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Prefeito de Cuité e Equipe consultam e esclarecem Comerciantes sobre medidas preventivas e retomada econômica



“Ontem foi dia de dialogar  com representantes do comércio local sobre quais medidas  poderíamos adotar diante do atual cenário no município, e por unanimidade dos presentes ficou decidido o não fechamento do comércio, por outro lado a intensificação na fiscalização para cumprimento de todas as medidas preventivas para segurança de todos . Tudo o que está ao alcance do Governo Municipal está sendo feito , mas nada será tão eficaz quanto a cooperação da população.Todas as decisões serão semanalmente reavaliadas de acordo com a situação epidemiológica  do município, e espero que a população possa fazer a sua parte para que não seja necessária a adoção de medidas mais duras”, pontuou o Prefeito Charles Camaraense.













































Com informações da Página Charles Camaraense.
                                                                                


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Multa de mais de R$500 será aplicada a quem descumprir Lei que proíbe comemoração junina em áreas urbanas durante pandemia



Nesta terça-feira (23) as equipes do Batalhão de Polícia Ambiental, Sudema e Corpo de Bombeiros Militar deflagram a Operação “São João sem Fogueiras”. O objetivo é cumprir a lei estadual nº 11.711/2020 que proíbe as fogueiras em áreas urbanas em toda a Paraíba.

O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), tenente-coronel Melquisedec Lima, disse que o descumprimento da lei acarretará multa de mais de 500 reais. 

“Desde o começo do mês já estamos fiscalizando a questão da venda de madeira para fogueiras e agora, com a sanção dessa lei, estendemos a fiscalização para a questão do acendimento de fogueiras, que não pode ocorrer em espaços urbanos durante toda a pandemia. Fim de semana já foram feitas abordagens educativas e a partir desta véspera de São João, a fiscalização será mais rigorosa, inclusive com aplicação de multa no valor de 517 reais, podendo ser o dobro, em caso de reincidência”, destacou.

As denúncias podem ser feitas pelo número 190. Além da punição com multa, as equipes contarão também com logística para apagar imediatamente a fogueira que esteja acesa em local proibido pela lei. A medida busca prevenir as complicações que a fumaça provoca à saúde das pessoas, principalmente as que têm problemas respiratórios e estão no grupo de risco da COVID-19. 

A fiscalização é intensificada nesta véspera de São João, que é tradicionalmente o ápice das festas juninas, e a força tarefa vai fiscalizar e punir quem fizer fogueiras em espaços urbanos.

Com informações  Ascom PM.
                                                                                


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Governo da Paraíba garante início da implementação de projetos do PB Rural Sustentável para 2020



O governador João Azevêdo anunciou, nesta segunda-feira (22), um conjunto de ações que assegura o início da implantação do programa Paraíba Rural Sustentável este ano. Em consonância com o Banco Mundial, a gestão estadual, por meio do projeto Cooperar, disponibilizou ferramentas virtuais para o envio de propostas e facultou a realização de consultas livres presenciais, garantindo aos agricultores familiares o acesso ao programa. 



A ação tem como objetivo cumprir as orientações dos órgãos de saúde durante o período de pandemia do coronavírus e cumprir as metas estabelecidas para 2020, que preveem a construção de sistemas de abastecimento de água singelo, completo ou com dessalinizador, passagens molhadas e cisternas. 

Os agricultores familiares poderão enviar suas propostas para o e-mail demandas.pbrural@gmail.com entre os dias 22 de junho e 5 de julho. Já a realização de consultas livres presenciais para o início da preparação das propostas de apoio aos públicos prioritários, como quilombolas e indígenas, bem como as reuniões dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável ficam facultadas. 

“Com a chegada da pandemia, tudo teve que ser reanalisado para nos adaptarmos a nossa realidade, mas o Governo do Estado tem atuado em diversas frentes para assegurar que obras e ações não sofram descontinuidade e é isso que estamos fazendo com o Paraíba Rural Sustentável”, disse. 

De acordo com João Azevêdo, a iniciativa garante a valorização do trabalho do agricultor familiar. “O nosso objetivo com isso é permitir que o homem e a mulher do campo tenham todas as condições de continuar produzindo, fortalecendo a nossa economia,  gerando renda, mas sem descuidar da saúde”, acrescentou.  O coordenador geral do projeto Cooperar, Omar Gama, enfatizou que o poder público tem agido com rapidez e eficácia para minimizar os efeitos colaterais da pandemia. 

“O Projeto Cooperar não ficou inerte, definindo com o Banco Mundial uma série de estratégias que serão desenvolvidas até dezembro de 2020 e que objetivam minimizar os efeitos danosos da pandemia, para a população rural paraibana, tanto em termos econômicos, quanto sociais”, falou. 



Com informações do Governo da Paraíba.
                                                                                

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COVID-19: Curados podem ser infectados de novo após 3 meses, sugere estudo



Os níveis de anticorpos encontrados em pessoas recuperadas da covid-19 diminuíram rapidamente dois a três meses após a infecção em pacientes sintomáticos e assintomáticos, de acordo com um estudo chinês, o que cria dúvidas a respeito da duração da imunidade contra o novo coronavírus.

A pesquisa, publicada no periódico científico Nature Medicine, destaca o risco de se usar os “passaportes de imunidade” da covid-19 e justifica o uso prolongado de intervenções de saúde pública, como o distanciamento social e o isolamento de grupos de alto risco.



A pesquisa, que estudou 37 pacientes sintomáticos e 37 assintomáticos (sem sintomas), descobriu que entre os que tiveram exames positivos para a presença dos anticorpos IgG, um dos principais tipos de anticorpos induzidos após a infecção, mais de 90% mostraram declínios acentuados dentro de dois a três meses. A porcentagem média de declínio foi de mais de 70% em pacientes sintomáticos e assintomáticos.

Para anticorpos neutralizadores de soro, a porcentagem média de declínio em indivíduos sintomáticos foi de 11,7%, e em indivíduos assintomáticos foi de 8,3%.O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Médica de Chongqing, uma filial do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China e de outros institutos.

Autoridades de saúde de alguns países, como a Alemanha, estão debatendo a ética e a viabilidade de se permitir que pessoas que tiveram um exame de anticorpos positivo circulem com mais liberdade do que as que não tiveram.Jin Dong-Yan, professor de virologia da Universidade de Hong Kong que não participou do grupo de pesquisa, disse que o estudo não nega a possibilidade de outras partes do sistema imunológico poderem oferecer proteção.

Algumas células memorizam como lidar com um vírus quando são infectadas pela primeira vez e podem apresentar uma proteção eficiente se houver uma segunda rodada de infecção, disse. Cientistas ainda investigam se este mecanismo funciona para o novo coronavírus.






Com informações do Metro Jornal.
                                                                                


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Senado aprova PEC nº 18/2020 que adia as Eleições Municipais de outubro para novembro; dia 15 (1º turno) e 29 (2º turno) são as novas datas

O Senado aprovou nesta terça-feira (23) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que adia as eleições municipais deste ano em razão da pandemia do novo coronavírus. O texto, votado em sessão remota, foi aprovado por 67 votos a 8 no primeiro turno e por 64 votos a 7 no segundo turno. Agora, a PEC segue para a Câmara dos Deputados.

Pelo calendário eleitoral, o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo, para 25 de outubro. A PEC aprovada pelo Senado adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro.O adiamento das eleições tem sido discutido pelo Congresso Nacional, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por especialistas nos últimos meses.



Saiba outros pontos previstos na PEC:

Registro de candidaturas: O relator, Weverton Rocha, propôs também o adiamento da data-limite para o registro de candidaturas, atualmente prevista para 15 de agosto. Pelo texto, os partidos poderão solicitar à Justiça Eleitoral o registro dos candidatos até 26 de setembro;




Convenções: Pelo calendário eleitoral, as convenções devem ser realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto. O TSE autorizou a realização das convenções de forma virtual, por causa da pandemia. O relatório de Weverton prevê que as convenções ocorram entre 31 de agosto e 16 de setembro. O texto também prevê a realização das convenções por meio virtual.


Veja a seguir os prazos previstos no texto aprovado:

a partir de 11 de agosto: as emissoras ficam proibidas de transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena de cancelamento do registro do beneficiário;

entre 31 de agosto e 16 de setembro: prazo para a realização das convenções para escolha dos candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações;

até 26 de setembro: prazo para que os partidos e coligações solicitem à Justiça Eleitoral o registro de candidatos;

após 26 de setembro: prazo para início da propaganda eleitoral, também na internet;

a partir de 26 de setembro: prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e representação das emissoras de rádio e TV para elaborarem plano de mídia;

27 de outubro: prazo para partidos políticos, coligações e candidatos divulgarem relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral), os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados;

até 15 de dezembro: para o encaminhamento à Justiça Eleitoral do conjunto das prestações de contas de campanha dos candidatos e dos partidos políticos, relativamente ao primeiro turno e, onde houver, ao segundo turno das eleições;

a diplomação dos candidatos eleitos ocorrerá em todo país até o dia 18 de dezembro, salvo nos casos em que as eleições ainda não tiverem sido realizadas.

O texto diz ainda que os prazos fixados em leis não transcorridos na data de publicação da proposta serão computados considerando-se a nova data das eleições 2020.

Mandatos e prazos eleitorais

O ministro Luís Roberto Barroso destacou que há um entendimento - entre o TSE, os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados e o relator da proposta - pela não prorrogação dos mandatos municipais, a fim de evitar o enfrentamento de “problemas graves de natureza constitucional". Ele informou aos senadores que já expôs a esses parlamentares a necessidade de não se modificar os prazos eleitorais já transcorridos, especialmente os de filiação partidária, de domicílio eleitoral e de desincompatibilização para a disputa eleitoral de cargos de alto escalão.

 "E, sobretudo, para o TSE, seria um caos reabrir o cadastro eleitoral. Nós já estamos envolvidos em outras etapas das eleições e seria quase inviável para parar essa programação e voltar para o cadastro eleitoral", alertou Barroso.



Barroso apontou que alguns prazos móveis poderiam ser postergados na mesma proporção de 42 dias, conforme sugerido pelo presidente do Senado Federal e pelo relator da PEC. São datas relativas ao horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e à convocação dos mesários, por exemplo.

Haveria, ainda, a prorrogação para três meses antes da eleição dos prazos de desincompatibilização de servidores municipais. Também seria alterada, pelo mesmo tempo de adiamento das eleições, a contagem para a vedação a determinadas condutas praticadas por agentes públicos, como a questão de repasses de convênios, a movimentação de servidores e a publicidade institucional.







Com informações do G1/ TSE.
                                                                                


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Cotado para Educação já defendeu privatização do Ensino e fim do MEC



Cotado para assumir o Ministério da Educação (MEC) no lugar de Abraham Weintraub, o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, já defendeu a privatização do ensino público e o fim do MEC. As propostas constam do livro “Carregando o Elefante”, assinado por ele e por Alexandre Ostrowiecki, empresário e sócio de Feder. O texto tem como premissa elencar proposições sobre “como transformar o Brasil no país mais rico do mundo”.

No livro, o secretário defende que as razões para privatizar escolas e universidades seriam o fato de “a iniciativa privada ser mais eficiente na gestão de qualquer coisa”. “Assim como é melhor que uma empresa privada frite hambúrgueres do que o governo, o mesmo ocorre no caso de uma escola”, comparou.

No modelo privado projetado pelo atual secretário do Paraná, seria implantado um sistema de vouchers ("vales"), no qual cada aluno matriculado receberia uma bolsa, que seria repassada diretamente à escola, que poderia optar em receber apenas a verba governamental ou a cobrança de uma taxa extra. O sistema é utilizado há alguns anos no Chile.

Como proposta para estrutura do poder Executivo, Feder defende o enxugamento da máquina pública, permanecendo apenas os ministérios da Casa Civil, Justiça, Cidades, Defesa, Fazenda, Meio Ambiente, Social e Relações Exteriores. O MEC, nos moldes atuais, não está incluído no projeto.

 Além disso, Renato Feder defendeu o fim da estabilidade de servidores. No Poder Legislativo, o texto propõe abolir o Senado Federal e reduzir o número de deputados em 80%, tornando o sistema unicameral, usado em países como Dinamarca, Israel, China, entre outros

Com perfil liberal e defensor de privatizações. Feder também projetou a privatização dos hospitais e postos de saúde. A proposta seria atribuir ao cidadão o pagamento do próprio plano de saúde, com algumas possibilidades de pagamento pelo governo, como o caso de famílias carentes.



Com informações do Metrópoles.
                                                                                



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Juiz Federal determina uso de máscara ao Presidente em locais públicos; descumprimento acarretará multa diária de R$2 mil


O juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível de Brasília, impôs ao presidente Jair Bolsonaro o uso obrigatório de máscara em espaços públicos e estabelecimentos comerciais, como medida de proteção contra o novo coronavírus. A decisão foi assinada na noite de ontem (22).

Em caso de descumprimento, o magistrado definiu multa diária de R$ 2 mil. Borelli afirmou que a obrigatoriedade já foi imposta pelo governo do Distrito Federal (GDF) desde abril, mas que constatou em imagens disponíveis na internet que o presidente não estaria cumprindo a determinação, “expondo outras pessoas à propagação de enfermidade que tem causado comoção nacional”.

Na mesma decisão, Borelli ordenou que a União obrigue todos os seus servidores e colaboradores a usar máscara para proteção individual enquanto estiverem prestando serviços, sob pena de multa de diária de R$ 20 mil ao governo em caso de descumprimento. Ele atendeu a um pedido feito por um advogado em ação popular.
Fiscalização

O juiz decidiu ainda obrigar o GDF a fiscalizar o uso efetivo das máscaras por toda a população, conforme previsto em decreto distrital sobre o assunto, que já sujeita os infratores a multa de R$ 2 mil. Ele disse que também pretende estipular multa “caso não seja provado nos autos quais medidas já foram adotadas para tanto”.

Borelli citou entrevista em que o governador Ibaneis Rocha diz que apenas três multas foram aplicadas até o momento, dentre 33 mil advertências feitas por fiscais. Procurada, a Advocacia-Geral da União (AGU), que atua na defesa do presidente, disse que "já estuda todas as medidas cabíveis para reverter a liminar e preservar a independência e a harmonia entre os Poderes"Matéria alterada às 12h12, para incluir posicionamento da AGU




Com informações da Agência Brasil.
                                                                                


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https://twitter.com/MancheteDeCapa

MP está apurando denúncias de descumprimento de medidas restritivas em cidade na Paraíba



A promotora de Justiça, Ana Maria Pordeus Gadelha, que responde pela Promotoria de Justiça de Bananeiras, do Ministério Público Estadual (MPPB), determinou abertura de investigação criminal para apurar informações de descumprimento de medidas restritivas por parte de algumas pessoas em Bananeiras. Essas medidas foram adotadas pelo Município para evitar a propagação da pandemia do coronavírus (Covid-19).



Segundo a promotora, o órgão vem recebendo denúncias de desobediência ao decreto nº 13, de 17 de junho de 2020, que inclui medidas para conter a doença em todo o território de Bananeiras. Entre elas, a proibição de fogueiras, do uso de todos os espaços públicos das zonas rural e urbana, durante o mês de junho, para realizar festas, além da manutenção do isolamento social.

A promotora informa que está juntando todas as provas encaminhadas a Promotoria de Justiça e designou o servidor Warmxtrong Gomes Maia para secretariar o presente Procedimento Investigatório Criminal.



Com informações de Paulo de Pádua / Ascom.
                                                                                


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