Dois homens, de 41 e 45 anos, foram presos suspeitos de
fazerem "delivery" de drogas, na noite de quinta-feira (21), em
Campina Grande, no Agreste da Paraíba. De acordo com a Polícia Militar, os dois
suspeitos já tinham passagens pela polícia e foram presos quando transportavam
porções de crack e maconha para Lagoa Seca, também no Agreste, em uma
motocicleta.
De acordo com a polícia, um dos suspeitos pilotava uma moto
e usava colete de mototáxi e o outro estava na garupa. Eles foram detidos na
avenida Manoel Tavares, no bairro do Alto Branco. Os dois homem foram presos
pelos policiais da 2ª Companhia Especializada em Policiamento com Motocicletas
(2ª CEPMotos), que atuavam na região.
Conforme a PM, antes da abordagem, os suspeitos tentaram se
livrar de um pacote de drogas, mas o material foi apreendido pela PM. Com a
dupla, os policiais encontraram ainda outra sacola com maconha. Segundo os
policiais que fizeram a prisão, o piloto confessou que os entorpecentes seriam
entregues em Lagoa Seca.
O suspeito que pilotava a moto já havia sido preso pelos
crimes de roubo e pela Lei Maria da Penha. O outro homem também tem passagem
pela polícia por furto. A dupla e as drogas apreendidas foram encaminhadas para
a Central de Polícia de Campina Grande.
Um bebê foi retirado dos escombros causados pela queda
de um avião, esta manhã, em Karachi, no Paquistão.
O momento foi registrado ao vivo por uma televisão
local. O repórter estava a descrever o que via quando uma pessoa passou
correndo em direção a um carro de suporte médico. Nos braços levava um bebê. O avião
da Pakistan International Airlines (PIA) caiu perto do aeroporto internacional
de Jinnah, o maior terminal aéreo do Paquistão, já no momento em que
se preparava para aterrissar.
O Projeto de Lei 2704/20 permite que o vale refeição (ou
alimentação) possa ser pago em moeda corrente durante o surto da Covid-19. A proposta, do deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) e
outros dez parlamentares, tramita na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, a opção por receber o benefício em dinheiro
poderá estar prevista em acordo coletivo de trabalho. O contratante deverá
manter tratamento isonômico entre os trabalhadores independente da forma como o
benefício for recebido.
Instituído pela Lei 6.321/76,
o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) atende trabalhadores de baixa
renda (que ganham até cinco salários mínimos mensais). As empresas que aderem
ao programa recebem desconto do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.
Segundo Mitraud, a possibilidade de receber o benefício em
dinheiro é ainda mais urgente com o surto de Covid-19, com estabelecimentos
fechados em razão do isolamento social. “Para os funcionários, de nada adianta
receber um crédito em cartão de vale refeição quando os restaurantes não estão
funcionando por determinação do próprio poder público”, disse.
Uma enfermeira russa foi punida pela Secretaria de Saúde de
Tula, cidade a cerca de 160 quilômetros de Moscou, após ser flagrada vestindo
apenas um biquíni por baixo da uma veste de proteção transparente. A foto foi tirada por um dos pacientes e rendeu problemas
com a coordenação hospitalar, que entendeu a ação como “descumprimento dos
requisitos para vestimento médico”.
No entanto, a enfermeira reportou ao Hospital Regional de
Tula que estava vestindo o biquíni porque estava calor demais para usar seu
uniforme por baixo da veste de proteção, utilizada para lidar com
pacientes com coronavírus. Ela afirmou que não tinha percebido que o a
vestimenta era tão transparente.
Segundo o veículo, a Secretaria de Saúde de Tula
emitiu um “sanção disciplinar” para a “enfermeira do Departamento de Doenças
Infecciosas que violou os requisitos de uniforme”. O órgão não especificou
quais foram essas sanções. A ação, contudo, foi aprovada por diversos pacientes,
principalmente pelos que estavam em sua ala.
Um deles contou que os homens não
viram problema nas vestes, mas alguns ficavam constrangidos. Outro apoiador da
enfermeira comentou: “todos gritaram contra ela, mas ninguém prestou atenção
que ela estava vestida daquela maneira por causa do calor”.
José Luiz Datena, âncora do Brasil Urgente, foi
surpreendido na edição desta sexta-feira (22) pelo vídeo da reunião ministerial
em que Jair
Bolsonaro, conforme acusação de seu ex-ministro Sergio Moro, sugere
intervenção na Polícia Federal. A gravação contou com uma citação à Band, por parte de
Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal. Inconformado, Datena
“rompeu relações” com Bolsonaro.
Durante a reunião, Guimarães disparou: “Acho que a gente tá
com um problema de narrativa. Hoje de manhã, por exemplo, o pessoal da Band
queria dinheiro. O ponto é o seguinte: vai ou não vai dar dinheiro pra
Bandeirantes? Ah, não vai dar dinheiro pra Bandeirantes? Passei meia hora
levando porrada, mas repliquei”.
Datena reagiu, voraz: “Aí vem o cara numa reunião
ministerial com o presidente da República e diz ‘o pessoal da Band quer
dinheiro’. Se você deu dinheiro para alguém aqui da Band, Pedro, você indique
para quem você deu, que com certeza essa pessoa vai ser demitida, se não foi
uma coisa legal, se não foi mídia técnica. E do jeito que você colocou tem
dúbia interpretação. Ou você prevaricou, e o Bolsonaro devia te mandar embora
hoje”.
Irado, o jornalista entregou valores das ações comerciais
que fez para Caixa tempos atrás. “Agora eu me recuso a fazer qualquer comercial
da Caixa e desse governo. Eu me recuso porque eu sou obrigado, por contrato, a
ler comerciais aqui. Eu fiz comerciais no passado aqui do governo porque eu sou
obrigado a fazer esses comerciais por contrato aqui. Recebi R$ 12 mil por ação,
eram quatro ações. Então, eu tinha que fazer”, declarou.
“Agora, sob o risco de perder o meu emprego, estou dizendo
aqui que publicamente, desde o começo, eu avisei para o pessoal da Band que não
quero fazer essa ação comercial porque eu não quero fazer ação comercial para
governo. […] Então eu tô publicamente dizendo que eu me recuso,
diante de saber que tem pessoas dessa qualidade, dessa estirpe, que falam uma
coisa ao vivo e em uma reunião ministerial, para aparecer e puxar o saco do
presidente”, sentenciou. “Essa aqui é uma emissora de honra. O cara não pode sujar
uma emissora honrada sem explicitar o que aconteceu”, prosseguiu, antes de
romper com Bolsonaro e entregar a preocupação do político com a aguardada
divulgação do vídeo. “Eu não quero mais entrevistar o senhor Presidente da
República depois de uma atitude dessas. […] Com todo respeito que
tenho a ele, ao cargo dele, eu me permito nunca mais fazer uma entrevista com
ele. Até pedi ontem, gentilmente, uma entrevista a ele. […] Ele
disse: ‘ô, Datena, tô muito preocupado com essa fita e por isso não vou dar
entrevista’”. (DATENA).
Na tarde desta sexta-feira, 22 de maio, o ministro do STF
Celso de Melo derrubou o sigilo da reunião ministerial de 22 de abril. Na cobertura, Globo
News, Band News e CNN Brasil exibiram o vídeo na íntegra
durante vários minutos, sem nenhuma edição, inclusive com os palavrões do
presidente Jair Bolsonaro.
A Record News decidiu ficar com o Live JR com
um bate-papo dos jornalistas Eduardo Ribeiro, Christina Lemos e Celso Freitas
com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Desde a estréia o
programa apresenta falhas de sinal que, em muitas vezes, interrompe frases
importantes que deixam o telespectador na dúvida. Depois do Live JR, a emissora seguiu com o Hora News e Link
News sem tocar no principal assunto do dia.
Na TV aberta
Globo e Band interromperam sua programação para informar a
liberação do vídeo. Record TV não cortou o Cidade Alerta e no boletim do JR 24
horas, mostrou apenas três trechos de 37, 20 e 22 segundos. Na Band, o Brasil
Urgente exibiu todos os trechos e José Luiz Datena fez um longo discurso contra
o presidente. A Globo entrou com o tradicional plantão. SBT, como de costume,
não interrompeu sua programação vespertina, mas tratou de pontos- chaves no SBT BRASIL.
Em um dos trechos, o presidente Jair
Bolsonaro (sem partido) diz: "Eu não vou esperar foder a minha
família toda, de sacanagem, ou amigos meu, porque eu não posso trocar alguém da
segurança na ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não
puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro!
E ponto final! Não estamos aqui pra brincadeira".
O material integra o inquérito que investiga suposta
interferência do presidente da República na Polícia Federal,
após denúncias do ex-ministro da Justiça Sergio Moro.
Veja a transcrição do
que foi dito.
O meu particular funciona. Os ofi... que tem oficialmente,
desinforma. E voltando ao ... ao tema: prefiro não ter informação do que ser
desinformado por sistema de informações que eu tenho. Então, pessoal, muitos
vão poder sair do Brasil, mas não quero sair e ver a minha a irmã de Eldorado,
outra de Cajati, o coitado do meu irmão capitão do Exército de ... de ... de
... lá de Miracatu se foder, porra! Como é perseguido o tempo todo. Aí a bosta
da Folha de São Paulo, diz que meu irmão foi expulso de um açougue em Registro,
que tava comprando carne sem máscara. Comprovou no papel, tava em São Paulo
esse dia. O dono do ... do restaurante do ... do pa ... de ... do açougue falou
que ele não tava lá. E fica por isso mesmo. "Eu sei que é problema dele,
né? Mas é a putaria o tempo todo pra me atingir, mexendo com a minha família.
Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro, oficialmente, e
não consegui! E isso acabou. Eu não vou esperar foder a minha família toda, de
sacanagem, ou amigos meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na
ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar,
troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto
final! Não estamos aqui pra brincadeira.
Alguns animais de estimação parecem bem contentes em
“ajudar” seus donos no home office. Já vimos por aqui alguns
pets que ficaram famosos por participarem acidentalmente de
transmissões ao vivo . Na última semana, foi a vez de duas gatas treteiras
roubarem a cena.
A repórter filipina Doris Bigornia estava realizando
uma entrevista ao vivo na última sexta-feira (15) quando suas gatas, Bella e
Nala, começaram a brigar repentinamente. A jornalista parece não saber o que
fazer: ela tenta manter a pose, continuar a entrevista, mas olha para os cantos
tentando entender o que está acontecendo.
Em transmissão online em sua página do Facebook, o
presidente Jair Bolsonaro disse que optou por não destruir a gravação integral
da reunião ministerial do dia 22 de abril, depois que o ex-ministro da Justiça
Sérgio Moro citou a gravação como prova das acusações de interferência na
Polícia Federal por parte do presidente, no contexto do inquérito que está sob
o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal.
No começo desta semana, Celso de Mello disse que decidiria até esta sexta-feira, 22, se divulgará ou não a gravação da reunião ministerial.
"Quando estava na iminência de destruir essa fita,
veio o depoimento do ex-ministro Sérgio Moro, falando que tinha prova na fita.
Eu não destruí. Seguramos a fita, o ministro Celso de Mello pediu e em respeito
a ele, à Constituição, ao seu legítimo direito de questionar, de julgar,
entregamos", disse Bolsonaro, que aproveitou para apelar ao magistrado
para que não seja divulgada a fita em sua versão integral, uma vez que
determinados trechos da reunião trazem comentários que podem impactar as
relações entre o Brasil e outras nações.
"Fizemos um pedido para que fosse divulgado (sic) as
partes que interessam ao inquérito. Tudo pode ser divulgado menos duas
passagens que falam de política internacional. Não revelem, é um
constrangimento".
De acordo com Bolsonaro, há na fita falas e
"brincadeiras" feitas na "informalidade" e com palavrões
que podem gerar desgastes. "Não é o caso de tornar público isso daí.
Grande parte da mídia vai me botar falando um palavrão e questionar se estou à
altura do cargo que represento. Não é por aí, meu Deus do céu", argumentou
o presidente da República.
O presidente também voltou a criticar a cobertura da
imprensa. "Um maluco dá um depoimento, vira manchete em tudo quanto é
jornal como se fosse a verdade absoluta", reclamou Bolsonaro, sem dizer
exatamente a quem se referia.