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Cadáver 'acena com a mão' durante sepultamento


O enterro de um cristão em Manado (Sulawesi do Norte, Indonésia), na semana passada, durante a quarentena do coronavírus, foi marcado por um episódio bizarro. Ao redor do caixão estavam reunidos vários familiares do morto, desrespeitando as determinações para funerais durante a pandemia. 

Porém, quando o padre lia uma passagem do Livro do Apocalipse (também conhecido como Livro de João), da Bíblia — "Deus disse no Livro de João: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá" — o cadáver "acenou" pelo vidro na parte superior do caixão.





Não se sabe se os parentes perceberam o movimento no interior do caixão durante o enterro, que seguiu em frente. Não há informação sobre a causa da morte.
Nas redes sociais, muitos cogitaram que o homem ainda estivesse vivo e tivesse tentando abrir o caixão. Outros argumentaram que a "mão" seria um rato.

Apesar das teoria macabras, o movimento deve ter sido provocado pelo "rigor mortis" (mudança bioquímica nos músculos, causando um endurecimento dos músculos do cadáver e impossibilidade de mexê-los ou manipulá-los) ou pelas mudanças nos ligamentos durante a decomposição, contou o "Daily Mail".

Um estudo da Central Queensland University (Austrália), publicado em setembro do ano passado na "Medical News Today", afirma que cadáveres podem se mexer e até mudar de posição durante o processo de decomposição. O estudo foi considerado de grande impacto para a medicina legal.


Com informações do EXTRA/ Daily Mail.
                                                                                


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Vítima de racismo amarrada com fita crepe pelos patrões é indenizada em R$ 180 mil




Uma mulher vítima de racismo e que teve os punhos amarrados pelos patrões será indenizada em R$ 180 mil por danos morais. A decisão é assinada pela desembargadora Luciane Storel, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT). O caso aconteceu em 2016, em São Paulo, mas só foi concluído na última terça-feira (12/5). 

Segundo o texto, a mulher teve o braço preso com fita crepe e foi acusada de "fujona" por dois superiores. Eles ainda desfilaram com a empregada, presa pelo punho na linha de produção e disseram que todos os funcionários deveriam saber o que se faz com "empregado fujão". O episódio teria acontecido um dia após ela sair minutos mais cedo do trabalho.

A trabalhadora chegou a questionar se a atitude "era uma brincadeira", o que foi negado pelos patrões. Duas testemunhas confirmaram os fatos narrados pela vítima.
"Ficou evidenciado pelos testemunhos que a reclamada ultrapassou os limites do poder diretivo ao utilizar a prática de 'acorrentamento' da reclamante para punir pela saída antecipada do posto de trabalho e ao permitir a ocorrência de prática de comentários pejorativos acerca da raça e cor da reclamante", diz Storel na sentença. 

A magistrada ainda registrou que o fato era gravíssimo e que “as condutas perpetradas pelos empregados da reclamada extrapolam os níveis de um relacionamento saudável e de civilidade, remontando a um Estado regido pela escravidão, denotando a existência de humilhação e racismo no ambiente de trabalho". Nesse sentido, diz, “não poderia o Judiciário deixar de punir atitudes gravíssimas que denotam discriminação racial”.

Inicialmente, a indenização havia sido fixada em R$ 620 mil, mas a desembargadora entendeu que o valor fixado deveria ser reduzido, considerando casos semelhantes julgados pelo mesmo tribunal. Assim, a quantia foi reduzida para R$ 180 mil. 


Com informações do Correio Braziliense.
                                                                                



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2ª investigação da PF conclui que Adélio Bispo atentou sozinho contra a vida do Presidente Bolsonaro



Uma segunda investigação da Polícia Federal a respeito da facada recebida pelo presidente Jair Bolsonaro em setembro de 2018, durante compromisso de campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG), concluiu que Adélio Bispo de Oliveira, responsável pelo ataque, agiu por conta própria e não recebeu ordens de nenhum mandante para cometer o atentado.

Na quarta-feira (13/5), o delegado à frente do inquérito, Rodrigo Morais, apresentou as conclusões à Justiça Federal em Juiz de Fora. Segundo ele, “ainda que a maioria das pessoas acreditem na existência de suporte logístico ao perpetrador do ato delitivo ou no envolvimento de grupos criminosos especializados, até o presente momento nada de concreto pode ser concluído a partir desta hipótese criminal”

“Como já se disse, não havia espaço para a imperícia ou para uma apuração orientada pelo anseio popular, apesar de inúmeras pessoas ansiarem por apresentar algo que contribuísse com o trabalho da Polícia Federal. Até aqui, a investigação, marcada ininterruptamente pelo rigor técnico, demonstrou que Adélio Bispo de Oliveira atuou sozinho, por iniciativa própria, tendo sido o responsável pelo planejamento da ação criminosa e sua execução, não contando, a qualquer tempo, com o apoio de terceiros”, afirma o delegado no inquérito. 




Morais acrescenta que “o que a investigação comprovou foi que o perpetrador, de modo inédito, atentou contra a vida de um então candidato à Presidência da República, com o claro propósito de tirar-lhe a vida”

Para o segundo inquérito, a Polícia Federal analisou objetos que pertenciam a Adélio, dentre aparelhos celulares e um computador. A corporação periciou ao menos 2 terabytes de arquivos de imagens, 350 horas de vídeo, 600 documentos, 700 gigabytes de volume de dados de mídia, 1,2 mil fotos e mais de 40 mil e-mails. A PF ainda entrevistou 102 pessoas e outras 89 testemunhas. 


Com informações do Correio Braziliense.
                                                                                


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Beijo no 1º encontro de casal do Tinder acaba em reação alérgica





O que chamou a atenção no país da Oceania nesta semana foi o primeiro encontro entre um casal que havia se conhecido pelo Tinder e que não aguentava mais ficar em isolamento, sem poder se encontrar. Mas eles só não contavam que o primeiro beijo iria quase acabar em tragédia.

Samara Hnaien foi até a casa de Charles, a convite do parceiro, após o relaxamento do isolamento social. Depois de uma conversa, como eles descreveram a uma reportagem local, houve o tão esperado beijo. Samara, alérgica a amenodim, não sabia que Charles havia comido um sanduíche com pasta feita do alimento.

Não demorou muito para que ela começasse a passar mal. “Minhaboca começou a ficar dormente no meio do beijo, que é o primeiro sinal que estou com uma reação alérgica. Eu não tinha comido nada, então me dei conta que era algo que ele havia comido”, disse Samara.



Charles foi rápido em levar a parceira até o pronto-socorro de um hospital próximo de sua casa, onde Samara logo foi medicada e se recuperou totalmente. Resta saber se o match vai continuar…



Com informações do Vírgula.           
                                                                                


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Em cidade da Paraíba, população não poderá circular das 20h até às 5h da manhã se não for para serviços essenciais



Começa a valer a partir desta quinta-feira (14), o toque de recolher na cidade de Juazeirinho, na Paraíba. O decreto é do prefeito Bevilacqua Matias (Avante) como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus. A partir disso, a população não pode circular das 20h até as 5h do dia seguinte, exceto para acesso a serviços essenciais. A fiscalização será realizada por agentes da Polícia Militar, Agentes das Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica, bem como os Fiscais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo e Bombeiros Civis. De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, nessa quarta-feira (13), Juazeirinho registrou 14* (atualizado pela PMJ) casos confirmados com a Covid-19.










Com informações do Portal T5 / Prefeitura de Juazeirinho .
                                                                                


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Após sugerir que Comunicadores fossem apedrejados por divulgar número de mortes por COVID, dono de tv paraibana pede perdão



O empresário Roberto Cavalcanti sugeriu hoje que jornalistas e radialistas sejam "apedrejados" diante da divulgação de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil. O ex-senador (Republicanos) disse que a imprensa comemora os óbitos decorrentes da covid-19 como se fossem "gols da seleção" brasileira.




"Tem determinadas emissoras que dão placar de quantos morreram no país. Parece que são gols da seleção do Brasil. 'Hoje, 10 mil gols, batemos o recorde.' Isso é uma vergonha. Isso é um país que deveria ter vergonha na cara. O jornalista, o radialista que fizesse um negócio desses deveria ser apedrejado na rua", disse.



A declaração de Cavalcanti foi dada em entrevista ao programa Correio Debate, da rádio Correio, que pertence ao Sistema Correio de Comunicação — do qual ele é dono. A empresa abrange ainda a TV Correio, afiliada da Rede Record na Paraíba, além de rádios e jornais. De acordo com dados coletados até as 19h de ontem pelo Ministério da Saúde, a Paraíba contabilizava 3.045 casos de covid-19, com 157 óbitos.

Mais tarde, Cavalcanti recuou e pediu desculpas, mas criticou o "assassinato de empresas" diante dos impactos econômicos da pandemia do novo coronavírus no país.
"Na verdade, eu descarrego esse meu silêncio de 62 dias para hoje — talvez me exaltei, peço desculpas. A minha forma de conduzir no dia a dia é da parcimônia, de agregar, de conquistar, mas tem momentos em que você assiste ao assassinato de pessoas, ao assassinato de empresas", afirmou.
"Isso não é possível. Não é possível que o Brasil não se revolte contra isso e deixe de lado o problema de ser de um lado ou de outro da política. Já falei demais, peço perdão mais uma vez", encerrou.



Com informações do UOL.
                                                                                


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Sem saber, Enfermeira reutiliza máscara desinfetada com alvejante e sofre queimadura de 2º grau no rosto



A escassez de máscaras na Rússia levou a enfermeira Olga Ovinnikova a reutilizar uma que acabou deixando-a impossibilitada de trabalhar, por ter causado queimaduras de segundo grau em seu rosto. Ela relatou à imprensa local ter recebido uma máscara de tecido no dia 24 de abril, sem saber que aquele item já havia sido usado. 

Após a profissional começar a sentir que sua face estava queimando, descobriu que a máscara tinha sido desinfetada com uma solução química, possivelmente alvejante. No dia seguinte, Olga voltou à unidade de saúde, na cidade de Karabanovo, onde são tratados pacientes com coronavírus, mas dessa vez ela foi na condição de paciente. 

A jovem foi diagnosticada com uma "queimadura química de segundo grau na face", necessitando ser levada ao centro de queimaduras. No início deste mês, a enfermeira apresentou formalmente uma queixa às autoridades, contando com o trabalho de Anastasia Burakova, que é advogada de Direitos Humanos. De acordo com Olga, o hospital não tratou o caso como algo danoso à saúde. 

Por isso, ela pede que seja feita uma auditoria e que medidas de emergência sejam tomadas para investigar o que lhe aconteceu.




"Obrigada a todos que me apoiaram e me apoiam no momento. Me sinto melhor, meu rosto está gradualmente voltando ao normal. Graças aos médicos, eles estão fazendo um ótimo trabalho", disse Olga em uma publicação no Instagram na última quinta-feira. "Eu realmente espero que as agências policiais entendam e que os autores sejam punidos. Infelizmente, tenho que ficar em casa, no momento em que todos os funcionários são importantes e necessários".






No entanto, a polícia confirmou o oposto e encontrou inúmeras violações após verificar as instalações médicas. Além disso, outros dois médicos foram infectados pelo coronavírus devido à falta de EPIs. Uma investigação está em andamento. A Rússia confirmou 221.344 casos de Covid-19, com 2.009 pessoas mortas pela doença,



Com informações do Jornal Extra.
                                                                                



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TCU ordena devolução de Auxílio Emergencial recebido de forma irregular



Seguindo proposta da vice-presidente do Tribunal — ministra Ana Arraes —, acatada de forma unânime, o pleno também ordenou que o Ministério da Cidadania divulgue a lista completa de quem recebe o benefício e quanto recebe. As informações devem ser divulgadas em 15 dias no Portal da Transparência. 



O Ministério da Defesa informou que 73,2 mil militares das Forças Armadas receberam o auxílio emergencial de R$ 600. Segundo o TCU, esse contingente representaria, no mínimo, R$ 43,9 milhões pagos na primeira parcela e poderiam chegar a R$ 131,8 milhões caso as três parcelas sejam pagas.

O objetivo da concessão do benefício é proteger pessoas em situação de vulnerabilidade social, como trabalhadores informais e de baixa renda — além de reduzir os impactos econômicos das medidas de combate ao coronavírus.
 equipe de fiscalização da Secretaria de Controle Externo da Gestão Tributária da Previdência e da Assistência Social (SecexPrevidência) apresentou representação ao TCU, argumentando que a Lei 13.982/2020, que criou o auxílio emergencial, não autoriza que servidores públicos o recebam.

Ao conceder a liminar, Bruno Dantas afirmou que há fumaça do bom direito, pois os Ministérios da Defesa e da Cidadania reconheceram o recebimento do benefício por militares, e não há previsão legal que os torne aptos a obter o auxílio. Além disso, o ministro disse haver perigo da demora, já que a segunda parcela do programa está prestes a ser paga.

Dantas também determinou que o Ministério da Defesa informe ao TCU as medidas tomadas para apurar eventuais faltas funcionais dos militares que solicitaram o auxílio emergencial e para prevenir novas ocorrências de militares envolvidos em pedidos indevidos de benefícios sociais. Além disso, o ministro ordenou que os Ministérios da Defesa e da Cidadania identifiquem os militares e demais servidores federais, estaduais e municipais que estão na lista de beneficiários do auxílio emergencial.

Enquanto isso

O Ministério Público Federal pediu a revisão de todos os pedidos de recebimento do auxílio emergencial negados no país. Na ação, o procurador da República Oscar Costa Filho aponta que diversas pessoas que preenchem os requisitos para receber o benefício tiveram seus requerimentos negados pelo sistema da Caixa Econômica Federal.

Clique aqui para ler a decisão
Processo 018.851/2020-7





Com informações da ConJur Consultoria.
                                                                                



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