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Em Campina Grande, Enfermeira poetisa cria 'Cordel do Coronavírus' com dicas de prevenção




Um cordel para conscientização à prevenção do novo coronavírus foi escrito pela poetisa e enfermeira especialista em saúde mental Anne Karolynne Santos de Negreiros, de 30 anos, em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. De acordo com a autora, os versos podem sensibilizar a população de forma diferente.

A campinense atua desde 2010 como enfermeira, mas desde a faculdade já trabalhava com a literatura de cordel na promoção da saúde e prevenção de doenças. Atualmente, a enfermeira trabalha no Hospital Municipal Pedro I, no setor de referência para tratamento de usuários suspeitos de Covid-19 em Campina Grande. "Desde 2019, eu fazia cordéis para oficinas sobre temas como drogas na adolescência, hipertensão, medicamentos, saúde mental. Inclusive, minha monografia foi sobre saúde mental", explicou Anne.

"Eu uso o saber da enfermagem, com a arte da literatura de cordel para, sobretudo, passar informação para todas as pessoas. Quando eu comecei a ver as notícias sobre a pandemia do coronavírus, pensei que além de me prevenir, poderia ajudar a outras pessoas a fazerem o mesmo", disse.



Segundo Anne, todas as suas poesias e versos trazem a força do nordeste, reflexões sobre a vida e temas voltados para educação em saúde. A poetisa escreveu o livro “Poesia popular: ferramenta de inclusão na saúde mental” (EDIFS, 2019) e publicou cordéis ilustrados através do Ministério da Cultura.

A escritora desenvolve o projeto Cordel Personalizado nas redes sociais, onde são publicadas as mais de 150 biografias rimadas através da literatura de cordel.

Coronavírus em cordel
Armaria, minha gente

Que desmantelo total

Um tal de coronavírus

Fez rebuliço geral
Tá pegando o povo todo
Essa infecção viral.

O cabra tem logo febre

Sem conseguir controlar

Tosse feito um condenado

Difícil até respirar
Saliva contaminada
Se transmite pelo ar.

Espirro, tosse, catarro

Levam contaminação

A saliva quando fala

Sai levando infecção
O vírus também se espalha
Em um aperto de mão.

Como gripe ou resfriado,

Precisamos prevenir

Cobrindo a boca e o nariz

Na hora em que for tossir
E objetos pessoais
Não podemos dividir.

Evitar lugar lotado

Com muita aglomeração

Limpar bem os ambientes

Lavar sempre a nossa mão
Esfregar bem direitinho
Usando água e sabão.

Se precisar, use máscara

Álcool em gel para limpar

Se estiver muito doente

Vá ao médico consultar
Se os sintomas forem leves
Fique em casa até curar.

Não só pro coronavírus

Esse cordel vai servir

Todo resfriado ou gripe

Precisamos prevenir
Cuidar bem do nosso corpo
Pra doença não surgir.

Vamos simbora cuidar

Tá todo mundo informado

Se puder, fique em casa

Prevenido, resguardando
Torcendo pra que esse vírus
Seja logo eliminado!







Com informações do G1.
                                                                                


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Se acusado formalmente por Moro, Presidente Bolsonaro pode responder por 3 crimes graves


As acusações de Sergio Moro contra Jair Bolsonaro, que já chegaram ao STF (Supremo Tribunal Federal), têm potencial de ultrapassar a barreira da crise política, já instaurada com a demissão do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública na manhã desta sexta-feira (24). 

O presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), Fábio George, vê nas denúncias do ex-juiz da Lava Jato, a possibilidade de que Bolsonaro tenha incorrido em ao menos 3 crimes: falsidade ideológica, obstrução de Justiça, e crime de responsabilidade. 

Segundo o ex-ministro da Justiça, o presidente tentou interferir politicamente na Polícia Federal e queria “relatórios de inteligência” das atividades da corporação. Moro também acusou o mandatário de mentir sobre a forma como ocorreu a demissão de Maurício Valeixo — inclusive em documento oficial.

Para Fábio George, a gravidade das acusações feitas por um nome com a relevância de Moro, que até então fazia parte do governo, “merecem ser apuradas” (leia abaixo cada um das hipóteses de crime que devem ser investigadas). 

No seu último pronunciamento como ministro, Moro destacou que a “exoneração a pedido”, que consta no documento publicado no Diário Oficial da União, formalizando a saída de Valeixo do comando da PF, não teve seu aval e que o ex-diretor da corporação em nenhum momento pediu afastamento do cargo. 

“Em nenhum momento o Valeixo apresentou um pedido formal de exoneração. Achei ofensivo. Vi depois que a Secom (Secretaria de Comunicação) afirmou que houve o pedido, mas não é verdadeiro. Esse ultimato também é uma sinalização de que o presidente me quer fora do cargo”, disse Moro.

A seguir estão os possíveis crimes que serão investigados, de acordo com o procurador federal Fábio George.

Falsidade ideológica 

“Quando me referi à falsidade ideológica, foi ao fato de que a exoneração de Maurício Valeixo foi a pedido e, segundo Sergio Moro, isso não ocorreu. Sempre que há um ato que não corresponde à realidade, em tese, a gente fala em falsidade ideológica. A gente fala em tese porque está ouvindo a versão do ministro. Mas pela relevância que traz, merece uma apuração”, disse o procurador federal.   

De acordo com o artigo 299 do Código Penal, é crime de falsidade ideológica “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”

O presidente Jair Bolsonaro admitiu erro na publicação do decreto de exoneração de Valeixo com a assinatura de Moro. Ele mandou republicar sem a rubrica do ministro na noite desta sexta.

Obstrução de Justiça 

Para Fábio Jorge, “na ordem em que se busca ter acesso a documentos sigilosos e se tenta ter acesso a investigações sigilosas, interferir na condução de investigações pode configurar obstrução de Justiça”Como se trata de crime comum, o presidente da ANPR explica que a iniciativa de dar encaminhamento ao pedido desse tipo de investigação contra o presidente deve ser do procurador-geral da República. 

“O procurador pode atuar de ofício e pode receber representações, como costuma ocorrer de deputados, senadores, quanto mediante provocação de terceiros.”

Para o procurador, embora não haja uma definição clara do crime de “obstrução de Justiça” no Brasil, há na lei 12.850/2013, que define organização criminosa, um artigo específico que pode tipificar o crime no qual o presidente pode ter incorrido.  O parágrafo 1º,  do artigo 2º, trata como organização criminosa “quem impede ou, de qualquer forma, embaraça a investigação de infração penal que envolva organização criminosa”.

Crime de responsabilidade 

“Quando alguém interfere no regular funcionamento de uma investigação, pode também configurar crime de responsabilidade”, destacou o presidente da ANPR. 

A análise do crime de responsabilidade ocorre no âmbito do Congresso Nacional. É esse tipo de infração que embasa pedidos de impeachment. Já há mais de duas dezenas de pedidos de afastamento de Bolsonaro aguardando uma decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. 

A lei 1.079/1950 define os crimes de responsabilidade e regula o processo de julgamento de um eventual impeachment.  

O artigo 4º define como crimes de responsabilidade aqueles que atentam contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra “a existência da União; o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados; o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; a segurança interna do País; a probidade na administração; a lei orçamentária; a guarda e o legal emprego do dinheiro público; o cumprimento das decisões judiciárias”. 

Questionado como se comprovar um crime de responsabilidade na conduta de Bolsonaro, Fábio George ressalta a necessidade de investigação em uma série de escalas.  

“Uma sequência de narrativas precisa ser apurada, de que se tentou o tempo todo interferir em investigações, impedindo, portanto, seu regular desenvolvimento. Fala-se em troca de superintendentes, troca de diretor, em se tentar ter acesso a relatório sigilosos, saber como investigações estão se desenvolvendo. O conjunto dessas ações mostra interferência clara de regular o funcionamento das investigações em curso e isso pode, claro, caracterizar crime de responsabilidade”, argumenta o procurador.

O presidente da ANPR destaca ainda que a preocupação com o inquérito das fake news que, segundo o ex-ministro da Justiça, Jair Bolsonaro teria demonstrado a ele, “só reforça, caso verdadeira, a existência do crime de responsabilidade”. “Aí é uma interferência, inclusive, em outros poderes. Já existe uma tentativa, não apenas na PF e na regularidade das investigações, mas também ato de investigação que corre em outro poder. E o conjunto reforça o crime de responsabilidade”, concluiu. 

Esse inquérito do STF está sendo conduzido por 5 delegados federais. Segundo o jornal Correio Braziliense, agentes dessa investigação defendem que a operação de notícias falsas contra o STF partiu do chamado “gabinete de ódio”, comandado no Palácio do Planalto pelo vereador Carlos Bolsonaro. Os investigadores estariam perto de provar o envolvimento do 02 — o que elevou a tensão de Bolsonaro com o atual diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, demitido nesta semana.

Nesta sexta, o ministro do Supremo Alexandre de Moraes ordenou que esses delegados continuem no caso, no intuito de evitar trocas no comando das investigações. Em pronunciamento ao lado de sua equipe, Bolsonaro negou as acusações de tentativa de interferência política na Polícia Federal e disse que esperava de Moro “informações” da corporação e não andamento de inquéritos. O presidente também falou em “pirâmide hierárquica do Poder Executivo” para justificar sua prerrogativa para efetuar substituições no comando da PF.



Com informações do HuffPost Brasil.
                                                                                


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Rapaz é preso após fingir estar com COVID-19 e postar falso diagnóstico no facebook


O americano Michael Lane Brandin sabia que seu post no Facebook causaria rebuliço. O que ele não imaginava era que seria preso, perderia o emprego e enfrentaria um julgamento caro que pode mantê-lo atrás das grades. Era uma tarde monótona em março e o debate sobre como lidar com o possível surto de covid-19 estava por todos os lados na sua timeline.

Então ele decidiu, em suas palavras, "fazer um experimento social"Michael postou que havia sido diagnosticado com o coronavírus e que os médicos haviam dito que o vírus era transmitido pelo ar. No Facebook, seu relato foi recebido com um misto de empatia e choque.

"O post gerou muitas reações e muitos amigos me mandaram uma mensagem para perguntar se eu estava bem, então eu disse a eles que era tudo mentira", diz ele. Mas o que estava acontecendo offline era muito mais sério. O boato começou a se espalhar velozmente pelo condado de Tyler, no Estado americano do Texas, onde Michael morava.

Isso ocorreu dias antes de qualquer medida de isolamento social ter sido decretada. Pessoas ligando incessantemente ao hospital perguntando se as notícias eram verdadeiras e o que elas poderiam fazer para se proteger do "assassino invisível".

Mandado de prisão

A polícia entrou em contato com Michael e disse-lhe para alterar seu post para deixar claro que ele estava fazendo um experimento social, o que ele prontamente fez. No entanto, o boato já havia se tornando uma bola de neve. E o próximo post no Facebook acabou vindo da delegacia de polícia. 

"Dando prosseguimento a uma queixa oficial do promotor criminal do distrito, o juiz do Condado Jacques Blanchett emitiu um mandado de prisão para Brandin pelo crime de alarme falso, uma foi estabelecida em US$ 1 mil (cerca de R$ 5,4 mil).  contravenção classe A." Brandin se entregou. Sua fiança

"Eles disseram que eu tinha que passar a noite na prisão, porque tinha que esperar a chegada do juiz no dia seguinte. Estava morrendo de ansiedade", diz Brandin. No comunicado enviado ao público, a delegacia de polícia disse que sua ação foi motivada pela "crescente preocupação do coronavírus nos Estados Unidos e pela emissão de declarações de emergência / desastre pelo presidente (Donald) Trump e pelo governador Abbott (Greg Abbott, governador do Texas)".






Com informações da BBC.
                                                                                


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Mulher dá luz a casal de gêmeos aos 68 anos de idade



Margaret Adenuga deu à luz a um casal de gêmeos no dia 14 de Abril deste ano, na cidade nigeriana de Lagos. O que torna este parto tão especial é que ela virou mãe pela primeira vez aos 68 anos de idade.

Engravidar era o grande sonho de Margaret e do marido Noah, de 77 anos, desde quando se casaram em 1974. O casal afirmou à rede CNN que nunca desistiu, mesmo após tentativas frustradas. Eles passaram por três fertilizações in vitro até terem os filhos.

“Eu sou um sonhador. Estava convencido que este nosso sonho iria acontecer”, contou o auditor aposentado.



De acordo com o veículo, os bebês nasceram de cesárea no Hospital Universitário de Lagos, que aguardou a mãe e os pequenos se recuperarem para anunciar a notícia. O médico responsável pelo parto, Adeyemi Okunowo, relatou que um time de especialistas foi acionado para monitorar a gestação por causa da idade avançada da mãe:

“Como se tratava de uma mulher idosa e mãe de primeira viagem, era uma gravidez de alto risco. Além disso, eram gêmeos. Mas conseguimos conduzir a gestação com sucesso.”



Com informações de Victoria Matsumoto.
                                                                                


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Senador quer acelerar projeto que trata de imposto sobre grandes fortunas


O senador Wellington Fagundes (PL-MT) informou nesta sexta-feira (24) que assinou requerimento para acelerar a tramitação e aprovação do projeto de lei complementar que cria o imposto sobre grandes fortunas (PLP 183/2019), de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM).



Wellington lembrou que a pandemia reduziu drasticamente o recolhimento de tributos federais, estaduais e municipais. Por isso, considera importantes os recursos arrecadados com a nova taxação, que poderiam ser usados na aquisição de respiradores, leitos de UTI e equipamentos de proteção individual para os profissionais da saúde que estão na linha de frente da guerra contra a pandemia de covid-19.

De acordo com o senador, quase 30% da renda do país está nas mãos de apenas 1% dos brasileiros. O Brasil, disse, é um dos países com maior concentração de renda, conforme relatório divulgado pela ONU. Pouco mais de 200 pessoas acumulam uma fortuna de mais de R$ 1,2 trilhão. 

— Esse projeto com alíquota de 0,5% a 1% mira contribuintes com patrimônio líquido superior a R$ 22,8 milhões. Isso significa 12 mil vezes um ganho mensal do cidadão que está situado no limite da isenção do Imposto de Renda — acrescentou o senador.



Com informações da Agência SENADO.
                                                                                


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Ovelha perdida reaparece 7 anos depois cheia de lã



Uma ovelha da raça merino chamada Prickles fugiu de casa em 2013 durante um incêndio devastador em uma fazenda australiana quando era filhote. Entretanto, sete anos depois, a ovelha finalmente reapareceu em seu lar de origem já crescida e cheia de 

Por conta disso, a lã acumulada durante os sete anos em que ficou desaparecida estava enorme. Menos em seu rosto, já que a ovelha merino tem o rosto nu e nada cresce por essa parte de seu corpo.

A ovelha fugiu de casa muito provavelmente após ficar presa do lado errado da cerca que teve de ser reconstruída na fazenda. O incêndio devastou um total de 20 mil hectares no estado da Tasmânia, na Austrália. Alice Gray, agricultora da fazenda de Prickles, afirma ter ficado feliz com o retorno do animal.




Com informações do Mega Curioso.
                                                                                

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TV Cultura estreia o JORNAL DA TARDE nesta segunda-feira (27)


A TV Cultura lança na próxima segunda-feira, dia 27 de abril, o "Jornal da Tarde", jornalístico que substitui o "Jornal da Cultura 1ª Edição na grade de programação. O novo noticiário, que será apresentado por Joyce Ribeiro e  Aldo Quiroga, fará a cobertura dos temas saúde, educação, consumo e mobilidade. A exibição será de segunda a sexta-feira, a partir das 12h30, na TV Cultura, no YouTube e no site oficial da emissora.

Com visual renovado, o "Jornal da Tarde" contará com um cenário que incorpora o ambiente da redação – esta, por sua vez, também ganhou novo mobiliário e organização interna diferente. Além disso, o sofá antes usado no "JC1" agora dá lugar a uma bancada que permite a recepção de convidados.

"O 'Jornal da Cultura 1ª Edição' estava para completar um ano de sua implantação e por isso aproveitamos para trabalhar em alguns aspectos que visam melhorar ainda mais sua performance. Um desses aspectos é o fato de que ele se chamava 'Jornal da Cultura 1ª Edição', mas tem uma estrutura bem diferente daquela que se caracteriza como a fórmula de prestígio do 'Jornal da Cultura 2ª Edição', reconhecido pelo jornalismo pós-noticioso. Por isso, essa edição ganhou um nome mais claro e direto", comenta, em nota, Leão Serva, diretor de Jornalismo da Cultura.



Com informações do Tela Viva.
                                                                                


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