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PAUTAS EM CUITÉ: 'Campanha de Combate ao Trabalho Infantil' e 'Aterro Sanitário Regional'



A erradicação  do trabalho infantil é um desafio enfrentado há muitos anos e se configura das mais diversas formas. Trabalho infantil refere-se ao emprego de crianças  em qualquer trabalho, privando-as de sua infância, interferindo na capacidade de frequentar a escola regularmente e considerado mentalmente, fisicamente, socialmente ou moralmente perigoso e prejudicial. 



disque 100 é uma ferramenta importante para que a denúncia seja feita e possamos combater esse mal que ainda está em nosso meio. A rede de proteção do município composta por CRAS,CREAS e Conselho Tutelar está pronta e sempre atenta para agir e garantir os direitos e o bem-estar das nossas crianças e adolescentes.

E+: Cuité avança e busca viabilidade para implantação de aterro sanitário

Após inúmeros estudos e uma tentativa de acordo sem sucesso com municípios do Curimataú e Seridó para implantação de um aterro sanitário regional, e até mesmo visitas de técnicos da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA), parece estar mais próximo do que nunca o início da implantação de um aterro sanitário no município de Cuité. No início de maio de 2020, no dia 04 precisamente, o Gestor, juntamente com Maurílio Fialho da pasta de Articulação Política e Pedro Filype da Procuradoria Geral do Município, se reuniram para tratar da viabilidade de aquisição de um terreno de 30 hectares nas imediações do trevo que dá acesso à Barra de Santa Rosa, Sossego e Picuí, terreno que atende os pré-requisitos ambientais necessários para execução do projeto em discussão.











Com informações Ascom.
                                                                                


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Presidente Bolsonaro diz que reprovará o Auxílio Emergencial extra se o Congresso mantiver valor de R$600


O presidente Jair Bolsonaro disse que vetará a prorrogação do auxílio emergencial motivado pela pandemia do novo coronavírus se o Congresso fixar o valor das duas parcelas adicionais prometidas pelo governo em R$ 600, em vez dos R$ 300 propostos pelo Executivo. Atualmente, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defende que o valor das duas parcelas adicionais seja de R$ 600.




"Na Câmara, por exemplo... vamos supor que chegue uma proposta de duas (parcelas) de R$ 300. Se a Câmara quiser passar para R$ 400, R$ 500 ou R$ 600. Qual vai ser a decisão minha? Pra que o Brasil não quebre... se a gente pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto", afirmou Bolsonaro.




Assista ao vídeo abaixo, a partir do trecho 40min33seg



O auxílio emergencial a trabalhadores informais, desempregados e famílias mais afetadas pela doença foi criado pelo governo no início da pandemia. Inicialmente, a previsão era de que os beneficiários recebessem até três parcelas no valor de R$ 600. Com o prolongamento da epidemia, a equipe econômica refez seus cálculos e prevê o pagamento de mais duas parcelas, mas no valor de R$ 300.

Segundo Bolsonaro, se o governo pagar mais duas parcelas de R$ 600 cada uma, isso geraria uma despesa extra no valor de R$ 100 bilhões. O presidente disse que o país precisa ficar atento ao aumento das despesas para evitar uma subida da taxa Selic.

"Se nós não tivermos cuidado, a Selic pode subir, volta a ser o paraíso dos rentistas, o Brasil, o que a gente chama de agiotagem legalizada. A taxa de juros sobe, e cada vez mais o que nós produzirmos de riqueza vai pra pagar juros da dívida. Ou seja, e a desgraça vem aí. Se o Brasil quebrar, pessoal, não tem pra ninguém. Não tem pra ninguém", disse Bolsonaro.

Apesar da proposta de prorrogar por mais dois meses o auxílio emergencial, o valor do benefício já é motivo de atrito entre Bolsonaro e Maia. Em entrevista concedida na semana passada, Rodrigo Maia defendeu que o governo mantivesse o valor de R$ 600 nas próximas duas parcelas.

Bolsonaro, por sua vez, rebateu afirmando que aceitaria o valor se deputados e senadores cortassem os próprios salários. "Se tivermos um programa para diminuir o salário do parlamentar, a metade, grande parte do salário desses parlamentares ser usado para pagar isso aí, tudo bem", disse Bolsonaro.



E+: Bolsonaro sanciona com 11 reprovações lei que altera auxílio emergencial

 


Com informações de O GLOBO.
                                                                                


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Cavalo 'desobedece', encerra performance e leva cantor embora antes de LIVE mal começar


O cantor Flávio Brasil é o mais novo meme do país. Para iniciar a sua live sertaneja no Youtube, ele decidiu entrar de charrete puxada por um cavalo. O problema é que o animal não obedeceu o ‘script’ e decidiu ir embora antes da hora. O resultado foi uma cena muito divertida.



“Se não for pro cavalo me levar embora! Nem faço Live!!!… Oi Live Tchau Live”, brincou Flávio Brasil em seu Instagram após o acontecimento. “Só tenho a agradecer a Deus! Pois é muito bom saber que sou um pivô de solidariedade entre patrocinadores, doadores e necessitados. E que estou sendo motivo de alegria nesse momento tão difícil que estamos passando”.

Na cena cômica, Flávio chegou cantando de charrete, mas antes que pudesse terminar o refrão, o cavalo decidiu ir embora junto com ele. A músico acabou parando, mas as pessoas se divertiram muito. 

Com informações do Vírgula.
                                                                                

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Ministério da Justiça manda Ypê suspender linha de sabão que anunciava combater todo tipo de vírus



O Ministério da Justiça determinou na quinta-feira (11) que a proprietária da marca de limpeza Ypê suspenda a venda de uma linha de sabão em pó cuja publicidade pode ser julgada como abusiva ao dar a entender que o produto é eficaz contra qualquer tipo de vírus.

Na decisão proferida pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, o órgão diz que está em apuração eventual prática de propaganda enganosa do fornecedor. Tanto os rótulos como a publicidade em TV são questionados no contexto da pandemia do novo coronavírus.

A determinação provém de uma representação da concorrente Unilever, dona da marca Omo, que entrou na Justiça contra a Amparo (dona da Ypê), como informou a coluna Painel S.A., do jornal Folha de S.Paulo na segunda-feira (8). A Justiça pode multar a marca em R$ 100 por produto colocado à venda no varejo físico após prazo de cinco dias.

A Unilever alega que o produto traz no rótulo estampa de propriedades antimicrobianas "de eliminação de vírus, caracterizada pela utilização de imagem de um coronavírus". Além disso, a acusadora diz que tomou conhecimento de publicidade veiculada em programa de TV "onde a apresentadora teria anunciado aos consumidores "com redobrada ênfase" que, além de deixar a roupa limpa, "Tixan Ypê combate e mata vírus, promovendo a higiene a sanitização das suas roupas".

"O produto Tixan-Ypê é um mero lava-roupas para limpeza em geral", diz a Uniliever, acrescentando que não há "qualquer outro comprovado benefício específico" e que a marca, assim, não poderia vender o produto sob o rótulo de "sanitização", como se combatesse e matasse "qualquer vírus".

O órgão entendeu que há risco ao consumidor ante os indícios de que a rotulagem -contendo informações e imagens relacionadas ao vírus Sars-Cov-2 (causador da pandemia)- cria a percepção de que os produtos seriam eficazes contra o vírus. O ministério solicitou à Anvisa manifestação técnica sobre as alegações levantadas pela Unilever e sobre as condições necessárias para que um produto seja classificado com de ação antimicrobiana e de combate a vírus.

O caso também foi parar no Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária). A fabricante teria firmado acordo com o conselho comprometendo-se a não veicular mais o anúncio denunciado até eventual reconhecimento do produto em outra categoria da Anvisa, segundo o documento do Ministério da Justiça. O Conar não irá se manifestar sobre o assunto. Em situações de ações judiciais, o conselho costuma encerrar o processo. A dona da Ypê ainda não respondeu à reportagem.

Na peça, a fabricante diz que um laudo laboratorial comprova que os produtos em questão possuem agentes que destroem microrganismos e que, diante disso, houve decisão de deferimento da Anvisa para enquadramento na categoria secundário de sanitização. Afirma, também, que os rótulos dos produtos informam que eles promovem a sanitização e "eliminam o vírus", "mas não que matam o vírus", sem dar mais detalhes sobre a diferença entre os dois termos.

Com informações da Folhapress.
                                                                                


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PARAÍBA: Em isolamento social, casal comemora 10 anos de namoro com homenagens a distância



Um casal de João Pessoa comemorou 10 anos juntos, em uma celebração feita da janela de casa. Gabriela Barbosa viu o namorado, Felipe Negreiros, em uma homenagem na frente do prédio onde ela mora. Eles comemoraram o tempo juntos lendo cartas feitas um para outro - ele no térreo e ela vendo tudo lá de cima, da janela do apartamento.

A jornalista e o engenheiro civil estão juntos desde o colégio. Eles se viam todos os dias, mas durante a pandemia de Covid-19, a rotina do casal teve que mudar. Isolados em casas diferentes há 3 meses, a decisão de não se ver foi feita com muito cuidado e atenção.

“Somos privilegiados de poder ficar em casa nesse momento tão duro, então precisamos servir de exemplo. Tem gente que não tem essa opção, ficar separados é uma forma de ter empatia para quem tá na linha de frente”, explica a jornalista.



A comemoração foi simples, nada elaborado como se tinha pensado antes da pandemia. Apesar disso, Gabriela conta que foi a mais bonita de todos os aniversários do casal. “Ele escreveu um monte de coisa fofa no iPad e eu fiquei lendo à distância. Parece bobagem, mas foi muito legal. Depois a gente pediu a mesma pizza e jantamos 'juntos'”, disse.

 


Com informações do G1.
                                                                                


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Ciro Gomes diz que o Presidente Bolsonaro quer lucrar com caos



Principal nome do PDT, o ex-ministro Ciro Gomes, 62, diz que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) prepara uma milícia armada para se manter no poder e que o ex-presidente Lula (PT) só se movimenta se ele próprio for a estrela central.

Em entrevista à reportagem, o ex-presidenciável defende o impeachment de Bolsonaro e afirma que "a parte jurídica está dada, mas a política ainda não". Ele faz coro com seu partido ao desestimular protestos de rua agora, durante a pandemia. "Mas a hora chegará."

Ciro está lançando o livro "Projeto Nacional: O Dever da Esperança" (ed. LeYa Brasil), no qual expõe e analisa algumas das propostas que levou ao eleitorado em 2018. Ele ficou em terceiro lugar, com 12,4% dos votos válidos.



De casa, em Fortaleza (CE), ele tem feito lives (transmissões ao vivo na internet), dado entrevistas a jornalistas e influenciadores digitais e postado em redes sociais durante a quarentena. Falou com a reportagem por telefone, na quarta-feira (10).


"Tenho respeito e gratidão por aqueles que se propõem a correr o risco de se contaminar e de ser ferido por uma parte da polícia arbitrária que está a serviço do bolsonarismo. Mas, como homem público, tenho responsabilidade. Não está na hora de ir para a rua, mas a hora chegará", afirmou o ex-Presidenciável.

"Tudo o que o Bolsonaro quer é distrair a opinião pública da pandemia e do desastre econômico sem precedentes. Ele pretende criar um campo de batalha, para coesionar a turma radical que o segue. Criar um caos para que amanhã a classe média, que hoje é crítica a ele, comece a se assustar e peça ordem", continua Ciro Gomes.




Com informações da Folhapress.
                                                                                


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Datena assume que deixará TV para disputar Eleições em SP e garante que população terá 'um ladrão a menos'



Nesta quinta-feira (11), o apresentador José Luiz Datena, da BAND, assumiu, que decidiu disputar a prefeitura da cidade de São Paulo. O jornalista revelou também que ainda não tem chapa definida, mas que tentará concorrer ao cargo político.

Em entrevista ao colunista Leo Dias, do site 'Metrópoles', o apresentador do Brasil Urgente falou sobre a nova empreitada política, afirmando que a população pode ter certeza que terá “um ladrão a menos”.

É a primeira vez que Datena disputará uma eleição como filiado do MDB. Em 2018, pelo Democratas, ele chegou a deixar o comando de seus programas na Band para disputar uma vaga ao Senado, mas acabou desistindo.

 


Com informações do Notícias Ao Minuto.
                                                                                

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Chamado 'Valentine's Day' (Dia de São Valentim), a data celebra o que é conhecido no Brasil como 'Dia dos Namorados'.


14 DE FEVEREIRO: Chamado "Valentine's Day" (ou Dia de São Valentim), a data celebra o que é conhecido no Brasil como Dia dos Namorados.  Desde 1948, o Brasil celebra essa data romântica em 12 de junho. Ela coincide com a véspera do Dia de Santo Antônio, conhecido como santo casamenteiro, mas o motivo para isso tem pouco a ver com o significado religioso - foi exclusivamente comercial. 

A ideia de estabelecer uma comemoração de "Dia dos Namorados" veio do publicitário João Doria, pai do atual governador de São Paulo. Dono da agência Standart Propaganda, ele foi contratado pela loja Exposição Clipper com o objetivo de melhorar o resultado das vendas em junho, que sempre eram muito fracas.

Junho foi escolhido porque era justamente o mês de desaquecimento das vendas. A escolha do dia 12 teve a ver com o fato de ser véspera da celebração de Santo Antônio, que já era famoso no Brasil por ser o santo casamenteiro. Unindo, então, o útil ao conveniente, Doria criou a primeira propaganda que instituiria a data no país.

"Não é só com beijos que se prova o amor!", dizia um slogan do primeiro Dia dos Namorados brasileiro. "Não se esqueçam: amor com amor se paga", afirmava outro. A propaganda foi julgada a melhor do ano pela Associação Paulista de Propaganda à época.

A data começou a "pegar" no Brasil no ano seguinte, quando mais regiões começaram a aderir a ela - posteriormente, a comemoração se tornou nacional.

São Valentim

A origem do Dia de São Valentim, celebrado nos Estados Unidos e na Europa, é muito anterior ao Dia dos Namorados no BrasilO chamado Valentine's Day começou a ser celebrado no século 5 - o primeiro dia oficial do santo foi declarado em 14 de fevereiro de 496 pelo papa Gelásio, em homenagem a um mártir que tinha esse nome.

Há algumas explicações para a história, mas a mais famosa é a de que São Valentim era um padre de Roma que foi condenado à pena de morte no século 3. Segundo esse relato, o imperador Claudio 2 baniu os casamentos naquele século por acreditar que homens casados se tornavam soldados piores - a ideia dele era de que solteiros, sem qualquer responsabilidade familiar, poderiam render melhor no Exército.

Valetim, porém, defendeu que o casamento era parte do plano de Deus e dava sentido ao mundo. Por isso, ele passou a quebrar a lei e organizar cerimônias em segredo. Quando Claudius descobriu, ele foi preso e sentenciado à morte no ano 270. Mas, durante o período em que ficou preso, o agora santo se apaixonou pela filha de um carcereiro. No dia do cumprimento da sentença, ele enviou uma carta de amor à moça assinando: "do seu Valentim" - o que originou a prática moderna de enviar cartões para a pessoa amada no 14 de fevereiro.

Mas foi apenas dois séculos depois que a data passou a ser efetivamente comemorada, quando o papa Gelásio instituiu o Dia de São Valentim, classificando-o como símbolo dos namorados. A comemoração foi criada como uma resposta a uma tradição antiga que teria se originado em um festival romano de três dias chamado Lupercalia. O evento, ocorrido no meio de fevereiro, celebrava a fertilidade. Seu objetivo era marcar o início oficial da primavera.


Com informações da BBC Brasil.
                                                                                


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