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Senado aprova Projeto que garante endurecer combate a Fake News e punição de impulsionadores




O Senado aprovou nesta terça- feira (30.jun.2020), por 44 votos a 32, o projeto que pretende endurecer o combate às notícias falsas (PL 2630 de 2020). A proposta segue para a Câmara dos Deputados. Entre os principais pontos, a versão aprovada pelos senadores estabelece o recadastramento de chips pré-pagos, a proibição de disparos em massa e do uso de robôs não identificados como tal. Também restringe a atuação de autoridades em seus perfis nas redes sociais.

A última versão do texto do senador Angelo Coronel (PSD-BA), relator da matéria, foi apresentada durante a sessão desta 3ª feira (30.jun). A 4ª edição oficial da proposta é também a versão mais enxuta de todas. O projeto chegou a propor a cassação de mandatos, 5 anos de prisão para financiadores de fake news e teve a votação adiada 3 vezes. Leia a íntegra (794 KB).



A ideia que se manteve como centro da proposta do senador foi a identificação das contas em redes sociais e aplicativos de mensagem para tentar alcançar os autores de publicações ofensivas ou falsas. Depois de ser pressionado por diversas entidades e empresas, ele recuou da exigência de documentos oficiais para ter contas on-line.



Agora, só poderá ser pedido o documento em caso de ordem da Justiça, suspeita de irregularidades ou denúncia da conta. Já no caso dos chips pré-pagos, entretanto, a obrigação continua. Será preciso RG e CPF. Esses dados ficarão com as telefônicas. Assim, as empresas que usam o número de telefone para verificar cadastros em contas, como o WhatsApp e o Telegram, deverão suspender contas cujos números vinculados estejam desativados.

“O espaço das redes sociais, dos serviços de mensagens, fica extremamente poluído quando não sabemos com quem estamos debatendo, com quem de fato estamos interagindo. Por isso, minha principal preocupação desde o início foi: vencer o anonimato irresponsável que tem sido usado por muita gente nas redes”, declarou o relator durante a sessão.

As ressalvas feitas pelo relatório sobre quando as pessoas poderão ter direito ao anonimato nas redes são: para o uso de nome social, da pseudonímia, e do “explícito ânimo humorístico ou de paródia”O relator também enxugou a parte criminal de seu relatório. Antes, o texto criava diversos tipos penais com fortes punições para ações vagamente explicadas, o que abriria possibilidade de ampla interpretação pelo Judiciário.

De acordo com a versão aprovada, as empresas poderão ser multadas em até 10% do faturamento no Brasil do ano anterior. Antes, o texto também punia propaganda eleitoral, mas isso foi retirado da redação final. Só estão sujeitas às novas regras empresas que tenham pelo menos 2 milhões de usuários no Brasil. Os recursos obtidos com a aplicação dessas multas serão destinados ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

Para o advogado criminalista Thiago Turbay, sócio do Boaventura Turbay Advogados, o projeto foi votado de forma apressada e pode impactar negativamente o ambiente digital. Ele avalia que o texto cria uma vigília exagerada.

“Ainda que o propósito pareça positivo, a legislação não parece cumprir os requisitos materiais necessários… Ruma-se ao irrazoável. O sistema de vigília excessiva é próprio de Estados autoritários e contraria compromissos Constitucionais os quais estamos sujeitados”, afirmou.

Sem robôs

O projeto também proíbe o uso de contas automatizadas, ou seja, controladas por robôs, que não sejam identificadas como tal. Dessa forma, estão liberadas as contas com respostas automáticas de empresas e afins, que informam os usuários que são operadas por programas autônomos. Já contas robóticas mascaradas de pessoas reais não podem ser usadas.

“Não estamos querendo proibir seu uso, mas deixar claro que é direito do usuário saber que a conta com a qual interage é operada por 1 perfil dessa natureza. Dessa forma, a aplicação de rede social deverá criar mecanismos que identifiquem esse tipo de conta e vedem seu uso sem essa identificação”, disse o relator.

Outra vedação trazida pela proposta de lei é contra os serviços de disparos em massa. Não será permitido o uso e nem a comercialização desse tipo de instrumento. Essa fiscalização ficará a cargo das próprias empresas e plataformas. As companhias também deverão estabelecer limites de compartilhamentos de uma mesma mensagem e do número de pessoas em grupos. O projeto não estabelece números para essas exigências. Já os conteúdos publicitários e impulsionados deverão ser identificados como tais.

Além disso, os provedores deverão disponibilizar mecanismos para fornecer aos usuários as informações do histórico dos conteúdos impulsionados e publicitários com os quais teve contato nos últimos 6 meses.

Dados guardados e moderação

Outro aspecto controverso do texto aprovado pelos senadores é a obrigatoriedade de as empresas de aplicativos guardarem por 3 meses o histórico de compartilhamentos de uma mensagem. Também deverão guardar os IPs (número criado quando se usa a internet) individualizados que acessaram sua plataforma por 6 meses. O texto fala que esses dados deverão ser guardados sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança.

Para tentar restringir o recolhimento dos dados, o relator delimitou que só deverão ser guardados os dados de mensagens que forem compartilhadas por mais de 5 pessoas nos últimos 15 dias e que tiverem alcançado mais de 1.000 pessoas. Além disso, o relatório cria 1 sistema de moderação de publicações. Isso significa que será possível denunciar conteúdos, que passarão por 1 processo com direito à defesa do acusado e que pode resultar na retirada do conteúdo do ar.

Em casos específicos, entretanto, delimitados pela lei, a própria plataforma terá o direito de remover imediatamente a publicação do ar. 

Alguns dos casos são vagos e podem abrir espaço para interpretação. Eis as possibilidades:

dano imediato de difícil reparação;

segurança da informação ou do usuário;

violação a direitos de crianças e adolescentes;

crimes tipificados na lei de crimes resultantes de 

preconceito de raça ou de cor;

grave comprometimento da usabilidade, integridade ou 
estabilidade da aplicação.

“Importante dizer que não estamos atribuindo às redes sociais o papel de sensores ou juízes. Hoje, com base em seus termos de uso, as redes sociais já têm seus procedimentos internos para retirada de conteúdo. O que pretendemos nesse tópico do substitutivo é assegurar 1 maior grau de transparência e objetividade“, explicou o relator.

A penúltima versão do texto foi criticada por entidades da sociedade civil ligadas à infância e juventude e à pauta da universalização do acesso à internet. Em nota (íntegra – 610 KB), as entidades apontam iminente “impacto negativo” da proposta aos direitos fundamentais da infância e adolescência, uma vez que afetaria “significativamente o acesso à rede“.

As empresas também serão obrigadas a produzir, a cada 3 meses, relatórios detalhados de moderação. Devem ter informações como o número de usuários em conexões no Brasil, número de medidas de moderação, número de contas automatizadas e de identificação de redes artificiais de disseminação de informações.

Atuação do Poder Público

Em outro trecho do projeto, há regras para o uso de perfis de autoridades e pessoas públicas nas redes sociais. A principal mudança é que essas contas não poderão restringir o acesso da população a seus conteúdos. Ou seja, na prática, impede que governantes bloqueiem perfis nas redes sociais.

O texto considera perfis de pessoas públicas as contas de detentores de mandatos eletivos dos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios. Também entram na conta ministros, secretários estaduais e municipais, presidentes e vices-presidentes de autarquias e presidentes e vice-presidentes de tribunais de contas.

Caso os agentes públicos tenham mais de uma conta em seu nome, deverá indicar qual delas deverá usar para o uso pessoal e qual usará para fins profissionais. Dessa forma, só aquela que for oficial deverá seguir as regras. Já no caso das empresas de administração direta ou indireta pelo poder público, estas deverão ter em seus portais da transparência os dados de gastos com publicidade on-line, incluindo a lista dos locais virtuais em que ela foi divulgada.

O Estado deverá coibir a vinculação de publicidade em sites ou contas nas redes sociais que “promovam atos de incitação à violência contra pessoa ou grupo, especialmente em razão de sua raça, cor, etnia, sexo, características genéticas, convicções filosóficas, deficiência física, imunológica, sensorial ou mental, por ter cumprido pena ou por qualquer particularidade ou condição”.




Com informações do Poder 360.
                                                                                


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Cultivo de amendoim garante renda para Agricultores Paraibanos



Mais de 300 agricultores dos municípios de Itabaiana, Mogeiro, São José dos Ramos, Salgado de São Félix, Pilar, São Miguel de Taipu e Pedras de Fogo estão otimistas com o cultivo do amendoim. A produção ocorre em 560 hectares com perspectiva de colheita, no mês de setembro, de 400 toneladas da leguminosa. 

A cultura recebe incentivo do Governo do Estado, por meio da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), em parceria com a Embrapa.

Eles trabalham de forma diversificada com outras culturas como o feijão, o milho e o gergelim, utilizando a variedade a BR-1/Embrapa. Segundo o gerente regional da Empaer de Itabaiana Paulo Emílio de Sousa, a distribuição de sementes selecionadas, o preparo de solo, o manejo adequado e a boa ocorrência de chuvas foram os principais fatores que contribuíram para o aumento da produção.

O processo de beneficiamento é feito em Itabaiana, abastecendo os mercados consumidores da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, o que permite uma renda total da safra em torno de R$ 2 milhões. O quilo do amendoim é comercializado por R$ 4,00.

Impulso 

O seminário realizado em 2018 e um dia de campo em 2019 sobra a cultura do amendoim impulsionaram a plantação na região, atraindo novos produtores rurais. Um exemplo é Manoel Rodrigues dos Santos, de Salgado de São Félix, que começou a cultivar amendoim na Unidade de Teste de Demonstração (UTD) de 0,5 ha no início do ano passado, ampliando para uma área atual de oito hectares plantados.

Manoel Rodrigues calcula uma colheita em torno de 12 toneladas de amendoim consorciado com as culturas de milho, feijão e gergelim. “Agradeço o apoio de todos e digo que faço questão de seguir todas as orientações técnicas recomendadas pela Empaer e pela Embrapa para melhorar cada vez mais a minha produção”, destacou.




Com informações do Governo da Paraíba.
                                                                                


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Governo Federal confirma mais 2 parcelas de Auxílio Emergencial; critérios devem ser considerados



O governo Jair Bolsonaro confirmou, na tarde desta terça-feira (30), o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial de R$ 600. Para mães chefes de família, o valor chega a R$ 1.200. O benefício, pago na pandemia de coronavírus, foi criado pelo Congresso em março, por meio de legislação da Câmara e do Senado, e sancionado pelo presidente em 2 de abril. Inicialmente, seriam pagas três parcelas, mas, após pressão, o governo resolver estender o benefício.

"Cumprindo o que o Congresso Nacional nos determinou de que poderia, por ato do Poder Executivo, prorrogar as três parcelas do auxílio emergencial. É o que o presidente está fazendo hoje para garantir por mais dois meses esse benefício", disse o ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania), em cerimônia em Brasília.

Na semana passada, ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro chegou a falar em três parcelas extras do benefício, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, o que não se concretizou. As duas próximas parcelas devem ser de R$ 600.

Segundo Lorenzoni, o benefício chega a 65 milhões de brasileiros, entre desempregados, trabalhadores informais, contribuintes individuais do INSS, inscritos no CadÚnico e beneficiários do Bolsa Família. A Caixa Econômica Federal, que faz o pagamento dos valores, recebeu mais de 100 milhões; cerca de três em cada dez foram negadas, mas ainda há cidadãos aguardando para receber a primeira parcela.

Confira quem tem direito. De acordo com a lei, pode receber o auxílio quem cumprir as seguintes condições, acumuladamente:

É maior de 18 anos (exceto mães);

Não tem emprego formal;

Não recebe benefício assistencial ou do INSS; 

Não ganhe seguro-desemprego ou faça parte de qualquer outro programa de transferência de renda do governo, com exceção do Bolsa Família;

Tenha renda familiar, por pessoa, de até meio salário mínimo, o que dá R$ 522,50 hoje, ou renda mensal familiar de até três salários mínimos (R$ 3.135);

No ano de 2018, recebeu renda tributável menor do que R$ 28.559,70. 

O futuro beneficiário deverá ainda cumprir pelo menos uma dessas condições:

Estar desempregado;

Exercer atividade como MEI (microempreendedor individual);

Ser contribuinte individual ou facultativo da Previdência, no plano simplificado ou no de 5%;

Trabalhar como informal empregado, desempregado, autônomo ou intermitente, inscrito no CadÚnico até 20 de março deste ano ou que faça autodeclaração e entregue ao governo.
       

Com informações da Folhapress.
                                                                                


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Rodrigo Bocardi chama repórter, fica no 'vácuo' e se diverte em telejornal da TV Globo



Após ver repórter “fugindo” de entrada ao vivo, Rodrigo Bocardi voltou a viver uma situação semelhante, nesta terça-feira (30), em telejornal da Globo. O apresentador chamou um jornalista, mas ficou sem resposta e brincou com a situação.

Tudo aconteceu quando o âncora pediu a participação do repórter Mateus Tarifa, que não o respondeu. Em seguida, então, Bocardi colocou ele e André Modesto – que correu de entrada ao aparecer sem máscara – juntos.

“Vamos com Mateus Tarifa? Ué, já vivi uma emoção aqui na sexta-feira com o repórter que saiu correndo. Esse nem apareceu. Mas já já a gente encontra, coloca no lugar, certinho, da maneira que a gente sempre faz aqui”, afirmou o apresentador.



Em seguida, ele falou sobre o “vácuo”“Só para compensar o vazio, o vácuo que eu fiquei, está aí uma bela imagem do sol”, brincou, antes de chamar o intervalo. Na volta, Rodrigo Bocardi colocou os dois repórteres na tela e pediu ajuda da apresentadora Sabina Simonato para não deixar eles “fugirem”.

“Sabina, faz um favor, pode ficar do lado dessa tela ali. Eu fico aqui. Segura e não deixa o Mateus Tarifa correr. E eu desse lado vou segurar o André Modesto. O Tarifa hoje me deixou no vácuo, não sei o que aconteceu. Na sexta, você (André Modesto) saiu correndo? Segura cada um de um lado e vamos falar“, disparou o jornalista da Globo. Modesto reagiu: “Hoje ninguém vai fugir, ele só quis fazer suspense”.

 

Com informações do RD1.
                                                                                


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COVID-19: Sem proteção de máscara, gotículas contendo o vírus podem se espalhar até 4 metros em menos de 1 minuto.


Pesquisadores da Escola de Engenharia e Ciência da  Computação na Universidade Atlântica da Flórida, nos EUA, realizaram uma simulação para demonstrar visualmente a eficácia das máscaras em impedir a transmissão de doenças como a Covid-19

Os pesquisadores conectaram a cabeça de um manequim a uma máquina de fumaça, e usaram uma bomba para expelir vapor pela boca do boneco. O movimento das partículas de fumaça foi visualizado usando um laser verde, fazendo com que elas pareçam fluorescentes nas imagens.




Os resultados mostram que sem uma máscara, as gotículas expelidas pela tosse viajam quase 4 metros em menos de um minuto. Mas com uma máscara, essa distância é reduzida para apenas alguns centímetros em média.

Os pesquisadores realizaram o teste com vários tipos de máscaras caseiras para medir sua eficácia. Os melhores resultados foram obtidos com uma máscara costurada feita com duas camadas de algodão com 70 fios por polegada: embora haja algum vazamento de partículas próximo ao nariz, elas viajaram no máximo 1 centímetro.

Uma máscara cônica não-estéril, vendida em farmácias, foi menos eficaz, com gotículas chegando a 20 cm de distância. Um lenço de tecido dobrado permitiu que as partículas chegassem a 30 cm, e uma bandana com uma única camada de tecido elástico foi a menos eficaz: as gotículas viajaram até 1 metro.

Ainda assim, segundo os autores, "embora as máscaras improvisadas testadas neste estudo tenham experimentado níveis variados de vazamento, elas provavelmente são eficazes em impedir a dispersão de gotículas maiores", disse o Prof. Siddhartha Verma, autor do estudo. E, certamente, são melhores do que máscara nenhuma.

Simulações reforçam os resultados experimentais

Enquanto isso, uma outra equipe de pesquisadores criou um modelo matemático para os estágios iniciais de uma pandemia de Covid-19, levando em consideração características aerodinâmicas e velocidade de evaporação das gotículas respiratórias contendo o vírus causador da Covid-19.

Segundo Abhishek Saha, um co-autor do estudo intitulado "Modelando o papel de gotículas respiratórias em pandemias similares à Covid-19", publicado no jornal científico Physics of Fluids, vários fatores infuenciam no alcance das gotículas expelidas por um doente. Entretanto, "sem vento e dependendo das condições do ambiente, observamos gotículas viajando entre 2,4 e 4 metros antes de se evaporarem"

Isso implica que as medidas de distanciamento social deveriam, idealmente, levar em consideração estas distâncias, em vez dos 2 metros recomendados atualmente.
As simulações também corroboram a eficácia das máscaras para evitar a disseminação da doença, já que a maioria das gotículas tem tamanho entre 18 e 50 mícrons, e pode ser filtrada por uma ou mais camadas de diversos materiais.

Segundo Saptarshi Barsu, outro autor do estudo, "Não estamos afirmando que nosso modelo pode prever com exatidão a disseminação da Covid-19. Mas nosso trabalho mostra que a evaporação das gotículas é altamente sensível a fatores como temperatura ambiente e umidade relativa".


Com informações do Live Science/ Phys.org
                                                                                

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Bar clandestino é descoberto funcionando dentro de 'pet shop'


Barulho registrado no interior do imóvel, supostamente fechado por conta da pandemia de covid-19, levou ao flagrante por fiscais, em Petrópolis. Um bar "clandestino” foi autuado na última sexta-feira (26) após a Prefeitura de Petrópolis (RJ) flagrar o estabelecimento aberto durante a pandemia da Covid-19. 

O local, que em tese está de portas fechadas, funcionava no interior de um pet shop, localizado ao lado. As duas lojas têm um mesmo dono.



De acordo com a prefeitura da cidade, agentes teriam ouvido o barulho de fora do local. Outras denúncias contra esse mesmo estabelecimento foram feitas anteriormente, mas não houve flagrante. O dono do bar foi autuado pela Prefeitura de Petrópolis e vai pagar uma multa de R$ 800. O estabelecimento também foi fechado.



Com informações do Correio Braziliense.
                                                                                


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Reitor do ITA pode ser o substituto de Decotelli no MEC



Anderson Ribeiro Correia, reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), está praticamente escolhido como ministro da Educação. O nome dele pode ser confirmado ainda nesta terça-feira (30/06).
       
Carlos Alberto Decotelli, que ocupa a pasta, já entregou a carta de demissão dele ao presidente Jair Bolsonaro. A permanência de Decotelli na Educação ficou insustentável depois da descoberta uma série de fraudes no currículo dele.

A nomeação de Anderson Correia já tem o aval de militares e da ala ideológica do governo. Ele tem um perfil técnico, como se quer no governo, e um currículo robusto. Por sinal, todas as informações sobre Correia foram checadas para não se repetir a desmoralização de Decotelli.

Correia, graduado em engenharia, tem passagem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da qual foi presidente, e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).



Decottelli foi grande decepção

Decotelli teve a nomeação publicada no Diário Oficial da União (DOU), mas ainda não havia tomado posse. A cerimônia de posse estava marcada para esta terça-feira, mas acabou suspensa diante das denúncias em série de fraudes no currículo do agora ex-ministro.

“Decotelli foi uma grande decepção”, diz um integrante do Palácio do Planalto. “Apostamos todas as fichas nele, por reunir um perfil técnico com bom trânsito em todas as alas do governo”, acrescenta. “Erramos feio”, emenda, diante da decisão de Decotelli de pedir demissão.

Primeiro, Decotelli foi desmentido pela Universidade de Rosário, da Argentina, de que teria feito doutorado lá. Depois, surgiram as denúncias de plágio na sua tese de mestrado na Fundação Getulio Vargas (FGV). Em seguida, descobriu-se que ele também não fez pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

A desmoralização final veio com nota da FGV de que ele não havia sido professor da instituição. “Foi tudo uma mentira. Decotelli mentiu para o presidente Bolsonaro, mentiu para todo mundo”, ressalta o mesmo integrante do Planalto. Não havia, portanto, como ele permanecer à frente do Ministério da Educação.



Com informações do Correio Braziliense.
                                                                                


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Igreja que ignorou quarentena e reuniu mais de 100 fiéis é alvo do MPF



A Igreja Evangélica Assembleia de Deus virou alvo do Ministério Público Federal (MPF) após reunir mais de 100 fiéis em uma reunião durante o período de isolamento social, em Rio Branco (AC). O presidente do templo sede da Assembleia de Deus, pastor Luiz Gonzaga, confirmou que reuniu aproximadamente 100 fiéis no local.

O MPF, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), enviou uma representação cível e criminal contra a igreja e o pastor por desrespeitarem o decreto governamental. O órgão afirmou que a igreja já teria promovido dois encontros durante a quarentena e que as aglomerações ajudam na propagação e proliferação do novo coronavírus. 

Cultos e outros encontros religiosos, que possam gerar aglomerações, estão proibidos desde março no estado, quando o governo publicou decreto de suspensão das atividades não essenciais. De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) da última segunda-feira (29/06), o número de infectados pelo coronavírus passou de 13,1 mil. No estado, já são mais de 360 óbitos.

Com informações da Rede Amazônica.
                                                                                


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