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Com foto e texto simbólicos, Prefeito de Cuité aconselha olhar para frente, acolher, assistir e abraçar a causa que importa


“O texto abaixo foi escrito por um filho de Cuité que mora hoje em outra cidade e está vendo os avanços por aqui. Essa foto simboliza as portas que podem se abrir quando se tem fé em Deus ”, este é o sentimento de perseverança e afeto expresso pelo Prefeito Charles Camaraense.




Segue o texto.

"A desfaçatez de alguns quando tecem críticas carregadas com muita acidez visceral e revistadas com certo teor de maledicência, tem como um único objetivo que é esconder a inveja e ocultar a sua própria falta de capacidade de fazer! Nunca e em tempo nenhum se deixe levar por esse tipo de expediente mesquinho de uma oposição predestinada ao uso do pior dos instrumentos de persuasão que são as inverdades trajadas de falácias com meio de convencimento de alguns. Os que hoje tentam por imposição das palavras, é desacreditarem uma gestão positivista e de caráter coletivista, são os mesmos que outrora se valiam da locupletação como mecanismo de suas auto-suficiências e da busca pela perpetuação no poder. O uso abusivo de palavras de baixo calão e de cunho ofensivo que chegam alcançar e agredir a honra é algo inaceitável aos tempos de hoje, melhor séria buscarem os caminhos legais com forma de requisição para obterem informações para sanarem os seus questionamentos de oposicionistas, mas não fazem e não querem realizar este tipo de ação, pois não encontrarão respaldo, haja vista que estes mesmos ditos opositores, ainda tem tem muitas respostas para serem dadas a perguntas irreplicáveis e sem deixar de citar que muitas ações inexplicáveis carecem de plausíveis reparações públicas coisas que não são capaz de fazerem pois lhe faltam argumentos. Olhar para frente sempre, acolher, assistir e abraçar a causa é o que importa neste momento de dificuldades sanitárias, já para os oponentes o resultado do seu trabalho é a principal silenciadora resposta aos seus urros!"

 



Com informações da Página Charles Camaraense.

                                                                                


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Após 1 ano passando por maus bocados, modelo de 56 anos rompe preconceito da moda e vira capa de revista


Kathy Jacobs é a prova viva de que é possível quebrar preconceitos da indústria da moda. Aos 56 anos, ela foi uma das seis finalistas de um concurso para aparecer na prestigiada revista Sports Illustrated em trajes de praia, numa edição especial. 





Antes de estar no concurso, ela passou por maus bocados. Ficou 1 ano desempregada e teve que limpar o chão de lanchonetes. Foi então que decidiu mudar a própria história. Ela não só se reinventou como mostrou que mulheres mais velhas podem sim se destacar.


No mundo da modelagem , é comum que mulheres e homens tenham uma “data de validade”, de acordo com os padrões de beleza impostos ao longo de sua história.Mas Kathy Jacobs está mudando este conceito com seu corpo e mente invejáveis. Kathy, que é de Calabasas, na Califórnia, mede 1m61, bem abaixo dos padrões norte-americanos exigidos para a moda.


“Ser incluída significa muito para mim, um movimento que é maior que eu e também é importante para mulheres da minha idade. Quero dizer, tenho 56 anos e o mundo trata pessoas com mais de 55 anos como idosos. Então, eu quero mostrar ao mundo o que significa ter a minha idade. Não estou pronta para me deixar de lado porque ainda tenho muitas vidas para viver ”.



Quarentena

Kathy atualmente está em Nova Iorque, epicentro da pandemia de coronavírus e aproveitou a temporada para fazer máscaras e doar para necessitados. Não é só isso. A modelo também é defensora da causa animal. Ela e sua filha já fizeram campanha e adotaram vários cães abandonados.

 

Com informações do Só Notícia Boa.

                                                                                



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Casal morre de Covid-19 de mãos dadas nos EUA


Eles ficaram juntos por 53 anos. No último dia 18, morreram de Covid-19 com menos de uma hora de diferença e de mãos dadas. Betty e Curtis Tarpley, dos EUA, tinham 80 e 79 anos, respectivamente, e sua história foi contada pela imprensa americana nesta semana. Segundo relatou o filho do casal à rede NBC, ela foi primeiro para o hospital, no dia 9 de junho, e o marido foi internado dias depois. Eles viviam no Texas.



Para Tim Tarpley, foi "a coisa mais triste do mundo" deixar os pais na emergência do hospital. Ele contou à CNN que foi iniciativa das enfermeiras levar Curtis para a unidade onde Betty estava internada, para que ficassem juntos. A mãe piorou primeiro e ligou para a família dizendo que estava "pronta para ir", segundo o relato.



Tim e sua irmã conseguiram visitar os pais no hospital duas vezes. Na segunda vez, os médicos disseram que ela não teria muito tempo de vida. Ao saber da notícia, Curtis, que estava com a saúde melhor, teve uma baixa nos níveis de oxigênio. Para o filho, saber que sua mulher estava para morrer tirou as forças de seu pai para continuar lutando contra a doença.



A enfermeira que tomou a iniciativa de deixar o casal lado a lado até o último momento, mobilizando a equipe do hospital para isso, disse à CNN que achou que era "a coisa certa a se fazer"Curtis estava tão fraco que não conseguiu olhar para a esposa, mas conseguiu colocar sua mão nos braços dela, conta a profissional de saúde. Após 20 minutos assim, Betty morreu. E 45 minutos depois, foi a vez de Curtis.



O filho do casal, que está isolado em casa por ter contraído Covid-19 dos pais, afirmou que é grato pelo gesto de empatia da equipe do hospital. Desde o início da pandemia, as autoridades do estado do sul dos EUA registraram 159.986 casos e 2.424 mortes. Com um total de 127.322 óbitos por coronavírus, os Estados Unidos seguem como o país com maior perda de vidas devido à pandemia.



Foram registrados nas últimas 24 horas 42.528 novos casos da doença, elevando o total de infectados no país de maior economia do mundo a 2.629.372. Devido ao aumento de infecções e mortes, particularmente no sul e no oeste do país, alguns estados interromperam seus processos de flexibilização das medidas de confinamento e de reativação da economia.

 


Com informações da NBC.

                                                                                


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Brasil tem 10 milhões de pedidos sem resposta por Auxílio Emergencial



O governo anunciou a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses, como forma de minimizar os transtornos financeiros causados pela pandemia do coronavírus, mas ainda existem 8 milhões de pessoas na fila à espera do resultado de uma análise para receber o benefício - passados 80 dias do início do programa. Outras 2 milhões dependem de reanálise pelo Ministério da Cidadania.



Os cálculos são da Rede Brasileira de Renda Básica, que critica a falta de transparência dos dados e o calendário de pagamento da terceira parcela do programa. Para a Rede, que reúne 162 organizações da sociedade civil, a estratégia do governo é "dar a sensação" de que a renda vai até dezembro, sem que seja necessário ampliar as parcelas. Isso porque o pagamento da 3.ª parcela será concluído em setembro para quem faz aniversário no último mês do ano.



A expectativa da Rede é que governo alongue ao máximo o pagamento e que a 5.ª parcela fique, na prática, para dezembro. Até agora, o governo não explicou como será o pagamento das duas parcelas adicionais de R$ 600. A ideia é dividir o repasse dentro dos dois meses adicionais.



Segundo a diretora de relações institucionais da Rede, Paola Carvalho, os que estão na reanálise receberam a 1.ª parcela e entraram em análise novamente. Já são mais de 107 milhões de cadastros analisados, com 64,3 milhões de beneficiados (entre a 1.ª, 2.ª e 3.ª parcelas) e 43 milhões de pessoas com benefício negado. "Muitas pessoas mudaram de condição, da primeira para a segunda análise. Muitas pessoas receberam a 1.ª parcela e, depois, foram cortadas. Mas o governo não dá transparência aos números", afirmou ela.



A entidade entrou com uma representação no Ministério Público Federal solicitando medidas para assegurar os direitos das pessoas mais vulneráveis que não receberam o auxílio. Autor de projeto para prorrogar o auxílio por mais seis meses, o deputado João Campos (PSB-PE) disse que a divisão do pagamento é ruim e pode gerar maior aglomeração nas agências bancárias. Para ele, a estratégia é um "artificio fiscal" do Ministério da Economia para ter caixa para os pagamentos.



A área econômica, no entanto, avalia que é uma medida para fazer uma transição mais suave para o fim do benefício, enquanto coloca de pé um novo programa social. Procurado, o Ministério da Cidadania informou que atualmente estão em análise na Dataprev 1.572.325 cadastros realizados no aplicativo e portal da Caixa, sendo 1.364.199 do período de 17 a 30 de junho. O ministério não detalhou os números.



"Para ser elegível é necessário atender a todos requisitos da lei. Um dos problemas que podem ocorrer, por exemplo, é a situação na qual a pessoa encontra-se desempregada recentemente, mas a informação ainda não consta nas bases de dados do Governo Federal", afirma a nota.

 



Com informações de O Estado de S.Paulo.

                                                                                


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Em publicidade do Governo, Presidente Bolsonaro atende cidadãos fictícios de banco de imagens da internet


O presidente Jair Bolsonaro compartilhou na manhã dessa quarta-ªfeira (1º.jul.2020) o vídeo de uma campanha publicitária do governo federal no qual conversa com pessoas que não existem. Os retratos dos apoiadores estão disponíveis para compra em bancos de imagens.





“Alô, presidente. Aqui é Maria Eulina, de Pena Forte [Ceará]. Eu queria saber como que está o projeto de Transposição do Rio São Francisco aqui no Ceará”, disse uma personagem fictícia.


“Olá, Dona Maria Eulina. Aqui é o presidente Jair Bolsonaro. Que bom falar com a senhora. Dizer-lhe que acabamos de inaugurar mais uma etapa do Eixo Norte, nesta semana, aí no Ceará”, respondeu o presidente.



O retrato de Dona Maria Eulina, utilizado na campanha do governo, pode ser encontrado no banco de imagens iStock ao fazer a seguinte busca: “Mulher idosa feliz que sorri feliz na idade adulta – Imagem em Alta Resolução”. Custa R$ 45.


Logo em seguida, Bolsonaro conversou com o suposto “Francisco Valmar”, que também pode ser encontrado no banco de imagens ShutterStock numa busca por “old factory people”.





“Presidente, aqui é o Francisco Valmar, da cidade de Parnamirim, em Rio Grande do Norte. Aqui a gente depende muito de trem urbano. Alguma notícia boa para a gente, presidente?”, questionou o homem fictício.



“Alô, seu Francisco Valmar. Aqui é o presidente Jair Bolsonaro. O nosso ministro [Rogério] Marinho [Desenvolvimento Regional] estará aí nesta semana inaugurando uma estação de VLT [Veículo Leve sobre Trilhos] e anunciando mais R$ 75  milhões para ampliar o serviço de trens urbanos, está ok?”, respondeu o presidente.


Intitulada “Alô Bolsonaro”, a peça publicitária remete ao “Alô Presidente”, nome do programa semanal que o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez apresentava na TV daquele país. Esta não foi a 1ª vez que o atual governo usou fotos de bancos de imagens para fazer uma propaganda. Apresentado no dia 22 de abril deste ano, o programa Pró-Brasil, com propostas para retomada econômica no pós-pandemia, mostrou 5 crianças brancas, com feições caucasianas. Trata-se de foto gratuita para uso pessoal ou comercial, do site Freepick.



Em nota, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) afirmou que “o vídeo publicado no dia de hoje, 1° de julho, nas redes sociais pessoais do presidente Jair Bolsonaro, trata-se de uma peça piloto inacabada que não deverá ser veiculada, não possuindo, portanto, caráter oficial. De todo modo, a fim de sanar qualquer tipo de distorção dos fatos, o vídeo foi retirado do ar”.

 



Com informações do Poder 360.

                                                                                



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Golpe com saque emergencial do FGTS aplicado no WhatsApp atinge mais de 100 mil pessoas


Um golpe que promete o Saque Emergencial do FGTS foi descoberto pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, e já fez cerca de 100 mil vítimas até esta quarta-feira (1). Segundo relatório divulgado, novos links maliciosos que circulam pelo WhatsApp e prometem o saque de R$ 1.045 foram identificados, utilizando o benefício emergencial como forma de atrair vítimas e roubar dados pessoais. 


O FGTS passou a ser disponibilizado nesta segunda-feira (29/6), o que torna a medida ainda mais propensa de ser aproveitada por golpistas. O golpe já havia sido alertado pelo dfndr lab no mês passado, e a mecânica utilizada pelos cibercriminosos para roubar dados de usuários segue o mesmo esquema de outros já identificados, como o golpe do Auxílio Emergencial, que fez mais de 7 milhões de vítimas e o golpe do Super Almanaque da Mônica grátis, que fez mais de 91 mil vítimas em menos de 24h.





Ao acessar o link malicioso enviado na mensagem sobre o suposto saque, a vítima é direcionada a uma página em que deve informar seus dados pessoais. O site simula a interface do Facebook, com comentários que usam o nome da Caixa para orientações de como obter o benefício.



O diretor da PSafe Emilio Simoni faz um alerta quanto aos prejuízos possíveis deste tipo de golpe, principalmente porque a vítima fornece informações pessoais aos criminosos, ficando "vulnerável ao vazamento dessas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar a assinatura de serviços online e até para abrir contas em bancos com os dados roubados."

 

Este tipo de golpe tem grande proporção nas redes sociais, principalmente no WhatsApp, pois, para finalizar o cadastro no site falso é necessário compartilhar o link malicioso com outros contatos. Desta forma, os cibercriminosos atingem grande número de vítimas, que se tornam os "vetores de disseminação do golpe", conforme afirma Simoni.

 


A diferença do golpe do FGTS para os anteriores se dá por uma permissão que pode ser concedida pela vítima, que permite que cibercriminosos lhe enviem notificações, o que pode ser potencialmente perigoso. Simoni também faz um alerta quanto a este tipo de permissão: “quando a vítima concede permissão para o envio das notificações, os criminosos podem utilizar dessa permissão para enviar propagandas, com as quais lucram, e até mesmo enviar novos golpes."

 

Com informações do TechMundo.

                                                                                



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'Ciclone Bomba' se afasta do Continente e não há mais risco de vento intenso no Sul do Brasil



Durante a tarde desta quarta-feira, 1º de junho, a MetSul Meteorologia divulgou nova imagem de satélite do "Ciclone-bomba" que atingiu o sul do Brasil. A imagem desta tarde mostra o ciclon que foi responsável por muitos estragos no Sul e no Sudeste do Brasil com saldo de 10 mortos.






O mesmo passa sobre o Oceano Atlântico durante as próximas horas. De acordo com a MetSul, o sistema se afasta do continente e não há mais risco de vento intenso no Rio Grande do Sul. O ciclone extratropical de ontem foi o mais grave episódio de vento no Litoral Norte gaúcho desde o furacão (ciclone tropical) Catarina, ocorrido em 28 de março de 2004, segundo análise da MetSul.



Região sem luz


A Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) emitiu novo boletim que aponta que 18 mil pessoas seguem sem luz devido a danos causados por "ciclone-bomba" na Costa Doce. No Rio Grande do Sul, são cerca de 430 mil clientes que seguem sem energia elétrica.


Confira o último boletim:


Litoral Norte: 165 mil clientes

Metropolitana: 161 mil

Sul/Pelotas: 62 mil

Litoral Sul/Rio Grande: 24 mil

Centro Sul/Camaquã: 18 mil




 

O ciclone                       



A chuva e o vento forte, provocados pelo ciclone bomba, deixaram estragos e moradores sem luz no Rio Grande do Sul. Às 8h desta quarta-feira (1), quase 900 mil residências estavam sem energia no estado. Rajadas de vento chegaram a 116,6 km/h em Santa Vitória dos Palmar, na Região Sul, a 1h da madrugada. Segundo o boletim divulgado pela Defesa Civil do estado, na manhã desta quarta, 1.035 pessoas foram afetadas e 871 casas ficaram danificadas. Pela RGE, são 145 mil clientes com o fornecimento prejudicado em toda a área de concessão. Pela CEEE, o número de clientes sem energia subiu para 750 mil. As regiões mais afetadas são o Litoral Norte (310 mil clientes sem fornecimento) e Metropolitana (303 mil, incluindo a Capital).

 


Com informações do Clic Camaquã.

                                                                                


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