Pages

Trancada durante 26 anos pela mãe, filha se alimentava de comida de gato



Uma pensionista russa forçou a sua filha a viver de comida de gato enquanto esteve enjaulada em sua casa durante 26 anos.  A mulher foi encontrada vivendo em condições precárias, junto com a mãe, na área rural de Arefinsky, localizada na Rússia. A situação foi exposta após a idosa necessitar de ajuda médica e a filha, Nadezhda Bushueva, finalmente conseguir sair de casa pela primeira vez em 26 anos.




Ela não teve permissão para continuar os estudos ou ter um emprego, como contou o líder do conselho local, Vasily Tovarnov. A progenitora afirmava que queria “protegê-la dos males do mundo”,. Nadezhda afirmou que se “acostumou” com isso e não tentou mais sair.



Ambas viviam em uma casa sem energia elétrica e que não era atendida pelo sistema de abastecimento de água. Além das mulheres, gatos e ratos habitavam o local. Segundo o veículo, a reclusão ficou ainda mais intensa após Tatyana se aposentar. Ela passou a recusar ajuda do serviço social e de canais do governo.

O drama chegou ao fim quando a aposentada precisou ser internada. A filha então foi até o gabinete de  Tovarnov relatar o que acontecia em sua casa. Ela contou que dormia na mesma cama que a mãe e que o local estava infestado de ratos e gatos. Outro fator que chocou o líder do conselho local é que, segundo Nadezhda, ela não tomava um banho desde 2006, o que teria feito seu cabelo se emaranhar de tal forma que precisou ser cortado.

“Minha vida é pior que a de um gato. Gatos têm mais direitos. Eu nem existo mais. Sou uma morta-viva”, relatou. A moça pediu um trabalho e um passaporte, mesmo demonstrando um terrível medo do mundo. Segundo veículos locais, ela tem receio de encarar muitas mudanças, pois teme não entender como as coisas funcionam atualmente.



Com informações do Vírgula.
                                                                                


Interaja mais:




Carlos Alberto Decotelli é o novo Ministro da Educação



O presidente Jair Bolsonaro  anunciou nesta quinta-feira (25) o nome de Carlos Alberto Decotelli para o cargo de ministro da Educação. Oficial da reserva da Marinha, a nomeação dele representa uma vitória da ala militar na queda de braço pelo comando do MEC. Leia a íntegra da nomeação no Diário Oficial da União.

De acordo com o currículo disponível no site do Ministério da Educação, Decotelli já atuou como professor e coordenador do Jogo de Organizações Militares Prestadoras de Serviços (OMPS) na Escola de Guerra Naval, no Centro de Jogos de Guerra. Decotelli já havia ocupado o cargo de diretor Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) na gestão Bolsonaro.

Ele foi nomeado para o FNDE pelo então ministro Ricardo Vélez e ficou no cargo até agosto de 2o19. Saiu para acomodar o advogado Rodrigo Dias, indicado pelo ex-ministro das Cidades  e atual secretário de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy (PP), e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Carlos Alberto Decotelli é financista, autor de livros e professor. Realizou pós-doutorado na Bergische Universitãt Wuppertal, na Alemanha; é doutor em administração financeira pela Universidade Nacional de Rosário, na Argentina; mestre em administração pela Fundação Getúlio Vargas – FGV/EBAPE; MBA em administração pela FGV/EBAPE/EPGE e bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.


Com informações do Congresso em Foco.
                                                                                


Interaja mais:




Diferentemente de 1930 e 1940, é pouco provável que a 'nuvem de gafanhoto' avance em território brasileiro



Nuvem de gafanhotos se desloca na direção do Uruguai .O aparecimento na Argentina assustou produtores rurais, assim como entidades do governo do país. Nesta segunda-feira, 22, o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) da Argentina publicou um mapa com alerta da praga em que é possível ver uma faixa vermelha que representa ‘perigo’. Regiões da fronteira oeste do Rio Grande do Sul estão no alerta dos argentinos.

O assunto foi um dos mais comentados nesta terça-feira, 23, nas redes sociais e muitos internautas fizeram associações com o evento narrado na Bíblia, quando uma nuvem de gafanhotos atingiu o Egito. Mas apesar de ser um fenômeno inusitado, ele pode ocorrer em algumas situações e pode gerar grandes prejuízos nas lavouras. Segundo Marcos Lhano, professor da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), os animais são da espécie  Schistocerca cancellata, comuns na América do Sul, e vários fatores podem causar esse fenômeno, já que os gafanhotos vivem duas fases em suas vidas, em uma delas é quando eles se agregam. 

“Quando ocorre uma alteração no clima, com tempo mais seco, eles acabam se reproduzindo mais rapidamente. Com esse crescimento populacional, os insetos se juntam e formam essas nuvens, iniciando migrações atrás de alimentos”, disse.

Esta praga está presente no Brasil desde o século 19 e causou grandes perdas às lavouras de arroz na região sul do País nas décadas de 1930 e 1940. Desde então, tem permanecido na sua fase “isolada” que não causa danos às lavouras, pois não forma as chamadas “nuvens de gafanhotos”. Recentemente, voltou a causar danos à agricultura na América do Sul, em sua fase gregária.

A nuvem atual foi avistada pela primeira vez no Paraguai e acabou cruzando a fronteira com a Argentina, onde provocaram de estragos em uma lavoura de milho. Dependendo dos fatores climáticos, a nuvem de insetos podem chegar até o Rio Grande do Sul. Por ser uma força da natureza, segundo o especialista, a melhor maneira de conter o avanço desta nuvem seria a própria natureza. 

“Eles se deslocam rápido, com até 150 km em um dia. Essa nuvem já vem desde o Paraguai, mas eu diria que está perdendo um pouco da força. Como existe a previsão de chuva e queda de temperatura, acredito que vai perder mais força ainda”, explica o professor. 

No Brasil,  as autoridades fitossanitárias estão em contato com os seus pares argentinos, bolivianos e paraguaios por meio do Grupo Técnico de Gafanhotos do Comitê de Sanidade Vegetal (Cosave), o que tem permitido um acompanhamento do assunto em tempo real, com o objetivo de adotar as medidas cabíveis para minimizar os efeitos de um eventual surto da praga no Brasil. 

+Detalhes: Nuvem de gafanhotos se desloca na direção do Uruguai


Entenda como se forma uma nuvem de gafanhotos e o que pode dissipá-la





Com informações do Canal Rural.
                                                                                



Interaja mais:



Presidente de Portugal dá vídeo-aula de cidadania e 'Lições da Pandemia'


O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, que é professor de formação, parou suas obrigações governamentais para ministrar uma vídeo-aula para os estudantes do ensino fundamental do país. A atividade foi ao ar em 15 de junho.



O projeto #EstudoEmCasa é uma parceria entre o Ministério da Educação e a emissora pública RTP para a produção de aulas transmitidas pela TV para os alunos do 1º ao 9º ano, longe das escolas durante a pandemia da Covid-19.

Em 28 minutos de aula, Rebelo tratou de temas como cidadania e sobre as dificuldades enfrentadas durante a crise do coronavírus. Segundo o presidente e professor, "essa experiência mudou o mundo para sempre em nossas vidas".

Dez lições

O presidente português enumerou as lições aprendidas durante o enfrentamento da pandemia em Portugal, país que respondeu rapidamente à epidemia e agora já se reabre em um processo gradual. 

Veja abaixo as 10 lições de Rebelo:

A coisa mais importante da vida é a vida e a saúde;

Não há cidadãos de primeira e de segunda classe;

A Europa demorou para responder, mas foi menos egoísta;

A epidemia se espalha rapidamente;

O vírus ataca a todos, mas principalmente os mais idosos, é obrigação de todos usar máscara, respeitar o distanciamento social e a higiene;

O vírus ataca todos, mas sobretudo os mais pobres, um em cada cinco pessoas que vivem em Portugal estão abaixo do limiar da pobreza;

Milhares de portugueses quiseram voltar para casa durante a Páscoa e pedimos que não viessem; se sacrificaram longe das famílias;

Passaram muitas semanas presos em casa, nunca estiveram tão próximos da família;

Descobrir o valor das pequenas coisas – Não poder viajar, sair de casa, jogar bola, pequenos gestos, um encontro ou conversa com um amigo ganha importância;

Para os que o ano não foi tão bom, não desanimar que não é o fim do mundo: "A grande aula da vida foi viver o que viveram".



Com informações do G1.
                                                                                

Interaja mais:



PEC aprovada ALPB permite que Secretários Municipais sejam ordenadores de despesas



O plenário da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, na manhã desta quinta-feira (25), a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que concede aos prefeitos paraibanos o poder de delegar aos secretários municipais, dirigentes de autarquia e fundações a competência para serem ordenadores de despesas das contas da gestão. A matéria, que já havia sido aprovada em primeiro turno no dia 18 de junho, teve os votos favoráveis dos 24 deputados presentes à sessão remota nesta quinta.

A PEC também estabelece que os auxiliares terão autoridade para emitir empenho e autorizar pagamentos, na forma da lei municipal, devendo os ordenadores de despesas, obrigatoriamente, serem cadastrados nos órgãos que gerem o sistema financeiro municipal, e no Tribunal de Contas do Estado. A PEC foi apresentada pelo presidente da Casa, deputado Adriano Galdino (PSB), sobre o argumento da necessidade de estender a prática que já aplicada na administração pública de grande cidades, como João Pessoa e Campina Grande, para todos os 223 municípios paraibanos. 

“Caso o prefeito queira, ele apresenta uma lei municipal à Câmara Municipal, de acordo com a PEC. O prefeito ganha com isso, já que cada secretaria será responsável pelas suas contas”, afirmou.



Ao apresentar a proposta, o autor afirmou que a autonomia também é concedida ao governador do estado, com previsão expressa na Constituição Estadual. “A emenda visa fazer justiça aos chefes dos Poderes Executivos municipais, tendo em vista que para o governador do Estado já existe suporte constitucional, conforme previsto no art. 86, parágrafo único da Constituição Estadual, consubstanciado, por sua vez, na Constituição Federal que permite idêntica delegação ao presidente da República”, destaca.


Com informações do Jornal da Paraíba.
                                                                                


Interaja mais:



Réplica de obra sacra passa por restauração nada agradável



O quadro “Imaculada Conceição” do artista barroco Bartolomé Esteban Murillo, passou por uma restauração que deixou a obra irreconhecível. Segundo o The Guardian, a cópia da clássica obra espanhola pertence a um colecionador de arte, residente em Valência, na Espanha, que solicitou a limpeza e o reparo do quadro para um restaurador de móveis por 1200 euros, cerca de R$ 7.000. 

O restaurador tentou por duas vezes consertar a pintura, que acabou por ficar deformada.  A obra original está guardada no Museu do Prado, em Madri. O incidente relembrou os internautas sobre outra restauração mal feita, em 2018, da obra “Ecce Homo”

A senhora Cecília Giménez, de 82 anos na época, havia alterado a pintura após uma tentativa de restauração. O fato aconteceu em uma igreja em Borja, também na Espanha.

Com informações da TV Cultura.
                                                                                


Interaja mais:




Representantes do MPF e MPPB se reúnem com Governador da Paraíba para revisar bandeiras de classificação dos municípios




Representantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público da Paraíba (MPPB) vão se reunir com o governador João Azevêdo na tarde desta quinta-feira (25), por videoconferência. A pauta é a situação do estado na pandemia do novo coronavírus.

Segundo adiantou o jornalista Luís Torres, no Arapuan Verdade desta quinta-feira, serão discutidos os números, os cenários para se definir a revisão das bandeiras de classificação dos municípios, no fim de semana.

Os 223 municípios da Paraíba foram classificados em quatro bandeiras de maior ou menor restrição de flexibilização do comércio e serviços durante a pandemia do novo coronavírus.

Confira as bandeiras do plano ‘Novo Normal Paraíba’ 







Com informações do Click PB.
                                                                                


Interaja mais:




STF proíbe redução de salário de Servidor por Estados e Municípios


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (24), por maioria de votos, proibir a redução de jornada e de salário de servidores por estados e municípios quando os gastos com pessoal ultrapassarem o teto de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL). O limite é previsto em lei.

A redução salarial temporária está prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas está suspensa desde 2002 pelo próprio Supremo pela possibilidade de ferir a Constituição. Nesta semana, a Corte retomou a análise de ações que questionavam diversos dispositivos da lei. Os ministros entenderam que a redução temporária de carga horária e de salários fere o princípio constitucional de irredutibilidade, contrariando a demanda de estados e municípios que ultrapassam o limite legal.

A maioria dos ministros seguiu o voto de Edson Fachin, que divergiu do relator, Alexandre de Moraes. O julgamento foi retomado com o voto do ministro Celso de Mello, que também acompanhou o relator. Para Moraes, a redução salarial conforme a LRF é uma "fórmula temporária" para garantir que o trabalhador não perca definitivamente o cargo.

“A temporariedade da medida e a finalidade maior de preservação do cargo estão a meu ver em absoluta consonância com o princípio da razoabilidade e da eficiência”, afirmou o relator.

Fachin, contudo, entendeu que não se pode flexibilizar a previsão da Constituição somente para gerar efeitos menos danosos ao governante, que também tem a possibilidade de demitir servidores estáveis se não conseguir cumprir o teto previsto em lei. Votaram nesse sentido Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.

Quando o comprometimento de gasto com pessoal atinge 54% da receita corrente líquida, o estado já está em limite de alerta – e deveria tomar medidas para conter o crescimento dessa despesa.

Com informações do G1
                                                                                



Interaja mais:


Novo marco do Saneamento Básico prevê água e esgoto para 90% da população até 2033


Em sessão remota nesta quarta-feira (24), o Senado aprovou o novo marco legal do saneamento básico (PL 4.162/2019). O projeto é de iniciativa do governo, foi aprovado em dezembro do ano passado na Câmara dos Deputados e agora segue para a sanção presidencial. A matéria baseia-se na Medida Provisória (MP) 868/2018, que perdeu a validade sem ter sua apreciação completada no Congresso Nacional em 2019. Assim, o governo enviou ao Legislativo um projeto com o mesmo tema.

O texto prorroga o prazo para o fim dos lixões, facilita a privatização de estatais do setor e extingue o modelo atual de contrato entre municípios e empresas estaduais de água e esgoto. Pelas regras em vigor, as companhias precisam obedecer a critérios de prestação e tarifação, mas podem atuar sem concorrência. O novo marco transforma os contratos em vigor em concessões com a empresa privada que vier a assumir a estatal. O texto também torna obrigatória a abertura de licitação, envolvendo empresas públicas e privadas.

Foram apresentadas 86 emendas ao projeto. Mas o relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), acatou apenas uma, de autoria do Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que torna mais precisa uma referência legal, sem alteração de mérito. Pelo projeto, os contratos deverão se comprometer com metas de universalização a serem cumpridas até o fim de 2033: cobertura de 99% para o fornecimento de água potável e de 90% para coleta e tratamento de esgoto.

De acordo com Tasso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que, para cada R$ 1 investido em saneamento, gera-se uma economia de R$ 4 em gastos com saúde. A OMS também estima que, anualmente, 15 mil pessoas morram e 350 mil sejam internadas no Brasil devido a doenças ligadas à precariedade do saneamento básico. 

O relator ainda destacou que a situação foi agravada pela pandemia do coronavírus. Segundo o senador, a atual crise torna ainda mais urgentes as mudanças propostas. Ele lembrou que cerca de 35 milhões de brasileiros não têm acesso a água tratada e metade da população não tem serviços de coleta de esgoto.




Com informações da Agência Senado.
                                                                                


Interaja mais: