penalizados na forma da lei, especialmente se há suspeitas de superfaturamento na aquisição de insumos“.



O pedido do subprocurador gerou reação entre deputados bolsonaristas. José Medeiros, do Podemos (MT), pediu que o TCU investigue a atuação de Furtado. Promovida por Bolsonaro como solução contra a doença que já matou mais de 94.000 brasileiros até início de agosto, a cloroquina foi banida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no tratamento da covid-19. Administrada desde a década de 1950 contra malária, o remédio pode provocar efeitos colaterais graves, como problemas cardíacos, e ainda aumentar o risco de morte em pacientes com o novo coronavírus.



No Brasil, porém, Bolsonaro orientou o Exército a aumentar a produção do comprimido na pandemia. “Temos informação de que mais de 1,5 milhão de reais foram gastos para produção de cloroquina. O laboratório do Exército aumentou sua produção em 100 vezes desde o início da pandemia“, afirma Débora Melecchi, do CNS (Conselho Nacional de Saúde). Até 23 de junho, o Ministério da Saúde havia distribuído 4,4 milhões de comprimidos de cloroquina para os estados brasileiros.



“A rigor, esta aquisição [do insumo supostamente superfaturado] deveria ser fiscalizada pelo órgão de controle interno das Forças Armadas. Mas sabemos que eles não vão fazer nada, uma vez que o chefe do Executivo está fazendo propaganda da cloroquina“, disse Rudnei Marques, do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), que acompanha a investigação do TCU.



Questionado sobre o volume da produção do medicamento e o pedido de investigação do TCU, o Exército não respondeu às perguntas da DW Brasil.

 

 

Onde a cloroquina falta



Além do Exército, o laboratório público da Fiocruz produz os comprimidos, mas para uso exclusivo contra a malária, informou a entidade por e-mail. Os medicamentos à base de cloroquina e hidroxicloroquina são fabricados também por empresas farmacêuticas como Cristáila, EMS, Sanofi e Apsen.



No início da pandemia, a propaganda de Bolsonaro a favor da droga provocou uma corrida às farmácias e o medicamento sumiu das prateleiras. Pacientes que precisam da cloroquina para tratar doenças crônicas como malária, lúpus e artrite reumatoide ainda encontram barreiras para comprar a substância.



Uma pesquisa feita pela Biored, órgão da sociedade civil que reúne associações de pacientes, mostrou que 65% dos entrevistados tinham dificuldade para acessar o remédio antes da pandemia. Esse percentual subiu para 84% depois que o coronavírus se instalou no país. A pesquisa foi feita em junho com 699 pacientes que sofrem de artrite reumatoide e lúpus.



“Esses pacientes ficam sem medicamento acima de 40, 60 dias, o que pode levá-los a atendimento hospitalar num sistema que já está sobrecarregado com casos de covid-19“, afirma Melecchi.



Em falta, o remédio também ficou mais caro. Um paciente que gastava mensalmente 100 reais, hoje precisa desembolsar cerca de 450 reais com farmácias de manipulação. Por recomendação do governo federal, apesar de a ciência dizer o contrário, os estoques de cloroquina são priorizados para pacientes com covid-19, disse Melecchi.



É difícil saber o quanto a indústria farmacêutica lucrou no meio desta confusão. “Eles não informam quanto o faturamento aumentou, mas dados do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) mostram que o consumo de cloroquina pelos brasileiros cresceu 358% durante a pandemia“, disse Flávio Emery, presidente da Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas.



Dados da Sindusfarma obtidos pela DW Brasil confirmam o salto de vendas em março. Nos meses seguintes, a saída do produto continuou em alta, em comparação com o mesmo período de 2019. Mas não são somente os pacientes de doenças crônicas que dependem da cloroquina que estão sofrendo os efeitos desta política que priorizou o fármaco sem eficácia comprovada no tratamento da covid-19.



Pacientes graves que chegam aos hospitais enfrentam diversas dificuldades. Há relatos sobre a falta do chamado kit intubação, composto por 22 medicamentos.



“Houve compra de novos respiradores, mas a compra dos remédios não acompanhou. Há uma morosidade muito grande do governo na compra dos kits“, disse Melecchi. “O que o governo federal distribuiu para 10 Estados há poucas semanas é uma quantidade mínima, já está acabando, ou acabou“.



Algumas dessas compras, segundo o CNS, foram feitas via Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). Assim como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Bolsonaro tem ameaçado retirar o apoio à agência, o que significaria, junto com EUA, um corte de 65% no orçamento da Opas.



Além de suprimentos contra a covid-19, a compra de outros insumos importantes para brasileiros corre risco se houver um afastamento da Opas. “O Brasil adquire medicamentos para o tratamento da Aids através da Opas. Se esses remédios não chegarem mais ao país, será um caos“, afirma Melecchi. O Ministério da Saúde também foi questionado pela DW Brasil, mas não respondeu às perguntas até a publicação desta reportagem.

 

 

Com informações da Deutsche Welle Brasil .       

 

 

 



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Primeira Oficial transgênero ganha o direito de permanecer nas Força Armadas sem precisar entrar na Justiça



À primeira vista, quartéis das Forças Armadas podem passar a impressão de que são ambientes machistas e, até mesmo, antiquados. No entanto, a experiência de Renata Gracin, major do Exército, mostra que as coisas estão mudando. Renata é uma mulher transgênero e é a primeira oficial a ganhar o direito de permanecer na Força sem precisar entrar na justiça. 


“Nesse momento, a minha vitória é a de muitas outras trans que vieram antes de mim. Me foi dada a opção de prosseguir na carreira como militar do segmento feminino e pretendo cumprir funções administrativas inerentes ao posto de Major. Isso vai abrir um precedente para que muitas outras trans se assumam no futuro e se sintam seguras para isso”, diz ela.

 



Apesar de não saber o que seria de seu futuro no Exército após a transição, a criminalização da transfobia pelo STF em 2019 fez com que Renata se sentisse segura para se assumir. 


“Eu já sabia que o pior que poderia acontecer comigo seria a reforma compulsória. Decidi arriscar, pois o meu desejo interior era muito mais forte do que as consequências que eu poderia enfrentar. Informei aos meus superiores quando meu estágio de transição já estava bem avançado, com o intuito de encontrarmos uma solução em conjunto que fosse boa pra mim e para a instituição. Eu também sabia que qualquer atitude de preconceito, nos dias atuais, pode ser enquadrada como crime. Isso fez toda a diferença nas minhas decisões”, afirma.




Com informações do Metrópoles.        

 

 

 

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Influencer Digital acusa RECORDTV de associá-lo a crime e diz que irá processar emissora



Record foi criticada pelo influenciador digital Maicon Küster, que acusou a emissora de ter cometido um erro no Domingo Espetacular. Nesta segunda-feira (3), ele usou sua conta do Twitter para afirmar que o canal do bispo Edir Macedo o associou ao crime de pedofilia em reportagem exibida no último domingo (2), que falava sobre um homem de 31 anos preso no Distrito Federal acusado de abusar menores além de possuir mais de 500 vídeos em apenas um celular.



“Aí, Record, como vocês são capazes de dizer que o pedófilo preso era ‘ele de peruca’ sendo que a foto é minha? Vocês têm noção que eu corro risco de morte por culpa da irresponsabilidade completa de vocês?”, indagou Maicon, recebendo apoio dos seus seguidores.



“Não só vou processar vocês, como pedirei uma retratação público (sic) por esse absurdo”, prometeu. Por conta do posicionamento de Küster, a emissora se tornou um dos principais assuntos das redes sociais nesta segunda e internautas não a pouparam de críticas.



“O que a Record fez com o Maicon foi horrível e de uma irresponsabilidade enorme. Por que imagina se na foto fosse um cara anônimo? Ele não teria nem a oportunidade de tentar se explicar e poderia até perder a vida. Pois quando o assunto é pedofilia o povo não perdoa”, afirmou um internauta.



“Erros acontecem e a gente já viu muitas emissoras e jornais errarem, mas é inaceitável que se confunda uma pessoa em um caso de pedofilia. O pior é que a Record até agora não se posicionou sobre o assunto. Triste o fundo do poço que chegamos neste país”, declarou outro perfil.



NaTelinha procurou a assessoria de comunicação da Record, que enviou a seguinte nota: "O Jornal da Record vai apresentar reportagem corrigindo a informação".

 




Com informações do Na Telinha.        

 

 

 



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