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Desenvolvido na Paraíba app para doações durante pandemia do novo coronavírus



Compartilhar produtos essenciais que podem ser úteis para outras pessoas é o objetivo de um aplicativo que dá espaço para que práticas positivas sejam exercidas durante a pandemia da Covid-19, causada pelo novo coronavírus. O “Logom”, desenvolvido por uma startup paraibana, é uma a plataforma que funciona como um banco de doações.

O nome do app faz alusão a uma palavra sueca que significa “nem muito pouco, nem em excesso, apenas o suficiente”.


“Acreditamos muito no conceito de abundância, onde é possível doar para quem necessita o que você tem sobrando. Por isso, decidimos ajudar de alguma forma neste período de quarentena desenvolvendo um canal simples e direto para facilitar a comunicação entre as pessoas e incentivar a partilha de produtos para quem precisa”, explica Christian Fujiy, co-fundador da Belabs.

Os usuários da ferramenta podem compartilhar produtos como álcool em gel, máscaras, sabonetes e alimentos. Por meio dela também é possível se propor a fazer compras para pessoas que estão no grupo de risco do novo coronavírus e não podem sair de casa.

O aplicativo é gratuito e pode ser usado em todo o mundo. Ele está disponível para os usuários do sistema operacional Android. Para baixá-lo, é necessário acessar a loja de apps do celular e buscar pelo nome da ferramenta. Após baixar o aplicativo, é preciso fazer um cadastro e listar o que pode ser doado. Todos os produtos disponíveis para doação ficarão em uma tela principal, basta clicar no item que necessita e contatar diretamente o doador.


Com informações do G1.
                                                                                



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MPF cobra explicação da CAIXA e DATAPREV sobre Auxílios em análise ou negados



A Caixa Econômica Federal (CEF), Dataprev e União foram alvos de ação civil pública para que solucionem problemas no processamento da análise de requerimentos do auxílio emergencial de R$ 600. Além disso, são cobrados a prestar esclarecimentos aos brasileiros que tiveram o benefício negado e divulgar campanha publicitária para evitar a aglomeração em agências. A ação foi proposta nessa sexta-feira (08/05) pelo Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão.

 


Com informações de Tácio Lorran.
                                                                                


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