Uma professora de Jaú, no interior de São Paulo, foi
surpreendida por um de seus alunos, de apenas 5 anos, que se protegeu com uma
capa de chuva para poder abraçá-la na porta da escola.
“Fazia 60 dias que não via meus alunos, mas não imaginava
um carinho desse”, lembra a professora Débora Barros. A homenagem ocorreu na
última quarta-feira (20/05).
Ela
estava na escola para entregar o materialpara atividades extras que
os pais estão fazendo com as crianças em casa por causa da quarentena
necessária como medida de prevenção ao coronavírus.
“O dia começou triste porque fazia 60 dias que eu não ia
até o prédio da escola e eu sabia que ia chegar lá e estaria vazio. Minha
esperança era ver minhas crianças, pelo vidro do carro, se os pais levassem e
quando eu vi o João Vicente todo ‘plastificado’ com os bracinhos abertos para me
abraçar foi muito emocionante. Foi o dia mais emocionante da minha carreira até
agora”, conta.
O Dia do Trabalhador Rural é comemorado
anualmente dia 25 de Maio no Brasil. A data homenageia todas as pessoas que trabalham nas zonas
rurais, campos, fazendas como lavradores, agricultores, cuidadores de animais,
e etc.
A comemoração do Dia do Trabalhador e Trabalhadora
Rural foi instituída no Decreto de Lei nº 4.338, de 1 de junho de
1964. No dia 25 de Maio de 1963, falecia o deputado federal Fernando
Ferrari (1921-1963), um dos políticos mais engajados na luta dos
trabalhadores rurais por seus direitos e questões sociais. A morte de Fernando
se transformou em uma data símbolo para os profissionais da categoria.
Em 1971 foi instituído o Programa de Assistência ao
Trabalhador Rural, com a Lei Complementar nº 11, que ficou conhecida como Lei
Fernando Ferrari, em homenagem ao parlamentarista que lutou pelos direitos
destes trabalhadores.
O Brasil sempre teve na agricultura, no extrativismo e na
pecuária suas maiores fontes de riqueza. Em 2013, calculava-se que 15,2
milhões de pessoas exercessem atividades ligadas ao campo. Essas ocupações
estão em declínio com a mecanização, os baixos salários e a falta de
oportunidades no setor.
No entanto, sua atividade é fundamental para que tenhamos
alimentos de qualidade para comer. Por isso, respeitar o trabalhador do campo como
um profissional que merece todos os direitos é dever da sociedade e do governo
brasileiro.
Pelo menos seis idosos e cinco profissionais do Instituto
São Vicente de Paulo, abrigo de idosos em Campina Grande, testaram positivo
para o novo coronavírus. Uma idosa de 73 anos, que estava com a Covid-19,
morreu na noite de sexta-feira (23). As informações foram confirmadas pela
Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande e pela diretoria do Instituto
São Vicente de Paulo.
De acordo com a secretaria, a idosa de 73 anos teve o exame
para a Covid-19 confirmado na sexta-feira (23) e, após ter agravamento no
estado de saúde, morreu no Instituto, na noite do mesmo dia. Uma idosa de 77 anos também morreu com suspeita de infecção
pelo novo coronavírus na noite da quinta-feira (21), no Hospital de Emergência
e Trauma de Campina Grande.
Segundo a direção da unidade de saúde, a idosa deu
entrada no local com um quadro de insuficiência respiratória. Ela fez o teste
para detecção do coronavírus, mas o resultado do exame ainda não foi divulgado. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), testes para
detecção do coronavírus foram feitos nos idosos que moram no abrigo na última
semana e repetidos na sexta-feira (23). Após o resultado dos testes, cinco
cuidadores e seis idosos tiveram resultado positivo para a doença. Ao todo, 73
idosos moram no Instituto São Vicente de Paulo.
De acordo com a direção do Instituto, os cinco idosos com a
doença estavam em isolamento no próprio abrigo, mas na noite de domingo (24),
quatro foram levados para o Hospital Municipal Pedro I para que sejam
acompanhados pela equipe médica. Na manhã desta segunda-feira (25) a última
idosa também foi transferida para o mesmo hospital. A direção do São Vicente de Paulo também informou que todas
as recomendações preventivas recomendadas pelos órgãos de saúde foram adotadas
no local.
O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro afirmou que faltou
apoio do presidente Jair Bolsonaro a ações de combate à corrupção. "Me
desculpe aqui os seguidores do presidente se essa é uma verdade inconveniente,
mas essa agenda contra a corrupção não teve um impulso por parte do presidente
da República", disse Moro em entrevista ao programa Fantástico, da TV
Globo, exibida na noite de domingo. Segundo o ex-juiz da Operação Lava Jato,
medidas nesse sentido foram sendo "esvaziadas" pelo presidente.
Moro declarou ainda que considera "questionáveis"
as recentes alianças feitas por Bolsonaro com os partidos do Centrão. O
presidente tem se aproximado do bloco - e negociado cargos com o grupo - em
troca de apoio no Congresso.
O ex-ministro também foi indagado sobre a condução da
pandemia do novo coronavírus pelo presidente. Para Moro, que defende o
isolamento social como principal medida de prevenção à covid-19, Bolsonaro
adota postura "negacionista" em relação ao vírus.
"Acho que a
minha lealdade ao presidente demanda que eu me posicione com a verdade, com o
que eu penso, e não apenas concordando com a posição do presidente. Se for
assim, ele não precisa de um ministro, precisa de um papagaio", afirmou o
ex-juiz ao comentar as divergências com o chefe do Executivo em relação à crise
na Saúde.
O ex-juiz também comentou a reunião ministerial de 22 de
abril, realizada dois dias antes de anunciar sua demissão do cargo e tornada
pública na sexta-feira, e as mensagens reveladas pelo Estadão de que Bolsonaro
já havia decidido trocar a direção da PF antes do encontro do dia 22. "Eu
não ia discutir isso numa reunião ministerial, até porque o ambiente ali não
era muito favorável ao contraditório." Em relação aos palavrões ditos
durante a reunião, afirmou que "o tom subiu nos últimos meses".
Armas
Moro declarou também que a portaria que assinou, ainda
ministro, que permite a aquisição de mais munição, foi resultado de
"pressão" do presidente. "Certamente (que sim). Eu não queria
que isso fosse usado como subterfúgio da interferência na Polícia Federal. Eu
entendi naquele momento que não tinha condições de me opor a isso porque já
existia essa querela envolvendo a Polícia Federal", disse o
ex-ministro.
Em apenas cinco dias de atividade - de segunda à
sexta-feira passada -, o perfil do Twitter Sleeping Giants Brasil, de
ação anti-fake news, ganhou mais de 215 mil seguidores e obteve a
cooperação de pelo menos 35 empresas de renome.
O modo de atuação é simples: eles verificam que anúncios
estão sendo alocados - por meio de uma ferramenta publicitária do Google - em
sites de fake news. É então feito um alerta às empresas anunciadas, que muitas
vezes só especificam qual perfil demográfico de leitor querem atingir e não
sabem que sua propaganda foi parar em um portal de notícias falsas.
A companhia, então, informada do que está acontecendo,
cadastra o endereço indesejado em uma lista negra, para que sua propaganda não
seja exposta lá. A prática é chamada de "desmonetização", já que
o site colocado nessa lista fica sem a verba do anunciante. Se muitas empresas
desmonetizam o mesmo portal, ele passa a ser financeiramente insustentável.
A estratégia foi primeiro adotada pelo publicitário
americano Matt Rivitz - do Sleeping Giants original - há mais de três anos, e
foi responsável pela perdição financeira do Breitbart News, de Steve Bannon.
Projetado para receber € 8 milhões (quase R$ 50 milhões), em 2016, ele perdeu
90% dos anunciantes, segundo o que o próprio ex-estrategista de Donald Trump
relata no documentário The Brink, de 2018.
Já o perfil no Twitter é gerido por duas pessoas e recebe
ajuda por mensagens e em uma rede de confiança no WhatsApp. O principal
administrador disse ser oriundo de universidade pública, onde passou a se
interessar pelo tema de fake news.
Questionado sobre como os alvos são selecionados, respondeu: "Utilizamos o
incrível material que as agências de fact cheking desenvolvem. Buscamos sempre
ter como foco o principal veículo que atente contra a democracia".
O ex-bispo da Igreja Universal, Romualdo Panceiro, anunciou, em um
vídeo nas redes sociais, a criação de sua própria denominação, a Igreja das
Nações do Reino de Deus, de olho no público de seu antigo aliado.
O nome, quase idêntico, não é por acaso. Até deixar a
igreja, há dois anos, Panceiro era o segundo na hierarquia da Universal. Apesar
de não ser tão conhecido fora do mundo evangélico, é visto internamente como um
líder com poder e prestígio suficientes para arrebanhar uma leva significativa
de bispos, pastores e fiéis, além de ex-seguidores.
Ele é avaliado no momento num patamar acima de outros
dissidentes da igreja, como, por exemplo, Valdemiro Santiago, da Mundial do
Poder de Deus. Cunhado de Edir Macedo e fundador da Universal, o
missionário RR Soares, hoje à frente da Igreja Internacional da Graça, era o
número dois quando saiu, em 1980, mas a instituição era pequena. Ainda dava os
seus primeiros passos. A igreja de RR já tem 40 anos, e a de Valdemiro, 22
anos.
A presidente do Sindicato dos Agricultores Familiares e Empreendedores Rurais de Cuité (SAFER), Celina Maranhão usou as redes sociais nesta segunda-feira, 25 de maio para parabenizar os trabalhadores e trabalhadoras rurais pelo seu dia.
“Dia 25 de maio dia Nacional do trabalhador rural. minha homenagem a todos os meus colegas trabalhadores”.
Em recente entrevista, ela falou quem tem como principal bandeira, lutar por mais dignidade no campo, para que as pessoas tenham uma assistência técnica de qualidade, precisam evoluir, hoje as tecnologias não chegam ao campo, continuamos trabalhando igual nossos avós em tempos atrás, as técnicas atuais não chegam até o homem essas localidades para subsidiar no planejamento, quero ajudar os trabalhadores do campo e da cidade que assim como eu lutam para sobreviver, concluiu.
Celina é formada em Agroecologia pelo IFPB, Campus Picuí, também vice-presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e Sustentável.
Com informações do Aeliton Clécio (Portal da Serra).
O Governo da Paraíba foi obrigado a suspender o pagamento
das pensões aos ex-governadores ou ex-primeiras-damas do estado após publicação
do acórdão com pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitou os embargos
feito pela Assembleia Legislativa da Paraíba. OSTF havia rejeitado o recurso interposto pelo Legislativo paraibanono dia
2 de maio deste ano.
Com a publicação do acórdão no dia 18 de maio, o governo
estadual vai ser obrigado a acatar a decisão de inconstitucionalidade o
pagamento. O procurador-geral do Estado, Fábio Andrade, disse que esperava
notificação do Supremo para tomar uma providência sobre o assunto.
Com base na decisão à época, o Ministério Público de Contas
(MPC) pediu o corte dos pagamentos ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba
(TCE-PB). Segundo Manoel Antônio dos Santos, procurador do MPC, em abril de
2019 houve uma petição para que a Corte editasse uma cautelar que disciplinava
o pagamento, sendo protocolada. Segundo o procurador, a medida
deveria ter sido cumprida pelo Estado desde abril de 2019.
Desde outubro de 2018, o STF considera inconstitucional a
lei estadual que disciplinava o pagamento das pensões. Atualmente, os
ex-governadores e viúvas de ex-governadores recebem R$ 23.500,82, salário do
atual governador. O Ministério Público de Contas entende que a continuidade
dos pagamentos é indevida. A
Assembleia Legislativa da Paraíba apresentou
embargos defendendo a constitucionalidade da matéria que determina o pagamento
e pedia que, caso a Corte do STF decidisse pela ilegalidade, modulasse a
decisão para que a proibição valesse apenas a partir de agora.
O STF rejeitou os embargos. Na sentença, o ministro relator
Celso de Mello declarou que “Aquele que não esteja titularizando cargo eletivo
de Governador do Estado, extinto que tenha sido o mandato, não pode receber do
povo pagamento por trabalho que já não presta".