Com
informações da Página Charles Camaraense.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
Com
informações da Página Charles Camaraense.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
Aprovado pela Anvisa nas últimas semanas, o teste Access
SARS-CoV-2 IgG, da Beckman Coulter, empresa de equipamentos e soluções para
laboratórios, é mais um exame sorológico de COVID-19, ou seja, ele identifica
anticorpos gerados pelo corpo contra a doença por meio de uma amostra sanguínea
do paciente.
Ao contrário de outros testes, porém, este identifica
anticorpos mais específicos: os produzidos pelo organismo para combater uma
proteína característica do novo coronavírus. É esta proteína, inclusive, que
tem sido usada como base para a pesquisa e criação de vacinas contra a
COVID-19, que teriam o objetivo de neutralizá-la.
Isso significa, segundo a empresa, que o exame não
apresenta reação cruzada, ou seja, não corre o risco de dar “falso positivo”
para COVID-19 pela presença de anticorpos para outras doenças, como H1N1.
Além disso, o fato de ele processar apenas a imunoglobulina
G (IgG) - anticorpo mais específico e que permanece mais tempo no organismo -
também diminui as chances de falsos negativos (algo ainda mais perigoso que o
falso positivo, já que faz com que o paciente não tome as devidas precauções
para barrar a transmissão).
A sensibilidade do novo exame também é maior. Testes
sorológicos geralmente são indicados apenas a partir do oitavo dia desde o
início dos sintomas porque tendem a não identificar a doença no organismo se o
indivíduo tiver acabado de contrair o vírus – mas, de acordo com testes
realizados com o Access, ele é mais capaz que outros de identificar os
anticorpos mesmo dentro do intervalo de zero a seis dias desde os primeiros
sintomas.
Anteriormente, este teste já estava sendo enviado a
clínicas e laboratórios nos Estados Unidos, e agora a entrega foi ampliada para
países de todo o mundo, incluindo a América Latina. A previsão da empresa, que
ampliou a produção dos exames, é a de fornecer 30 milhões de testes por mês.
+Detalhes: http://portal.anvisa.gov.br/coronavirus/noticias
Com
informações da Vix.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
O vídeo, que foi gravado pela nativa do Tennessee, Ashley White,
na semana passada, e compartilhado na conta do Twitter do Tracking Sharks,
mostra o pássaro semelhante a uma águia voando sobre Myrtle Beach, carregando
suas presas impressionantes enquanto se mexe e tenta escapar. White twittou
que ela registrou o evento do 17º andar do prédio em que estava hospedada.
O vídeo obteve dezenas de milhões de visualizações, e até
The Asylum, o estúdio por trás do filme "Sharknado", twittou a
respeito. "Quantos de vocês sabiam que um Sharknado viria a seguir?"
escreveu.
Ed Piotrowski, meteorologista-chefe do WPDE, compartilhou
as imagens de White no Facebook, brincando que algumas pessoas pensavam que a
dupla era um condor e um grande tubarão branco. O Tracking Sharks perguntou à
sua comunidade se poderia identificar as criaturas, e os usuários do Twitter têm debatido a semana toda sobre a identidade dos animais flagrados.
Especialistas sugerem que o pássaro seja uma águia-pescadora e o peixe, uma joaninha - não um tubarão.
Outros acham que o peixe poder ser um cavala-espanhol do Atlântico. Todas
as três criaturas podem ser encontradas na região.
https://www.cbsnews.com/news/viral-video-bird-of-prey-carrying-massive-shark-fish-myrtle-beach/
Com
informações da CBS News.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
https://twitter.com/MancheteDeCapa
O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a lei que
torna obrigatório o uso de máscaras de proteção individual para circulação em
espaços públicos e privados, incluindo transportes como ônibus, táxis, carros
de aplicativos, aeronaves e embarcações, como medida para combater o contágio
do novo coronavírus. A Lei 14.019 está publicada no Diário Oficial da
União (DOU) desta sexta-feira, 3, e um dos vetos diz respeito ao uso de
máscara em estabelecimentos comerciais e industriais, templos religiosos,
estabelecimentos de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de
pessoas
O governo justificou o veto como argumento de que o dispositivo, "ao estabelecer que o uso de máscara será obrigatório em demais locais fechados em que haja reunião de pessoas, incorre em possível violação de domicílio por abarcar conceito abrangente de locais não abertos ao público".
Na justificativa, o governo lembra o artigo 5º, XI, da Constituição Federal, "o qual dispõe que a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial".
Também foram vetados dispositivos que dispõem sobre as circunstâncias agravantes para a gradação da multa imposta pelo não uso da máscara. "Muito embora haja prerrogativa para a elaboração de normas gerais pela União em relação à matéria, a não imposição de balizas para a gradação da sanção imposta pela propositura legislativa gera insegurança jurídica, acarretando em falta de clareza e não ensejando a perfeita compreensão da norma", diz a justificativa publicada no DOU.
Bolsonaro vetou ainda o dispositivo que obrigava órgãos e entidades públicas a fornecerem máscaras de proteção individual. Segundo as razões do veto, "a medida institui obrigação ao Poder Executivo e cria despesa obrigatória ao Poder Público, sem que se tenha indicado a respectiva fonte de custeio, ausente ainda o demonstrativo do respectivo impacto orçamentário e financeiro".
+Detalhes: http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.019-de-2-de-julho-de-2020-264918074
Com informações do Notícias ao Minuto.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
https://twitter.com/MancheteDeCapa
Em 2016, Feder e o sócio, Alexandre Ostrowiecki,
administradores da empresa de informática Multilaser Industrial S.A., foram
denunciados pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por
meio da Coordenadoria de Combate à Sonegação Fiscal (Coesf), por fraude de ao
menos R$ 3,2 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços
(ICMS).
O processo corre no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)
e ainda está em fase de tramitação. Em posicionamento oficial, a empresa
informou que o processo é resultado de uma dívida que o governo paulista tem de
R$ 95 milhões com a Multilaser, que venceu e não foi paga.
“Até 2013, o governo autorizava empresas na situação da
Multilaser a abater dessa dívida os pagamentos de ICMS. A prática foi suspensa
e a Multilaser recorre, desde então, à Justiça para que seja retomada”,
destacou, em nota.
Inicialmente, a denúncia envolvia as áreas criminal e
tributária. No entanto, os efeitos da primeira esfera foram suspensos. “Numa
tentativa de intimidação que infelizmente é comum no Brasil, o governo usa a
esfera criminal para forçar os empreendedores a parar de lutar por seus
direitos”, prosseguiu a Multilaser.
Com
informações do Metrópoles.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
https://twitter.com/MancheteDeCapa
Após matérias exibidas em vários veículos de comunicação, no último domingo (28), foi a vez do programa Globo Repórter, da Rede Globo, exibir documentário acerca da lavoura existente na localidade, onde as famílias de agricultores residem há mais de 30 anos. A área já foi assistida pelas ações do Projeto Cooperar II, na implantação de subprojetos de irrigação e cisternas, que, segundo o presidente da Associação Comunitária de Cacimba Nova (Ascocan), João Costa, foram responsáveis para a alavancar o progresso daquela região sertaneja e estimular a plantação.
“Agora estamos precisando do Cooperar para
mais demandas de acesso à água, porque alguns membros da comunidade ainda não
dispõem de cisternas”, afirmou João Costa.
O representante da comunidade disse que está otimista com a
nova edição do Projeto Cooperar III, que irá implementar ações desenvolvidas
pelo PB Rural Sustentável, com foco no acesso à água de qualidade. João Costa
adiantou que já encaminhou para o Cooperar as demandas contendo a
implantação de cisternas. E disse que no futuro vai pleitear para a comunidade
um trator para o corte da terra, implantação de energia solar e estímulo
tecnológico para incrementar e fomentar a rotação de culturas para
maximizar a produção rural.
João Costa afirmou que sua comunidade tem uma diversidade
de cultura muito grande. Além do plantio de batata doce, também produz
hortaliças, como: tomates, cebolas, pimentão, quiabo, melão, etc. “Todos os
investimentos que recebemos do governo do Estado, não só do Projeto Cooperar,
nós retribuímos com trabalho e isso ajuda ao governo porque Cacimba Nova tem
emprego e renda para muitas famílias da região”, acrescentando que o trabalho
dessa comunidade foi referendado pelos técnicos do Banco Mundial.
Com os devidos cuidados, os agricultores da localidade,
mesmo em plena pandemia da covid-19, não deixaram de trabalhar. Eles, conforme
João Costa, produzem diariamente para que os produtos cheguem à mesa dos
sertanejos paraibanos e de outras pessoas de Estados vizinhos.
O presidente da Ascocan falou, também, que o governador
João Azevêdo conhece a história da comunidade e tem sido muito atencioso, e
enalteceu o apoio que vem recebendo do secretário Luiz Couto, da Agricultura
Familiar, e do coordenador geral do Projeto Cooperar, Omar Gama. “Agradeço a
Deus pelas chuvas, pela bravura dos agricultores e agricultoras e pelos
recursos recebidos que servem para expandir mais ainda nosso projeto e nos
tornarmos uma comunidade mais produtiva”.
Com
informações do Governo da Paraíba.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
https://twitter.com/MancheteDeCapa
Ao G1, Matheus informou nesta quinta-feira (2) que não
agiu de má fé e que pede desculpas por ter feito a vaquinha. “Admito que agi de
forma precipitada, mas como eu estava mal, pedi ajuda como qualquer um pediria.
Usei este dinheiro para pagar vários exames para ter a confirmação e graças à
Deus eu descobri que não estava com câncer, mas com outra doença grave. Por
isso apaguei o vídeo original e postei outro falando sobre o que aconteceu. Eu
quero entregar este dinheiro que não estou usando”, disse o músico.
O caso começou em abril deste ano. Matheus Brisa
abriu uma
campanha de financiamento coletivo informando que havia sido diagnosticado com
linfoma de Hodgkin e que precisava do dinheiro para poder custear o
tratamento, já que a família não poderia ajudar. A meta era arrecadar R$ 15 mil
e o músico conseguiu mais de R$ 23,6 mil, além de doações que foram feitas para
a conta pessoal do artista.
O G1 recebeu cópias de boletins de ocorrência de
pessoas que denunciaram o artista por suspeita de estelionato. Em um deles, uma
produtora cultural de João Pessoa, que preferiu não se identificar, contou que
faz parte de um coletivo de artistas e agentes culturais da Paraíba e que ficou
sabendo, no dia 27 de abril de 2020 do vídeo postado por Matheus falando sobre
a doença. O vídeo foi apagado das redes sociais do artista.
Com
informações do G1.
Interaja mais:
https://www.facebook.com/manchetedecapa1/
https://twitter.com/MancheteDeCapa