Pages

Cuité relembra momentos inesquecíveis do 'São João do Arraial'


"Eita que saudade do São João🔥, não é minha gente ? Devido a pandemia não foi possível realizar o nosso São João de Cuité 2020,  mas preparamos um material  muito especial para recordar edições anteriores e já se preparar para que em  2021 a gente volte a se ver no maior e melhor São João do Curimataú e Seridó com grandes atrações, muita segurança  e aquela decoração que faz toda diferença. Até lá meu povo!" (PREFEITURA DE CUITÉ).





Com informações Ascom.
                                                                                

Interaja mais:


Autônomo sem a mão esquerda é humilhado por cliente após atraso de encomenda e dá a volta por cima



Um autônomo de 32 anos que precisou deixar a profissão e mesmo o Estado onde morava há mais de 10 anos por causa da pandemia foi humilhado, na noite dessa terça-feira (23), após atrasar a entrega de salgados – sua nova atividade. José Rafael Marciano nasceu sem a mão esquerda e passou a comercializar quitutes para driblar a Covid-19 em Marília, sua cidade natal no interior de São Paulo.

Rafael vivia com sua esposa e seus três filhos em Monte Carmelo, cidade mineira do Alto Paranaíba. “Fiquei em Minas por 12 anos, mas precisei voltar para Marília há dois meses. Vim sem nada. Vendi toda a minha mudança, viemos só com a roupa do corpo e o carro. A casa ainda está sem móveis, mas vamos nos ajeitando com o tempo”, explica.

A deficiência nunca foi motivo para se deixar abater. “Eu nasci sem a mão esquerda, sem o tórax na parte esquerda e sem algumas costelas. É uma má-formação que ocorreu comigo. Como vim de uma origem humilde, sempre precisei trabalhar. Desde os meus 9 anos que ajudo os meus pais, vendendo coisas na rua ou fazendo algum outro tipo de trabalho”, explica.

Infarto e pandemia

O Rafael é pintor profissional, mas a pandemia mudou esse cenário. “Os trabalhos pararam de aparecer por conta da pandemia, ficamos sem renda. No início, até fazia uns bicos, mas agora não tem mais. Por isso, resolvi começar a vender salgados, isso não tem nem duas semanas”, continua. Além das dificuldades por conta da pandemia, Rafael também começou a sentir dores e teve um infarto recentemente. “Fiquei internado um bom tempo. O médico disse que precisava parar de vez com a pintura, pois requer muito esforço”.

Xingamentos

A venda dos salgados começou a ser divulgada pelo Facebook. “Coloquei fotos, meu celular e as pessoas começaram a fazer pedidos. Vendo cada salgado por R$ 2, e já tinha algumas encomendas. Eu, minha esposa e meus filhos ajudam na produção”, relata. Como ainda é algo inicial, ele conta que teve um problema com uma encomenda de 54 salgados, e o cliente foi muito desrespeitoso. 

“O pedido foi feito às 9h dessa terça, e era para eu ter entregue os salgados às 11h. Só que eu não consegui. Liguei para explicar a situação, disse que entregaria às 13h, mas ele não quis me ouvir e começou a me xingar muito. Disse que não sou profissional, que ele estava querendo me ajudar, mas que eu era muito folgado”, desabafa.



Rafael conta que chorou muito, e resolveu fazer a postagem contando o ocorrido no Facebook. “Eu pensei em parar, sou muito pequeno, um grão de areia no mar. Chorei demais, fiquei muito triste. E não posso passar por isso, tenho problema de coração, então preciso me controlar”, relata.

Volta por cima

A postagem acumulou milhares de curtidas em poucas horas. “Muitas pessoas mandaram mensagens de apoio, fiquei surpreso com tanta repercussão. Já tenho muitas encomendas. Só para hoje já são mais de 90 salgados. Os salgados que o cliente não quis, outro já apareceu e disse que vai vir buscar hoje”, continua. O empreendedor diz que não guarda mágoas do cliente grosseiro. “Peço só que Deus o abençoe, pois foi graças a ele que Deus está me abençoando agora. Peço que ele siga seu caminho em paz”, completa.

Quem for de Marília e quiser comprar os salgados ou ajudar Rafael, pode entrar em contato com ele pelo Facebook, ou por WhatsApp, pelo telefone (14) 98130-6768.









Com informações do BHAZ.
                                                                                


Interaja mais:




Governo Federal estuda 3 parcelas extras de Auxílio Emergencial com valores decrescentes



A ideia do escalonamento deverá ser discutida com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O presidente Jair Bolsonaro trabalha na extensão de três parcelas do pagamento do auxílio emergencial com valores decrescentes de R$ 500, R$ 400 e uma de R$ 300. A ideia do escalonamento deverá ser discutida com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Inicialmente, estavam previstas três parcelas no valor de R$ 600, sendo que a última delas está sendo paga neste momento. No entanto, diante da continuidade da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, o governo decidiu pela liberação de parcelas extras.

Anteriormente, Bolsonaro havia dito que o valor de R$ 600 para a quarta e quinta parcela do auxílio emergencial, conforme defendem parlamentares, estaria aquém do que o governo poderia oferecer e que o valor seria menor do que as três primeiras.

Ele defendia mais duas parcelas de R$ 300. “A questão desta quarta e quinta parcela. Eu vejo gente do parlamento: “Por justiça, tem que ser mais duas parcelas de R$ 600”. Tudo bem. Mas vai desequilibrar para o lado de cá, se desajustarmos a nossa economia, todo mundo vai pagar uma conta muito mais alta”.



Com informações do Correio Braziliense.
                                                                                


Interaja mais:




Alterada norma que regulamenta Concursos e provimento de Cargos Públicos



O Ministério da Economia vai passar a exigir estudo de impacto de longo prazo na análise de autorização de concursos para toda a Administração Pública Federal. A pasta é a responsável por autorizar ou não a realização de concursos públicos. 

A medida entra em vigor a partir de 1º de julho. Segundo a pasta, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) já preveem que as solicitações de concurso tenham estimativa de impacto orçamentário-financeiro de curto prazo, mas o objetivo agora é ampliar o período abrangido, já que, em média, um servidor compromete o Orçamento da União por 69,8 anos.

 "Os servidores têm permanecido em atividade por um período de 34,2 anos. Já as aposentadorias duram, em média, 24,6 anos. A tendência é que esses períodos sejam gradualmente maiores em virtude do aumento na expectativa de vida da população. Assim, a despesa com um servidor permanece na folha de pagamento durante toda a sua vida funcional ativa, passando pelo período de aposentadoria e continua até que o seu último dependente perca o direito à pensão, o que gira em torno de 11 anos", diz o ME em nota.




Com informações do Gazeta do Povo.
                                                                                


Interaja mais:



BRASIL: Ladrão assalta loja, espera lojista consertar vidro quebrado e volta com pedra para agir de novo



A insistência de um ladrão no bairro Bacacheri, em Curitiba, deixou uma lojista muito revoltada. Em menos de 15 dias, a loja de produtos de beleza, localizada dentro de um centro comercial, foi furtada duas vezes e pelo mesmo bandido. O segundo assalto aconteceu logo depois que a comerciante trocou o vidro da fachada, destruído na primeira vez. “Parecia que ele estava esperando eu tirar a madeira e colocar outro vidro para, de novo, pegar uma pedra e quebrar tudo. É revoltante demais”, desabafou a lojista  nesta quarta-feira (24).

O primeiro assalto aconteceu na madrugada do dia 9 de junho. A comerciante conta que acordou com um alerta no celular dando conta que o alarme havia disparado. Quando chegou ao local, viu o resultado do furto.

“Pelas imagens das câmeras de segurança, vimos que ele tenta arrombar a porta de vidro, não consegue, e volta com uma pedra. Rapidamente, vai tateando no escuro e leva dois notebooks, computador, toda uma linha de maquiagem e tenta arrancar a TV do suporte, mas não consegue. Vai embora com o alarme disparado”, conta a lojista.

Após calcular o prejuízo, a empresária mandou arrumar a porta de vidro, cerca de duas semanas depois. Neste período, ela deixou um pedaço de madeira na fachada. Foi só recolocar o vidro que o mesmo ladrão voltou para um novo furto. 

Ele voltou na madrugada desta segunda-feira (22), novamente de bicicleta, menos de 15 dias depois. De novo quebra a porta de vidro com uma pedra e vai tentar arrancar a TV.  Mais uma vez, não conseguiu, mas agora com a força que fez destruiu o aparelho. Procurou se tinha novos computadores, mas ainda não tinha comprado. Em menos de um minuto foi embora com o alarme disparado”, relatou. 

A comerciante lamenta a falta de segurança e sente impotente diante de tanta impunidade. 

“Estamos arrasados. Se não bastasse a pandemia com queda nas vendas, ainda temos que conviver com esta insegurança e uma sensação de impunidade absurda. Se ele for preso, nem deve ficar na cadeia porque não houve o flagrante. E como a gente fica? De qualquer forma, estou divulgando estas imagens pra ver se alguém conhece, pra ver se inibe a ação destes bandidos. Algo precisa ser feito”, conclui a lojista, revoltada. 

A comerciante registrou Boletim de Ocorrência, mas até o momento, a polícia não tem pistas do assaltante.


Com informações da Banda B.
                                                                                



Interaja mais:



Clima deve afastar nuvem de gafanhotos antes de chegar ao Brasil


Após o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) da Argentina alertar que uma nuvem de gafanhotos se aproxima de lavouras do Rio Grande do Sul, a Somar Meteorologia afirma que o clima pode ajudar a dissipar a formação dos insetos antes de chegar ao Brasil.





Segundo a editora do tempo do Canal Rural, Pryscilla Paiva, há expectativa de que uma frente fria chegue ao estado nos próximos dias, o que poderia inibir essa migração. De acordo com a Embrapa, os gafanhotos normalmente já existem no campo, mas a combinação de tempo seco e quente e a diminuição de inimigos naturais, gerada pelo uso excessivo de agroquímicos, geram surtos da praga.

“Estamos com uma onda de calor em boa parte da América do Sul, mas nos próximos dias há a entrada de uma frente fria. Em cidades do sul do Rio Grande do Sul, já choveu 70 milímetros em 24 horas, 60% da média climatológica de algumas regiões”, explica.

Além da passagem da frente fria, a queda das temperaturas também devem ajudar o produtor rural brasileiro a se livrar dos insetos. “Conforme a frente fria avança, com incidência de ventos, a tendência é que possivelmente os gafanhotos sejam afastados”, diz.




Com informações do Canal Rural.
                                                                                


Interaja mais:





Considerada a mais eficaz, vacina anti-COVID de Oxford reage ao Brasil



A Fundação Lemann e a Universidade Federal de São Paulo – Unifesp – confirmaram nesta segunda, 22, o início dos testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19, em São Paulo.vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.




De acordo com o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais – CRIE – da Unifesp, que coordena a aplicação da vacina em São Paulo, os testes começaram na última sexta-feira, 19 e prosseguem. A vacina é uma das 13 em todo o mundo, que já estão em fase de testes em humanos.

Profissionais de saúde

Pelo menos 2 mil profissionais de saúde vão testar a vacina em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, os testes contaram com a viabilização financeira da Fundação Lemann no custeio da infraestrutura médica e equipamentos necessários.

“Há um caminho importante a ser percorrido agora pelos especialistas, antes de podermos celebrar bons resultados. O que virá depois, ainda não sabemos. Enquanto isso, o foco da Fundação Lemann está em acompanhar a iniciativa. Há muitas pessoas e organizações trabalhando colaborativamente para o sucesso e, junto delas, esperamos dar nossa contribuição para que a pandemia seja superada”, diz o comunicado da Fundação.

No Rio de Janeiro, os testes em mil voluntários serão feitos pela Rede D’Or São Luiz, com R$ 5 milhões bancados pela própria Rede, e sob coordenação do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor). São recrutadas pessoas da linha de frente do combate à Covid-19, em situação de maior exposição à contaminação. Eles precisam ser soronegativos, ou seja, que não contraíram a doença anteriormente.

Aplicações

Segundo a assessoria da Fundação Lemann, a primeira fase da pesquisa, iniciada sexta e segunda, é a fase de triagem dos testes sorológicos nos voluntários, feitos pelo laboratório Fleury.As aplicações da vacina em si, segundo a entidade, devem começar entre esta terça-feira, 23 e quarta-feira, 24.

Informações da Universidade de Oxford apontam que pelo menos 5 mil profissionais da saúde participarão das testagens no Rio de Janeiro, São Paulo e na região Nordeste. Do total de voluntários da área da saúde, 2.000 serão vacinados em São Paulo, 1.500 no Rio de Janeiro e 1.500 na região Nordeste, possivelmente na cidade de Salvador, na Bahia.

Ao todo, 50 mil pessoas serão testadas em todo o planeta, sendo 30 mil nos Estados Unidos e outras em países da África e Ásia. No Brasil, pelo menos 5 mil voluntários entre 18 e 55 anos serão vacinados. A ideia é anunciar os resultados até setembro e, se tudo correr bem, entregar as vacinas já em outubro.


Com informações da Fundação Lemann.
                                                                                


Interaja mais:




Ação contra Chapa Bolsonaro/Mourão é arquivada; outras 7 Aijes envolvendo a chapa presidencial estão em andamento na Corte Eleitoral



Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, em sessão plenária realizada nesta terça-feira (23), pela improcedência e arquivamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pedia a cassação dos diplomas e a consequente inelegibilidade por oito anos do então candidato à Presidência da República nas Eleições 2018 Jair Bolsonaro e de seu vice, Hamilton Mourão, por suposto abuso de poder econômico praticado durante a campanha eleitoral daquele ano.

Ajuizada pela coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/Pros), a ação aponta a instalação indevida e coordenada de dezenas de outdoors em ao menos 33 cidades, distribuídas em 13 estados brasileiros, no período pré-eleitoral. Para a coligação, o fato teria comprometido o equilíbrio do pleito, violando a legislação eleitoral, que proíbe expressamente o uso de outdoors independentemente do período eleitoral.

Segundo a coligação, as evidências e a uniformidade das peças publicitárias seriam suficientes para comprovar o ilícito eleitoral e afastar a alegação da defesa de se tratar de ato espontâneo e pulverizado de alguns apoiadores, sem o conhecimento dos investigados. De acordo com os autos, diligências promovidas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) identificaram 179 outdoors instalados por dezenas de contratantes em 25 estados da Federação, número considerado irrelevante pela defesa dos investigados diante dos 5.570 municípios brasileiros.

As defesas de Bolsonaro e Mourão defenderam a rejeição da ação, destacando, entre outros pontos, que eles não podem ser responsabilizados por atos praticados por terceiros; que não havia pedido expresso de voto nos outdoors; que o conteúdo das peças está dentro dos limites da liberdade de expressão; que é impossível fiscalizar a atuação de seus simpatizantes espalhados pelo país; e que não é razoável imaginar que o fato tenha desequilibrado o pleito.

Voto do relator



Em seu voto, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Og Fernandes, relator da Aije no TSE, citou precedentes e doutrinas para decidir pela improcedência da ação e seu consequente arquivamento. Ele ressaltou que a caracterização dos atos de abuso do poder para efeito da rigorosa sanção de cassação e inelegibilidade “impõe a comprovação inequívoca da gravidade das condutas imputadas como ilegais, o que não ocorreu no caso em questão”.

O ministro enfatizou que, no caso julgado, não existe nos autos nenhum elemento de comprovação da existência de ação orquestrada nem de aparente vínculo entre os 66 representados na demanda. Além disso, para Og Fernandes, também não está comprovada a real abrangência territorial, do período de exposição, da efetiva visualização massiva dos outdoors pelos eleitores ou de qualquer ato capaz de interferir no equilíbrio e na legitimidade das eleições.

No entendimento do relator, nesse caso específico, a comprovada instalação espontânea e isolada das peças publicitárias, sem qualquer coordenação central, configurou mera manifestação da cidadania e da liberdade do pensamento, não caracterizando abuso do poder econômico.

Todos os ministros ressaltaram em seus votos que a utilização de outdoors na campanha eleitoral é um ilícito expressamente vedado pela legislação; todavia, no caso concreto, não há elementos objetivos mínimos capazes de evidenciar o abuso do poder econômico, a existência de ação orquestrada ou a gravidade da conduta ilícita. Assim, por unanimidade, o Colegiado decidiu pela improcedência e pelo arquivamento da ação.

Outras ações

Outras sete Aijes envolvendo a chapa presidencial eleita em 2018 estão em andamento na Corte Eleitoral. Quatro delas apuram irregularidades na contratação do serviço de disparos em massa de mensagens pelo aplicativo WhatsApp durante a campanha eleitoral. Outra ação, já julgada improcedente e em fase de recurso, apura o uso indevido dos meios de comunicação na campanha eleitoral de 2018. Mais duas Aijes envolvem o hackeamento de um perfil do Facebook contrário a Bolsonaro. O julgamento das ações foi iniciado, mas acabou paralisado por um pedido de vista. Até agora, três ministros votaram para realização de uma perícia e dois pelo arquivamento das ações. Ainda não há previsão de data para retomada do julgamento.


Com informações do TSE.
                                                                                


Interaja mais: