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Apresentador Dudu Camargo tem primeiro impacto com intimação para depor sobre desaparecimento de fãs




SBT recebeu a ilustre visita da polícia do Estado de São Paulo, que foi em busca de Dudu Camargo. Os policiais estiveram na sede da emissora, em Osasco, na manhã desta quinta-feira (09), para averiguarem uma situação delicada que envolve o nome do apresentador do Primeiro Impacto.





De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, o contratado da emissora de Silvio Santos estaria envolvido no desaparecimento de um casal de fãs. Diante disso, os policiais foram intimar Dudu para ele dar seu depoimento e, consequentemente, a sua versão sobre os fatos.



Segundo Fábia, os seguidores do apresentador ficaram desaparecidos por um tempo, mas já apareceram novamente. Os policiais querem saber se Dudu Camargo estaria envolvido no sumiço dos adolescentes e, para isso, levaram uma intimação ao jovem em seu local de trabalho.



O SBT confirmou a visita dos policiais. Todavia, afirmou desconhecer o motivo da acusação. Ainda de acordo com a colunista, a assessoria da emissora teria colocado o departamento jurídico do SBT à disposição do apresentador, que não teria aceito a ajuda, pois “está tranquilo em relação ao caso”.



Não é a primeira vez que o rapaz, que não é formado em jornalismo, se envolve em polêmicas. Recentemente, Dudu Camargo causou ao chegar atrasado para a apresentação do Primeiro Impacto. Às pressas, o canal recorreu a Marcelo Bittencourt que, além das notícias do dia, informava sobre a ausência do titular a todo instante.

 

 

 

 

Com informações do RD1.

       



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Clientes do 'Nubank' e 'PicPay' reclamam de sumiço do Auxílio Emergencial e plataformas atribuem falha de transferência à CAIXA



As reclamações sobre o "sumiço do dinheiro" começaram na noite dessa terça-feira (07/07) e seguem entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil na tarde desta quarta-feira (08/07), como hashtags como #nubankdevolvemeudinheiro. Os usuários reclamam que, ao consultar o saldo das suas contas, foram surpreendidos com um ajuste que, em muitos casos, deixou a conta zerada.

 

Diante do imbróglio, o Nubank foi ao Twitter pedir desculpas pelo transtorno e garantir que "tá tudo bem com a sua conta e com o Nubank também". O banco digital informou ainda que já devolveu todos os valores debitados incorretamente, mas atribuiu a falha à Caixa Econômica Federal.

 

"Esta semana fomos informados que alguns boletos da Caixa Econômica Federal pagos entre abril e junho para nossas contas haviam sido creditados com quantias a mais, que deveriam ser recuperadas. Como boa prática do mercado, começamos a corrigir esse valores, porém interrompemos ontem mesmo o ajuste devido ao grande número de clientes apontando inconsistências nas informações fornecidas pela Caixa. Como sempre buscamos fazer o correto para os nossos clientes, devolvemos imediatamente todos os valores enquanto aguardamos o posicionamento da Caixa", informou o Nubank.


Da mesma forma, o PicPay atribuiu o problema às transferências relativas ao auxílio emergencial de R$ 600 e ainda delegou à Caixa a responsabilidade de fazer esse estorno. "Milhões de usuários concluíram a transferência do benefício para o PicPay com sucesso. Porém, por instabilidade do Caixa Tem, algumas transações não foram concluídas. Nesse caso, pedimos que tente novamente e, se o valor já foi debitado, seu estorno é realizado pela Caixa", escreveu o PicPay no Twitter.



Procurada, a Caixa informou que a equipe de tecnologia do banco estava trabalhando para descobrir e solucionar o motivo dessa falha. Logo depois emitiu uma nota declarando que "cerca de relatos de intercorrências em pagamentos e transferências do CAIXA Tem para fintechs, não foram identificadas falhas nos sistemas internos do banco"


"Apenas nesta quarta-feira (8), já foram realizados com sucesso mais de 1,6 milhão de transações com o cartão de débito virtual, e processados cerca de 6 milhões de boletos sem nenhum incidente no sistema de cobrança da Caixa", acrescentou o Banco.





Com informações do Correio Braziliense.

       



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Senhor faz apelo para salvar Comércio e tem bons resultados



coração do brasileiro falou mais forte novamente. A loja do seu Youssef está recebendo pedidos de várias partes do país, depois que a foto dele viralizou nas redes sociais pedindo às pessoas para irem à loja da família, na Grande São Paulo. Youssef é libanês, tem 91 anos e a loja de tecidos Aoun – que existe há 27 anos no Calçadão Dom Preto II, em Guarulhos – ficou mais de 3 meses com as portas fechadas por causa da pandemia.



Depois que da foto dele viralizou, a página da loja no Instagram conseguiu mais de 15 mil seguidores, em poucos dias e ele também ficou famoso na cidade.



“Ele foi ao banco e os funcionários o reconheceram, ele está até um pouco assustado com a repercussão. O telefone da loja não para de tocar. Temos pedidos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo”, contou a filha do Sr. Youssef, Leila Aoun, em entrevista à Glamour Brasil.




E o interessante é que, mesmo nos dias mais difíceis, ele nunca perdeu a fé.



“Por conta da pandemia, ficou com a loja fechada, mas nunca perdeu a fé por dias melhores. Agora, com a retomada do comércio, ele está de volta com tecidos de qualidade e lindas estampas, inclusive para máscaras. Convidamos você a vir conhecer, levar um corte e compartilhar esse post numa grande corrente do bem!”, escreveu o responsável pela conta da loja nas redes sociais.



Agora, seu Youssef está gravando vídeos na página para interagir com os seguidores. Todo elegante, ele prova que também é uma pessoa consciente. O idoso pede aos clientes que não esqueçam de usar a máscara para fazer as compras na loja, que existe há 27 anos.


“Por favor, quem for visitar a loja, não se esqueça de ser cauteloso e tomar todos os cuidados necessários para evitarmos a propagação do vírus. Evite aglomerações, use máscara e não se esqueça do álcool gel!”, pediu o idoso.

 





Com informações da Glamour Brasil.

       



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Projeto prevê linha de crédito de até R$ 100 mil para Profissionais Liberais



O Projeto de Lei 2424/00 prevê a criação de linha de crédito de até R$ 100 mil para profissionais liberais com a finalidade de mitigar as perdas financeiras causadas pela pandemia de Covid-19. Pela proposta, os profissionais terão prazo de 36 meses para o pagamento, dos quais oito meses poderão ser de carência, com juros equivalentes à taxa Selic acrescida de 5%.



Apresentado pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), o texto já foi aprovado pelo Senado e será analisado pela Câmara dos Deputados. A linha de crédito para os profissionais liberais será incluída no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado pela Lei 13.999/00, publicada em maio, para “financiamento da atividade empresarial”. O PL 2424/20 altera esta lei para estabelecer que o programa financie “as atividades econômicas do empresário, da empresa ou do profissional liberal”.

 


Definição de profissional liberal



Pelo texto, profissionais liberais são as pessoas físicas que exercem, por conta própria, atividade econômica com fins lucrativos, tanto de nível técnico quanto de nível superior. Mas não poderão ter acesso ao crédito profissionais que tenham participação societária em empresa ou que possuam vínculo empregatício de qualquer natureza. O valor da operação de crédito será limitado a 50% do total anual do rendimento do trabalho informado na Declaração de Ajuste Anual (DAA) de 2019, no limite máximo de R$ 100 mil.

 


+Detalhes: https://www.camara.leg.br/noticias/674820-projeto-do-senado-preve-linha-de-credito-de-ate-r-100-mil-para-profissionais-liberais/

 




Com informações da Agência Câmara.

       




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Com caos na Saúde Federal, Secretária do Ministério culpa Gestores Estaduais e Municipais por mortes por covid-19



A Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do governo Jair Bolsonaro, Mayra Pinheiro, culpou governadores e prefeitos pelas mortes causadas pelo novo coronavírus. 


Em seu perfil no Twitter, a médica escreveu nesta 4ª feira (8.jul.2020) que os governos de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará eram os responsáveis pelos altos números de vítimas da covid-19 em suas regiões.



Segundo ela, as mortes eram evitáveis e aconteceram por culpa de “governadores, prefeitos, secretários de saúde e instituições desses estados, que impediram ou dificultaram o acesso as medicações para tratamento da doença“.



A médica, filiada ao PSDB do Ceará, foi presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará entre 2015 e 2018. Em dezembro de 2018, foi convidada para assumir o cargo na Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde no governo de Bolsonaro.

 

 

Com informações do Poder 360.

       



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Na Paraíba, PF investiga emissão de documentos falsos para recebimento de benefícios do INSS


Dois mandados de busca e apreensão são cumpridos pela Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (9), em Santa Rita, na Grande João Pessoa, e na cidade de Capim, Litoral Norte da Paraíba, durante operação para desarticular crimes previdenciários ocorridos em detrimento do INSS. A Operação Capim Fértil identificou que mais de 60 declarações para empregados rurais foram emitidas e um prejuízo estimado com as fraudes é de R$ 4 milhões.



Os delitos, conforme a investigação, foram cometidos com a expedição de documentos falsos para a obtenção de benefícios previdenciários. Um proprietário rural no município de Capim emitiu declarações inverídicas de que pessoas que nunca trabalharam em suas terras haviam sido trabalhadores na propriedade, fazendo jus, assim, a benefícios rurais previdenciários.



As condutas investigadas, em tese, são tipificadas como estelionato qualificado. A operação foi deflagrada por policiais federais e servidores da Força Tarefa Previdenciária e Trabalhista, do Ministério da Economia, com mandados expedidos pela Justiça Federal da Paraíba.

 

 

 

Com informações do G1.

       



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Cloroquina reage de forma diferente em cada organismo e pode provocar efeitos colaterais com o tempo

 


A hidroxicloroquina tem sido usada há muito tempo para tratar a malária, bem como outras doenças, como lúpus e artrite. Ela é usada para reduzir febre e inflamação, e havia esperança de que também poderia inibir o vírus que causa a covid-19.  Apesar de alguns estudos iniciais aumentarem as esperanças sobre a droga, um estudo subsequente em larga escala mostrou que ela não é eficaz como tratamento para a covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.



Um dos maiores estudos do mundo em andamento — o Recovery, realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido — envolveu 11 mil pacientes com coronavírus em hospitais do país e incluiu testar a eficácia da hidroxicloroquina contra a doença, além de outros tratamentos em potencial. A conclusão foi que "não há efeito benéfico da hidroxicloroquina em pacientes hospitalizados com covid-19" e o medicamento acabou retirado do experimento.



Existem mais de 200 outros estudos atualmente em andamento em todo o mundo. Vários países autorizaram o uso hospitalar de hidroxicloroquina ou seu uso em estudos clínicos sob a supervisão de profissionais de saúde. Em março, o Food and Drug Administration (FDA), a agência sanitária dos EUA, concedeu autorização "emergencial" para o uso desses medicamentos no tratamento da covid-19 em número limitado de casos hospitalizados.



Porém, o órgão emitiu um alerta sobre o risco das drogas causarem sérios problemas nos batimentos cardíacos de pacientes com coronavírus. Também proibiu o uso deles fora de um ambiente hospitalar ou de um ensaio clínico. E, finalmente em junho, o FDA retirou a droga de sua lista de medicamentos para o tratamento da covid-19, alegando que os ensaios clínicos não mostraram benefício.



Também houve relatos de envenenamento por pessoas tomando cloroquina sem supervisão médica. A OMS respondeu aconselhando as pessoas a não se automedicarem e "alertou contra médicos e associações médicas que recomendam ou administram esses tratamentos não comprovados"A França havia autorizado os hospitais a prescrever os medicamentos para pacientes com covid-19, mas mais tarde reverteu a decisão depois que o órgão de regulação de saúde do país alertou sobre possíveis efeitos colaterais.

 

 

Conclusão

 

Por fim, o uso indiscriminado de cloroquina e hidroxicloroquina pela população contra o novo coronavírus, sem prescrição e acompanhamento médico, pode provocar diversos efeitos colaterais. Dos mais comuns e leves, como dor de cabeça, enjoo, vômitos e diarreia, até confusão mental, convulsões e visão dupla ou borrada. Apesar dos resultados positivos alcançados por algumas pesquisas, os testes ainda são preliminares e estão na fase experimental. Portanto, o uso incorreto dessas drogas pode mais gerar problemas do que solução. Como, por exemplo, toxicidade ao organismo e falta do medicamento para quem realmente precisa, como portadores de lúpus, malária e artrite reumatoide.




 

 

 

+Detalhes: https://dasa.com.br/blog-coronavirus/cloroquina-para-coronavirus-e-efeitos-colaterais

 

 

 

Com informações da BBC News.

      
 


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