Pages

Ação de prevenção e desinfecção é realizada na Cadeia Pública de Cuité



A ação de hoje  foi na  Cadeia Pública de Cuité, onde todos os detentos e funcionários foram submetidos ao teste rápido, além da realização de mais uma desinfecção da estrutura física, reforçando esse trabalho permanente de combate a disseminação do Coronavírus. Dos testes realizados, 7 deles foram positivos, em sua totalidade em detentos. 

Os positivos, por uma questão de protocolo, serão transferidos para uma Unidade de João Pessoa. Os negativos, porém, não deixarão de ser monitorados, nossos profissionais da saúde  estarão atentos e dando a atenção necessária para esse público. 

Reforço, como foi dito na live  da tarde, que as medidas serão enrijecidas para que possamos ter um maior controle da situação epidemiológica  do nosso município. No mais, que Deus nos guarde e nos proteja , e nos dê o discernimento necessário para que consigamos vencer  esse vírus.

Prefeito Charles Camaraense.



















Interaja mais:



Presidente Bolsonaro volta a defender uso da cloroquina com base em relatos populares e tratamento com água de coco



O presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou neste sábado, 23, a defender o uso da cloroquina no tratamento contra a covid-19. Ao deixar no período da tarde o Palácio da Alvorada, Bolsonaro parou para cumprimentar populares. Entre o grupo, havia uma família que diz ter sido contaminada pelo novo coronavírus e que tomou o medicamento no tratamento.

Após falar com os populares, Bolsonaro se aproximou da imprensa, mas afirmou que não responderia pergunta dos jornalistas e que falaria apenas com os cinegrafistas. Ao ser questionado sobre o uso da cloroquina, o presidente afirmou que tem ouvido testemunho de muitas pessoas que o procuram para relatar o sucesso do medicamento no combate à covid-19 e que foram curadas.

"Até porque não tem outro remédio. É o que tem. Ou você toma cloroquina ou não tem nada. O que eu fico chateado também é que quem não quer tomar, não toma", afirmou Bolsonaro.

Segundo ele, a doença está matando muitas pessoas. Ele contou um episódio da Guerra do Pacífico em que soldados chegavam feridos e não tinha sangue para doação. "Então, o cara pegou água de coco e meteu na veia dele. E deu certo. Se fosse esperar um protocolo, uma comprovação científica, iam morrer milhares", afirmou.

Na última quarta-feira, 20, o Ministério da Saúde divulgou um documento em que defende o uso da hidroxicloroquina para todos os pacientes com covid-19, mesmo os com sintomas leves da doença. Embora não haja comprovação científica da eficácia do medicamento contra a doença, o ministério alegou, no documento, que não tem poder de diretriz, que o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou recentemente que médicos receitem a seus pacientes a cloroquina e a hidroxicloroquina.

Um estudo observacional com mais de 96 mil pacientes internados mostrou que o uso da cloroquina ou da hidroxicloroquina em pacientes com o novo coronavírus, mesmo quando associados a antibióticos, aumenta o risco de morte nos infectados pela covid-19. É a maior pesquisa realizada até o momento sobre os efeitos que essas substâncias têm no tratamento do vírus. O estudo foi liderado pelo professor Mandeep Mehra, da Escola de Medicina de Harvard, publicado na revista científica The Lancet.




Com informações do Estadão Conteúdo.
                                                                                


Interaja mais:



Ricardo Coutinho se diz vítima de conspiração feita por uma aliança de ódio entre mídia e adversários



O ex- governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) divulgou um vídeo na internet, neste sábado (23), no qual faz um desabafo sobre as perseguições e acusações que vem sofrendo devido a formação de uma aliança do ódio instalado na Paraíba contra ele, e que neste arco, estão, principalmente, a mídia, os adversários políticos e a própria justiça, com denúncias sem provas.






O gestor ao mesmo tempo em que faz diversas críticas sobre os processos judiciais do Ministério Público, decorrentes da Operação Calvário deflagrada em 14 de dezembro de 2018, (ele foi preso na 7ª fase, mas está solto cumprindo medidas cautelares), afirma está em busca o estado democrático de direito.

Segundo ele, são acusações feitas diuturnamente há mais de um ano contra ele, seus familiares, companheiros de partidos e do seu projeto político implantado no Estado pelo PSB. Ele destacou a prisão do mandante que foi pago para assiná-lo por R$ 2 milhões e disse que isso se deve as atribuições das denúncias feitas de que ele teria muito dinheiro, quadros de artistas famosos, bens imóveis no Brasil e no exterior, supostamente divulgados em buscas e apreensões do Gaeco.

“Esse tipo de violência vai chamando a atenção da bandidagem, os olhares de criminoso e coloca a minha vida em risco”, refutou o político acrescentando que todas as deduções são espalhadas contra o perseguido e que isso não pode ser considerado justiça.
Para ele, o estado democrático de direito não está sendo observado e que não é possível que a Justiça aja dessa forma.

Ele citou que na Paraíba existe clássico caso de louver feito por setores do Ministério Público, muito embora, não fazia uma generalização até porque conhece pessoas da mais alta valia deste setor e que compreendo a importância das instituições.

Contudo, afirma que essa perseguição contra ele feita através de instrumentos ditos legais não observa provas concretas. “Segue um rito jurídico de investigação, mas infelizmente no Brasil isso está sendo modificado porque ao invés da prova para fazer a condenação, se faz a opção pela espetacularização e convencer de que alguém é culpado mesmo sem ter provas”, enfatizou no discurso.

Ao finalizar a live, Ricardo Coutinho, disse que não se sente intimidado e nem humilhado e que vai exercer o seu direito de cobrar provas de qualquer coisa que seja acusado e mesmo com tanto ódio auferido à sua pessoa, se sente cada vez mais fortalecido para defender o que sempre defendeu.

“Por enquanto, eu quero provas e não narrativas porque qualquer um faz. Essa aliança do ódio é porque eles não têm como falar mal do legado que eu deixei. Então, tem que tentar me destruir com base nisso, mas eu sou daqueles que não se vende e nem se rende. Eu continuo acreditando já justiça e vou continuar até a última instância. Vou sempre defender o estado democrático de direito porque é incompatível com perseguição a quem quer seu seja. Sem isso não há saída”, enfatizou.



Com informações de Hacéldama Borba.
                                                                                



Interaja mais: