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Paraibanos que receberam Auxilio Emergencial indevidamente terão que devolver benefício



Um total de 25.645 paraibanos terão que devolver aos cofres do governo federal o montante de R$ 18 milhões e 99 mil, por terem recebido de forma indevida o auxílio emergencial, que é destinado somente a pessoas desempregadas, trabalhadores informais e em estado de vulnerabilidade por conta da pandemia do coronavírus.

A informação foi dada através de uma nota técnica emitida pela Controladoria Geral da União e o Tribunal de Contas do Estado, que ao fazer um cruzamento de dados de beneficiários do auxílio com as folhas de pagamento do governo do Estado e dos municípios paraibanos verificou-se a existência de servidores públicos recebendo indevidamente o benefício.

Conforme o superintendente da Unidade Regional da CGU na Paraíba, Severino Queiroz, o montante de 18 milhões é referente a cada parcela do benefício, e como foi verificado o pagamento irregular no início, o restante será evitado.

“Vamos evitar um gasto público enorme com o restante do pagamento das últimas parcelas. Imagine o impacto disso”, observou.

Segundo eles, essas pessoas poderão responder a processos no âmbito federal e civil, mas podem se antecipar ao processo e devolver os valores, procurando o site do Ministério da Cidadania onde há um link para a devolução.

“As pessoas que preencherem a guia de recolhimento da União para sanar a sua situação vai evitar uma dor de cabeça maior mais na frente. A CGU vai emitir ainda nesta segunda-feira (15), uma nota orientativa para que elas saibam como proceder a devolução”, destacou.

O superintendente ressaltou também que a CGU está acompanhando também os casos de pessoas que não são servidores públicos, mas que também não se encaixam no auxílio emergencial, pertencentes a famílias que têm condições financeiras e que receberam indevidamente.

“Essas pessoas consolidadas financeiramente e que não necessitam do auxílio também recomendamos que efetivem a devolução, porque vamos adotar as medidas necessárias para a punição. As pessoas precisam ter a responsabilidade tanto de fazer a devolução quanto de não fazer denúncia indevida”, advertiu.

Caso a pessoa tenha sido vítima de algum golpe ou se fez de forma intencional, o superintendente da CGU/PB informou que o órgão tem como verificar a irregularidade.

“É importante ressaltar que a pessoa sendo vítima dessa espécie, que faça o registro na Delegacia e também formalize a denúncia no próprio site da CGU, via ouvidoria da União, mas isso só é válido para a pessoa que não tomou a atitude de requerer o benefício, porque existe um meio de rastrear quem fez e efetivou o cadastro através do aplicativo”, completou.


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Com informações do Página1 PB.
                                                                                


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Traficantes usam a pandemia para transportar drogas em caixões



Não são apenas os gestores públicos que estão aproveitando o momento de pandemia para cometerem crimes. Uma ocorrência de tráfico de drogas em Jataí, no estado de Goiás, provou que até as mortes pela Covid-19 estão sendo usadas para levar entorpecentes de um lugar para outro.

O crime foi descoberto na BR-060, quando um motorista de um carro funerário foi preso transportando 300 quilos de maconha dentro de dois caixões. De acordo com os policiais militares, ao ser interrogado, o homem afirmou que havia saído de Ponta Porã (MS) com dois corpos que seriam enterrados em Goiânia, capital goiana.

– O curioso é que o motorista narrou que eram dois corpos nos caixões e estavam isolados por serem vítimas da Covid-19. Os policiais decidiram abrir os caixões e se depararam com essa grande quantidade de droga. Foi uma ocorrência exótica – disse o tenente-coronel Sérgio Marques Duarte.

Após a descoberta do crime, o motorista disse aos policiais que receberia até R$ 5 mil para levar o carregamento de maconha, avaliado em R$ 700 mil, de Ponta Porã para Goiânia. Ele agora vai responder pelo crime de tráfico de drogas.


Com informações do Pleno.News.
                                                                                


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Enfermeira vai de jumento ao trabalho para poder atender a Comunidades Rurais



Uma enfermeira usa um jegue para atender famílias da zona rural de Boa Vista do Tupim, no Piemonte do Paraguaçu. Quem faz o trabalho é Monaliza Oliveira. Ela atua em um Posto de Saúde da Família que também abrange um assentamento e comunidades. 

A prefeitura oferece transporte para chegar até os locais, mas a enfermeira prefere usar um jegue ou ir de carona em moto devido ao relevo que ficou ainda mais prejudicado devido às chuvas recentes.

Mesmo chamando a atenção por chegar montada em jegue nas residências, a enfermeira diz que a situação não é estranha para ela, já que nasceu na região. Ainda segundo a reportagem, na última visita que fez às comunidades na área rural, Monaliza aplicou a vacina contra a H1N1, além de fornecer um kit com equipamentos de proteção ao coronavírus. 

Conforme a profissional, os moradores da região ficam satisfeitos com a visita dela em “transportes alternativos”Até o momento, Boa Vista do Tupim registra dois casos de novo coronavírus, sendo que um dos pacientes já está curado.



Com informações do Bahia Notícias.
                                                                                



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BRASIL: Cidade do interior tem explosão de casos de COVID em Trabalhadores de linha de transmissão



Com pouco mais de 30 mil habitantes, o município de Pinhão, no Centro-sul do Paraná, tinha no início da segunda-feira passada (8) apenas seis casos confirmados para o novo coronavírus. Nessa segunda (15), uma semana depois, já eram 63, segundo boletim da prefeitura. Boa parte da explosão da doença – que cresceu mais de 10 vezes em sete dias – é resultado da testagem de funcionários da empresa Tabocas Participação 

Empreendimentos S/A, com sede em Belo Horizonte, que faz obras em linhas de transmissão na região. Na última segunda (8), após a confirmação de oito empregados infectados em reunião com representantes da obra, a prefeitura determinou a suspensão das atividades da empresa por 15 dias (até dia 24) e a testagem de todos os cerca de 320 funcionários, para dimensionar a contaminação no local.

Dos 63 casos confirmados até essa segunda (15), 50 eram de empregados da obra. Entre todos, 39 eram de pessoas de outros estados, 12 de outros municípios e outras 12 de residentes de Pinhão (muitos tiveram contato com os empregados).

"Estávamos confortáveis há duas semanas. Decidimos pela paralisação da empresa quando ainda eram poucos confirmados, mas a testagem dos funcionários mostrou que o problema era maior do que pensávamos", disse o secretário de Saúde, Ivonei Oliveira Lima.

Segundo ele, a empresa mineira realizou todos os testes e isolou os funcionários infectados de outras cidades e de outros estados em um alojamento, que a prefeitura supervisiona.



Com informações do Gazeta do Povo.
                                                                                



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CNJ estende suspensão de atendimentos presenciais em Cartórios; está liberado envio de documentos por meio eletrônico



O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, prorrogou o prazo de vigência de todos os atos que estabelecem normas para os cartórios durante o período de pandemia do novo coronavírus. Com isso, as resoluções passam a valer até 31 de dezembro.  Os atos, prorrogados pelo órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na última sexta-feira (12/06), estabelecem restrições ao atendimento presencial; disciplinam o funcionamento das serventias; suspendem prazos para a lavratura de atos notariais e de registro; autorizam a prestação remota de registro de imóveis e o envio de documentos necessários para emissão de certidões de nascimento e de óbito por meio eletrônico.



Com informações do Metrópoles.
                                                                                


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UNICAMP: Medicamento imunoterápico em teste acelera recuperação de pacientes com câncer e COVID-19



Um medicamento desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para estimular o sistema imune a combater o câncer – ainda em fase de testes clínicos – pode se tornar uma arma importante contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2). Em testes feitos com cinco pacientes que desenvolveram a forma grave da Covid-19 enquanto lutavam contra tumores na bexiga, a associação do imunoterápico com antibióticos e corticoides amenizou a resposta inflamatória desregulada no pulmão e reduziu o tempo médio de internação de 18 para 10 dias, sem a necessidade de intubação.



Com informações da Revista Galileu.
                                                                                


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Líquido escuro chama a atenção na praia de Cabedelo; Secretário descarta hipótese de despejo de esgoto



Imagens aéreas da praia de Intermares, em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, têm chamado atenção de internautas. A gravação, feita por meio de um drone por Julius Guimarães, praticante de kitesurf, e divulgada nesta segunda-feira (15), mostra um líquido escuro sendo despejado de um maceió na beira-mar de Intermares, supostamente proveniente de esgoto.

Segundo o autor das imagens, Julius Guimarães, elas foram gravadas no último dia 18 de maio, e o despejo da água do maceió com coloração escura e com odor na praia de Intermares é recorrente. O relatório de balneabilidade da Superintendência e Administração de Meio Ambiente (Sudema), feito no mesmo dia em que as imagens foram gravadas (18 de maio), classifica a praia de Intermares como própria para banho.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente de Cabedelo, Walber Farias, o odor da água que desemboca na praia de Intermares, vindo do maceió formado pelo fim do Rio Jaguaribe, não possui ligação com o esgoto. Walber Farias explicou que a água escura de odor forte é proveniente da grande quantidade de matéria orgânica sedimentada no rio, que é jogada no mar com o aumento da correnteza, causado pelas fortes chuvas.

“Revolve os sedimentos do maceió em razão da correnteza, e realmente sobe o cheiro desagradável, mas lembrando que é uma área de manguezal, com excesso de material orgânico que acaba depurando na água do mar. Com o aumento das chuvas, do volume grande de chuvas, chega um momento em que ele abre e a corrente, que é sudeste, leva a água do rio para Intermares”, explicou.

Ainda segundo o secretário, a possibilidade de haver descarte irregular de esgoto na praia de Intermares não pode ser descartada, mas em quantidade pequena e proveniente de comunidades ribeirinhas, e não do maceió.

“Essa coisa de dizer que está jogando esgoto direto é uma falácia, não convém, não há esgoto nele. Pode ter alguma contribuição das comunidades que entre o Rio Jaguaribe, existe uma contribuição sim, mas o fato dessa tonalidade escura, de saída de maceiós, vai haver essa diferenciação”, comentou.




Com informações do Jornal da Paraíba.
                                                                                


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