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PARAÍBA: Irmãos apresentam JN MIRIM em casa para deixarem colegas da escola bem-informados sobre o coronavírus




Os irmãos Malu e Lulinha 'criaram' o Jornal Nacional 'mirim', em João Pessoa. As crianças fizeram a versão do telejornal devido a uma atividade da escola. De acordo com Larissa Travassos, médica oftalmologista e mãe das crianças, a ideia foi de improviso para atividade da escola.


 

JPB1 | Irmãos 'criam Jornal Nacional' mirim | Globoplay

Ideia surgiu de atividade da escola.



"Eles são muito criativos, muito espontâneos, gostam de representar, de criar, descobrir, inventar e aí a gente teve essa ideia de fazer o telejornal", disse.



Segundo Lulinha 'Bonner', a ideia inicial, na verdade, era fazer um programa de videogame, mas não deu certo, e a mãe - que se tornou produtora, sugeriu ser um telejornal. Na brincadeira, Lulinha e Malu 'Vasconcellos' também também aproveitaram para informar os colegas da escola sobre o coronavírus e as medidas de prevenção.



"Esse é um momento que a gente tá vivendo muito difícil na casa de cada um, mas que é um momento de grande oportunidade da gente viver como família e ensinar os nossos filhos não só a parte educativa do desenvolvimento escolar mas também de ensinar valores importantes na vida, como solidariedade e empatia", contou a mãe das crianças, Larissa.

 

 

Com informações do G1.

       




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Vovós de 90 anos dão conselhos para os jovens encararem a vida melhor durante e pós-pandemia



A pandemia fez a gente perceber que antes valorizava coisas fúteis, sem importância nessa vida. E vovós com mais de 90 anos de experiência, que vivem em uma casa de repouso, estão mostrando a nós, os “jovens”, o que realmente importa pra ser feliz e ter uma vida plena.



“Tente amar, não odeie”, ensina dona Lois, de 93 anos.





“Tenha mais tempo para apreciar a vida”, diz a placa de dona Doris, de 89.





“Seja gentil com todo mundo”, mostra a placa de dona Helen, de 98 anos.





“Sorria e o mundo sorri com você”, lembra dona Alice, de 94.

 




As placas com os conselhos foram feitas pela casa de repouso Wheatland Manor & Lincolnway Villa Assisted Living, em Iowa, nos EUA. Elas foram divulgadas esta semana. Em um delas uma vovó lembra também que não existe idade para brincar e se divertir.



Dona Lois, de 96 anos faz um convite a quem tem vovó: “Jogue UNO com sua avó”.





Tanta coisa simples, não? Dá pra fazer com pouco esforço e a gente muitas vezes nem percebe… nem se lembra que pode ser feliz de forma simples…

 

 

 

Com informações do ENews.

       




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Presidente Bolsonaro diz que a Amazônia é 'muito maior' que a Europa ao justificar a dificuldade de fiscalização contra queimadas



O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se equivocou hoje ao dizer que a Amazônia é "muito maior" que a Europa, em uma tentativa de justificar a dificuldade de fiscalização contra queimadas. Ele também voltou a minimizar os incêndios, disse que a Amazônia "não pega fogo" e atribuiu a responsabilidade pelo fogo aos indígenas.



"Se vocês olharem bem, na região Amazônica não tem nada vermelho. A floresta não pega fogo", afirmou o presidente, enquanto mostrava uma foto de um satélite da NASA, a agência espacial dos Estados Unidos. "Os focos de incêndio que existem, é [sic] o caboclo, é o índio que toca fogo, é a cultura dele. O tamanho da Amazônia é maior que a Europa toda, não tem como você fiscalizar."



A floresta, segundo o IBGE (Instituto Brasileira de Geografia e Estatística), tem área de 4,2 milhões de km² (a parte brasileira), aproximadamente; o continente europeu, de 10,2 milhões de km² — mais do que o dobro.


"Podiam começar a reflorestar a Europa para dar exemplo para nós, e não querer reflorestar a Amazônia que já tem floresta aqui", acrescentou.



Bolsonaro também voltou a criticar a atuação da imprensa no Brasil, dizendo que as notícias sobre as queimadas na Amazônia seriam mentirosas e a repercussão local e internacional a elas, uma "campanha maldosa contra o Brasil".



Regularização fundiária



O presidente ainda disse esperar que o Congresso aprove o projeto de lei da regularização fundiária, enviado ao Legislativo após a medida provisória (MP) sobre o assunto caducar. Segundo Bolsonaro, a MP teria sido aprovada se fosse incluída na pauta.



"Espero que o Congresso aprove o projeto porque isso nos ajuda a identificar quem porventura tocou fogo de forma criminosa na sua propriedade. Vai inibir a prática e acabar a pressão internacional, muitas vezes desproporcional e não verdadeira contra o Brasil", declarou.



Ele também afirmou que, se forem somadas todas as áreas desmatadas nos últimos 20 anos, o equivalente à "América do Sul todinha teria sido desmatado, porque as áreas são desmatadas novamente". O presidente não apresentou a fonte desses dados.

 

 

 

Com informações do Estadão.

       



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