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Pesquisadora da UFPB cria inseticida de extrato de agave para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue



Um inseticida natural que mata o Aedes aegypti foi desenvolvido pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Algodão). Segundo a UFPB, o inseticida já tem eficácia comprovada e é de baixo custo.


A pesquisadora responsável pelo inseticida é a professora Fabíola Cruz, do departamento de biologia celular e molecular da UFPB. O produto é feito de extrato de agave, planta conhecida como sisal.



Além da eficácia já comprovada em qualquer fase de vida do mosquito vetor da dengue, zika e chikungunya, o inseticida também é de baixo custo, não é tóxico para outros animais e tem ação rápida. Com a pesquisa já desenvolvida, a Embrapa e a UFPB buscam empresas para produzir o inseticida em escala comercial.



“Nem a UFPB e nem a Embrapa têm condições de produzir, de tornar o inseticida comercializável. Então, para isso, precisamos de um agente externo, que seria uma indústria”, explicou a professora Fabíola.



Segundo a professora, através da comercialização, o produto também deve valorizar a cultura do sisal e fornecer renda para os produtores da planta na Paraíba. O produto já foi patenteado pela Agência UFPB de Inovação Tecnológica (Inova-UFPB) e, segundo a professora Fabíola, a meta é de estar no mercado ainda no fim deste ano.

 


Com informações do G1.

                                                                                


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Com abraço antirracista de garotinhos, renasce a esperança de uma amizade incondicional não definida pela cor da pele


Os melhores amigos Maxwell e Finnegan, de Nova York, Estados Unidos, emocionaram o mundo. Em setembro do ano passado, um vídeo deles se abraçando após vários dias sem se ver, viralizou.




O momento foi compartilhado milhões de vezes e o sucesso dos amigos fez com que eles estreassem uma campanha contra o racismo para ajudar a arrecadar fundos para que sofreram com o preconceito.


"Juntos, Nós Superamos"

JUNTOS, NÓS SUPERAMOS.



Os amigos não esconderam a saudade que estavam sentindo um do outro em um reencontro após alguns dias sem se ver e a atitude das crianças foi emocionante. Para muitas pessoas, o abraço representou esperança para o futuro, porque mostrava Maxwell, um garoto negro, e Finnegan, um garoto branco, capazes de ter uma amizade não definida pela cor da pele.


Após morte de George Floyd, que aconteceu em maio deste ano, o vídeo voltou a circular pelas redes sociais, como forma de esperança para combater o preconceito contra os negros e os pequenos acabaram se tornando a "cara" de uma campanha contra o racismo.

 

Com informações da Vix.

                                                                                

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Confirmado caso raro de 'ameba comedora de cérebro' nos EUA



O estado da Flórida, nos EUA, confirmou uma caso raro de infecção por Naegleria fowleri, também conhecida como "ameba comedora de cérebro",  no condado de Hillsborough.







A Naegleria fowleri é um protozoário que vive em solos encharcados de água doce e morna, como rios e lagoas, e invade a corrente sanguínea pelo nariz e boca, chegando ao cérebro e atacando o tecido cerebral, daí o nome (comedora de cérebro). Médicos já relataram também contaminação por cortes na pele.





Os infectados têm sintomas como febre, náusea, vômito, dor de cabeça e rigidez na nuca, e a taxa de mortalidade é considerada bastante alta, podendo chegar a 97% dos casos, a maioria em prazo de até uma semana.



Apesar da letalidade, é considerado um caso raro porque entre 2008 e 2017 foram registrados apenas 34 infectados em todo os Estados Unidos, a maioria por atividade de lazer em fonte de água fresca, como rios e lagos. As autoridades norte-americanas não divulgaram o nome nem o estado de saúde da pessoa identificada com a ameba “comedora de cérebro”.



 

 

+Detalhes: https://edition.cnn.com/2020/07/04/us/naegleria-fowleri-case-florida-trnd/index.html

 



Com informações do Metro Jornal.

                                                                                




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Governo da Paraíba anuncia lançamento do 'Programa Se Liga no Enem PB' com 3.500 vagas online



O governador João Azevêdo anunciou, nesta segunda-feira (6), durante o programa Fala Governador, o lançamento do edital do Programa Se liga no Enem PB Revisão On-line, nesta terça-feira (7), no Diário Oficial do Estado. O projeto oferece curso de revisão dos conteúdos, habilidades e competências exigidas para o Enem 2020 para estudantes que estão cursando a terceira série do Ensino Médio e egressos, da Rede Estadual de Ensino. Serão ofertadas 3.500 vagas distribuídas pelas 14 Gerências Regionais de Educação, a serem preenchidas de acordo com a ordem de inscrição. As aulas começarão no dia 30 de julho.



De acordo com o governador João Azevêdo, as aulas vão acontecer de segunda a sexta-feira em ambiente virtual, por meio da plataforma Google Classroom, em horário alternativo às aulas regulares, utilizando atividades através do site: www.see.pb.gov.br/pbeduca. “A ação da Secretaria da Educação tem mantido um foco muito grande nesse momento de pandemia, em que sabemos que, pela suspensão das aulas presenciais, temos que oferecer uma estrutura tecnológica para que os alunos continuem estudando”, frisou o governador, acrescentando que o Governo do Estado também vai disponibilizar recursos como vídeo aulas, textos em PDF, atividades e simulados on-line, além de acompanhamento das propostas de redação. 



Inscrições - Para fazer a inscrição, basta o aluno entrar no site www.see.pb.gov.br/pbeduca  e preencher o formulário de inscrição optando por uma das vagas disponíveis na Gerência Regional de Ensino da qual a escola dele faz parte. As inscrições ficam abertas até 13 de julho. Os requisitos para se inscrever são: estar regularmente matriculado em escola de ensino médio ou ser egresso da Rede Estadual de Ensino; possuir e informar RG e CPF e informar o número de inscrição para o Enem 2020. 


O candidato matriculado regularmente na Rede Estadual deverá informar, durante o processo de inscrição, o número de matrícula da terceira série 2020, emitido através do perfil do aluno no sistema Saber; cópias da Carteira de Identidade e CPF; e um comprovante da inscrição no Enem 2020. Já os egressos deverão encaminhar todos estes documentos e uma cópia do diploma ou certificado de conclusão do ensino médio na rede pública. 



Caso as vagas de um pólo não sejam preenchidas, os alunos de outra gerência poderão ser remanejados. Os alunos que concluírem toda a carga horária do curso receberão um certificado de 100 horas referente ao uso de ferramentas digitais e desenvolvimento de atividades em plataforma virtual de aprendizagem. 



Sobre o Programa - O Se Liga no Enem Paraíba é um Programa do Governo do Estado da Paraíba, executado por meio da Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, para mobilização, orientação e formação de estudantes e professores com objetivo de fomentar o ingresso dos estudantes no ensino superior, através da preparação para o Enem.  O Se Liga No Enem PB teve início como um movimento com o objetivo de proporcionar espaço para revisões, práticas laboratoriais, oficinas, atividades culturais e trocas de experiências para os alunos se preparem para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Considerando este forte engajamento, em 2019, o SeLigaNoEnemPB se tornou um Programa. Em 2019, o Se Liga No Enem Festival reuniu mais de 9 mil alunos em 14 edições. Já os estudantes da Rede Estadual que terminaram o ensino médio puderam contar com o Se Liga No Enem Egressos, no qual foram oferecidas 1.770 vagas para aulas de preparação, sendo 720 vagas presenciais em João Pessoa, Guarabira e Campina Grande, e 1050 vagas para o ensino a distância em todo o estado.  No Se Liga No Enem Na Escola, foram realizados aulões presenciais em horário oposto ao de funcionamento da escola em 64 polos em toda a Paraíba. Em 2020, por conta da pandemia do novo coronavírus, as atividades do Se Liga No Enem se articulam com as formações remotas desenvolvidas pela SEECT/PB no âmbito do Regime Especial de Ensino, por meio da oferta do curso de preparação Se Liga No Enem PB Revisão On-Line.

 

E+: Governo disponibiliza aplicativo com dados patrocinados para alunos e professores da Rede Estadual

https://paraiba.pb.gov.br/noticias/governo-disponibiliza-aplicativo-com-dados-patrocinados-para-alunos-e-professores-da-rede-estadual-1

 



Com informações SEE-PB

                                                                                



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Na Paraíba, Polícia interrompe festa de madrugada e organizadores são detidos



Pelo menos 40 pessoas participaram de uma festa em João Pessoa, na madrugada desta quarta-feira (7). De acordo com a Polícia Militar, a aglomeração acontecia no bairro do Gramame. Um homem e adolescente foram conduzidos à delegacia após serem identificados como organizadores da festa. Após pagamento de fiança, foram liberados.



Segundo a polícia, por volta das 1h30 a inteligência da PM identificou, através das redes sociais, que poderia estar acontecendo uma festa com aglomeração. Todos os jovens que estavam no local foram revistados, mas ninguém foi preso.



A polícia não encontrou drogas ilícitas, nem armas no local. O homem, que foi identificado como um dos organizadores da festa, foi conduzido à delegacia de polícia suspeito de desobedecer os decretos em vigor, mas após o pagamento de fiança foi liberado. A outra organizadora é adolescente e foi ouvida e liberada.

 

Com informações do G1.

                                                                                



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Em carta aberta, 239 cientistas listam medidas para evitar propagação da COVID pelo ar em locais fechados


O apelo intitula uma carta escrita por 239 cientistas e endereçada “à comunidade médica e aos órgãos nacionais e internacionais” — incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS), citada nominalmente no texto — para que “reconheçam o potencial de propagação” do novo coronavírus pelo ar. O texto informa que há evidências “suficientes” de que partículas do Sars-CoV-2 suspensas no ar podem infectar pessoas, principalmente em ambiente fechado. Detalhes do trabalho serão divulgados nos próximos dias, na Clinical Infectious Diseases, publicação da Sociedade Americana de Doenças Infecciosas. Uma versão, porém, identificada como “manuscrito aceito”, está publicada no site da revista.

 

Nela, os autores alertam que existe um potencial significativo de infecção pelo novo coronavírus por meio de gotículas respiratórias microscópicas (micropartículas) a distâncias superiores ao distanciamento social recomendado. “Resultados de estudos conduzidos por signatários e outros cientistas demonstraram, além de qualquer dúvida razoável, que os vírus são liberados durante a expiração, a fala e a tosse em micropartículas pequenas o suficiente para permanecer no ar e representar um risco de exposição a distâncias superiores a um e dois metros entre indivíduos”, indica o texto.

 


Os autores também enfatizam a ocorrência de constatações semelhantes em resultados de pesquisas com vírus parecidos com o Sars-CoV-2. No caso do Sars-CoV-1, responsável pelo surto da síndrome respiratória aguda grave (Sars) na China, em 2003, estudos retrospectivos demonstraram que a transmissão aérea é “o mecanismo mais provável” para explicar o padrão espacial de infecções dos indivíduos. “O coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers) e o da gripe mostram que é viável que esses vírus sejam exalados por pessoas infectadas e/ou detectados em ambientes internos”, escrevem.

 



Diante desses resultados, os signatários da carta aberta avaliam que “há todos os motivos para esperar que o Sars-CoV-2 se comporte da mesma forma” e para considerar que “a transmissão via micropartículas no ar é uma via importante”. Dessa forma, defendem que governos e autoridades ampliem a lista de medidas preventivas recomendadas. Atualmente, as orientações concentram-se na higienização das mãos, no isolamento e em cuidados com relação a gotículas emitidas por espirro, fala ou tosse. “Lavagem das mãos e distanciamento social são adequados, mas, a nosso ver, insuficientes para fornecer proteção contra micropartículas de doenças respiratórias lançadas ao ar por pessoas infectadas”, enfatizam os autores.



Segundo os cientistas, a maioria das organizações de saúde pública, incluindo a OMS, acredita que a transmissão pelo Sars-CoV-2 se dá por gotículas respiratórias maiores. O único caso por micropartículas considerado é o de procedimentos realizados em unidades de saúde e geradores de aerossóis, como a intubação e a ressuscitação cardiopulmonar de pacientes. Os autores, porém, acreditam que há evidências “mais do que suficientes” para que as autoridades optem pela “precaução”. “Para controlar a pandemia, enquanto se aguarda a disponibilidade de uma vacina, todas as vias de transmissão devem ser interrompidas”, justificam.

 

Risco alto

 

O grupo enumera uma lista de medidas simples que pode evitar a transmissão do coronavírus pelo ar (veja quadro) e alerta que, no momento de flexibilização das restrições sociais, essa forma de disseminação pode ter “consequências significativas”.


 “As pessoas podem pensar que estão totalmente protegidas aderindo às recomendações, mas, de fato, são necessárias intervenções aéreas adicionais para reduzir ainda mais o risco de infecção. Esse assunto é de grande importância agora, quando os países estão reabrindo após bloqueios, levando as pessoas de volta a locais de trabalho e os alunos de volta às escolas, faculdades e universidades. Nós esperamos que nossa declaração aumente a consciência de que a transmissão aérea da covid-19 é um risco real”, enfatizam.

 



O texto é assinado por cientistas de 32 países, sob a liderança de Lidia Morawska, do Laboratório Internacional de Qualidade do Ar e Saúde da Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália; e Donald K. Milton, do Instituto de Saúde Ambiental Aplicada da Escola de Saúde Pública da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Em nota, a OMS informa que está “revisando o conteúdo” da carta aberta.



» O que fazer


Na carta aberta, o grupo de cientistas enumera medidas que devem ser adotadas para impedir o risco de transmissão aérea do Sars-CoV-2

 

» Fornecer ventilação suficiente e eficaz — com ar limpo e não recirculante — principalmente em edifícios públicos, ambientes de trabalho, escolas, hospitais e lares de idosos.

 

» Adotar mecanismos de controle de infecção aérea em ambientes fechados, com o uso de sistemas de exaustão, filtragem de ar de alta eficiência e luzes ultravioletas germicidas.

 

» Evitar a superlotação principalmente em transportes e edifícios públicos.

 

» Manter as janelas abertas, o que aumenta drasticamente as taxas de fluxo de ar, quando não for possível a adoção de uma ventilação mecânica.


+Detalhes: https://www.cbsnews.com/news/coronavirus-airborne-scientists-open-letter/

 

 

Com informações do Correio Braziliense.

                                                                                


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Após ignorar riscos de contrair COVID, Presidente Bolsonaro testa positivo em novo exame



O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou positivo para a covid-19 nesta terça-feira (7/7). Ele fez o teste na segunda-feira, após apresentar os sintomas da doença.  Segundo interlocutores, o presidente teve febre de 38ºC, tosse e mal estar, mas, no geral, o estado de saúde é bom. O próprio Bolsonaro afirmou que a febre havia cedido e que estava "muito bem".

 


Na noite de segunda-feira (6/7), Bolsonaro apareceu para conversar com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada e comentou que, além do exame para a covid-19, fez uma ressonância magnética dos pulmões. Os procedimentos foram realizados no Hospital das Forças Armadas (HFA) e na residência oficial.


“Eu vim do hospital agora, fiz uma chapa do pulmão, tá limpo o pulmão, tá certo? Vou fazer o exame do covid agora, mas está tudo bem”, disse o presidente. Ele afirmou ainda que já estava se tratando com hidroxicloroquina, mesmo não sendo esta a recomendação do Ministério da Saúde para pacientes cujo diagnóstico ainda não está confirmado.



Grupo de risco


O presidente pode ser considerado um integrante do grupo de pessoas que apresentam risco maior de desenvolver forma grave da doença, por já ter 65 anos. Vários integrantes da equipe dele contraíram o novo coronavírus desde o início da pandemia.


Apesar disso, o presidente tem negado os perigos da doença e já reduziu a covid-19 a um “resfriadinho” e a uma “gripezinha”. Ele também resiste em manter o distanciamento social e costuma se aproximar das pessoas ao aparecer em público, seja participando de manifestações públicas em seu apoio, seja passeando por Brasília nos fins de semana.



No início de junho, o presidente insinuou que provavelmente já teria sido infectado pelo novo coronavírus, mas que, até aquele momento, não tinha nenhum sintoma. "Eu já peguei 20 vezes este vírus, talvez, ou o vírus não quer papo comigo. É uma realidade. (...) Vai pegar, e a grande maioria nem vai saber que pegou. Talvez é o meu caso. Assintomático”, comentou. 


Na última sexta-feira, por exemplo, Bolsonaro fez uma reunião e almoçou com um grupo de 10 empresários, entre eles, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, no Palácio da Alvorada. Em nenhum momento ele ou os convidados usaram máscaras, bem como não respeitaram um limite mínimo de distanciamento social.

 

O mesmo aconteceu no dia seguinte, quando Bolsonaro e outros integrantes do governo federal dispensaram o equipamento de proteção e as recomendações sanitárias durante um almoço na casa do embaixador dos Estados Unidos em Brasília, Todd Chapman, para comemorar os 244 anos da independência americana.

 

 

Com informações do Correio Braziliense.

                                                                                

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