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Sem falar em 'bloqueio total', Decreto do Governo da Paraíba limita circulação de pessoas e dispensa uso de máscara em caso especial



O chefe do Executivo estadual  assinou o decreto nº 40.288 que estende as medidas de isolamento social, já em vigor, para os demais municípios paraibanos até o próximo dia 14 e fixou para a primeira quinzena de junho a apresentação do plano de retomada da economia, que será iniciado a partir do dia 15 de junho. Os detalhes do plano serão apresentados, às 18h, durante uma Live com o governador João Azevêdo.
                                      
Apesar de serem medidas mais restritivas, os gestores fazem questão de enfatizar de que o novo decreto não se trata de um lockdown (também conhecido como tranca-rua, isolamento rígido, bloqueio total, ou seja, a versão mais rígida do distanciamento social, quando a recomendação se torna obrigatória).

“Informo e tranquilizo a todos os paraibanos que não será decretado lockdown nos municípios da região metropolitana de João Pessoa. O que vai ocorrer, na verdade, é uma maior restrição da circulação de pessoas e veículos nas ruas, tendo em vista o aumento vertiginoso do número de casos da Covid-19 nessas cidades e a possibilidade do colapso no nosso

Em caráter excepcional, diante da necessidade de ampliação das medidas de restrição previstas no Decreto Estadual nº 40.135, de 20 de março de 2020, ficam mantidas*, em todo o território estadual, todas as medidas adotadas no Decreto 40.242, de 16 de maio de 2020, até o dia 14 de junho de 2020. Ficam mantidas e ratificadas todas as deliberações anteriormente adotadas relativas ao combate da pandemia do novo coronavírus.



As disposições constantes nos arts. 5º e 6º, do Decreto 40.242, de 16 de maio de 2020, não se aplicam às pessoas com Transtorno do Espectro Autista - TEA desde que comprovadamente demonstrada essa condição, através de laudo médico que ateste o diagnóstico do CID F84, da Carteira de Identificação de Pessoa com Transtorno do Espectro Autista - CIPTEA ou de outro documento que comprove o diagnóstico do CID F84.



Decreto com isolamento mais rígido para a Região Metropolitana de João Pessoa




Um novo decreto com medidas mais rígidas de circulação de pessoas e veículos em oito cidades da Região Metropolitana de João Pessoa foi publicado neste sábado (30). As regras valem para as cidades de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Conde, Caaporã, Alhandra e Pitimbu. As medidas vão ser válidas de 1º a 14 de junho, sendo que no período de 1º a 3 de junho vai haver um trabalho educativo e de conscientização da população.

Haverá fiscalização diária nas entradas e saídas desses oitos municípios;

Serviços essenciais continuam funcionando;

Funcionários de serviços essenciais, área de saúde e locais com permissão para funcionar podem passar pelas barreiras se comprovarem a atividade;
Táxi ou veículo disponibilizado por aplicativo circularão normalmente;

Transportes de carga e veículos relacionados às atividades de segurança e saúde funcionam normalmente;

Pessoas infectadas ou com suspeita de Covid-19 deverão permanecer em isolamento obrigatório;

Está proibida a circulação de pessoas em locais ou espaços públicos, tais como praias, praças, calçadões, salvo quando em deslocamentos imprescindíveis para acessar as atividades essenciais.







Com informações do Governo da Paraíba.
                                                                                


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Homem rouba 126 pares de chinelos para manter relação sexual com eles



Um homem foi preso na Tailândia após ser encontrado com 126 pares de calçados roubados. A suspeita é que Theerapat Klaiya, de 24 anos, realizava os furtos para transar com os sapatos. Em uma coletiva de imprensa realizada nesta semana, autoridades relataram que chegaram até o suspeito após analisar as imagens da câmera de segurança da casa de uma das vítimas, moradora da cidade de Nonthaburi, onde os delitos eram cometidos. 

Ao realizarem uma busca na casa de Klaiya, as autoridades encontraram uma vasta coleção de chinelos e alguns tênis, que o rapaz contou ter coletado por mais de dois anos.
Klaiya possui um fetiche por chinelos e relatou que costumava usá-los em casa por horas, um ritual que o excitava e servia como “preliminar”. Em seguida, ele abraçava, beijava e passava os calçados pelo corpo, performando então o ato sexual.



Os policiais relataram ao jornal Metro UK que a coleção era composta por chinelos de cores, tamanhos e marcas variadas. A característica em comum é que todos estavam “bem usados”.

O jovem responderá por roubo, porte ilegal de um rádio transceptor e por violar o toque de recolher decretado devido à pandemia do coronavírus. Esta não é a primeira vez que Klaiya é preso pelo furto de chinelos. Ele já havia sido detido no ano passado, em outro distrito. Segundo a polícia, ele admitiu ter roubado os calçados para “fins obscenos” e ficará detido na delegacia até a audiência.



Com informações do Vírgula.
                                                                                



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Durante ocorrência de violência doméstica, empresário humilha Policial por salário



O empresário Ivan Storel, de 49 anos, foi preso nessa sexta-feira (29/05), no Condomínio Alphaville, bairro nobre localizado em Santana do Parnaíba, em São Paulo, após agredir verbalmente e ameaçar a esposa. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar no local, os soldados foram desacatados e também sofreram ameaças do homem.

“Você é um bosta. É um merda de um PM que ganha R$ 1 mil por mês, eu ganho R$ 300 mil por mês. Quero que você se foda, seu lixo do caralho. Você não me conhece. Você pode ser macho na periferia, mas aqui você é um bosta. Aqui é Alphaville, mano”, disse Storel a um policial militar que tentava se aproximar. O empresário se recusava a conversar com o agente.

De acordo com a PM, a própria esposa do empresário acionou a corporação após uma briga entre o casal.
“Não pisa na minha calçada, não pisa na minha rua. Eu vou te chutar na cara, filho da puta”, berrava o empresário.

O PM solicitou reforço ao Comando de Grupo Patrulha, que, ao chegar no condomínio, prendeu Storel. Ele foi conduzido para a Delegacia de Defesa da Mulher. No local, o caso foi registrado como desacato, desobediência, ameaça, injúria e violência doméstica. O empresário foi liberado para voltar para casa.



Com informações do Metrópoles.
                                                                                



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'Presidente Bolsonaro gosta do STF quando lhe dá decisão positiva. Se é negativa, prefere não brincar de Democracia', diz Professora especialista na instituição



A declaração ocorreu um dia após a Polícia Federal realizar uma grande operação contra parlamentares, empresários a ativistas bolsonaristas, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes dentro do controverso inquérito das Fake News.


Se a ameaça se concretizar, Bolsonaro estará "abandonando a legalidade que jurou seguir quando tomou posse" e poderá sofrer um impeachment, afirma Eloísa Machado, coordenadora do projeto Supremo em Pauta na FGV Direito São Paulo, onde também é professora de direito constitucional.

Observadora atenta do STF, Machado costuma ser uma voz crítica sobre a atuação dos ministros. Ela, no entanto, considera que a Corte tem agido adequadamente no controle de atos do governo federal, e atribui a Bolsonaro a escalada da crise.

"O papel do STF, dado pela Constituição, é controlar os atos do Congresso Nacional e do Poder Executivo. Então, quando o Supremo anula medida provisória do Poder Executivo, questiona alguns decretos, e abre uma investigação contra o presidente e seus ministros, não está fazendo nada mais do que a Constituição exige", afirma Machado.

"Se temos um Tribunal que, durante o ano de 2020, se mostra mais atuante, talvez isso seja explicado por um Poder Executivo que também desafia mais a lógica da Constituição", acrescenta. "Não há aí uma equivalência entre dois lados errados".

A professora reconhece que há questionamentos sobre a forma como o inquérito das Fake News foi iniciado, com base no regimento interno do STF, mas considera que o plenário poderá delimitar a constitucionalidade da investigação quando julgar ações que pedem seu arquivamento. Na sua leitura, os ataques ao Supremo investigados nesse inquérito não são mera "liberdade de expressão", como afirmam o presidente e seus aliados.

"O que estamos é diante de ameaças e de incitação à violência e ao descumprimento de ordens judiciais, todos esses (atos) tipificados como crime por nossa legislação."
Machado ressalta que o governo Bolsonaro, além de ter frequentemente seus atos questionados na Corte, também costuma apresentar ações no STF, onde acumula vitórias e derrotas.

Um exemplo recente de resultado positivo para sua gestão foi a interpretação dada pelo Supremo à Lei de Responsabilidade Fiscal, que afastou a possibilidade de crime orçamentário devido ao forte aumento de gastos na pandemia do coronavírus.

"Me parece que o presidente gosta do Tribunal só quando dá decisão positiva para ele. Quando a decisão é negativa, ele prefere não brincar de democracia e de Estado de Direito. Só que a nossa Constituição não permite que ele tenha esse poder de simplesmente ignorar decisões judiciais", crítica.






Com informações da BBC Brasil.
                                                                                


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Leis determina que Gestores na Paraíba informem contratos de emergência e criem comitê de crise


Os municípios da Paraíba que decretaram calamidade pública por conta da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) a partir deste sábado (30) vão precisar adotar duas novas políticas públicas. Duas leis estaduais publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) da Paraíba obrigam os gestores a dar publicidade aos contratos celebrados para contratação de bens e serviços no combate ao coronavírus e também a criar comitês de crise.



A primeira lei publicada no DOE de sábado (31), n° 11.695 de 29 de maio de 2020, afirma que os gestores municipais e estadual deverá publicar, no seu próprio site da transparência, a relação de todos os contratos que forem firmados em caráter emergencial para conter o avanço da epidemia de Covid-19 e para amenizar as consequências do mesmo para a população.

Na publicação dos contratos devem constar as informações de nome e CNPJ/CPF das partes contratadas; a motivação e justificativa do contrato; o valor do contrato; e o tempo do contrato. A lei é de autoria dos deputados Eduardo Carneiro (PRTB) e Wallber Virgolino (Patriotas).

Por sua vez, a segunda lei institui que as prefeituras que aderiram ao decreto de calamidade pública por conta da pandemia do coronavírus, devem criar comitês de gestão da crise de saúde pública. O comitê deve ser formado de maneira paritária entre membros do executivo, legislativo e da sociedade civil.

 

 



Com informações do G1/ Governo da Paraíba.
                                                                                


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Sede da PGR vira 'Procuradoria-Geral do Bolsonaro' após pichação



O letreiro do edifício sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília, foi alvo de pichação na madrugada deste sábado (30/05). Sobre a palavra “República”, o vândalo escreveu o sobrenome do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Por meio de nota, a PGR manifestou que repudia o ato de vandalismo. “A Procuradoria-Geral da República repudia o ato de vandalismo contra sua sede, que já se encontra em investigação para responsabilização civil e criminal do ato que danificou patrimônio público. As medidas de reforço na segurança das unidades de todo o país serão tomadas com a maior rapidez possível. Bem como as demais medidas administrativas que se fizerem necessárias”, diz o comunicado.

Com informações do Metrópoles.

                                                                                
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Após crescente número de casos de COVID-19 em Baraúna, combate é intensificado na cidade


O secretário de Saúde de Baraúna, José de Lima, deu uma entrevista ao Diário do Curimataú sobre as ações de combate ao coronavírus em Baraúna, que tem aumentado significativamente nos últimos dias, fato esse que chamou atenção da Gestão e da população. 

O secretário se diz surpreso com o avanço da COVID-19 no município, razão pela qual foi iniciada uma barreira sanitária em ponto da cidade. A Polícia Militar também esteve monitorando a ação. 

Ele ainda destaca a mudança nos testes para coleta de sangue e reforça a importância de a população diminuir saídas desnecessárias e cumprir as medidas protetivas.








                                                                                
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Apresentador Érico Brás comenta episódio em que foi confundido com ladrão por mulher e policial



O ator e apresentador Érico Brás falou sobre o preconceito e o racismo estrutural no Brasil durante uma live com Fábio Porchat. Durante o papo, o artista relatou um episódio que aconteceu com ele na Bahia, à época em que trabalhava numa peça de teatro. Na ocasião, Érico foi confundido com um ladrão, que tinha roubado a bolsa de uma mulher. Foi abordado no ponto de ônibus por policiais, após a apresentação do espetáculo naquela noite.

Érico estava em cartaz com a peça "Bando da Raça", em Salvador. Ao final, sempre corria para o ponto para pegar o último ônibus em direção ao subúrbio, onde morava.

"A peça falava sobre a questão do negro no Brasil. Era um sucesso. Saí para pegar o último ônibus para ir para casa. Quando cheguei no ponto, para uma viatura da polícia. De dentro, saíram dois policiais e uma mulher, que disse: 'eu acho que foi ele'. Olha a frase: 'eu acho que foi ele' ", narra o ator, que não precisou a data de quando o episódio ocorreu.

Conforme o relato, os policiais perguntaram onde estava a bolsa da mulher. Érico respondeu que não sabia, e que só estava com a dele ali. Em seguida, os agentes pegaram sua mochila, despejaram tudo que tinha em seu interior no chão e o revistaram.

"Revistou, queria saber onde estava a bolsa da vítima. Foi, então, que percebi que a mulher parou de falar. Ficou olhando para mim", acrescenta, durante a conversa pela internet, que aconteceu na noite da última terça-feira. Érico disse que havia acabado de sair do trabalho, que era artista e estava em cartaz com a peça no Teatro Vila Velha.

A mulher que o havia acusado, em seguida, o reconheceu. Disse que o ladrão não era ele:

"Ah, menino, você que faz aquela peça. (A mulher) disse que era eu que fazia o personagem. E comecei a fazer o personagem no ponto de onibus. Para o policial entender... Entraram na viatura e foram embora. A arte me salvou. Por um momento, me vi como um escravo no Mercado Modelo, pulando, provando que eu estava apto para ser liberto. Se eu não fosse um artista, estaria fodido. Assutou ainda mais a autoridade desta mulher sobre o Estado. Ela comandava o carro da polícia, com os policiais", lamenta ele, que integra o time de apresentadores do "Se joga", na Globo, e faz teatro desde os sete anos de idade.

Antes de irem embora, Érico conta que ainda indagou os agentes sobre o que faria para voltar para casa, já que o episódio o tinha feito perder o último ônibus. Recebeu como resposta um "se vira, você é artista".



Com informações do Jornal Extra.
                                                                                



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Antropólogos dizem que 'Desafio do Leite' é uma apologia à produção de mensagem nazista



Um simples gesto em tomar um copo de leite foi o suficiente para que o presidente Jair Bolsonaro fosse associado mais uma vez ao movimento nazista por parte de seus opositores. Durante sua live transmitida na noite desta quinta-feira (29), o chefe do Executivo citou o Desafio do Leite, criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), como forma de incentivar o consumo e ajudar os produtores e a economia.






Entretanto, em matéria publicada pela revista Fórum, a antropóloga Adriana Dias afirmou que “o leite é o tempo todo referência neonazi”. Formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Adriana acusou Bolsonaro de fazer um “jogo de cena”.

– Tomar branco, se tornar branco. Ele vai dizer que não é, que é pelo desafio, mas é um jogo de cena, como eles sempre fazem – afirmou a antropóloga.





Pesquisador do “bolsonarismo”, o também antropólogo David Nemer reforçou as insinuações e chamou o presidente de extremista e tosco. Ele ainda afirmou que o atual governo é motivado pelo ódio.


– Nacionalistas brancos fazem manifestações bebendo leite para chamar a atenção para um traço genético conhecido por ser mais comum em pessoas brancas do que em outros – a capacidade de digerir lactose quando adultos. É uma tentativa racista para se embasar em ciência para diferenciar e justificar a raça branca – argumentou Nemer.







Uma das idealizadores do Desafio do Leite, a deputada federal Aline Sleutjes viu tal associação como algo inacreditável.

– Eu, Geraldo da Abraleite e Reinaldo de Boer desafiamos o presidente Jair Bolsonaro para o Desafio do Leite: tomar um copo de leite para incentivar o consumo, ajudar os produtores e a economia. Alguns “doutores doentes” dizem que foi um gesto nazista. Morro e não vejo tudo, covardes! – comentou Aline.

O deputado federal e filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, também se posicionou por suas redes sociais e criticou as declarações dos antropólogos.




Com informações do Pleno.News.
                                                                                


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